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I. Magnitude – representado pelo elevado poder de transmissão da doença, através de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva.
II. Potencial de disseminação – aplicável a doenças de elevada frequência, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos.
III. Transcendência – expressa-se por características subsidiárias que conferem relevância especial à doença ou agravo, destacando-se: severidade, medida por taxas de letalidade, de hospitalização e de sequelas, relevância social, avaliada, subjetivamente, pelo valor imputado pela sociedade à ocorrência da doença, e que se manifesta pela sensação de medo, de repulsa ou de indignação e relevância econômica, avaliada por prejuízos decorrentes de restrições comerciais, redução da força de trabalho, absenteísmo escolar e laboral, custos assistenciais e previdenciários, entre outros.
IV. Vulnerabilidade – medida pela disponibilidade concreta de instrumentos específicos de prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre indivíduos e coletividades.
( ) Infração gravíssima é quando desencadea perigo de morte, de debilidade permanente de membro, sentido ou função a integridade física da pessoa.
( ) Infração moderada surge ao difamar organizações da categoria ou instituições ou ainda danos patrimoniais ou financeiros.
( ) Infração leve é quando gera debilidade temporária de membro, sentido ou função e ainda danos mentais a integridade física da pessoa.
( ) Infração Graves surge ao causar dano moral irremediável na pessoa, mentais, morais, financeiros, patrimoniais ou financeiros.
I. O nadador que terminou em primeiro lugar tem dois anos a mais que Gustavo.
II. Ricardo tem 15 anos.
III. Gustavo ficou em terceiro lugar.
IV. O nadador que ficou em segundo lugar tem um ano a menos que o nadador que ficou em quarto lugar.
Sabendo que as idades dos nadadores são 14, 15, 16 e 17 anos, qual foi a posição de Ricardo na corrida?
I. 25 = 32
II. Como você está hoje?
III. Existe um número natural n tal que n2 > 100
IV. Todos os planetas do Sistema Solar têm satélites naturais.
V. 25 é um número primo.
VI. a+b= 10
É correto afirmar que atendem a essa definição APENAS as expressões:
Leia:
Nem tudo se pode ver, ouvir ou dizer
Revista Veja, 12/01/2011
Um músico me escreve para o Consultório Sentimental contando que pertence a uma grande orquestra, mas não tem prazer no trabalho por causa dos colegas. Não suporta o despotismo, a vaidade, a prepotência, a arrogância e a mania de grandeza de alguns. O convívio com “egos inflados” é demasiadamente penoso e ele me pergunta o que fazer.
Eu que sempre faço a apologia do ato generoso da escuta, sugiro ao músico que faça ouvidos moucos. Lembro que tem o privilégio de escutar os sons mais sutis e sabe ouvir o silêncio. Não precisa dar ouvidos ao que não interessa. Inclusive porque os egos inflados estão em toda parte e a luta contra eles não leva a nada. Evitar a luta de prestígio é um bem que nós fazemos a nós mesmos e aos outros.
Para viver, nem tudo nós podemos ver, escutar ou dizer. Isso é representado, desde a antiguidade, através dos três macacos da sabedoria. Cada um cobre uma parte diferente do rosto com as mãos. O primeiro cobre os olhos, o segundo as orelhas e o terceiro a boca. A representação é originária da China. Foi introduzida no Japão, no século VIII, por um monge budista e uma das esculturas mais antigas, datada do século XVII, está no Japão. A máxima implícita na representação é “não ver, não ouvir e não dizer nada de mal”. Foi adotada por Gandhi, que nunca se separou dos três macacos. Levava sempre consigo o cego, o surdo e o mudo, Mizaru, Kikazaru e Iwazaru.
Todas as proposições feitas acerca da oração destacada do texto são corretas. Isenta-se:
Leia:

As palavras AONDE, quadrinho 1 e CLARO, no quadrinho 2, são morfologicamente classificadas como: