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Segundo o dicionário Aurélio, “neologismo” é a “palavra ou expressão nova numa língua”.
De acordo com essa definição, assinale a alternativa cuja oração contenha um neologismo.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
Releia o trecho a seguir.
“A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade.”
Com base nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.
I. O pronome “eles” refere-se aos valores humanos.
II. A locução “por isso” possui valor semântico conclusivo.
III. “Mas” é uma conjunção adversativa.
IV. Os valores são frutos da liberdade humana.
Segundo a norma padrão, estão CORRETAS as afirmativas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
De acordo com o texto, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A linguagem e o pensamento são o que permite aos humanos não se deixarem escravizar pela natureza.
( ) Enquanto a natureza age por instinto ou impulso – o chamado estado natural –, o homem consegue criar, estabelecer e seguir valores, tornando-se, assim, socialmente estabelecido.
( ) Enquanto permanece na tentativa de separar-se da natureza por um contrato moral, o homem tende a prejudicar-se.
( ) O senso estético cumpre o papel de retornar o homem ao seu estado independente, permitindo, assim, um pertencimento efetivo à natureza.
( ) A faculdade do juízo, inata às criaturas da natureza, estabelece a união de homem e natureza de maneira igualitária.
Assinale a sequência CORRETA.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
Releia o trecho a seguir.
“No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim.”
“No entanto” e “porque”, presentes nesse trecho, podem ser substituídos, sem prejuízo do sentido original, respectivamente, por:
Analise os trechos textuais a seguir.
I. Meu cheiro é de cravo
Minha cor de canela
A minha bandeira
É verde e amarela
Pimenta de cheiro
Cebola em rodela
Um beijo na boca
Feijão na panela
Gabriela....
“Gabriela” – Tom Jobim
II. Me ame devagarinho
Sem fazer nenhum esforço
Tô doido por seu carinho.
“Maçã do rosto” – Lenine
III. E no salão social;
Festas que lembram velório.
Meia dúzia de parentes;
E a panelinha do escritório.
“Paradoxo” – Gabriel, o pensador
A comparação pode ser feita de forma explícita ou implícita. Nesse contexto, há comparação nos trechos:
Leia o e-mail a seguir, enviado por um funcionário ao seu setor de trabalho.
Boa tarde,
segue em anexo o relatório da última reunião e a sua ata.
Se houverem dúvidas estou a disposição.
Atenciosamente.
Assinale a alternativa em que a reescrita desse e-mail está adequada à norma padrão.
I. Receber intimação pessoal em qualquer processo e grau de jurisdição, contando-se-lhe em dobro os prazos. II. Não ser preso, salvo em flagrante, caso em que a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Público-Geral. III. Examinar, em qualquer repartição, autos de flagrante, inquérito e processos. IV. Ser ouvido como testemunha, em qualquer processo ou procedimento, em dia, hora e local previamente ajustados com a autoridade competente.
Nos termos da Lei Complementar no 84/94, é prerrogativa dos membros da Defensoria Pública do Estado o que consta APENAS em
AUNT ACQUITTED IN NIECE’S HIT-AND-RUN DEATH
WEDNESDAY, JULY 8, 2015 BY TAMARA APARTON
San Francisco, CA − A woman charged with child endangerment after a hit-and-run driver fatally struck her 2-year-old niece as the family crossed against a traffic light was acquitted of all charges today, San Francisco Public Defender Jeff Adachi announced.
Jurors deliberated a day and a half before clearing Loyresha Gage, 26, of felony child endangerment resulting in death and misdemeanor child endangerment. Gage faced up to 10 years in state prison, said her attorney, Deputy Public Defender Kevin Mitchell.
The tragic incident occurred Aug. 15, 2014. Gage was caring for her sister’s 2-year-old twins. As the three left the Metreon after seeing the Teenage Mutant Ninja Turtles movie, Gage took a long-awaited call from a friend who had been a no-show to the planned movie date. ..I.. still on the phone, Gage attempted to navigate a crosswalk on Mission Street.
After waiting for traffic to clear, Gage and her niece, Mi’yana Gregory, stepped into the crosswalk. A little less than halfway across Mission Street,
Gage realized her nephew was still on the curb and panicked. As she sprinted back to pick him up, a sedan sped down Mission and fatally struck Mi’yana.
Gage was arrested Aug. 19 and police never found the hit-and-run driver.
Gage’s family did not want her prosecuted and attended the trial to support her. The prosecutor’s decision to charge Gage was extremely painful for her family, who were struggling to cope with losing Mi’yana, Mitchell said.
Adachi praised the jury’s decision.
“The decision to treat this tragic mistake like a crime only added to the pain and suffering Ms. Gage and her entire family experienced. Fortunately, her public defender worked hard to ensure her case was heard,” Adachi said.
(http://sfpublicdefender.org/news/2015/07/aunt-acquitted-in-nieces-hit-and-run-death/)
AUNT ACQUITTED IN NIECE’S HIT-AND-RUN DEATH
WEDNESDAY, JULY 8, 2015 BY TAMARA APARTON
San Francisco, CA − A woman charged with child endangerment after a hit-and-run driver fatally struck her 2-year-old niece as the family crossed against a traffic light was acquitted of all charges today, San Francisco Public Defender Jeff Adachi announced.
