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Q47487 Análise de Balanços
Considere os dados fornecidos a seguir (valores em reais).

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A taxa de retorno do Patrimônio Líquido no Ano 1 é
Alternativas
Q47486 Contabilidade de Custos
A Cia. Estelar, no início de 2007, investe R$ 10.000,00, na construção de um parque fabril, objetivando produzir e vender um único produto do qual possui domínio da tecnologia e uma posição de mercado extremamente favorável, para os próximos 5 anos, possibilitando uma projeção bastante conservadora, de lucros anuais esperados de R$ 500.000,00/ano para o mesmo período. Estabelece ainda como meta obter o retorno do investimento efetuado em 4 anos.

Após cuidadoso estudo, a área de planejamento da empresa, estabelece como base a estrutura de custos, despesas e receita a seguir:

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Considerando que no quinto ano sejam mantidos as condições esperadas e o mesmo volume de produção e venda do ano anterior, a empresa obterá como resultado, em R$,
Alternativas
Q47485 Contabilidade de Custos
A Cia. Estelar, no início de 2007, investe R$ 10.000,00, na construção de um parque fabril, objetivando produzir e vender um único produto do qual possui domínio da tecnologia e uma posição de mercado extremamente favorável, para os próximos 5 anos, possibilitando uma projeção bastante conservadora, de lucros anuais esperados de R$ 500.000,00/ano para o mesmo período. Estabelece ainda como meta obter o retorno do investimento efetuado em 4 anos.

Após cuidadoso estudo, a área de planejamento da empresa, estabelece como base a estrutura de custos, despesas e receita a seguir:

Imagem 003.jpg
Para que além do lucro esperado, a empresa obtenha o retorno anual esperado, quantas unidades a empresa deverá produzir e vender no período?
Alternativas
Q47484 Contabilidade de Custos
A Cia. Estelar, no início de 2007, investe R$ 10.000,00, na construção de um parque fabril, objetivando produzir e vender um único produto do qual possui domínio da tecnologia e uma posição de mercado extremamente favorável, para os próximos 5 anos, possibilitando uma projeção bastante conservadora, de lucros anuais esperados de R$ 500.000,00/ano para o mesmo período. Estabelece ainda como meta obter o retorno do investimento efetuado em 4 anos.

Após cuidadoso estudo, a área de planejamento da empresa, estabelece como base a estrutura de custos, despesas e receita a seguir:

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Quantas unidades/ano devem ser produzidas e vendidas para que a empresa obtenha apenas o lucro anual esperado?
Alternativas
Q47483 Contabilidade de Custos
A Cia. Luna produz um tipo especial de cadeira de alumínio, atuando de forma consolidada nesse mercado. Em um determinado período de seus registros contábeis foram extraídas as informações abaixo:

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O custo da Produção Acabada no período é, em R$,
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Q47482 Análise de Balanços
A Cia. Luna produz um tipo especial de cadeira de alumínio, atuando de forma consolidada nesse mercado. Em um determinado período de seus registros contábeis foram extraídas as informações abaixo:

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A margem bruta de Vendas é
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Q47481 Contabilidade de Custos
A Cia. Luna produz um tipo especial de cadeira de alumínio, atuando de forma consolidada nesse mercado. Em um determinado período de seus registros contábeis foram extraídas as informações abaixo:

Imagem 002.jpg
O custo da produção incorrido no período é, em R$,
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Q47480 Contabilidade Geral
São considerados itens monetários e geram perdas ou ganhos monetários em períodos de inflação crescente os
Alternativas
Q47479 Contabilidade Geral
Na Demonstração do Valor Adicionado, constituem itens de distribuição do valor adicionado
Alternativas
Q47478 Contabilidade Geral
Na elaboração do Fluxo de Caixa pelo método indireto, para a determinação do fluxo de caixa líquido das atividades operacionais, correspondem a ajustes do resultado líquido
Alternativas
Q47477 Matemática Financeira
A Cia. Portela negocia com o Banco Solar S.A o fluxo de Duplicatas a Receber, decorrente de suas vendas a prazo, realizadas em 01.11.2008, a seguir:

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A taxa de juros simples, acordada na operação, foi de 5% ao mês, cobrando o Banco R$ 5.000,00 a título de taxas bancárias referentes a gastos imediatos relativos a despesas de cadastro, xerox e reconhecimento de firmas.
Ao final do mês de dezembro, por ocasião dos procedimentos contábeis para o levantamento do Balanço Patrimonial, a conta de Despesas de Juros, em decorrência dessa operação, deveria registrar em seu saldo o valor de
Alternativas
Q47476 Contabilidade Geral
A Cia. Portela negocia com o Banco Solar S.A o fluxo de Duplicatas a Receber, decorrente de suas vendas a prazo, realizadas em 01.11.2008, a seguir:

Imagem 001.jpg

A taxa de juros simples, acordada na operação, foi de 5% ao mês, cobrando o Banco R$ 5.000,00 a título de taxas bancárias referentes a gastos imediatos relativos a despesas de cadastro, xerox e reconhecimento de firmas.
Em 1º de novembro, ao lançar a operação, a empresa registra na conta Bancos Conta Movimento - Banco Solar S.A um
Alternativas
Q47475 Contabilidade Geral
São demonstrações obrigatórias para todos os tipos de sociedades por ações:
Alternativas
Q47474 Contabilidade Geral
Entre as alterações da legislação societária, provocadas pela Lei nº 11.638/07, está o conceito de sociedades de grande porte. De acordo com essa legislação, para uma empresa ser considerada uma sociedade de grande porte é necessário que, no exercício social anterior, tenha
Alternativas
Q46669 Português
Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar
lições sobre a atualidade - ele, que morreu há mais de cem
anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo
cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,
sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.
Melancolicamente, isso também significa que a história da
humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de
desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.
Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os
homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em
associações empresariais, mas cada um dos acionistas não
cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo
alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de
contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de
agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal
que nos põe em marcha na direção de um objetivo
supostamente coletivo.
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração
machadiana - mas ela não deixa de ser instigante, obrigandonos
a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes
promovemos agrupamentos e colaborações. É como se
Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto
desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão
verdadeira de cada ato.
Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor
pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema
econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A
crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,
com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem
ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo
acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor
torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Os dois segmentos destacados constituem, na ordem dada, a relação indicada entre parênteses na seguinte alternativa:
Alternativas
Q46668 Português
Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar
lições sobre a atualidade - ele, que morreu há mais de cem
anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo
cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,
sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.
Melancolicamente, isso também significa que a história da
humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de
desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.
Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os
homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em
associações empresariais, mas cada um dos acionistas não
cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo
alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de
contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de
agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal
que nos põe em marcha na direção de um objetivo
supostamente coletivo.
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração
machadiana - mas ela não deixa de ser instigante, obrigandonos
a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes
promovemos agrupamentos e colaborações. É como se
Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto
desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão
verdadeira de cada ato.
Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor
pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema
econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A
crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,
com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem
ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo
acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor
torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Depreende-se da leitura do texto que o autor, ao analisar a contribuição de Machado de Assis, conclui que é boa lição
Alternativas
Q46667 Português
Os doutores do pessimismo

Não é preciso ser um grande gênio para constatar que
vivemos num mundo bárbaro, que o ser humano é capaz das
maiores atrocidades, que a vida é feita de competição, inveja,
egoísmo e crueldade. Ninguém precisa ter vivido num campo de
prisioneiros na Sibéria nem ter sido moleque em região violenta
de uma grande cidade para saber disso. Mas virou moda, entre
muitos intelectuais e jornalistas, anunciar uma espécie de "visão
trágica" do mundo, como se se tratasse da mais surpreendente
novidade.

Com certeza há nisso uma reação saudável contra o
excesso de otimismo. Nada mais correto do que denunciar o
horror. O que me parece estranho é que, mais que denunciar o
horror, esses pensadores trágicos e jornalistas sombrios gostam
de destruir as esperanças. O reconhecimento do Mal, a
percepção de que ninguém é "bonzinho" e de que a realidade é
uma coisa dura e feia vão-se transformando em algo próximo do
fascínio. E, com diferentes níveis de elaboração e de cortesia
pessoal, esses autores tendem a fazer do fascínio uma
estratégia de choque.

Quanto mais chocarem o pensamento corrente (que
considera ruim bombardear crianças e bom defender a
Amazônia, por exemplo) mais ganharão em originalidade, leitura
e cartas de protesto. Parece existir uma competição nas
páginas dos jornais e na Internet para ver quem conseguirá ser
o mais "durão", o mais "realista", o mais desencantado. Será
chamado de ingênuo ou nostálgico todo aquele que quiser algo
melhor do que o mundo em que vive. Então, aquilo que deveria
ser ponto de partida se torna ponto de chegada: o horror e a
crueldade fazem parte da paisagem. Melhor assim, quem sabe:
"nós, pelo menos, tiramos disso a satisfação de não sermos
ingênuos". Você está esperançoso com a vitória de Obama?
Ouço um risinho: "que otário". Você quer que se preservem as
reservas indígenas da Amazônia? Mais um risinho: os militares
brasileiros entendem mais do problema do que você, que pensa
ser bonzinho mas é tão malvado como nós. "Pois o ser humano
é mau, desgraçado e infeliz desde que foi expulso do Paraíso.
Você não sabe disso?"

O que sei é que algumas pessoas foram expulsas do
Paraíso para morar numa mansão em Beverly Hills e outras
para morar em Darfur (*).

(Adaptado de Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 21/01/2009)

(*) Beverly Hills = rica cidade da Califórnia; Darfur = região
pobre e conflituosa do Sudão.

Transpondo-se para a voz passiva a construção dada, chega-se à forma verbal indicada entre parênteses em:
Alternativas
Q46665 Português
Os doutores do pessimismo

Não é preciso ser um grande gênio para constatar que
vivemos num mundo bárbaro, que o ser humano é capaz das
maiores atrocidades, que a vida é feita de competição, inveja,
egoísmo e crueldade. Ninguém precisa ter vivido num campo de
prisioneiros na Sibéria nem ter sido moleque em região violenta
de uma grande cidade para saber disso. Mas virou moda, entre
muitos intelectuais e jornalistas, anunciar uma espécie de "visão
trágica" do mundo, como se se tratasse da mais surpreendente
novidade.

Com certeza há nisso uma reação saudável contra o
excesso de otimismo. Nada mais correto do que denunciar o
horror. O que me parece estranho é que, mais que denunciar o
horror, esses pensadores trágicos e jornalistas sombrios gostam
de destruir as esperanças. O reconhecimento do Mal, a
percepção de que ninguém é "bonzinho" e de que a realidade é
uma coisa dura e feia vão-se transformando em algo próximo do
fascínio. E, com diferentes níveis de elaboração e de cortesia
pessoal, esses autores tendem a fazer do fascínio uma
estratégia de choque.

Quanto mais chocarem o pensamento corrente (que
considera ruim bombardear crianças e bom defender a
Amazônia, por exemplo) mais ganharão em originalidade, leitura
e cartas de protesto. Parece existir uma competição nas
páginas dos jornais e na Internet para ver quem conseguirá ser
o mais "durão", o mais "realista", o mais desencantado. Será
chamado de ingênuo ou nostálgico todo aquele que quiser algo
melhor do que o mundo em que vive. Então, aquilo que deveria
ser ponto de partida se torna ponto de chegada: o horror e a
crueldade fazem parte da paisagem. Melhor assim, quem sabe:
"nós, pelo menos, tiramos disso a satisfação de não sermos
ingênuos". Você está esperançoso com a vitória de Obama?
Ouço um risinho: "que otário". Você quer que se preservem as
reservas indígenas da Amazônia? Mais um risinho: os militares
brasileiros entendem mais do problema do que você, que pensa
ser bonzinho mas é tão malvado como nós. "Pois o ser humano
é mau, desgraçado e infeliz desde que foi expulso do Paraíso.
Você não sabe disso?"

O que sei é que algumas pessoas foram expulsas do
Paraíso para morar numa mansão em Beverly Hills e outras
para morar em Darfur (*).

(Adaptado de Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 21/01/2009)

(*) Beverly Hills = rica cidade da Califórnia; Darfur = região
pobre e conflituosa do Sudão.

A frase em que há incorreção quanto à concordância verbal é:
Alternativas
Q28192 Português
A pontuação está inteiramente adequada na seguinte frase:
Alternativas
Q28189 Português
Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração machadiana ? mas ela não deixa de ser instigante (...).

Reescrevendo-se a frase acima, começando-se por Essa consideração machadiana não deixa de ser instigante, a correção e o sentido não serão prejudicados com esta complementação:
Alternativas
Respostas
6721: D
6722: D
6723: A
6724: D
6725: C
6726: E
6727: A
6728: B
6729: D
6730: C
6731: D
6732: E
6733: A
6734: D
6735: A
6736: C
6737: A
6738: C
6739: C
6740: B