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Q3952577 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.

   Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

  Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

   Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

  Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

   No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Na passagem “Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir.”, os verbos do último período formam uma figura de linguagem denominada  
Alternativas
Q3952576 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.

   Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

  Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

   Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

  Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

   No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Na passagem “É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que ‘dá certo’, mas não satisfaz.”, a presença das aspas indica que a expressão “dá certo” foi usada
Alternativas
Q3952575 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.

   Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

  Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

   Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

  Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

   No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Considere a passagem “’A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’”.
De acordo com o texto, a pessoa funcional é aquela que consegue

I- seguir uma rotina, mesmo passando por instabilidade emocional.
II- realizar atividades, desde que esteja equilibrado emocionalmente.
III- cumprir responsabilidades, mesmo diante de problemas emocionais.
IV- enfrentar corajosamente a frustação e o sofrimento inerentes à vida.
V- ter uma vida intensa, mesmo estando anestesiado emocionalmente.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3952574 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.

   Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

  Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

   Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

  Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

   No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Analise os comportamentos a seguir, tendo em vista aqueles que vão de encontro à anestesia emocional.

I- Encontrar sentido para a vida.
II- Sair dos padrões habituais.
III- Proteger-se do sofrimento.
IV- Viver com intensidade.
V- Evitar a frustração.

Estão CORRETOS os comportamentos apresentados em
Alternativas
Q3952573 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.

   Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

  Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

   Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

  Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

   No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
De acordo com o texto, a anestesia emocional é um transtorno que 
Alternativas
Q3952572 Enfermagem
A dengue é uma doença endêmica no Brasil, com ocorrências de casos durante todo o ano. Entretanto, tem um padrão sazonal, coincidente com períodos quentes e chuvosos, quando são observados o aumento do número de casos e um risco maior para epidemias. Do ponto de vista clínico, um grande desafio está na identificação adequada e precoce do paciente com dengue, que é um aspecto importante para a sua evolução favorável e a recuperação.
Analise o fluxograma de atendimento e aconselhamento dos pacientes identificados como suspeitos de dengue a seguir, para responder a esta questão.

Fluxograma parcial de manejo clínico da dengue
Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Ministério da Saúde (MS), 2025.


Como deve ser a conduta, relacionada à reidratação, de um paciente com suspeita de dengue caracterizada como do grupo B?
Alternativas
Q3952571 Enfermagem
Um paciente, adulto, de 35 anos de idade, trabalhador da construção civil, casado, que se considera pardo, 1,80 m de altura, índice de massa corpórea de 21,61kg/m2, busca atendimento na Unidade Básica de Saúde com queixa de “malestar e dor no corpo”. Acrescenta, sob investigação da equipe de enfermagem, que ainda apresentou febre não aferida, dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia e dor também nos punhos e cotovelos. Observou-se exantema discreto, sem queixa de prurido, e, na prova do laço, foi possível contar cerca de 30 petéquias no antebraço.
Com os dados apresentados, considerando a hipótese diagnóstica, foi determinada conduta para hidratação oral, em adultos, de 60 mL/kg/dia, com sais de reidratação oral.
Avalie as afirmativas a seguir sobre esse caso clínico.

I- O paciente deve receber 4.200 mL de volume, de sais de reidratação oral, calculado pelo seu peso, durante as próximas 24 horas de tratamento.
II- O paciente deve ingerir 1.400mL de sais de reidratação oral nas primeiras quatro a seis horas, o que compreende um terço do volume total.
III- O enfermeiro deve orientar o paciente a ingerir os 2/3 restantes de reidratação oral (2.800mL) com líquidos, como água, suco de frutas, soro caseiro, chás, água de coco, conforme hábitos do paciente.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3952570 Enfermagem
O Brasil é o único país da América Latina com uma política de saúde específica para a população masculina, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, que tem como objetivo promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira. Essa política contribui, de modo efetivo, para a redução da morbidade e da mortalidade dessa população, abordando de maneira abrangente os fatores de risco e as vulnerabilidades associadas por meio da promoção do acesso a serviços de saúde abrangentes e ações preventivas, buscando reconhecer e respeitar as diversas manifestações de masculinidade.
A preocupação do Ministério da Saúde deu-se após análise das informações: apesar do aumento da expectativa de vida da população brasileira, entre 2000 e 2018, os homens ainda vivem 7,1 anos a menos que as mulheres; os homens morrem mais do que as mulheres, na maioria das causas de óbitos, e em todas as faixas etárias até 80 anos; o risco de homens morrerem por doenças crônicas não transmissíveis, principalmente por doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas, é de 40,0% a 50,0% maior em relação às mulheres; e esse risco é aumentado entre os homens que fazem uso prejudicial de álcool, possuem dieta e estilo de vida pouco saudáveis, com pressão alta e/ou alto índice de massa corporal.
Para alcançar o objetivo da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, as estratégias precisam ser desenvolvidas a partir de quais eixos temáticos?

I- Acesso e acolhimento: reorganiza as ações de saúde, por meio de uma proposta inclusiva, na qual os homens consideram os serviços de saúde também como espaços masculinos.
II- Saúde sexual e reprodutiva: promove a abordagem às questões sobre a sexualidade masculina, nos campos psicológico, biológico e social, buscando respeitar o direito e a vontade do indivíduo.
III- Paternidade e cuidado: apresenta benefícios da participação ativa dos homens no exercício da paternidade em todas as fases da gestação e nas ações de cuidado com seus filhos.
IV- Doenças prevalentes na população masculina: reforça a importância da atenção terciária na recuperação da saúde dos homens, garantindo a qualidade no tratamento da população masculina.
V- Prevenção de violências e acidentes: propõe estratégias de reabilitação em saúde dos homens que se envolveram em violências e acidentes de trânsito e que geraram sequelas permanentes.

Estão CORRETOS os eixos temáticos
Alternativas
Q3952569 Enfermagem
A política de saúde mental brasileira é resultado da mobilização de usuários, familiares e trabalhadores da saúde, iniciada na década de 1980, com o objetivo de mudar a realidade dos manicômios onde viviam mais de 100 mil pessoas com transtornos mentais. O movimento foi impulsionado pela importância que o tema dos direitos humanos adquiriu no combate à ditadura militar e alimentou-se das experiências exitosas de países europeus na substituição de um modelo de saúde mental baseado no hospital psiquiátrico por um modelo de serviços comunitários com forte inserção territorial, que motivou um projeto, coletivamente produzido, de mudança do modelo de atenção e de gestão do cuidado: a Reforma Psiquiátrica. A partir daí, iniciou-se a desinstitucionalização de moradores de manicômios criando serviços de atenção psicossocial para realizar a (re)inserção de usuários em seus territórios existenciais.
A atenção às pessoas com transtornos mentais passa a ser a garantia do pleno exercício de sua cidadania e não somente o controle de sua sintomatologia.
Vários dispositivos foram criados e, também, instrumentos para avaliação e acompanhamento dos indivíduos com necessidades em saúde mental, um deles, o projeto terapêutico singular, pode ser definido como uma estratégia de cuidado que articula um conjunto de ações resultantes da discussão e da construção coletiva de uma equipe multidisciplinar e multiprofissional, que leva em consideração as necessidades, as expectativas, as crenças e o contexto social da pessoa ou do coletivo para o qual está dirigido.
A utilização do projeto terapêutico singular como dispositivo de intervenção desafia a organização tradicional do processo de trabalho em saúde, pois pressupõe a necessidade de maior articulação interprofissional e a utilização de reuniões de equipe como um espaço coletivo sistemático de encontro, reflexão, discussão, compartilhamento e corresponsabilização das ações com a horizontalização dos poderes e conhecimentos.

Sobre esse dispositivo, projeto terapêutico singular, deve-se afirmar que:
Alternativas
Q3952568 Enfermagem

Leia o caso a seguir para responder a esta questão.



A Polícia Civil do Distrito Federal investiga a morte de três pacientes internados na unidade de terapia intensiva de um hospital particular em Brasília, ocorridas em novembro de 2025.


Segundo as apurações, um técnico de enfermagem utilizou credenciais de médicos ausentes para registrar, de forma fraudulenta, a prescrição.


No dia 17 de novembro de 2025, dois pacientes sofreram múltiplas paradas cardiorrespiratórias logo após a medicação intravenosa, sendo inicialmente reanimados pela equipe médica. As imagens das câmeras de segurança demonstraram que, após sucessivas tentativas com o cloreto de potássio, o técnico de enfermagem passou a injetar, também, um desinfetante, o que levou a choque circulatório e parada cardíaca imediata, culminando na morte desses dois pacientes. Duas técnicas de enfermagem presenciaram as aplicações e participaram dos procedimentos de reanimação, sem impedir a continuidade das condutas.


No dia seguinte, um terceiro paciente, internado por outra condição clínica e sem histórico de doença cardíaca, apresentou assistolia após receber uma injeção administrada pelo mesmo técnico. O paciente permaneceu internado por dias, mas também evoluiu para óbito, em circunstâncias consideradas suspeitas pela polícia.


O técnico de enfermagem encontra-se preso temporariamente e, após negar inicialmente os fatos, admitiu as mortes ao ser confrontado com as imagens. As outras duas técnicas foram presas por omissão e participação, segundo a autoridade policial. O inquérito segue em andamento para apurar eventuais outras vítimas e a real motivação dos crimes, tratados como homicídio.



Considerando a natureza do fato relatado, de acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, ao autor principal, o técnico de enfermagem que administrou a medicação não prescrita e o desinfetante de uso hospitalar por via intravenosa nos três pacientes, cabe:



I- Advertência verbal, por ser uma infração leve, ou seja, ofendeu a integridade física, mental ou moral dos pacientes.


II- Censura, devido as infrações serem moderadas, pois provocaram debilidade temporária nos pacientes.


III- Suspensão, praticou infrações graves com perigo de morte e debilidade permanente dos pacientes.


IV- Cassação, por serem infrações gravíssimas, que culminaram em morte ou debilidade permanente dos pacientes.



Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) penalidade(s)/infração(ões)

Alternativas
Q3952567 Enfermagem
Os serviços de Saúde, em sua organização, têm a finalidade de garantir acesso e qualidade às pessoas. A atenção básica, em sua importante atribuição de ser a porta de entrada do sistema de saúde, tem o papel de reconhecer o conjunto de necessidades em saúde e organizar as respostas de forma adequada e oportuna, impactando positivamente nas condições de saúde. Um grande desafio atual para as equipes de saúde tem destaque para as doenças crônicas. Essas condições são muito prevalentes, multifatoriais, com coexistência de determinantes biológicos e socioculturais e sua abordagem, para ser efetiva, necessariamente envolve as diversas categorias profissionais das equipes de saúde e exige o protagonismo dos indivíduos, de suas famílias e da comunidade.
Saúde é um fenômeno clínico e sociológico, ou seja, resultado de complexa produção social, cujos resultados na qualidade de vida de uma sociedade estão relacionados às decisões sobre os determinantes sociais da saúde. Analise a figura a seguir sobre esse assunto.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: DAHLGREN, G.; WHITEHEAD, M. Policies and strategies to promote equity in health. Copenhagen: WHO Regional Office for Europe, 1992.

São determinantes sociais do processo saúde/doença como precursores no desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis:

I- Determinantes sociais distais: condições socioeconômicas, culturais e ambientais em que as pessoas, as suas famílias e as redes sociais estão inseridas, são o desenvolvimento e a riqueza de um país, uma região ou um município.
II- Determinantes sociais intermediários: representados pelas condições de vida e de trabalho, o acesso à alimentação, à educação, à produção cultural, ao emprego, à habitação, ao saneamento e aos serviços de saúde.
III- Determinantes sociais proximais: relacionados às características dos indivíduos, que exercem influência sobre seu potencial, sua condição de saúde e suas relações, formais e informais.

Está(ão) CORRETO(S) o(s) determinante(s)
Alternativas
Q3952566 Enfermagem
O Processo de Enfermagem, para o seu correspondente desenvolvimento, direciona o cuidado da equipe e, por isso, deve ser realizado em todo cenário de cuidado da enfermagem. Ele contribui para uma prática de enfermagem fundamentada na ciência e sua aplicabilidade concorre para a segurança do planejamento, execução e avaliação do cuidado de enfermagem, favorece a humanização do cuidado com a garantia da individualização da assistência, reafirma a autonomia do enfermeiro e promove uma assistência qualificada com economia de recursos. Analise as afirmativas a seguir sobre esse processo.