Jurors deliberated a day and a half before clearing Loyresha Gage, 26, of felony child endangerment resulting in death and misdemeanor child endangerment. Gage faced up to 10 years in state prison, said her attorney, Deputy Public Defender Kevin Mitchell.
The tragic incident occurred Aug. 15, 2014. Gage was caring for her sister’s 2-year-old twins. As the three left the Metreon after seeing the Teenage Mutant Ninja Turtles movie, Gage took a long-awaited call from a friend who had been a no-show to the planned movie date. ..I.. still on the phone, Gage attempted to navigate a crosswalk on Mission Street.
After waiting for traffic to clear, Gage and her niece, Mi’yana Gregory, stepped into the crosswalk. A little less than halfway across Mission Street,
Gage realized her nephew was still on the curb and panicked. As she sprinted back to pick him up, a sedan sped down Mission and fatally struck Mi’yana.
Gage was arrested Aug. 19 and police never found the hit-and-run driver.
Gage’s family did not want her prosecuted and attended the trial to support her. The prosecutor’s decision to charge Gage was extremely painful for her family, who were struggling to cope with losing Mi’yana, Mitchell said.
Adachi praised the jury’s decision.
“The decision to treat this tragic mistake like a crime only added to the pain and suffering Ms. Gage and her entire family experienced. Fortunately, her public defender worked hard to ensure her case was heard,” Adachi said.
(http://sfpublicdefender.org/news/2015/07/aunt-acquitted-in-nieces-hit-and-run-death/)
Writing a business letter
Using the correct language and tone
Business letters ..I.. be written in a formal tone using business-like language. Although it ...II... be suitable to use a friendly and informal style for an office memo, you ..III.. remember that a business letter normally conveys information on a professional matter and the language used should reflect this. However, avoid using technical terms or jargon which may be unfamiliar or confusing to the reader.
Using correct spelling, punctuation and grammar
Using correct spelling is very important especially in regards to people’s names and any business or technical terms that you may be using. You can use the spell check facility in your word processing package or consult a dictionary before having someone review your letter.
Punctuation helps the reader understand your letter so it is important that you know how to use it correctly. You also need to be aware of where punctuation is used in a letter. For example, unless instructed otherwise, you should use the open punctuation style for correspondence. Open punctuation means that you do not use punctuation other than in the actual text. For example, the inside address would not have any punctuation. Open punctuation is often used in business correspondence to speed up the process of creating letters.
A simple grammatical error can easily make your letter look unprofessional. Make sure that you understand the basic rules of grammar.
If you are uncertain of the rules on punctuation or grammar then it would pay to consult an English language handbook or you could ask your supervisor.
Conveying the correct information
The purpose of a business letter is to convey specific information. Therefore, you must ensure that the correct details are provided. Any figures or financial information should be thoroughly checked before being reviewed by the person signing the letter.
Ensuring the correct enclosures are included
If the letter indicates that other documents will be enclosed then you must make sure that the correct documents are in fact enclosed.
Reviewing your
work Whenever you prepare a business letter, firstly prepare a draft copy which you have checked thoroughly. This draft copy should be presented for review. The review process may result in corrections or further information being added.
Make the appropriate changes and then present the letter again for another review. This process should be repeated, until the person signing the letter is satisfied that it correctly conveys their message.
Spacing
When you prepare your draft letter you should use one and a half or double spacing to allow the reviewer to easily make changes. The final letter can be prepared using single spacing unless your firm has other specific spacing requirements.
Filing business letters
You will need to take a photocopy of the final signed letter prior to sending it to the intended recipient(s).
(https://www.dlsweb.rmit.edu.au/toolbox/legal/OFFICE/T01/T01_A/T1_LCBK.html#language)
Writing a business letter
Using the correct language and tone
Business letters ..I.. be written in a formal tone using business-like language. Although it ...II... be suitable to use a friendly and informal style for an office memo, you ..III.. remember that a business letter normally conveys information on a professional matter and the language used should reflect this. However, avoid using technical terms or jargon which may be unfamiliar or confusing to the reader.
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Spacing
When you prepare your draft letter you should use one and a half or double spacing to allow the reviewer to easily make changes. The final letter can be prepared using single spacing unless your firm has other specific spacing requirements.
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Considere os itens abaixo.
I. Assistência jurídica célere.
II. Assistência jurídica gratuita.
III. Assistência jurídica integral.
Integra a Visão da Defensoria Pública do Estado de Roraima o que consta em
Em uma região com 40 instituições financeiras é realizado um levantamento com relação às taxas anuais de remuneração fornecidas aos seus clientes. Foram detectados 5 valores de taxas, e a tabela abaixo apresenta o resultado obtido pelo levantamento.

Com base nos valores das taxas obtidas neste levantamento, denominando Mo como sendo a moda, Md como sendo a mediana
e Me como sendo a média aritmética das taxas (ponderada pelo número de instituições) obtém-se que: