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Q576882 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

Michelangelo fugiu de Roma ao ser comunicado que, antes de produzir as estátuas da futura tumba do papa Júlio II, deveria pintar o teto da Capela Sistina. Só a muito custo foi convencido a se aventurar na pintura, meio que julgava não dominar tão bem quanto a escultura. ...... , ao ser tirado da zona de conforto, o artista criaria sua obra máxima.

Mantendo-se as relações de sentido e a correção gramatical, preenche corretamente a lacuna acima o que se encontra em: 

Alternativas
Q576881 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

Atente para o que se afirma abaixo.

I. No segmento Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado..., os dois-pontos introduzem um esclarecimento.

II. Sem prejuízo do sentido, podem ser suprimidas as vírgulas do segmento: O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória...

III. No terceiro parágrafo, o sinal de interrogação pode ser suprimido por se tratar de uma pergunta retórica.

Está correto o que se afirma APENAS em: 

Alternativas
Q576880 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

...antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro.

O elemento que possui a mesma função sintática do sublinhado acima se encontra também sublinhado em: 

Alternativas
Q576879 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

Michelangelo resistiu a pintar a capela...

...que afligem os seres humanos...

O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio...

Fazendo-se as alterações necessárias, os elementos sublinhados acima foram corretamente substituídos por um pronome, respectivamente, em: 

Alternativas
Q576878 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

Está gramaticalmente correta, de acordo com a norma culta, a redação do comentário que se encontra em:
Alternativas
Q576877 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

...aquela que vislumbrava como a obra de sua vida.

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo do sublinhado acima se encontra também sublinhado em:

Alternativas
Q576876 Português

      Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.


     Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter resistido a seu destino.


     Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver, enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.


      O corpo humano foi o campo de batalha artística de Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni (1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos, mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem juvenil dos deuses gregos.

                                                         (Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015) 

Depreende-se corretamente do texto:
Alternativas
Q494220 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
Sobre  a  competência  do  Tribunal  Regional  Eleitoral  de  Minas  Gerais  (TRE/MG),  faz  parte  de  suas  atribuições  jurisdicionais processar e julgar originariamente
Alternativas
Q494219 Direito Administrativo
O serviço público prima pela legalidade. Assim, o desrespeito ao cumprimento das normas no exercício do serviço público implicará em algumas possíveis consequências. De acordo com o exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q494215 Direito Eleitoral
