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A Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa é um instrumento utilizado pelas equipes de saúde para registrar informações importantes sobre as condições de saúde, hábitos de vida e acompanhamento dos idosos, visando melhorar o cuidado e promover o envelhecimento saudável. Sobre a utilização da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, analise as afirmações abaixo.
I. A caderneta permite o registro de dados sobre vacinas, medicamentos em uso e histórico de quedas, facilitando a continuidade do cuidado pela equipe de saúde e pelo próprio idoso.
II . O preenchimento da caderneta deve ser feito exclusivamente pelo enfermeiro responsável, sendo desnecessária a participação de outros profissionais da equipe.
III. A caderneta inclui avaliações de aspectos físicos, emocionais e sociais, como mobilidade, funcionalidade e rede de apoio, promovendo uma abordagem integral ao cuidado do idoso.
IV. A atualização periódica da caderneta é opcional, sendo realizada apenas em consultas de urgência, sem necessidade de revisão em atendimentos de rotina.
V. A caderneta auxilia no monitoramento de condições crônicas e no planejamento de intervenções preventivas, alinhando-se às diretrizes de atenção integral à saúde do idoso no SUS.
Assinale a correta.
O gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) na atenção primária é fundamental para garantir a segurança dos profissionais, dos pacientes e do meio ambiente. Com base nas normas da RDC nº 222/2018 que dispõe sobre gerenciamento de resíduos, analise as afirmações a seguir.
I. Os sacos para acondicionamento de RSS do grupo A devem ser substituídos ao atingirem o limite de 2/3 de sua capacidade ou então a cada 48 horas, independentemente do volume, visando o conforto ambiental e a segurança dos usuários e profissionais.
II. Os perfuro cortantes (Grupo E) devem ser descartados em recipientes identificados, rígidos, com tampa e resistentes a vazamentos, permitindo a desconexão manual da seringa e da agulha para otimizar o uso do recipiente.
III. Resíduos do Grupo B (químicos) incluem medicamentos vencidos e produtos de higienização e devem ser descartados com os resíduos comuns para reduzir custos.
IV. A separação correta dos resíduos e o treinamento contínuo da equipe são essenciais para a prevenção de riscos e para a promoção da saúde pública.
Assinale a alternativa correta.
A administração de medicamentos por via intramuscular (IM) é uma prática crucial na assistência à saúde, pois essa via é amplamente utilizada nos serviços de saúde. A aplicação intramuscular refere-se à introdução de medicamentos no tecido muscular e envolve diversas variáveis que requerem a execução cuidadosa pela equipe de enfermagem. Isso se deve ao potencial de complicações, como necrose tecidual, contraturas musculares e até perda de mobilidade.
Considerando a aplicação de medicações por via intramuscular, analise as afirmações a seguir:
I. A região preferencial para a aplicação intramuscular deve ser a ventroglútea, por ser isenta de nervos e vasos sanguíneos;
II. A região menos recomendada é a dorso-glútea, devido ao risco de lesão do nervo ciático, especialmente em crianças;
III. A região do deltoide é uma boa opção, pois apresenta poucas complicações e permite a administração de um maior volume, chegando até 5 ml;
IV. Na administração intramuscular, a assepsia deve ser realizada com algodão seco, uma vez que soluções alcoólicas podem interferir na eficácia do medicamento;
V. Para a administração intramuscular de medicamentos irritantes que podem causar necrose tecidual, deve-se utilizar a técnica em Z.
Estão corretas:
Leia as afirmativas sobre preconceito linguístico e uso de linguagem não violenta.
I. Os aspectos multiculturais e desiguais da oralidade, que ocorrem tanto na forma culta da língua quanto em outras, traz marcas do lugar, do tempo e do espaço.
II. A questão de variação linguística adverte que a língua falada deve respeitar as regrasdagramática.
III. A comunicação/linguagem não violenta propõe refletir antes de falar, avaliar a melhor maneira de comunicar, aprimorando o poder de convencimento sem que o outro perceba.
É correto o que se afirma em:
“À medida que a tecnologia avança, a fronteira entre ficção e realidade se torna mais tênue, [..].levando-nos a refletir sobre o futuro que desejamos”.
Sejam p,q e r proposições simples.
Quais os respectivos valores lógicos das proposições compostas P: pv(qʌr), Q: p →q e R: (pvq)→~r, sabendo que a proposição S: q→~r é falsa?

“Uma placa afixada na entrada da Academia Integrada de Formação e Aperfeiçoamento (AIFA), em Macapá, tem chamado a atenção por um erro ortográfico”.
Assinale a alternativa que apresenta uma nova possibilidade de pontuação e reestruturação dos constituintes oracionais:


I- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeiçoamento”, grafado com “cêcedilha”.
II- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeissoamento”, grafado com “ss”.
III- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “empresa”, escrita com “s” em vez de “empreza”, grafado com “z”.
IV- O termo “administrativo” deveria ter recebido acentuação gráfica.
V- O termo “municipio” deveria ter recebido acentuação gráfica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.
O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.
Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.
Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.
Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.
Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.
Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.
Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.
Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.
Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.