Questões de Concurso Para analista administrativo

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Q2744696 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 3 a 10.


Nossas cidades têm passados (e presentes) negros


[...]

Existe aquele bairro que surgiu por causa de um grande produtor de café, açúcar ou milho, aquele outro que apareceu quando uma indústria europeia chegou no Brasil e construiu uma pequena vila operária, ou ainda um formado por imigrantes alemães, italianos ou japoneses que chegaram durante ou após as duas Guerras Mundiais. Porém, você já ouviu falar de algum bairro da sua cidade que começou com a população negra após a abolição da escravidão (ou mesmo antes dela)? Não? Mas não existiam negros por aí durante a época das grandes fazendas, da indústria estrangeira ou das Guerras Mundiais?

Provavelmente existiam, mas você não ouviu falar de bairros iniciados por negros e negras porque essa parte da história precisou ser apagada, infelizmente. Isso faz parte da tentativa de embranquecimento da população brasileira e de esquecimento do período mais sombrio da nossa história. Esse apagamento da história preta faz com que muitas vezes negros e negras não se sintam pertencentes a suas cidades, mesmo que seus bisavós, avós e pais tenham construído esses municípios tanto quanto operários europeus e camponeses orientais.

Falando especificamente de São Paulo, os bairros nos quais isso fica mais evidente são o Bixiga e a Liberdade. O primeiro fica bem próximo ao centro da cidade e hoje é conhecido pelos descendentes de imigrantes italianos que ali habitam, além das festas e inúmeros restaurantes de comida típica de várias regiões da Itália existentes por lá. Contudo, quase ninguém sabe que anteriormente esse bairro era chamado de Saracura, uma parte de várzea de um córrego com o mesmo nome, que frequentemente transbordava e gerava alagamentos. No século 19, existiam tantos negros naquela área que o bairro era chamado de “Pequena África”. Já o bairro da Liberdade, atualmente conhecido pela forte cultura oriental em suas ruas e pelos restaurantes japoneses, foi uma grande zona de tortura e cemitério de escravos. E foi por serem regiões com terrenos de baixo custo que, posteriormente, os imigrantes europeus e orientais se alojaram por lá, sendo os cortiços comuns nesses bairros.

O preconceito e a especulação imobiliária após o desenvolvimento de maior infraestrutura nestas regiões afastaram as famílias negras desses espaços centrais, o que as levaram a ocupar as zonas periféricas da cidade, já que a percepção social sobre a população negra não foi modificada, diferentemente do que ocorreu com os imigrantes europeus e orientais, de modo que nunca teve as mesmas oportunidades de exercer funções melhores remuneradas.

Atualmente os bairros com a maior população negra da capital paulistana ficam no extremo de suas zonas leste e sul ou nas pequenas cidades ao redor do município, que formam a chamada zona metropolitana e costumam ser cidades dormitórios. Essa situação não é exclusiva de São Paulo, acontecendo também no Rio de Janeiro, em Brasília e em várias outras cidades do país. É claro que nas periferias ou nas cidades dormitórios moram brancos, mas o fato de existir uma maioria negra nessas localidades não é coincidência.

Desta forma, ao falarmos de esquecimento de bairros negros, podemos falar sob duas perspectivas: o apagamento de negros da construção histórica de bairros tradicionais das mais diversas cidades do Brasil ou da falta de infraestrutura e da aparente falta de memória de alguns governantes quanto a serviços básicos, como saneamento, educação e saúde, nas periferias. Em ambos os casos, o direito de negros e negras em participar ativamente de suas cidades e terem orgulho delas é podado.

Portanto, relembrar as histórias dos bairros construídos por negros em nossas cidades, reconhecendo a importância de pretos e pretas na urbanização e produção de espaços, é uma forma de resistir à lógica racista e dar força aos movimentos que lutam pelo direito de ocupação da cidade por todos os seus cidadãos e reivindicam que os “novos bairros negros” sejam parte integral dos planos das cidades, de forma que não seja negada a eles a infraestrutura e o direito à moradia digna.

[...]

BORGES, Ester. Revista Capitolina. Disponível em: < https://bit.ly/2IJ03zv >. Acesso em: 24 maio 2018 (Fragmento adaptado).

Em relação ao seu gênero, esse texto é, predominantemente, um(a)

Alternativas
Q2744695 Português

Leia o fragmento de texto a seguir para responder às questões 1 e 2.


“Por morar fora do reino, como bárbaros, pensamos diferente, mas não enxergamos os problemas do outro lado. Por morar dentro do reino, temos medo daquilo que possa nos desafiar do lado de fora de nosso entendimento.”

Disponível em: < https://bit.ly/2s5Q2ls >. Acesso em: 24 maio 2018.

Em relação à primeira frase do texto, a conjunção coordenativa presente indica uma ideia

Alternativas
Q2744694 Português

Leia o fragmento de texto a seguir para responder às questões 1 e 2.


“Por morar fora do reino, como bárbaros, pensamos diferente, mas não enxergamos os problemas do outro lado. Por morar dentro do reino, temos medo daquilo que possa nos desafiar do lado de fora de nosso entendimento.”

Disponível em: < https://bit.ly/2s5Q2ls >. Acesso em: 24 maio 2018.

Nesse trecho, o autor

Alternativas
Q2034409 Direito Administrativo
Segundo a disciplina legal aplicável, a alienação de bens por empresas públicas e por sociedades de economia mista depende, em regra, de avaliação formal do bem e da realização de licitação, ressalvada esta última na hipótese de:
Alternativas
Q2034387 Português
A sociedade do medo

O filósofo Vladimir Safatle afirma que o medo se transformou em um elemento de coesão de uma sociedade refém de um discurso de crise permanente

[...]
No seu Quando as Ruas Queimam: Manifesto pela Emergência, você diz que nossa época vai passar para a história como o momento em que a crise virou uma forma de governo. Você está falando do medo que é gerado pela crise?

Sim, como efeito. É importante entender como o discurso da crise se transformou num modo de gestão social. As crises vêm para não passar. Por exemplo, nós vivemos numa crise global há oito anos. Isso do lado socioeconômico. No que diz respeito aos problemas de segurança, vivemos uma situação de emergência há quinze anos, desde 2001. Ou seja, são situações nas quais vários direitos vão sendo flexibilizados, em que os governos vão tendo a possibilidade de intervir na vida privada dos seus cidadãos em nome de sua própria segurança. É muito mais fácil você gerir uma sociedade em crise. Então, a sociedade em crise é uma sociedade, primeiro, amedrontada; segundo, é uma sociedade aberta a toda forma de intervenção do poder soberano, mesmo aqueles que quebram as regras, quebram as normas constitucionais. Como estamos em uma situação excepcional, essas quebras começam a virar coisa normal. Esses discursos a respeito da luta contra a crise são muito claros no sentido de impedir a sociedade de reagir. Não se reage porque “a situação é de crise”.

E aí entra o medo.

Exatamente. Aí entra um pouco essa maneira de transformar o medo num elemento fundamental da gestão social. Ou seja, o medo produzido, em larga medida, potencializado, administrado, gerenciado. É o gerenciamento do medo como única forma de construir coesão hoje em dia. Nós podemos construir coesão a partir da partilha de ideias; só que, quando a sociedade chega no ponto em que ela desconfia dos ideais que lhe foram apresentados como consensuais, quando desconfia das gramáticas sociais que são responsáveis pela mediação dos conflitos, não resta outra coisa a não ser um tipo de coesão negativa. Não coesão por algo que todos afirmam, mas uma coesão através de algo que todos negam.

Quando você fala da gestão da crise, quem são os agentes? O poder constituído do Estado, os agentes financeiros, o corpo social?

De fato, o discurso da maneira como eu estava colocando pode dar um pouco a impressão de que há uma espécie de grande sujeito por trás. Eu diria que o que acontece é: nós partilhamos de um modo de existência que, por não conseguir realizar as suas próprias promessas, e também por impedir uma abertura em direção a outros modos de existência, começa a funcionar numa chave de conservação. É importante falar de modos de existência porque isso tira um pouco a figura do sujeito que delibera. Então temos, sei lá, o poder do Estado, a burocracia que controla o poder do Estado, o capital financeiro. É inegável que haja de fato projetos de grupos nos modos de gestão social, mas para além disso há uma coisa muito mais brutal: uma forma de racionalidade que se transformou para nós em um elemento quase natural, que faz com que todos comecem a pensar dessa maneira. Essa forma de racionalidade, que acaba operando esses processos de dominação, deixa uma situação mais complexa. Não se trata simplesmente de subverter o poder, mas de pensar de outra maneira, o que é muito mais complicado do que pode parecer.

Quais são os instrumentos de que dispomos pra romper com essa racionalidade, com esse circuito baseado no medo? O que fazer?

Tenho duas colocações a fazer. A primeira é: muitos acreditam que a melhor maneira de se contrapor a circuitos de afetos vinculados ao medo seja constituir outros circuitos vinculados aos afetos que seriam o oposto ao medo – por exemplo, a esperança. Só que aí há uma reflexão muito interessante, de toda uma tradição filosófica, de insistir que o medo e a esperança não são afetos contraditórios – são complementares. O que é o medo a não ser a expectativa de um mal que pode ocorrer? O que é a esperança a não ser a expectativa de um bem que pode ocorrer? Quem tem a expectativa de que um mal ocorra, também espera que esse mal não ocorra. Da mesma maneira, quem tem a expectativa de que um bem ocorra, teme que esse bem não ocorra. Então, a reversão contínua de um polo a outro, da esperança ao medo, é uma constante, porque são dois tipos de afetos ligados a um mesmo modo de experiência temporal. São afetos ligados à projeção de um horizonte de expectativas. Nesse sentido, toda forma de pensar o tempo de maneira simétrica vai produzir resultados simétricos. Então, um outro afeto seria necessariamente um afeto que teria uma outra relação com a ideia de acontecimento.
[...]

Freitas, Almir. Disponível em: .
Acesso em: 27 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
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Q2033673 Contabilidade de Custos

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Q2033672 Contabilidade Geral

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Q2033671 Administração Geral
O proprietário de uma dada empresa está avaliando terceirizar uma de suas unidades, responsável por um serviço de suporte (apoio). Se terceirizar, terá uma redução líquida de custos de R$ 1.000,00 (um mil reais) por mês daqui para frente, para sempre, ou seja, uma perpetuidade.
Para terceirizar, precisará investir 50.000,00 (cinquenta mil reais). Como a empresa não vai dispor desses recursos por três meses, precisará tomar um empréstimo se decidir tomar a decisão agora. A taxa de juros cobrada pelos bancos é de 1% ao mês.
Com relação à decisão de terceirização a ser tomada pelo proprietário, assinale a alternativa CORRETA:
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Q2033670 Administração Geral
Cada vez mais os indicadores financeiros estão ganhando importância no gerenciamento das empresas. A restrição de capital para novos investimentos faz com que as empresas tenham que maximizar o retomo do capital empregado. Para isso, é necessário gerar o máximo possível de resultado com o mínimo possível de capital. Do ponto de vista operacional, isso é equivalente a maximizar o lucro e, ao mesmo tempo, minimizar os ativos. Assim, a ideia de desmobilizar ativos tem ganhado força dentro das empresas.
Para isso, algumas práticas tornaram-se comuns ao longo dos últimos anos. Assinale a alternativa que NÃO representa exemplo dessas práticas.
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Q2033669 Administração Geral
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Q2033668 Direito Administrativo
A Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, e estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
As licitações para a execução de obras e para a prestação de serviços obedecerão ao disposto no artigo 7º. O § 1º define que a execução de cada etapa será obrigatoriamente precedida da conclusão e aprovação, pela autoridade competente, dos trabalhos relativos às etapas anteriores, à exceção do projeto executivo, o qual poderá ser desenvolvido concomitantemente com a execução das obras e serviços, desde que também autorizado pela administração.
De acordo com o § 2º, as obras e os serviços somente poderão ser licitados quando, EXCETO:
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Q2033667 Administração Geral
A abordagem múltipla da administração abrange a organização formal e a organização informal, em que as organizações caracterizam-se por uma hierarquia de autoridade, isto é, pela diferenciação de poder. Os autores neoclássicos afirmam que as organizações desdobram-se em três níveis organizacionais: nível institucional ou estratégico, nível gerencial e nível técnico ou nível operacional.
São funções afeitas aos níveis estratégico, gerencial e técnico, respectivamente, EXCETO:
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Q2033666 Matemática Financeira
O Valor Presente Líquido (VPL) e a Taxa Interna de Retorno (TIR) constituem-se em sofisticadas técnicas de orçamento de capital. O VPL é calculado subtraindo-se o investimento inicial do valor presente das entradas de caixa do projeto, descontadas à taxa de custo de capital da empresa. A TIR é a taxa de desconto que iguala o VPL de uma oportunidade de investimento a zero.
Baseando-se nessas sofisticadas técnicas de orçamento de capital, assinale a alternativa que apresenta o fator que DEVE ser considerado na tomada de decisão sobre um projeto de investimento:
Alternativas
Q2033665 Administração de Recursos Materiais
Muitos são os fatores que influenciam o comportamento de compra tanto de um indivíduo como de uma organização. As influências que afetam as compras organizacionais refletem a natureza da compra. Embora o processo de compra em uma organização apresente maior formalidade, os papéis e agentes que nele atuam são extremamente parecidos aos de uma situação de compra de um indivíduo.
As decisões do consumidor variam de acordo com o seu envolvimento na decisão final da compra, que vai desde a compra rotineira, em que há um baixo envolvimento do comprador, até as compras novas, de projetos, que se referem aos tipos de aquisições não comuns na organização, como serviços e equipamentos especiais, como é o caso de empilhadeiras, grandes computadores, implementações de sistemas de gestão empresarial e, por que não dizer, terceirizações. Nesse caso, esse processo sempre envolve muitas pessoas e requer a elaboração de projetos internos.
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com as características da modalidade de compras novas mencionadas no texto:
Alternativas
Q2033664 Administração Geral
A Teoria das Relações Humanas nasceu da necessidade de corrigir a forte tendência à desumanização do trabalho com a aplicação de métodos rigorosos, científicos e precisos aos quais os trabalhadores tinham de se submeter.
O aparecimento da Teoria das Relações Humanas deve-se à necessidade de humanizar e democratizar a Administração, libertando-a dos conceitos rígidos e mecanicistas da Teoria Clássica e adequando-a aos novos padrões de vida. Nesse sentido, a Teoria das Relações Humanas foi um movimento voltado à democratização dos conceitos administrativos.
Com o desenvolvimento das ciências humanas, principalmente da Psicologia e da Sociologia, a crescente influência da Teoria das Relações Humanas e suas primeiras aplicações à organização industrial vieram demonstrar a inadequação dos princípios da Teoria Clássica.
Assinale a alternativa que CONTRARIA a Teoria das Relações Humanas e se enquadra na Teoria Clássica da Administração.
Alternativas
Q2033663 Contabilidade Geral
Diante do Regime de Competência dos Exercícios, ou Regime Econômico, a Contabilidade considera, para apuração do resultado, a Receita gerada e a Despesa incorrida em determinado exercício social, não importando o fluxo financeiro, o recebimento da Receita ou o pagamento da Despesa. Já o Regime de Caixa, ou Regime Financeiro, considera a Receita recebida e a Despesa paga.
Baseando-se nessa afirmação, assinale a alternativa que mostra os resultados nos Regimes de Competência e de Caixa, respectivamente, no mês corrente, para as seguintes ocorrências: No mês corrente, a empresa tem vendas de $900 e despesas de $700.
No mês anterior, teve Receitas de $800 e Despesas de $500. As Receitas são recebidas e as Despesas pagas metade à vista (no mês) e metade a prazo (no mês subsequente).
Alternativas
Q2033662 Análise de Balanços

