Questões de Concurso Para enfermeiro

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Q3470240 Saúde Pública
No contexto da saúde pública brasileira, a abordagem da saúde mental tem evoluído ao longo dos anos, refletindo mudanças nas políticas, tratamentos e na percepção social da doença mental. Quanto à epidemiologia da saúde mental no Brasil, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3470239 Enfermagem
No contexto da saúde reprodutiva e sexual, a compreensão e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) são fundamentais. Qual das alternativas abaixo representa a definição adequada de infecções sexualmente transmissíveis?
Alternativas
Q3470238 Enfermagem
Considerando a complexidade do manejo dos transtornos mentais e a importância da Terapia Medicamentosa neste contexto, é crucial entender as funções e os efeitos dos medicamentos psiquiátricos. Assinale a alternativa correta a respeito do uso de medicamentos no tratamento de transtornos mentais: 
Alternativas
Q3470237 Enfermagem
Considerando a importância do conhecimento da terminologia cirúrgica para o desempenho eficaz da equipe de enfermagem no ambiente cirúrgico, avalie as seguintes afirmações relacionadas aos significados dos prefixos e sufixos usados em termos cirúrgicos. Os prefixos "cisto" e "osteo", e o sufixo "dese", significam respectivamente, apresentadas a seguir. Registre V (Verdadeiro) ou F (Falso):

() "Bexiga", "osso", "remoção" (no sentido de unir).
() "Vesícula", "osso", "inflamação".
() "Bexiga", "relativo aos ossos", "cirurgia".

Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta: 
Alternativas
Q3470236 Enfermagem
No âmbito da Vigilância em Saúde, o Sistema Nacional de Saúde requer que determinadas entidades e profissionais realizem a notificação de doenças e agravos que configuram risco à saúde pública. Considerando as obrigações de notificação impostas pela legislação vigente, avalie as seguintes proposições: 

I. O dirigente de cada um dos estabelecimentos componentes do Sistema Nacional de Saúde que proporcionem serviços de saúde, em regime ambulatorial ou de internação, é obrigado à notificação de doenças.
II. Os médicos, ainda que não estejam no exercício de suas funções profissionais, estão obrigados à notificação de doenças.
III. O dirigente de cada um dos estabelecimentos componentes do Sistema Nacional de Saúde está isento da obrigação de notificar se estiverem executando exames complementares para diagnóstico e tratamento.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3470235 Enfermagem
Os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil visam assegurar o direito à saúde para todos os cidadãos, garantindo um serviço público de qualidade, universal, integral e equitativo. Com base nesses princípios, avalie as seguintes proposições:

I.Embora o serviço público deva ser prestado com excelência, é dispensável que haja capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência.
II.O serviço público deve ser organizado de modo a proporcionar duplicidade de meios para fins idênticos.
III.A organização de atendimento público específico e especializado para mulheres e vítimas de violência doméstica em geral, é uma das diretrizes adotadas pelo SUS.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3470234 Enfermagem
Na administração de enfermagem, o entendimento das ações de natureza propedêutica é essencial devido ao seu papel significativo nos serviços de saúde. Assim, assinale a alternativa que descreve corretamente as ações propedêuticas realizadas pelas categorias de enfermagem:
Alternativas
Q3470233 Enfermagem
No âmbito das Políticas Públicas de Saúde no Brasil, é fundamental que programas e serviços estejam alinhados com os princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). Com base nesta premissa, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3470232 Noções de Informática
Um usuário pretende imprimir um arquivo que contém 6 páginas, para agilizar esse usuário gostaria de configurar a impressão em que as páginas já sejam impressas na ordem para somente ser necessário grampear, para isso é necessário selecionar a opção. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao recurso necessário para executar a ação descrita:
Alternativas
Q3470220 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais



Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.



À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.



"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).



Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.



"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."



O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.



As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.



Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. 



Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.



Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.



Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.



"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.



"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."



Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.



De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.



Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.



"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.



Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.



"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."



Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.



Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.



Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados. 



"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.



Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.



Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.



Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.



Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.



"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.



"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."



Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.



À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

Assinale a expressão que contenha substantivo sem adjetivo. 
Alternativas
Q3470210 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais



Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.



À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.



"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).



Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.



"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."



O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.



As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.



Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. 



Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.



Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.



Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.



"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.



"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."



Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.



De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.



Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.



"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.



Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.



"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."



Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.



Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.



Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados. 



"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.



Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.



Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.



Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.



Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.



"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.



"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."



Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.



De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e 'que precisa de cuidados e limitações' e protegem seus pais.

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3470209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais



Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.



À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.



"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).



Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.



"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."



O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.



As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.



Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. 



Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.



Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.



Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.



"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.



"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."



Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.



De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.



Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.



"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.



Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.



"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."



Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.



Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.



Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados. 



"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.



Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.



Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.



Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.



Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.



"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.



"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."



Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.



[...] porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

O número de vocábulos presentes que contêm dígrafos é de:
Alternativas
Q3470208 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais



Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.



À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.



"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).



Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.



"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."



O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.



As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.



Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. 



Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.



Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.



Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.