A obrigatoriedade do voto consiste em determinar que o cidadão compareça à seção eleitoral, assine a folha de presença e manifeste sua vontade na urna de votação, havendo, inclusive, sanção para sua ausência; sem a prova de que votou na última eleição ou pagou a respectiva multa ou ainda de que se justificou devidamente, NÃO poderá o eleitor
Alternativas
Q492518 Programação
O JavaServer Pages (JSP), extensão da tecnologia Servlet, é um documento convertido pelo container JSP em uma servlet. Com o crescimento da web, as tecnologias de programação para esse ambiente também evoluem. Para que os programadores web possam desenvolver conteúdos dinâmicos com a reutilização de componentes predefinidos com interação de componentes que utilizam script do lado do servidor, essas ações são permitidas com a utilização de JSP. O JavaServer Faces (JSF) é um framework de aplicativo web que simplifica o design da interface com o usuário de um aplicativo, separando ainda mais a apresentação de um aplicativo web da sua lógica de negócio. Acerca das tecnologias JSP e JSF, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q492517 Programação
Em 1995, Rasmus Lerdorf criou uma ferramenta para uso pessoal denominada PHP/FI (Personal Home Page/Forms Interpreter). Nascia, então, uma das linguagens de programação voltada para a web e que mais cresceu nos últimos anos, devido à quantidade, qualidade e diversidade de recursos, bem como à sua fácil utilização. De acordo com estudos e matérias publicados, milhões de sites utilizam essa linguagem que possui uma grande quantidade de scripts superando outras linguagens nesse quesito. A união dessa linguagem com outras como: Linux, Apache e MYSQL originou a sigla LAMP, trazendo popularidade à referida ferramenta, em se tratando de desenvolvimento web. Os comandos em PHP podem ser divididos em diversas categorias, por exemplo: arrays, strings, variáveis, funções, classes e objetos, entre outras. Sobre algumas funções da categoria arrays, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q492516 Engenharia de Software
As metodologias ágeis de desenvolvimento surgiram em meados de 1990, como reação aos chamados métodos pesados de desenvolvimento, que eram caracterizados por muita formalidade nas documentações e regulamentações. Muitos eram gerenciados pelo tradicional modelo em cascata. Em 2001, de fato, após uma reunião no estado de Utah, surgiu, definitivamente, e foi propagado o paradigma de desenvolvimento de softwares ágeis. Muitos foram os motivos que levaram a essa concepção, por exemplo: gestão orientada a pessoas, adaptabilidade de processos, design e construção de software usando uma metodologia adaptativa, entre outros. Uma dessas metodologias ágeis é “centrada em estabelecer os recursos e o tempo fixo para o desenvolvimento de um projeto, ajustando suas funcionalidades de maneira a atender os prazos estipulados”. A respeito dessa metodologia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q492515 Algoritmos e Estrutura de Dados
A pesquisa de dados envolve a determinação da chave pesquisada estar ou não entre os dados pesquisados e, caso  esteja, que seja encontrada sua localização. Em computação, a pesquisa tem um papel importante, pois de posse do  campo chave a ser pesquisado fica mais fácil encontrar determinado arquivo, ou mesmo qualquer item que se queira  buscar.  Já  a  classificação  envolve  a  organização  dos  dados  em  uma  determinada  ordem,  por  exemplo:  crescente,  decrescente, ordem alfabética, numérica, entre outros. Acerca dos algoritmos de pesquisa e classificação, analise as  afirmativas a seguir.

