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Na “Associação de Moradores Formigão”, foi realizada uma pesquisa com um grupo de 30 mulheres, foi-lhes perguntado o número de filhos que tinham. Os resultados estão representados na tabela a seguir.

Fonte: Próprio elaborador (Dados fictícios).
Quais são os valores, respectivamente, da moda e da média do número de filhos por mulher?
Considere a seguinte sequência numérica: (1, 4, 9, 17, 29, ...). Os termos dessa sequência obedecem a certa regularidade. Admitindo que os próximos termos dessa sequência obedeçam à mesma regularidade, indique o sétimo termo da sequência.
Jessé foi a uma loja de brinquedos perto de sua casa, com o intuito de comprar uma bola para seu irmão mais novo. Ele avistou na vitrine da loja, uma bola cujo preço é R$ 75,00, mas decidiu comprar o brinquedo na semana seguinte. Retornando uma semana depois, descobriu que o preço da bola, sofreu um aumento de 12%. Quanto Jessé irá pagar pela bola após esse aumento?
Considere o sistema linear.

Então, x + y é igual:
Sabe-se que o produto de dois números inteiros positivos é 3.675 e um dos fatores é o triplo do outro. Então, a soma desses dois números é igual a:
Um carro percorre os 54 km do trecho de uma estrada em 45 minutos. A velocidade média do carro neste trecho, em km/h, é igual a:
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A obra retrata a vida muito pobre de uma família de emigrantes sertanejos nordestinos, obrigada a ir de um lugar ao outro, de tempos em tempos, para lugares menos castigados pela seca.
Fabiano é um homem ignorante, típico vaqueiro do sertão nordestino. Sem ter frequentado a escola, não tem o dom da palavra, às vezes, se identifica até como um animal. Trabalhando em uma fazenda, seu patrão o trata com brutalidade, ele era um fazendeiro desonesto que explorava seus empregados. Fabiano admira o dom que algumas pessoas têm com as palavras, mas assim como as palavras e as ideias o seduziam, também o cansavam.
Sua mulher, Sinhá Vitória, mulher cheia de fé e trabalhadora, além de cuidar dos filhos e da casa, ajudava Fabiano em seu trabalho. Esperta, sabia fazer contas e sempre prevenia o marido sobre os trapaceiros que tentavam tirar vantagens da falta de conhecimento de Fabiano. Sonhava com um futuro melhor para seus filhos e não se conformava com a miséria em que viviam; seu sonho era ter uma cama de fita de couro para dormir.
Neste cenário de miséria e sem se darem muita conta do que acontecia ao seu redor, viviam os dois filhos. O mais novo via na figura do pai, um exemplo. Já o mais velho queria aprender sobre as palavras. Certa vez, ouviu a palavra “inferno” de alguém e ficou intrigado com seu significado. Perguntou à Sinhá Vitória o que significava, mas recebeu uma resposta vaga. Vai então perguntar a Fabiano, mas ele o ignora. Volta a questionar sua mãe, ela fica brava com a insistência e lhe dá um tapa. Sem ter ninguém que o entenda e tire sua dúvida, só consegue buscar consolo com a Cadela Baleia. Ela é tratada como membro da família, pensa, sonha e age como se fosse gente”.
Tais referências pertencem à obra:
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Tratando-se de discurso, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Discurso direto é aquele em que o narrador reproduz textualmente a fala das personagens.
( ) Discurso indireto é aquele em que o narrador incorpora à sua fala das personagens, transmitindo-a, assim, indiretamente, com suas palavras e não textualmente.
( ) Discurso indireto livre: o narrador apresenta livremente os pensamentos das personagens.
( ) Discurso é o enunciado, ou texto, produzido em uma situação de enunciação e determinado pelas condições históricas e sociais.
Tratando-se de concordância nominal, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) A palavra barato, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra barato, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
( ) A palavra bastante, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra bastante, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
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Ao expor o correto uso, ou não da crase, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Entraram uma a uma.
( ) Gaivotas voam rente a terra.
( ) No mês de maio faremos uma homenagem às mães.
( ) Peço à Vossa Senhoria o obséquio de atender meu pedido.
( ) Nestas férias, voltarei à terra onde nasci.
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Em se tratando do emprego do hífen, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Emprega-se o hífen com os prefixos hiper-, inter-, super-, quando o segundo elemento começar por r. Exemplos: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.
( ) Aplica-se o hífen com os prefixos tônicos acentuados graficamente pós-, pré-, pró-, quando o segundo elemento tiver vida à parte. Exemplos: pós-graduação, pré-escolar, pró-labore.
( ) Não se emprega hífen quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por r ou s, duplicando-se essas letras. Exemplos: minissaia, microssistema.
( ) Não se emprega hífen quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por uma vogal diferente. Exemplos: extraescolar, autoestrada, agroindustrial.
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.
Este é o caso da Lei Complementar no 116, de 31 de Julho de 2003 que dispõe sobre: