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Q3824174 Português
Chegou a hora de pensar no pós-redes sociais

Diogo Salles


    A recente decisão do STF, que determinou que as plataformas devem ser responsáveis pelos conteúdos dos usuários, desfigurou o Marco Civil da Internet e colocou a opinião pública em alerta máximo. Muitos têm mostrado a insegurança jurídica do novo modelo, que se baseia em critérios subjetivos e abre alas para a censura.

    Produtores de conteúdo já começaram a sentir os efeitos dessa medida. Agora, as big techs serão ainda mais restritivas em relação a permissões para postagens e não terão nenhum pudor em remover preventivamente conteúdos ou até perfis de forma unilateral.

    Sei que o momento é delicado para bancar o advogado do diabo, mas é preciso lançar esta incômoda pergunta: até que ponto não estamos trocando uma arbitrariedade por outra?

    Em algum momento, todo mundo já viveu a experiência de se submeter aos interesses do Facebook/Meta, mesmo sem perceber. Cerca de dez anos atrás, comecei a colaborar com um site que prometia escalar o número de acessos e interações para poder remunerar os colaboradores através de anúncios. Levou quase dois anos para estruturar o modelo de negócio, mas funcionou. A empresa passou a remunerar de acordo com o desempenho de cada colaborador – e o Facebook era uma ferramenta essencial nessa estratégia.

    Tudo ia bem, até que o Facebook resolveu alterar seu algoritmo e, de um dia para o outro, os acessos, comentários e compartilhamentos, que giravam em torno das dezenas de milhares, caíram para cerca de uma dúzia. O modelo todo ruiu de imediato. Foi aí que entendi: eu, meus colegas e a própria empresa trabalhávamos todos para o Mark Zuckerberg.

    Dessa experiência, tirei duas lições valiosas. A primeira é a de que, para ter “relevância” e conquistar seguidores nas redes sociais, devemos nos submeter ao tacão do algoritmo, muitas vezes navegando numa direção determinada por gente que nem sabemos quem é e, não raro, abrindo mão de nossos objetivos e até valores.

    E a segunda é que os oligarcas digitais nunca se importaram com a pluralidade de ideias, com a nossa saúde mental ou até mesmo com a democracia. Eles só querem continuar lucrando em cima da guerra de todos contra todos. E quando confrontados com essa verdade inconveniente, se escondem atrás do cobertor da liberdade de expressão.

    Passamos as últimas duas décadas acreditando que as redes sociais supostamente nos dão liberdade absoluta para sermos seres digitais plenos. Mas será mesmo? Zygmunt Bauman dizia que, na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte.

    As métricas que regem as redes sociais levaram isso a cabo, quando estabeleceram que seu objetivo era manter os usuários pelo maior tempo possível na plataforma – e todos os estudos já comprovaram que a forma mais eficaz de atingir esse objetivo é impulsionando conteúdos escandalosos, sensacionalistas e violentos. Só que o lucro das big techs gera um custo social: ao manter os níveis de engajamento e indignação sempre altos, a sociedade padece, com pessoas viciadas, raivosas e depressivas.

    Para quem ousava postar algo que ferisse essa lógica do engajamento, a penalização não era muito sutil: esses conteúdos eram imediatamente rebaixados para, logo em seguida, caírem no esquecimento. Quase como se não tivessem existido. Ou seja, se você ousasse postar algo mais informativo, profundo e reflexivo, você simplesmente “flopava”, como se diz na gíria das redes. E de flopada em flopada, você vai desaparecendo no feed das pessoas, até que a sua morte virtual se torne um ato voluntário.

    É por esse caminho que o historiador Fara Dabhoiwala articula sua argumentação. O autor, que está lançando o livro What is Free Speech? (“O que é Liberdade de Expressão?”, em tradução livre), tem acompanhado de perto todos os acontecimentos aqui no Brasil e condenou a punição dada ao comediante Leo Lins, mas questionou o fato de as plataformas que impulsionaram suas piadas seguirem impunes.

    E por que as piadas de Leo Lins foram amplificadas? Justamente porque eram preconceituosas e escandalizaram a opinião pública, ou seja, tudo o que o algoritmo mais quer, para segurar as pessoas nas telas, se indignando, comentando, xingando e compartilhando.

    É espantoso como, após todo esse tempo de debate sobre a regulação das redes sociais, ainda não conseguimos entender que o problema nunca foi as plataformas e nem os conteúdos postados pelos usuários: é o algoritmo. Sempre foi o algoritmo. Todo o debate deveria ter sido pautado em torno dele, questionando esse poder de amplificação/moderação dos conteúdos e obrigando as big techs a serem transparentes em relação aos critérios que usam.