"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.



"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."



Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.



De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.



Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.



"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.



Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.



"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."



Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.



Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.



Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados. 



"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.



Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.



Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.



Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.



Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.



"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.



"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."



Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.



Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes.

A opção que contém apenas encontros consonantais é:
Alternativas
Q3456963 Enfermagem
O sistema endócrino consiste em diversas glândulas endócrinas, além das muitas células secretoras de hormônios presentes nos órgãos que têm outras funções que não somente a secreção de hormônios. A resposta de um hormônio depende tanto dele quanto da célula-alvo. Várias células-alvo respondem diferentemente ao mesmo hormônio. A figura abaixo ilustra o mecanismo de ação de um hormônio hidrossolúvel na sua célula alvo.
Imagem associada para resolução da questão
Assinalar a alternativa que lista CORRETA e respectivamente o mecanismo representado pelos números 1, 2, 3, 4 e 5. 
Alternativas
Q3456962 Enfermagem

Na inspeção cervical geral, devem ser observados a movimentação e a presença de assimetria, massas, cicatrizes, aumento das glândulas parótidas ou submandibulares, os gânglios linfáticos visíveis e o aumento da glândula tireóidea. Sobre o exame físico de pescoço, analisar os itens.


I. Durante a inspeção, pode ser observado aumento das glândulas parótidas, o que pode ser devido a processos inflamatórios, de natureza infecciosa viral ou bacteriana.


II. Cistos dermoides são tumores císticos, quase sempre malignos, que contêm pele e suas estruturas anexas e são preenchidos com secreção lipoide.


III. Um tipo de distúrbio da movimentação do pescoço é o exemplificado pela rigidez de nuca que acompanha meningites e outras situações em que há irritação meníngea.


Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3456961 Enfermagem
Sobre o tratamento adequado de bronquiectasia pulmonar, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3456960 Enfermagem
No exame físico neurológico, as respostas motoras podem ser consideradas apropriadas, inapropriadas ou ausentes. Sobre a avaliação do sistema nervoso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3456959 Enfermagem

O transporte de pacientes críticos no ambiente intra-hospitalar é feito de acordo com a necessidade de troca de leitos ou de setor, realização de exames ou, até mesmo, para o uso de alguma terapia específica. É importante haver o planejamento e observar as condições cardiorrespiratórias do paciente e conferir a disponibilidade de equipamentos adequados para realização do transporte e da equipe necessária. Sobre as fases do transporte intra-hospitalar de pacientes e o que ocorre em cada uma delas, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. 


( ) A fase de transferência é um momento em que é necessário ocorrer a comunicação entre os setores de origem e destino do paciente, bem como uma avaliação clínica desse indivíduo, cabendo ao enfermeiro da unidade de origem prever as possíveis complicações que o paciente pode ter no transporte.


( ) A fase preparatória é definida como a etapa do transporte propriamente dito, então, a atenção deve estar redobrada, observando o paciente, os equipamentos, os tubos e as conexões, mantendo as medidas de proteção como o uso de cintos e grades.


( ) Na fase de estabilização deverá ser verificada a estabilidade do paciente, considerando que possíveis instabilidades podem ocorrer no período de 30 a 60 minutos após o transporte.

Alternativas
Q3456958 Enfermagem
Sabe-se que a selegilina pode ser utilizada para atrasar o curso da doença de Parkinson. Sobre o assunto, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3456957 Enfermagem
A avaliação geriátrica ampla visa identificar o estado de saúde do idoso como um todo, e lança mão de instrumentos de avaliação que possibilitam a indicação dos problemas reais do indivíduo. Essa avaliação, atrelada ao exame clínico, é fundamental, pois traz elementos objetivos e úteis no planejamento de intervenções que poderão contribuir na redução da perda funcional do idoso. Sobre as escalas ou instrumentos de avaliação utilizadas na mensuração do grau, dependência, autonomia e socialização do idoso, analisar os itens. 
I. As Avaliações Individuais da Vida Diária (AIVDs) incluem elementos básicos, como alimentar-se, vestir-se, tomar banho, mobilizar-se, ir ao banheiro, deambular e controlar as necessidades fisiológicas.
II. As Avaliações da Vida Diária (AVDs) relacionam-se às atividades do indivíduo dentro de um contexto mais amplo e menos dependente, como a capacidade de utilizar transportes, manipular medicamentos, fazer compras e realizar tarefas domésticas leves e pesadas, de utilizar o telefone, preparar refeições e gerenciar as próprias finanças.
III. As Avaliações Avançadas da Vida Diária (AAVDs) relacionam-se à interação e ao aspecto social. Essas atividades possibilitam avaliar a funcionalidade da pessoa idosa em seu desempenho e capacidade funcional ou o risco de perdas futuras. 
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Respostas
12721: E
12722: E
12723: E
12724: B
12725: C
12726: C
12727: B
12728: E
12729: A
12730: A
12731: A
12732: A
12733: A
12734: D
12735: C
12736: A
12737: C
12738: B
12739: C
12740: B