Questões de Concurso Para técnico de segurança do trabalho

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Q2783172 Segurança e Saúde no Trabalho

A toxicologia industrial está relacionada com os efeitos adversos nos trabalhadores em relação às substâncias manuseadas no local de trabalho. Sobre as rotas principais de entrada das toxinas no corpo, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) No pulmão, há mecanismos semelhantes para a ingestão seletiva. Partículas maiores que 10 micrón de diâmetro podem chegar até os alvéolos. Se solúveis, aproximadamente 60% são absorvidas. Químicos insolúveis são relativamente mais seguros.

( ) Uma vez que as substâncias entram no corpo, elas podem ser distribuídas por meio da corrente sanguínea, ligando-se às proteínas do plasma ou glóbulos vermelhos, podendo concentrar-se de formas diferentes nos órgãos.

( ) Durante a evolução, mecanismos foram desenvolvidos no aparelho digestivo para regular a ingestão de elementos essenciais. Elementos tóxicos podem ter que competir, de forma que, em geral, apenas uma fração da dose ingerida seja absorvida no corpo.

Alternativas
Q2783171 Segurança e Saúde no Trabalho

O comportamento do trabalhador em uma indústria é fator determinante de grande número de acidentes. Desta forma, sobre a imperícia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2783169 Segurança e Saúde no Trabalho

A prevenção de acidentes é o objetivo primordial de um programa de segurança, permitindo a continuidade das operações e a redução dos custos de produção. Acidentes na indústria têm uma causa e podem ser prevenidos. Sobre as causas gerais de um acidente, é correto afirmar que é(são) condição(ões) insegura(s) a

Alternativas
Q2783168 Segurança e Saúde no Trabalho

Atualmente, existem inúmeros métodos e ferramentas que facilitam a identificação de situações que prejudicam a saúde e o bom desempenho do trabalhador no seu local de trabalho, sejam elas posturais, organizacionais ou ambientais. Sobre estes métodos e ferramentas, analise as assertivas abaixo.


I. Com a equação de NIOSH, busca-se estabelecer o levantamento ideal. A equação estabelece um valor de referência de 20kg, que corresponde à capacidade de levantamento no plano sagital, de uma altura de 70cm do solo, para um deslocamento vertical de 30cm, segurando-se a carga a 30cm do corpo.

II. O método RULA foi desenvolvido com o objetivo de providenciar um método de avaliação rápida de uma população trabalhadora, exposta a riscos de lesões musculoesqueléticas. Tem como finalidade avaliar situações que possam levar os indivíduos a riscos de disfunções, relacionadas a posturas extremas, força excessiva e atividades musculares, dando ênfase nos membros superiores.

III. O EWA é um manual desenvolvido, que é uma ferramenta que auxilia no entendimento das situações de trabalho. Por possuir uma estrutura sistemática, pode ser usado para verificar a qualidade das melhorias feitas em um posto de trabalho ou nas tarefas, permitindo realizar comparações de diferentes postos de trabalho com o mesmo tipo de atividade e, também, fornece material informativo sobre o posto de trabalho, servindo como arquivo de informações.


É correto o que se afirma em

Alternativas
Q2727748 Matemática

Observe a matriz abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


Dada a matriz, assinale a alternativa que apresenta o valor de X = -4 + detA.

Alternativas
Q2727746 Matemática

Em uma progressão aritmética, o primeiro termo é -3 e a razão é . Assinale a alternativa que apresenta o sexto termo desta progressão.

Alternativas
Q2727741 Matemática

Considere o seguinte triângulo:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que apresenta a área definida pelo interior deste triângulo, em unidades de área.

Alternativas
Q2727734 Português

Leia o texto adaptado abaixo para responder às questões de 1 a 3.

Os gargalos da segurança pública


O Governo Federal mantém certa distância do tema segurança pública no Brasil, uma vez que, por determinação constitucional, o controle das polícias militar e civil fica a cargo dos estados. Contudo, especialistas afirmam que caberá à presidente eleita combater ao menos dois gargalos que colocam o país entre os países mais violentos do planeta: impunidade e baixo investimento em inteligência.

Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revelou que o Brasil, com 2,8% da população mundial, registrou 11% das mortes por arma de fogo do planeta em 2004. Para especialistas, as diferenças regionais deveriam influir no tipo de combate à violência. As capitais e regiões metropolitanas ainda concentram a maior parte dos assassinatos, mas os índices apresentam queda nos últimos anos, graças a investimentos (ainda insuficientes) em programas como bancos de dados, combate à impunidade e construção de prisões. Essas regiões são afetadas especialmente pelo tráfico de drogas.

Nos últimos anos, o Brasil se tornou o segundo maior consumidor mundial e um dos maiores centros de movimentação de cocaína. Estima-se que o país consuma de 40 a 50 toneladas da droga por ano, exportando mais ou menos a mesma quantidade. A Polícia Federal e as polícias estaduais apreendem apenas 15% de toda a cocaína que circula pelo território nacional. Os principais fornecedores do Brasil são Bolívia, Colômbia e Peru.

Interiorização – A partir de 1999, as regiões metropolitanas receberam a maior parte dos recursos para o combate à violência. Foram canalizados recursos federais e estaduais para aparelhamento dos sistemas de segurança. Isso dificultou a ação da criminalidade organizada, que migrou para as áreas de menor risco, no interior dos estados. A taxa média de assassinatos nas capitais caiu de 45,7 para 36,6 a cada 100.000 habitantes, entre 1997 e 2007. Por outro lado, as ocorrências em municípios do interior subiram de 13,5 para 18,5 a cada 100.000 habitantes no mesmo período.

O sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz é o responsável pela elaboração do Mapa da Violência no Brasil, um estudo detalhado sobre os índices de criminalidade em todos os municípios. Ele afirma que o Governo Federal deve ajudar a envolver municípios no combate à violência tomando a frente no trabalho de inteligência e mapeando os problemas regionais. “O combate tem que ser específico para cada tipo de região. Tem que haver diagnóstico. O primeiro passo da cura é a consciência da enfermidade. Difundiu-se entre nós a ideia de que a violência é um fenômeno quase natural, o que é um erro. Ela é um fenômeno determinado por fatores específicos que podem ser removidos”, diz Waiselfisz.

Segundo ele, três estados que canalizaram recursos para o combate à violência, São Paulo, Minas e Rio, apresentaram quedas nas taxas de homicídios em anos recentes. Porém, houve prioridade nas capitais, o que fez com que a violência se deslocasse ou diminuísse menos no interior. “Em São Paulo, os homicídios caíram 65% na capital e, no interior, apenas 27%. No Rio, a partir de 2004, a queda na capital e na região metropolitana foi de 39,8%, mas no interior houve aumento de 33,6%”, explica Waiselfisz.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/os-gargalos-daseguranca- publica

Observe a oração abaixo e, em seguida, assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabeleça o mesmo sentido e tenha a mesma classificação que a conjunção destacada na oração abaixo.

Segundo ele, três estados que canalizaram recursos para o combate à violência, São Paulo, Minas e Rio, apresentaram quedas nas taxas de homicídios em anos recentes.”

Alternativas
Q2727733 Português

Leia o texto adaptado abaixo para responder às questões de 1 a 3.

Os gargalos da segurança pública


O Governo Federal mantém certa distância do tema segurança pública no Brasil, uma vez que, por determinação constitucional, o controle das polícias militar e civil fica a cargo dos estados. Contudo, especialistas afirmam que caberá à presidente eleita combater ao menos dois gargalos que colocam o país entre os países mais violentos do planeta: impunidade e baixo investimento em inteligência.

Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revelou que o Brasil, com 2,8% da população mundial, registrou 11% das mortes por arma de fogo do planeta em 2004. Para especialistas, as diferenças regionais deveriam influir no tipo de combate à violência. As capitais e regiões metropolitanas ainda concentram a maior parte dos assassinatos, mas os índices apresentam queda nos últimos anos, graças a investimentos (ainda insuficientes) em programas como bancos de dados, combate à impunidade e construção de prisões. Essas regiões são afetadas especialmente pelo tráfico de drogas.

Nos últimos anos, o Brasil se tornou o segundo maior consumidor mundial e um dos maiores centros de movimentação de cocaína. Estima-se que o país consuma de 40 a 50 toneladas da droga por ano, exportando mais ou menos a mesma quantidade. A Polícia Federal e as polícias estaduais apreendem apenas 15% de toda a cocaína que circula pelo território nacional. Os principais fornecedores do Brasil são Bolívia, Colômbia e Peru.

Interiorização – A partir de 1999, as regiões metropolitanas receberam a maior parte dos recursos para o combate à violência. Foram canalizados recursos federais e estaduais para aparelhamento dos sistemas de segurança. Isso dificultou a ação da criminalidade organizada, que migrou para as áreas de menor risco, no interior dos estados. A taxa média de assassinatos nas capitais caiu de 45,7 para 36,6 a cada 100.000 habitantes, entre 1997 e 2007. Por outro lado, as ocorrências em municípios do interior subiram de 13,5 para 18,5 a cada 100.000 habitantes no mesmo período.

O sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz é o responsável pela elaboração do Mapa da Violência no Brasil, um estudo detalhado sobre os índices de criminalidade em todos os municípios. Ele afirma que o Governo Federal deve ajudar a envolver municípios no combate à violência tomando a frente no trabalho de inteligência e mapeando os problemas regionais. “O combate tem que ser específico para cada tipo de região. Tem que haver diagnóstico. O primeiro passo da cura é a consciência da enfermidade. Difundiu-se entre nós a ideia de que a violência é um fenômeno quase natural, o que é um erro. Ela é um fenômeno determinado por fatores específicos que podem ser removidos”, diz Waiselfisz.

Segundo ele, três estados que canalizaram recursos para o combate à violência, São Paulo, Minas e Rio, apresentaram quedas nas taxas de homicídios em anos recentes. Porém, houve prioridade nas capitais, o que fez com que a violência se deslocasse ou diminuísse menos no interior. “Em São Paulo, os homicídios caíram 65% na capital e, no interior, apenas 27%. No Rio, a partir de 2004, a queda na capital e na região metropolitana foi de 39,8%, mas no interior houve aumento de 33,6%”, explica Waiselfisz.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/os-gargalos-daseguranca- publica

Observe o trecho transcrito do texto e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra destacada de acordo com o contexto.

“Para especialistas, as diferenças regionais deveriam influir no tipo de combate à violência.”

Alternativas
Q2727732 Português

Leia o texto adaptado abaixo para responder às questões de 1 a 3.

Os gargalos da segurança pública


O Governo Federal mantém certa distância do tema segurança pública no Brasil, uma vez que, por determinação constitucional, o controle das polícias militar e civil fica a cargo dos estados. Contudo, especialistas afirmam que caberá à presidente eleita combater ao menos dois gargalos que colocam o país entre os países mais violentos do planeta: impunidade e baixo investimento em inteligência.

Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revelou que o Brasil, com 2,8% da população mundial, registrou 11% das mortes por arma de fogo do planeta em 2004. Para especialistas, as diferenças regionais deveriam influir no tipo de combate à violência. As capitais e regiões metropolitanas ainda concentram a maior parte dos assassinatos, mas os índices apresentam queda nos últimos anos, graças a investimentos (ainda insuficientes) em programas como bancos de dados, combate à impunidade e construção de prisões. Essas regiões são afetadas especialmente pelo tráfico de drogas.

Nos últimos anos, o Brasil se tornou o segundo maior consumidor mundial e um dos maiores centros de movimentação de cocaína. Estima-se que o país consuma de 40 a 50 toneladas da droga por ano, exportando mais ou menos a mesma quantidade. A Polícia Federal e as polícias estaduais apreendem apenas 15% de toda a cocaína que circula pelo território nacional. Os principais fornecedores do Brasil são Bolívia, Colômbia e Peru.

Interiorização – A partir de 1999, as regiões metropolitanas receberam a maior parte dos recursos para o combate à violência. Foram canalizados recursos federais e estaduais para aparelhamento dos sistemas de segurança. Isso dificultou a ação da criminalidade organizada, que migrou para as áreas de menor risco, no interior dos estados. A taxa média de assassinatos nas capitais caiu de 45,7 para 36,6 a cada 100.000 habitantes, entre 1997 e 2007. Por outro lado, as ocorrências em municípios do interior subiram de 13,5 para 18,5 a cada 100.000 habitantes no mesmo período.

O sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz é o responsável pela elaboração do Mapa da Violência no Brasil, um estudo detalhado sobre os índices de criminalidade em todos os municípios. Ele afirma que o Governo Federal deve ajudar a envolver municípios no combate à violência tomando a frente no trabalho de inteligência e mapeando os problemas regionais. “O combate tem que ser específico para cada tipo de região. Tem que haver diagnóstico. O primeiro passo da cura é a consciência da enfermidade. Difundiu-se entre nós a ideia de que a violência é um fenômeno quase natural, o que é um erro. Ela é um fenômeno determinado por fatores específicos que podem ser removidos”, diz Waiselfisz.

Segundo ele, três estados que canalizaram recursos para o combate à violência, São Paulo, Minas e Rio, apresentaram quedas nas taxas de homicídios em anos recentes. Porém, houve prioridade nas capitais, o que fez com que a violência se deslocasse ou diminuísse menos no interior. “Em São Paulo, os homicídios caíram 65% na capital e, no interior, apenas 27%. No Rio, a partir de 2004, a queda na capital e na região metropolitana foi de 39,8%, mas no interior houve aumento de 33,6%”, explica Waiselfisz.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/os-gargalos-daseguranca- publica

De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo.


I. Embora haja investimentos em programas que combatem a impunidade, o índice de assassinatos nas regiões metropolitanas e capitais tem ascendido.

II. Segundo o sociólogo mencionado no texto, os problemas regionais devem ser mapeados e deve haver um trabalho de inteligência para que a violência seja combatida.

III. Em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, houve canalização de recursos para combater a violência e as taxas de homicídios em anos recentes caíram. O mesmo não ocorreu no interior.


É correto o que se afirma em

Alternativas
Q2724966 Matemática

Uma das citações oriundas da linguagem matemática mais ouvidas no dia a dia é: “a ordem dos fatores não altera o produto”. Essa afirmação é decorrente da propriedade comutativa da multiplicação de números reais: quaisquer que sejam os números reais a e b tem-se a . b = b . a.


Dados os itens sobre a comutatividade da adição, da subtração e da divisão de números reais,


I. A ordem das parcelas não altera a soma.

II. A ordem dos minuendo e subtraendo não altera a subtração.

III. A ordem dos dividendo e divisor não altera a divisão.


verifica-se que está(ão) correto(s) apenas

Alternativas
Q2724965 Matemática

Em resposta a um pedido de cotação de preços de alguns produtos, uma loja enviou a seguinte planilha.



Produto

Preço unitário (R$)

Resma de papel A4

15,00

Cartucho para impressora modelo AKB28

22,00

Caixa de grampos 250

1,80

Caixa de clips 13

1,40


Se a Assistente Administrativa Josefa precisa preencher a planilha para efetuar a compra desejada,



Produto

Quantidade

Preço

unitário (R$)

Custo

(R$)

Resma de papel A4

5

15,00


Cartucho para impressora modelo AKB28

6

22,00


Caixa de grampos 250

10

1,80


Caixa de clips 13

15

1,40


Total




qual o valor da célula correspondente ao Total?

Alternativas
Q2724960 Português

A questão 19 refere-se ao texto abaixo.


“A alegria, na ausência, tem o nome de saudade: doce e amargo. A alegria é doce; ausência é amarga. Por isso, a páscoa judaica era celebrada com ervas amargas. Fome é saudade: o corpo sente a dor de uma coisa que falta. A moqueca começa com uma saudade culinária.”


RUBEM. A. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzher, Marx e Babette, São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2011 (Fragmento).

No pensamento de Rubem Alves, qual o elemento básico para a construção de sua ideia central?

Alternativas
Q2724959 Português

A questão 18 refere-se ao texto abaixo.


“Há uma luta silenciosa dentro do governo contra a máquina de fabricar sindicatos artificiais. A proposta reside num decreto que permite transformar milhares de comunidades de pescadores espalhadas em cada praia do litoral do País em sindicatos de trabalhadores, sugestão que não tem nada a ver com direitos trabalhistas, mas com os ganhos que o imposto sindical pode proporcionar às lideranças, burocratas e autoridades envolvidas.”


Revista Veja, 2014, p. 29.

Qual a função sintática do “que” no texto acima, na ordem em que surge?

Alternativas
Q2724958 Português

A questão 17 refere-se ao texto abaixo.


“Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: Jamais o verei. Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.”


TELLES, L. F. Durante aquele estranho chá: Memória e Ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (Fragmento).

O uso do vocábulo “porém” indica que

Alternativas
Q2724957 Português

A questão 16 refere-se ao texto abaixo.


“[...] haviam caminhado léguas quase sem sentir. De repente veio a fraqueza. Devia ser fome. Fabiano ergueu a cabeça, piscou os olhos por baixo da aba negra e queimada do chapéu de couro. Meio dia, pouco mais ou menos. Baixou os olhos encandeados, procurou descobrir na planície uma sombra ou sinal de água.”


RAMOS, G. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 1977 (Fragmento).

Dos elementos utilizados para elaborar a narração, o autor enfatiza

Alternativas
Q2724955 Português

A questão 14 refere-se ao texto abaixo.


“Confesso-te honestamente o que sou. Se não te agradam sentimentos tão excessivos, mata-me. Porém não me mates logo: mata-me devagar, deitando veneno no que me escreveres. Provavelmente sabes fazê-lo.”


RAMOS, G. Cartas de amor a Heloísa. Rio de Janeiro: Record, 1994 (Fragmento).

Qual a função da linguagem predominante no fragmento acima?

Alternativas
Q2724953 Português

A questão 12 refere-se ao texto abaixo.


Sobre palavras, disse o poeta Pablo Neruda: “Persigo algumas palavras. São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema... Agarro-as no voo, quando vão zumbindo, e capturo-as, limpo-as, aparo-as, preparo-me diante do prato, sinto-as cristalinas, vibrantes, ebúrneas, vegetais, oleosas, como frutas, como algas, como ágatas, como azeitonas.”


NERUDA, P. Confesso que vivi: Memórias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997 (Fragmento).

Assim, para ele, a palavra

Alternativas
Q2724951 Português

Considere o seguinte texto:


“Entregava sua vida a ela, totalmente. Ele não sabia por que, mas lhe agradavam os carinhos, as horas que passavam ali no pardo da madrugada. Assistiam silenciosamente à chegada da manhã.”


TEZA, C. O fotógrafo. São Paulo: Record, 2008.


As alternativas abaixo exibem alguns trechos modificados. Assinale aquela que apresenta danos à norma culta.

Alternativas
Q2724950 Português

A questão 9 refere-se ao texto abaixo.


O poste


“O Estado brasileiro historicamente negligencia diversas de suas funções éticas, entre elas a de promover a segurança pública. No Estado de Direito, que em essência impõe limites e deveres ao próprio Estado, isso é crime de omissão. Ainda assim, tal omissão não torna ilegítimos os governantes, uma vez que foram democraticamente eleitos pelo povo e que esse mesmo povo tem na ferramenta política do voto a capacidade de também afastá-los do poder. Totalmente ilegítima, isso sim, é a moda que no País está se instalando de práticas truculentas e criminosas que, demagogicamente, se pretendem justificar justamente pela omissão do Estado na área da segurança – como se um erro desculpasse outro erro. Entre tais práticas está o bárbaro espetáculo de linchamento de pessoas que são pegas, por exemplo, furtando ou causando acidentes no trânsito – foram 19 linchamentos nas duas últimas semanas em todo o Brasil, incluindo o de um motorista que perdeu a direção e atropelou alguém porque passou mal ao volante: teve um infarto, dava tempo de ser socorrido, mas morreu de tomar pancada. Qualquer cidadão tem o aval constitucional de conter alguém que esteja praticando um ato antissocial, só que em contrapartida tem o dever de acionar a polícia. Nem Estados de exceção outorgam a quem quer que seja a função de xerife de plantão para amarrar infratores em postes ou sobre formigueiros, como vem ocorrendo, e insuflar gente a linchar o amarrado.”


Antonio Carlos Prado. Revista Istoé, 28 fev. 2014. p. 98.

Qual o ponto de vista central defendido pelo autor ao longo do texto?

Alternativas
Respostas
4701: B
4702: E
4703: C
4704: B
4705: C
4706: B
4707: E
4708: D
4709: E
4710: B
4711: A
4712: E
4713: C
4714: D
4715: E
4716: A
4717: C
4718: E
4719: C
4720: C