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Q4317918 Direito Ambiental
Surgiu no campus universitário acalorado debate sobre a utilização de animais em pesquisas científicas; se caracterizaria crueldade e se haveria norma constitucional disciplinadora. Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa correta acerca do tema, à luz do disposto na Constituição Federal de 1988.
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Q4317917 Direito Constitucional
Considere a seguinte situação hipotética:

O casal Catarina e Daniel são servidores ocupantes de cargo público em universidade estadual. Catarina é pro fessora universitária, e Daniel é ocupante de cargo públi co de auxiliar administrativo – escriturário. Com o intuito de melhorarem a renda familiar, pretendem concorrer a outros cargos públicos.

De acordo com as regras previstas na Constituição Fe deral de 1988 acerca da acumulação, assinale a alterna tiva correta.
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Q4317916 Legislação Estadual
De acordo com a previsão do Regimento Geral da Unesp, são competentes para propor a admissão de pessoal técnico administrativo e aprovar a escala de férias do pessoal técnico administrativo, respectivamente,
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Q4317915 Matemática

Na parede de um galpão de uma empresa, foram instaladas placas de sinalização, todas de mesmo tamanho, uma ao lado da outra. As 5 primeiras placas eram da cor branca(B), seguidas de 2 placas de cor de laranja(L), e esse padrão de cores se manteve até a última placa.


A figura, a seguir, mostra as 14 primeiras placas instaladas:


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo que no total foram instaladas 105 placas, o número de placas de cor laranja instaladas foi

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Q4317914 Matemática

Em um terreno retangular ABCD, com AB = 20 m e BC = 8 m, foi feito um gramado retangular, conforme mostra a figura.


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo que a área do gramado corresponde a 3/8 da área total do terreno, o perímetro desse gramado é de

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Q4317913 Matemática
Uma determinada máquina, trabalhando sem interrupções, fábrica 21 peças em 1 hora e 3 minutos. Nessas mesmas condições, o tempo necessário para essa máquina produzir 98 dessas peças é de
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Q4317912 Matemática
Uma pessoa recebeu um abono salarial de R$ 1.200,00 e gastou 30% dele para quitar uma dívida. Do dinheiro que restou, essa pessoa gastou 40% no supermercado. Em relação ao abono recebido, ainda sobraram
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Q4317911 Matemática

Em uma empresa, havia 30 aparelhos de ar-condicionado. Desse total, 1/5 precisou ser trocado. Entre os demais aparelhos, 3/8 só precisaram de alguns reparos, e os demais estavam funcionando bem.


O número de aparelhos de ar-condicionado que precisaram de alguns reparos foi

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Q4317910 Português
Chorar e rir


    E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.


(Machado de Assis. Quincas Borba. Disponível em: <citador.pt/textos/chorar-e-rir-joaquim-maria-machado-de-assis - Acesso em: 10.7.2026.Adaptado)


Polca:  dança e gênero musical que chegou ao Brasil no século 19, influenciando ritmos como o choro e o maxixe.


Sarabanda:  antiga dança popular espanhola do século 17; grande agitação ou movimento incessante.
No trecho – E enquanto uma chora, outra ri... –, os verbos destacados estão no tempo presente. Alterando-os para o tempo futuro, na ordem em que se apresentam, têm-se:
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Q4317909 Português
Chorar e rir


    E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.


(Machado de Assis. Quincas Borba. Disponível em: <citador.pt/textos/chorar-e-rir-joaquim-maria-machado-de-assis - Acesso em: 10.7.2026.Adaptado)


Polca:  dança e gênero musical que chegou ao Brasil no século 19, influenciando ritmos como o choro e o maxixe.


Sarabanda:  antiga dança popular espanhola do século 17; grande agitação ou movimento incessante.
No trecho – Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida. – a palavra destacada estabelece sentido de
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Q4317908 Português
Chorar e rir


    E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.


(Machado de Assis. Quincas Borba. Disponível em: <citador.pt/textos/chorar-e-rir-joaquim-maria-machado-de-assis - Acesso em: 10.7.2026.Adaptado)


Polca:  dança e gênero musical que chegou ao Brasil no século 19, influenciando ritmos como o choro e o maxixe.


Sarabanda:  antiga dança popular espanhola do século 17; grande agitação ou movimento incessante.
Assinale a alternativa que indica, na frase, ideia de oposição.
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Q4317907 Português
Os indivíduos bem-humorados convivem. Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, a lacuna deve ser preenchida por:
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Q4317906 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula na frase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q4317905 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

A alternativa em que as duas palavras destacadas atribuem características aos vocábulos anteriores é:
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Q4317904 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra empregada com sentido figurado.
Alternativas
Q4317903 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

No trecho do último parágrafo, – ... as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. –, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q4317902 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

Conforme o texto, Leila aprendeu a ter bom humor
Alternativas
Q4317901 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Q4125714 Engenharia Hidráulica
A manutenção predial envolve diversas áreas, sendo a hidráulica uma das que mais exige reparos. Vazamentos são um problema frequente, percebidos por manchas de umidade na parede. Se a mancha for vertical, de aspecto escorrido, fria ao toque, constante, indica que
Alternativas
Q4125713 Edificações
As divisórias são muito usadas em manutenção predial porque permitem flexibilidade, rapidez e organização de ambientes. Para a montagem e desmontagem de divisórias modulares de painéis tipo “Eucatex®”, as ferramentas utilizadas são:
Alternativas
Respostas
21: B
22: D
23: A
24: E
25: A
26: D
27: B
28: C
29: B
30: C
31: A
32: D
33: A
34: D
35: E
36: C
37: E
38: B
39: D
40: A