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Q3528301 Pedagogia
A formação continuada dos educadores e o desenvolvimento de competências socioemocionais são dimensões que fortalecem a atuação na EJA. Identifique a perspectiva mais alinhada a esses aspectos:
Alternativas
Q3528300 Pedagogia
As tecnologias digitais e a educação híbrida abrem possibilidades na EJA, ampliando a flexibilização de tempo e espaço. Escolha a alternativa que expressa uma prática coerente com esse cenário:
Alternativas
Q3528299 Pedagogia
O vínculo entre escola e comunidade é central na EJA, pois fortalece a ação educativa e amplia oportunidades formativas. Escolha a alternativa que representa essa concepção: 
Alternativas
Q3528298 Pedagogia
A contextualização do currículo a partir das vivências dos estudantes na EJA requer articulação de componentes curriculares com a realidade local. Assinale a forma de implementação que dialoga com essa proposta:
Alternativas
Q3528297 Pedagogia
O atendimento a estudantes com necessidades educacionais específicas na EJA envolve adaptações metodológicas, uso de tecnologias assistivas e práticas inclusivas. Assinale a alternativa que melhor reflete essa perspectiva:
Alternativas
Q3528296 Pedagogia
A formação do pensamento crítico e a promoção da autonomia são metas fundamentais na EJA, consonantes com a ideia de educação libertadora. Selecionando a resposta condizente com esse propósito:
Alternativas
Q3528295 Pedagogia
A prática de alfabetização e letramento na EJA ultrapassa o domínio mecânico da leitura e escrita, implicando a formação de sujeitos críticos. Identifique a alternativa que expressa essa concepção:
Alternativas
Q3528294 Pedagogia
A seleção e produção de materiais didáticos na EJA requerem adaptações específicas, considerando a variação de perfis e níveis de letramento. Escolha a alternativa adequada a esse princípio:
Alternativas
Q3528293 Pedagogia
O planejamento e a organização do trabalho pedagógico na EJA precisam responder às especificidades de cada grupo, considerando aspectos de faixa etária, experiências de vida e expectativas formativas. Assinale a ideia que melhor expressa essa abordagem:
Alternativas
Q3528292 Pedagogia
A avaliação na EJA cumpre diferentes propósitos, como diagnóstico, regulação do processo de ensino e aprendizagem e promoção de avanços qualitativos. Qual alternativa representa uma prática avaliativa alinhada a essa concepção? 
Alternativas
Q3528291 Pedagogia
No contexto do ensino contextualizado e das metodologias ativas, a prática docente na EJA requer estratégias que se adequem às experiências prévias dos estudantes. Identifique a opção que melhor traduz esse fundamento metodológico: 
Alternativas
Q3528290 Pedagogia
A inclusão, a equidade e a igualdade constituem princípios fundamentais na EJA. Assinale a alternativa em consonância com tais princípios, considerando a perspectiva de formar sujeitos críticos e autônomos:
Alternativas
Q3528289 Pedagogia
As políticas públicas para a EJA enfrentam desafios de acesso, permanência e qualidade. Analise as afirmativas abaixo:
I – A oferta da EJA deve articular inclusão social e equidade, considerando as múltiplas realidades socioeconômicas dos estudantes.
II – O financiamento da EJA é prioritário nos orçamentos estaduais e municipais, pois a legislação federal exige alocação mínima de 50% dos recursos educacionais para essa modalidade.
III – A formulação de políticas nacionais para EJA inclui a elaboração de programas de correção de fluxo escolar, visando diminuir a distorção idade-série.
IV – A educação ao longo da vida, incluída em documentos internacionais, fundamenta estratégias que superam a mera aceleração de estudos, promovendo desenvolvimento integral.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3528288 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece princípios orientadores para a oferta da EJA, em sintonia com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Identifique a alternativa que descreve corretamente um impacto direto dessas legislações sobre as políticas públicas de EJA:
Alternativas
Q3528287 Pedagogia
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil passou por diferentes fases históricas, incluindo períodos de políticas excludentes e iniciativas de democratização do ensino. Avalie as assertivas que melhor se relacionam com a construção histórica da EJA e sua consolidação em legislações específicas, como a LDB e o ECA, identificando a opção mais adequada:
Alternativas
Q3527431 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Dentre as ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto, quais necessitam de vir acompanhadas do acento indicativo de crase?
Alternativas
Q3527430 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Os conectivos sublinhados nos parágrafos iniciais do texto podem ser adequadamente substituídos por
Alternativas
Q3527429 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Em qual dos vocábulos abaixo a partícula “auto-” NÃO possui o mesmo sentido que ocorre na palavra “autorrelato”?
Alternativas
Q3523131 Pedagogia
Leia atentamente as assertivas abaixo sobre Educação Inclusiva e estratégias pedagógicas para alunos com necessidades educacionais especiais no contexto da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

I. A diversificação das estratégias pedagógicas para estudantes com necessidades especiais, alinhada ao respeito pelo ritmo individual de aprendizagem, configura-se como uma prática coerente com os princípios da educação inclusiva.
II. A adaptação curricular, quando aplicada corretamente, implica necessariamente na redução significativa da complexidade do conteúdo, visando garantir aprovação imediata dos estudantes com dificuldades.
III. O oferecimento constante de atividades pedagógicas individualizadas, mesmo quando realizadas fora do ambiente coletivo, é o método mais eficaz para assegurar a aprendizagem significativa e a inclusão plena dos alunos com necessidades especiais na EJA.
IV. A utilização de práticas pedagógicas contextualizadas, que conectam as vivências prévias dos alunos com necessidades especiais às demandas específicas da EJA, fortalece os vínculos afetivos e potencializa a inclusão e o desempenho acadêmico.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3523130 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

Na Escola Municipal Henriqueta Lisboa, a professora Ana, turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) frequentemente relata conflitos relacionados à intolerância e a incompreensão das diferentes realidades presentes no grupo. Por isso, decidiu aplicar estratégias baseadas na Comunicação Não Violenta (CNV).

Assinale a alternativa que apresenta uma prática CORRETA, fundamentada nos princípios da CNV, para o contexto apresentado.
Alternativas
Respostas
221: C
222: C
223: A
224: A
225: B
226: B
227: D
228: B
229: C
230: B
231: C
232: C
233: D
234: A
235: B
236: D
237: A
238: B
239: D
240: B