    Remover conteúdos com fake news e perfis apócrifos é atacar a consequência, e não a causa. Por isso que, tantos anos depois, ainda estamos aqui, paralisados, debatendo a PL das Fake News e outras excrescências.

    Independente disso, a forma como os algoritmos operam já constitui a prova de que as big techs são, sim, editores de mídia, pois escolhem quais conteúdos irão trabalhar em suas plataformas, da mesma forma que escolhem quais descartar. Assim sendo, elas devem explicações ao público sobre suas práticas tanto quanto jornais, TVs e outros veículos de mídia.

    Outro conceito que exige um debate sério: a liberdade de expressão que ― seja por ingenuidade, seja por má fé ― muitos ainda acreditam ser um fim em si mesma. A jornalista Lúcia Guimarães lembrou que, na esteira da primeira emenda da Constituição dos EUA, surgiu uma legião de “absolutistas da liberdade de expressão”, que acreditam que ofensas, difamações e ameaças não deveriam receber qualquer punição.

    Sei que tem muita gente apreensiva com esse novo cenário de incertezas, mas quero fazer um contraponto a todas essas previsões sinistras que estão ecoando: será saudável para todo mundo que o debate público saia das redes sociais. Se existe um caminho para enfraquecer a polarização e voltarmos a dialogar como seres humanos civilizados, esse caminho é longe dos algoritmos.

    E quanto aos produtos e serviços que têm seus modelos de negócio ancorados nas redes sociais, bem, estes passarão por um processo de adaptação e terão de descobrir novas formas de se conectar com seu público. Chegou a hora de pensar no pós-redes sociais. Não é o fim do mundo, mas o início de um novo. Quem se propuser a pensar em novas estratégias, já estará um passo à frente da concorrência.

    O maior desafio será desatar o nó mostrado pelo advogado e pesquisador Ronaldo Lemos: regular as redes sociais é diferente de regular toda a internet. Cada um exige um tipo de regulamentação diferente e isso precisa ser compreendido desde já. “O STF mirou nas big techs e acertou na internet inteira. Do Google ao Reclame Aqui, passando por fóruns e caixas de comentários dos jornais, todos estão abrangidos[...] O antigo regime era ‘na dúvida, pró-liberdade de expressão’. Agora é ‘na dúvida, pró-remoção’”, avisou.

    Claro, não sejamos ingênuos: agora, com a chegada da Inteligência Artificial, viveremos uma nova era de falsificações, golpes e até crimes. A quem quiser se autoalienar ainda mais no metaverso, só posso desejar sorte. Yuval Noah Harari tem emitido todos os alertas sobre estes perigos, mas parece certo que muita gente vai entregar voluntariamente sua capacidade de pensar para as máquinas e se sentirá plenamente satisfeito com conteúdos e interações fakes.

    Se esse é o futuro que nos aguarda, quem quiser manter um mínimo de sanidade mental, será forçado a selecionar melhor o que consome. Assim, abre-se a possibilidade para a construção de um caminho por fora da barbárie. Nessas últimas décadas, as redes sociais foram aperfeiçoando seus algoritmos de tal forma, que conquistaram o monopólio do mercado da atenção, criando uma cultura que não deixou qualquer espaço para a contracultura.

    Agora, com essa crise institucional e as big techs praticando censura à larga, abre-se o flanco para que pensemos numa nova contracultura, onde ainda existirão pessoas reais produzindo conteúdos reais e propagando ideias que não morrerão asfixiadas pelo algoritmo. Um lugar onde a IA terá seu papel apenas como ferramenta, não como cérebro. Aliás, cabe uma provocação: será que, no futuro, conteúdos 100% reais não serão considerados “premium”?

    Pode levar anos, até décadas, mas é preciso reconstruir o debate público dentro de um ecossistema novo, que funcione com regras claras e longe das manipulações algorítmicas. Utópico? Talvez, mas é imprescindível dizer: temos em mãos uma grande oportunidade de libertar o debate público do cativeiro das big techs e devolvê-lo à sociedade civil.


Fonte: https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=481 0&titulo=Chegou_a_hora_de_pensar_no_pos-redes_sociais
Denomina-se gênero textual o texto que, por meio de uma linguagem e estrutura típica, possui uma intenção comunicativa em determinado contexto. Sabendo disso, após leitura e observação das características do texto, assinale a alternativa que se trata do gênero textual:
Alternativas
Q3823873 Gestão de Pessoas
Um gestor municipal percebe oscilações intensas de humor ao lidar com prazos e pressões políticas e relata dificuldade em identificar os gatilhos de suas reações. À luz da compreensão moderna das emoções no trabalho, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3823872 Enfermagem
A disseminação das mídias sociais ampliou as possibilidades de avaliar a visibilidade de publicações científicas para além do número de citações tradicionais. O gráfico a seguir apresenta dados de um estudo que analisou a correlação entre citações e indicadores altimétricos (como Mendeley e mídias sociais) em artigos de periódicos de Enfermagem publicados entre 2007 e 2016. Após a análise dos dados correlacionais, foi elaborado um diagrama de dispersão com o objetivo de verificar se as variáveis apresentaram tendência linear, de crescimento ou de declínio, ao longo do período. Com base na análise do gráfico, assinale a alternativa correta: 

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3823871 Enfermagem
Um paciente adulto recebe prescrição médica de dexametasona 7,5 mg IV. Disponibiliza-se a ampola-frasco de 2,5 ml contendo 4 mg/ml. Assinale a alternativa que indica corretamente o volume que o profissional deve aspirar para administrar a dose prescrita:
Alternativas
Q3823870 Enfermagem
O dimensionamento adequado da equipe de enfermagem é fundamental para assegurar a qualidade da assistência, a segurança do paciente e as condições apropriadas de trabalho aos profissionais. Considerando os princípios que orientam o dimensionamento de pessoal de enfermagem nos serviços de saúde, analise as afirmativas a seguir:

I.O responsável técnico (RT) de Enfermagem deve acrescer ao quadro geral de profissionais de enfermagem da instituição o mínimo de 5% para a participação em atividades de educação permanente.
II.O quadro de profissionais de enfermagem de unidades assistenciais, composto por 30% ou mais de profissionais com limitação/restrição para o exercício das atividades, deve ser acrescido em 10% ao total de profissionais do setor.
III.Durante as 24 horas de assistência, o tempo médio de horas de enfermagem por paciente no cuidado intermediário é de 4 horas.
IV.Para o cuidado de alta dependência, 42% da equipe deve ser enfermeiro, e os demais, técnicos de enfermagem.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3823869 Segurança e Saúde no Trabalho
 A Norma Regulamentadora n.º 32 (NR-32) estabelece diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. Considerando as disposições dessa norma, analise as afirmativas a seguir:

I.Os trabalhadores com feridas ou lesões nos membros superiores só podem iniciar suas atividades após avaliação médica obrigatória, com emissão de documento de liberação para o trabalho.
II.O empregador deve vedar o uso de adornos nos postos de trabalho.
III.O empregado deve garantir a conservação e a higienização dos materiais e instrumentos de trabalho.

É correto o que se apresenta em: 
Alternativas
Q3823868 Enfermagem
Um paciente com hipocalemia pode apresentar:
Alternativas
Q3823867 Enfermagem
Estudo longitudinal, prospectivo e observacional, no qual um grupo de pessoas é acompanhada por determinado tempo. Os desfechos são comparados a partir da exposição ou não a uma intervenção ou a outro fator de interesse, para análise posterior da incidência da doença. Esse conceito refere-se a qual tipo de estudo? Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3823866 Enfermagem
Considere as afirmativas a seguir, sobre o uso obrigatório do carimbo pelo profissional de Enfermagem. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)É obrigatória a utilização do carimbo do profissional de Enfermagem em recibos relativos a honorários, vencimentos e salários decorrentes do exercício profissional.
(__)O carimbo deve constar em requerimentos ou petições encaminhadas às autoridades da Autarquia ou a outras autoridades, quando relacionadas ao exercício profissional.
(__)O uso do carimbo é uma exigência do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e deve constar em todo documento firmado durante o exercício da profissão.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3823865 Enfermagem
Muitas mulheres procuram o serviço de saúde em busca de prescrição de Terapia de Reposição Hormonal (TRH) para alívio dos sintomas climatéricos. Nessa etapa, o enfermeiro desempenha papel essencial na orientação, acompanhamento e na prevenção de agravos. No entanto, o uso prolongado dessa terapia pode aumentar o risco de câncer de mama, doenças tromboembólicas e cardiovasculares. Portanto, a TRH é considerada contraindicação absoluta em mulheres com: 
Alternativas
Q3823864 Enfermagem
Os componentes da tríade de Cushing, classicamente associados ao aumento da pressão intracraniana, são:
Alternativas
Q3823863 Enfermagem
No exame físico, um paciente encontra-se sonolento, com respiração lenta e superficial, uso de musculatura acessória e cianose labial. A gasometria arterial indica: 

pH = 7,28 PaCO2 = 58 mmHg HCO3 = 26 mEq/L PaO2 = 68 mmHg
Com base nos achados clínicos e laboratoriais, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3823862 Direito Sanitário
A Lei nº 8.142/1990 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS. Considerando as disposições desta lei sobre os Conselhos de Saúde, analise as afirmativas a seguir:

I.As deliberações do Conselho de Saúde são homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera de governo.
II.O Conselho de Saúde deve reunir-se ordinariamente pelo menos uma vez por mês, podendo ser convocado extraordinariamente pelo Presidente ou por solicitação de seus membros.
III.O não atendimento das recomendações do Conselho de Saúde pelo órgão competente implica nulidade automática dos atos administrativos praticados em desconformidade.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3823861 Saúde Pública
 A Política Nacional de Humanização (PNH) propõe diretrizes para qualificação da atenção e gestão no SUS. Considerando os dispositivos e diretrizes da PNH, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O acolhimento é diretriz que implica a recepção do usuário através de escuta qualificada, garantindo atenção resolutiva e articulação com outros serviços quando necessário.
(__)A clínica ampliada propõe a construção de projetos terapêuticos singulares, considerando a complexidade do sujeito e superando a fragmentação do cuidado.
(__)A gestão participativa, ou cogestão, restringe-se à participação dos usuários nos Conselhos de Saúde, não abrangendo a organização interna dos serviços.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3823860 Saúde Pública
O planejamento no SUS é uma estratégia de gestão que orienta a definição de objetivos, metas e a alocação de recursos. Considerando os instrumentos de planejamento previstos na legislação do SUS, analise as afirmativas a seguir:

I.O Plano de Saúde é um instrumento central de planejamento, elaborado para período de quatro anos, que define intenções e resultados a serem buscados.
II.A Programação Anual de Saúde operacionaliza as intenções expressas no Plano de Saúde, definindo ações, metas, indicadores e recursos para cada ano. 
III.O Relatório Anual de Gestão apresenta os resultados alcançados com a execução da Programação Anual de Saúde, servindo de base para avaliação da gestão.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3823859 Direito Sanitário
 Decreto nº 7.508/2011 regulamenta a Lei nº 8.080/1990 e dispõe sobre a organização do SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa. Considerando as disposições desse decreto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3823858 Saúde Pública
Os Sistemas de Informação em Saúde (SIS) são instrumentos fundamentais para a gestão do SUS, subsidiando o planejamento, monitoramento e avaliação das ações e serviços. Considerando os principais sistemas de informação em saúde no Brasil, analise as afirmativas a seguir:

I.O Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) registra os óbitos ocorridos no país, tendo a Declaração de Óbito como documento base para a alimentação do sistema.
II.O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) registra os casos de doenças e agravos de notificação compulsória, subsidiando a vigilância epidemiológica.
III.O Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) registra os nascimentos ocorridos em estabelecimentos de saúde, não abrangendo partos domiciliares.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3823857 Saúde Pública
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde orienta a formação e desenvolvimento dos trabalhadores do SUS. Considerando os fundamentos dessa política, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3823856 Direito Sanitário
 A Lei nº 8.080/1990 estabelece as competências das três esferas de governo na gestão do SUS. Considerando a distribuição de atribuições entre União, estados e municípios, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Compete à direção nacional do SUS definir e coordenar os sistemas de vigilância epidemiológica e sanitária, bem como os sistemas de redes integradas de alta complexidade. 
(__)Compete à direção estadual do SUS coordenar, em caráter complementar, a execução de ações e serviços de vigilância epidemiológica, sanitária, alimentação e nutrição e saúde do trabalhador.
(__)Compete à direção municipal do SUS formular e executar a política de insumos e equipamentos para a saúde, definindo especificações técnicas para todo o território nacional.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3823855 Saúde Pública
A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) estabelece diretrizes e estratégias para o enfrentamento dos determinantes sociais da saúde. Considerando os fundamentos e eixos operacionais desta política, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
5561: A
5562: A
5563: B
5564: A
5565: B
5566: A
5567: C
5568: B
5569: B
5570: E
5571: B
5572: B
5573: X
5574: E
5575: C
5576: A
5577: D
5578: A
5579: D
5580: E