I. Diz-se que o algoritmo 0(log n) tem um tempo de execução linear.
II. A pesquisa binária executa em 0(log n) vezes, pois cada passo remove metade dos elementos restantes. 
III. O algoritmo de classificação por inserção executa no tempo 0(n²), no pior caso e no caso médio. 
IV.No pior caso, a primeira chamada à classificação por intercalação tem de fazer 0(n) comparações para preencher os n slots no array final. 

Estão corretas apenas as afirmativas 
Alternativas
Q492514 Redes de Computadores
Com o crescimento de dispositivos conectados à internet, o número de endereços IPv4 disponíveis está praticamente esgotado. Algumas empresas ainda possuem alguns blocos de endereços IPv4, mas comercialmente já está difícil conseguir algum bloco para aquisição. Há muito já se fala nesse problema e, por isso, foi criado um novo protocolo, o IPv6, que deverá se tornar o padrão de fato para a internet e as redes em geral. Com a entrada do IPv6 uma das mudanças está no tamanho do endereço, passando dos atuais 32 bits para 128 bits. O IPv4 utiliza quatro octetos, agrupados três a três, ao passo que o IPv6 utiliza caracteres hexadecimais, agrupados em oito conjuntos de quatro caracteres. Um datagrama IPv6 possui algumas diferenças, se comparado com o seu antecessor. Alguns campos foram suprimidos no IPv6, tornando o datagrama mais simples. São campos do novo datagrama IPv6, EXCETO:
Alternativas
Q492513 Sistemas Operacionais
Assim como existe um sistema operacional de rede, em que paga-se uma licença para utilizá-lo, há softwares livres, por exemplo: Debian, Ubuntu, entre outros. Muitas vezes, ao se optar pela utilização de uma distribuição Linux, pode ser necessário efetuar algum pagamento, em função do serviço prestado, e não referente a licenciamento de software, pois o Linux não necessita de licença. Entender e saber configurar os recursos necessários torna a administração do sistema mais tranquila. Existem diversos diretórios e subdiretórios que contêm arquivos de configurações que são muito úteis para a administração de um sistema Linux. Em um desses diretórios, todos os arquivos nele contidos são copiados automaticamente para o diretório inicial do usuário quando este é adicionado ao sistema. Trata-se de:
Alternativas
Q492512 Banco de Dados
Um SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados) é uma aplicação informatizada, ou mesmo um conjunto de aplicações informatizadas utilizadas para definição, acesso e gerenciamento de dados existentes em um banco de dados. Fornece uma interface entre esses dados, que estão armazenados fisicamente em um banco de dados, e os seus usuários. Nesse caso, os usuários podem ser considerados como pessoas ou mesmo as aplicações. Um SGBD tem como objetivo garantir um ambiente apropriado, em que o armazenamento e o acesso das informações no banco de dados devem ser feitos de forma eficiente e confiável. Não é necessário mostrar a localização dos dados, e tão pouco o formato interno dos arquivos onde esses estão armazenados. Sobre requisitos que são fundamentais a um SGBD, segundo Damas (2012), autor do livro: SQL: Structured Query Language, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q492511 Arquitetura de Computadores
O processador executa todas as instruções do computador e suas atividades podem ser classificadas em função processamento e função controle. A Unidade Lógica e Aritmética, ACC (accumulator) e registradores de dados são parte da área funcional de processamento. A Unidade de Controle (UC), o Registrador de Instrução (RI), o Decodificador de Instrução e Contador de Instrução (CI – PC) são componentes da área funcional de controle. A unidade de controle – UC tem como papel principal, de forma sucessiva e permanente, os ciclos de instrução, podendo funcionar como sequencial ou serial e pipelining. Acerca do pipelining, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q492510 Arquitetura de Computadores
O processador tem um papel fundamental na arquitetura de computadores. É nele que são processadas todas as instruções. Assim como há uma evolução natural no desenvolvimento de software, para o hardware também é essencial esse desenvolvimento, e com os processadores essa evolução não é diferente. AMD e Intel são as duas principais fabricantes de processadores do mercado, sendo que a AMD ainda se destaca na fabricação de placas de vídeo. Ultimamente, a Intel tem renomeado seus processadores como i3, i5 e i7, de primeira, segunda, terceira e quarta gerações. Cada um com um tipo de arquitetura, processo de fabricação, núcleos, cache etc. Com isso, o mercado ganha computadores mais potentes, podendo executar processamentos mais complexos, e com maior velocidade. Como exemplo, cita-se o processo eleitoral brasileiro, cujo auxílio dos computadores torna o processo mais rápido. A respeito das microarquiteturas dos processadores “Intel Core i” de terceira e quarta gerações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q492509 Engenharia de Software
Nos últimos anos, em virtude da busca por alternativas para os modelos tradicionais de desenvolvimento de projetos, surgiram as metodologias ágeis. Quando o escopo e o tempo são reduzidos, essa necessidade se justifica. A utilização de metodologias tradicionais, para projetos de curta duração, pode atrasar a sua concepção, o que certamente traria prejuízo para os clientes. A utilização das metodologias ágeis pode proporcionar que o cliente tire proveito da aplicação o quanto antes e, dessa forma, receber constantemente partes do software, no tempo em que vão sendo concluídas. Acerca das metodologias tradicionais, analise a seguinte afirmação: “É um processo de desenvolvimento de software evolucionário que combina a natureza iterativa da prototipagem com aspectos controlados e sistemáticos do modelo sequencial linear”. De acordo com o exposto, assinale a alternativa que apresenta esse modelo.
Alternativas
Respostas
941: C
942: C
943: B
944: D
945: E
946: A
947: E
948: A
949: D
950: D
951: C
952: B
953: D
954: C
955: D
956: A
957: C
958: A
959: A
960: C