I- O Processo de Enfermagem deve ser realizado, obrigatoriamente, isto é, de modo deliberado e sistemático, em todo contexto socioambiental, em que ocorre o cuidado de enfermagem, como hospitais e unidades básicas de saúde, por exemplo.
II- O Processo de Enfermagem deve estar fundamentado em suporte teórico, que podem estar associados entre si, como teorias, modelos de cuidado, protocolos baseados em evidências, entre outros, que fornecem propriedades descritivas, explicativas, preditivas e prescritivas que lhe servem de base.
III- Os diagnósticos, os resultados e os indicadores, as intervenções e ações/atividades de enfermagem podem ser apoiadas nos sistemas de linguagem padronizada de enfermagem, em protocolos institucionais, e com os melhores níveis de evidências científicas.
IV- O Processo de Enfermagem organiza-se em cinco etapas inter-relacionadas, interdependentes, recorrentes e cíclicas, que são: avaliação de enfermagem; diagnóstico de enfermagem; planejamento de enfermagem; implementação de enfermagem e evolução de enfermagem.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q3952565 Enfermagem
O exame físico é o traço de união entre a arte e a ciência da enfermagem. É a partir dele que acontece a fusão entre esses dois componentes da profissão. Os dados objetivos coletados são apoiados nas ciências biológicas. Para tanto, são utilizados instrumentos próprios para sua obtenção, tais como termômetro, estetoscópio, otoscópio, oftalmoscópio, balança, fita métrica, entre outros, além das técnicas propedêuticas de inspeção, palpação, percussão e ausculta.
Todavia, é na entrevista, momento em que se estabelece a relação enfermeiro-paciente, que a arte, o subjetivo, se aflora, por meio de questões apoiadas na experiência própria do entrevistado, com profunda influência dos aspectos humanos, psicológicos, sociológicos e culturais do profissional, acrescidos das questões objetivas. Nesse momento, verifica-se, muitas vezes, uma condução intuitiva da entrevista, que supera em muitos aspectos objetivos. Tal viés torna difícil o controle dos processos lógicos e racionais empregados no diagnóstico.
Os limites entre a ciência e a arte da enfermagem não podem ser estabelecidos rigidamente, pois cada ser humano é bastante peculiar. Em uma coleta de dados, o enfermeiro deve deixar emergir, dentro de princípios éticos, toda a sua aptidão e seu conhecimento, em um processo terapêutico satisfatório e prazeroso para o paciente e para si. Isso possibilita que os diagnósticos de enfermagem sejam elaborados com qualidade, permitindo a escolha de atividades de enfermagem mais adequadas para atingir os resultados pretendidos com o cuidado prestado.

Entre as técnicas propedêuticas, a palpação requer conhecimentos anatômicos e fisiológicos, além de habilidade e preparo adequado das mãos, dos dedos e das unhas. Observe a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Manobras de palpação do fígado (Barros, 2016).

No exame físico do abdômen, identifica-se que o fígado, geralmente, fica abaixo da caixa torácica costal e, portanto, não é palpável. Quando ultrapassa a borda óssea, como ocorre na inspiração profunda, porque está aumentado ou abaixado, pode ser palpado. O fígado tem ampla mobilidade respiratória, com bordas rombas ou pontiagudas.
Existem várias manobras para palpar o fígado, trantando-se de técnicas de palpação profunda. É conveniente estar familiarizado com esse procedimento. O paciente, na posição supina, deve respirar calmamente e, quando a mão examinadora é apoiada, ele deve respirar profundamente.

As variações da palpação abdominal do fígado, demonstradas na figura são, respectivamente:
Alternativas
Q3952564 Enfermagem
A falência aguda da pele ou Acute Skin Failure (ASF) não possui uma definição clara; no entanto, pode ser referida como danos na pele decorrentes de processo agudo, em geral, com instabilidade clínica e hemodinâmica, limitando a oferta de nutrientes e oxigênio para esse órgão. Essas lesões geralmente ocorrem devido à hipóxia tecidual, podendo acometer qualquer área do corpo, não necessariamente em proeminência óssea.
Como fatores preditores ao aparecimento de ASF, destacam-se a ventilação mecânica prolongada (> 72h), a falência múltipla de órgãos (2 ou mais sistemas comprometidos), a presença de doença arterial periférica e a sepse ou choque séptico.
A figura, a seguir, demonstra um caso de desenvolvimento de ASF em um paciente com COVID-19, internado em terapia intensiva, dependente de ventilação mecânica, por 166 dias, quando evoluiu para óbito.

Infográfico da evolução clínica da ASF em decorrência da COVID-19 em paciente internado na unidade de tratamento intensivo. São Paulo (SP), Brasil – 2020.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: RAMALHO, A. O.; ROSA, T. S.; SANTOS, V. L. C. G.; NOGUEIRA, P. C. Acute skin failure e lesão por pressão em paciente com Covid-19. ESTIMA Brazilian Journal of Enterostomal Therapy, São Paulo, v. 19, e0521, 2021.

Entre o D10 e o D40, foram utilizados, para proteção da área acometida, espuma de poliuretano multicamadas com silicone e bordas, além da manutenção dos cuidados tópicos e mudança de decúbito; com delimitação da área isquêmica e evolução da área acometida para necrose. Foram realizadas aplicações de hidrofibra com prata e hidrogel, visando à absorção vertical do exsudato, gerenciamento da umidade e auxílio no desbridamento autolítico, associados a coberturas de alta tecnologia (espumas de poliuretano com silicone e bordas). Destaca-se que foi um mês de evolução da necrose.

Considere as duas assertivas a seguir sobre esse caso.

I- No D40, a opção pelo desbridamento cirúrgico foi equivocada, pois considerando as diversas tecnologias para desbridamento químico/enzimático existentes, outras coberturas deveriam ser, obrigatoriamente, aplicadas.