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Alternativas
Q2033661 Direito Administrativo
As Parcerias Público-Privadas (PPP’s) constituem novas modalidades de contratos administrativos introduzidas no ordenamento jurídico-positivo brasileiro. Trata-se de um contrato administrativo de concessão, na modalidade patrocinada ou administrativa. São requisitos para que um contrato constitua uma PPP, de acordo com a Lei nº 11.079/2004, EXCETO:
Alternativas
Q2033660 Contabilidade Pública
Existem regras de aplicação geral que orientam os procedimentos e práticas do profissional contábil no exercício de sua atividade. Essas regras, conceitos ou princípios visam a um tratamento contábil uniforme e servem como guia para a auditoria examinar a qualidade dos relatórios contábeis de sua atividade que são denominados princípios contábeis geralmente aceitos.
Um dos mais importantes desses princípios é o princípio da entidade contábil. Qualquer indivíduo, empresa, grupo de empresas ou entidades, que efetue movimentações quantificáveis monetariamente, desde que haja necessidade de manter a contabilidade, será́ tratado como uma entidade contábil.
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a principal determinação do princípio da entidade contábil:
Alternativas
Q2033659 Administração Financeira e Orçamentária
A Alavancagem Financeira é o efeito decorrente de se tomar emprestado recursos financeiros de terceiros, a um determinado custo, e aplicar esses recursos em ativos, obtendo-se uma taxa de retorno. A diferença entre essa taxa de retorno e aquela do custo do empréstimo vai para os proprietários, alterando para mais ou para menos o retorno sobre o investimento do proprietário.
Portanto, utilizando recursos de terceiros em sua estrutura de capital, a empresa pode melhorar a rentabilidade do Capital Próprio quando:
Alternativas
Respostas
9281: B
9282: A
9283: D
9284: B
9285: C
9286: C
9287: D
9288: A
9289: B
9290: A
9291: C
9292: C
9293: A
9294: A
9295: D
9296: A
9297: B
9298: D
9299: D
9300: B