PORQUE

II- A progressão desse tipo de lesão independe do tempo de resposta, pois os órgãos vitais ainda estão capazes de garantir as suas respectivas funções.

Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3952563 Enfermagem
A Epidemiologia constitui uma ciência fundamental da saúde coletiva, cujo objeto central é o estudo do processo saúdedoença em coletividades humanas, considerando o contexto histórico, social, econômico, ambiental e cultural no qual os indivíduos estão inseridos.
Essa ciência dedica-se à análise da distribuição dos agravos à saúde, ou seja, como, quando e onde as doenças, eventos ou condições relacionadas à saúde ocorrem nas populações, bem como à investigação de seus fatores determinantes, que englobam aspectos biológicos, comportamentais, sociais, ambientais e organizacionais dos serviços de saúde.
Além de descrever e explicar os fenômenos de saúde, a Epidemiologia tem um caráter eminentemente aplicado, pois busca subsidiar o planejamento, a organização e a avaliação das ações de saúde, orientando a tomada de decisões no âmbito das políticas públicas. Nesse sentido, os seus achados são utilizados para propor e avaliar medidas de prevenção, controle e, quando possível, erradicação de doenças, bem como para a promoção da saúde e a redução de desigualdades. A figura, a seguir, apresenta o percentual de nascimentos registrados como baixo peso, no município de Juvenília (MG).

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As frequências absolutas dos casos de nascimentos, caracterizados como baixo peso, foram, respectivamente, de 2010 a 2023: 6; 6; 5; 3; 4; 5; 2; 4; 9; 3; 4; 10; 12 e 2 casos.
Observando o gráfico demonstrado e a informação adicional das frequências absolutas, analise as afirmativas:

I- No ano de 2026, houve o menor registro de prevalência de nascimento com baixo peso.
II- Nos anos de 2013 e 2019, ocorreram a mesma prevalência desses casos.
III- Nos anos de 2020 e 2021, observou-se uma incidência de 6 casos desse evento.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3950547 Enfermagem
São competências do enfermeiro em saúde mental e psiquiátrica, de acordo com a Resolução COFEN nº 678/2021, EXCETO:
Alternativas
Q3950546 Enfermagem
Em relação ao tratamento da sífilis em gestantes, considerando a atualização da recomendação do intervalo entre doses, conforme Nota Técnica nº 14/2023 DATHI/SVSA/MS, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3950545 Enfermagem
Com base no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica (2025), analise as assertivas a seguir sobre o diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS):

I. O diagnóstico de HAS é confirmado, na medida de consultório, quando os valores de pressão arterial (PA) são sustentadamente iguais ou superiores a 130/80 mmHg, verificados em, no mínimo, duas aferições, em duas consultas diferentes.
II. A hipertensão mascarada é caracterizada por valores de PA normais no consultório (<140/90 mmHg), mas elevados fora do ambiente clínico, sendo detectada por MAPA ou MRPA.
III. A hipertensão arterial secundária, em contraposição à hipertensão arterial primária, ocorre devido a uma causa identificável e que pode ser tratada com uma intervenção específica, a qual determina a remissão ou melhora do controle pressórico.
IV. Quando o paciente necessita do uso de quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para alcançar o controle da PA, considera-se que ele apresenta hipertensão arterial resistente controlada se a PA estiver menor que 140 mmHg/90 mmHg.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3950544 Enfermagem
Durante uma consulta na UBS, um paciente diabético tipo 2 relata a presença de feridas nos pés e controle glicêmico instável. A enfermeira realizou apenas a aferição da pressão arterial e orientou brevemente sobre dieta e medicação. A profissional não inspecionou os pés do paciente, nem revisou o diário glicêmico ou registrou detalhadamente as queixas e o plano de cuidados no prontuário. Semanas depois, o paciente foi internado devido a uma infecção grave no pé. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que caracteriza corretamente a conduta da enfermeira, segundo o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
Alternativas
Q3950543 Enfermagem
O Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) é uma ferramenta estratégica para a qualificação da APS no SUS. Sua implementação visa aprimorar o registro, a organização e o acesso às informações de saúde dos usuários, promovendo um cuidado mais coordenado e integral. Considerando o contexto e as funcionalidades do PEC, assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma característica ou finalidade primária desse sistema.
Alternativas
Respostas
1241: C
1242: D
1243: B
1244: B
1245: D
1246: B
1247: C
1248: A
1249: B
1250: D
1251: E
1252: E
1253: A
1254: C
1255: D
1256: C
1257: B
1258: D
1259: C
1260: E