Questões de Concurso Para psicólogo

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Q3282038 Português
As sentenças a seguir apresentam casos de inadequação no emprego do acento indicativo de crase:

I. Enviei cartas à todas as minhas amigas.
II. Desejo o melhor à esta garota.
III. Acessou à cada um dos sites para checar as informações.

Pode-se dizer que a regra geral por trás da incorreção em todas as sentenças dadas, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é:
Alternativas
Q3282034 Português
Dentre as palavras a seguir, a única que admite a flexão de gênero e que pode, portanto, receber o morfema de gênero masculino (-o) em sua terminação é:
Alternativas
Q3282033 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A primavera chegou



      Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:


      – Com a vossa permissão, a primavera chegou. 


      – Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.


     Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.


      – Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu? 


      – Nasceu em minha perna de pau, senhora.


     Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…


      Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.


      É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:  


     – Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene



      Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…


       Mas ela recitaria: 


      “Comigo fica ou leva-me contigo


      Dos mares à amplidão”.


    Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!



BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13047/aprimavera-chegou>..

O verbo “haver” em “Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos” é empregado com o mesmo sentido que em:
Alternativas
Q3282031 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A primavera chegou



      Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:


      – Com a vossa permissão, a primavera chegou. 


      – Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.


     Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.


      – Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu? 


      – Nasceu em minha perna de pau, senhora.


     Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…


      Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.


      É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:  


     – Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene



      Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…


       Mas ela recitaria: 


      “Comigo fica ou leva-me contigo


      Dos mares à amplidão”.


    Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!



BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13047/aprimavera-chegou>..

Avalie as afirmações a seguir, com base no texto, e assinale a alternativa que as classifica corretamente como verdadeiras (V) ou falsas (F), considerando-se especialmente a concepção do narrador.

I. A chegada da primavera só acontece de fato após a permissão das autoridades locais.
II. A primavera é a única estação do ano que não é valorizada no Rio de Janeiro.
III. Sem a devida atenção, não é possível enxergar a chegada da primavera.
IV. Os povos escandinavos não estimam a primavera tanto quanto os brasileiros o fazem.
V. A imaginação é um recurso necessário para se perceber o encantamento da primavera. 
Alternativas
Q3282030 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A primavera chegou



      Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:


      – Com a vossa permissão, a primavera chegou. 


      – Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.


     Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.


      – Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu? 


      – Nasceu em minha perna de pau, senhora.


     Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…


      Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.


      É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:  


     – Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene



      Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…


       Mas ela recitaria: 


      “Comigo fica ou leva-me contigo


      Dos mares à amplidão”.


    Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!



BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13047/aprimavera-chegou>..

O tempo composto “houvesse sido”, que ocorre em “Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata”, combina formas verbais que correspondem, respectivamente, aos tempos:
Alternativas
Q3280203 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o Artigo 247 do Estatuto da Criança e do Adolescente: divulgar, total ou parcialmente, sem autorização devida, por qualquer meio de comunicação, nome, ato ou documento de procedimento policial, administrativo ou judicial relativo a criança ou adolescente a que se atribua ato infracional: Pena - multa de ___________ salários de referência, aplicando-se o dobro em caso de reincidência.
Assinale a alternativa que preenche de forma CORRETA a lacuna do enunciado:
Alternativas
Q3280201 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A Lei 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990, que dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente menciona que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Com base na lei analise as assertivas abaixo:

I. A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.
II. A garantia de prioridade compreende a primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias, precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.
III. É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3280200 Psicologia
A história da psicologia não é apenas um relato do passado, mas também uma inspiração para o presente e uma bússola para o futuro. Nas últimas décadas, a psicologia tem se expandido e diversificado, abraçando novas abordagens e áreas de estudo. Alguns desenvolvimentos notáveis incluem, EXCETO:
Alternativas
Q3280198 Saúde Pública
A Atenção Básica é o conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada, realizada com equipe multiprofissional e dirigida à população em território definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária.
Neste contexto, analise os itens abaixo e depois marque a alternativa CORRETA:

I. A Atenção Básica será a principal porta de entrada e centro de comunicação da RAS, coordenadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços disponibilizados na rede.
II. A Atenção Básica será ofertada parcialmente e gratuitamente a todas as pessoas, de acordo com suas necessidades e demandas do território, considerando os determinantes de saúde.
III. É proibida qualquer exclusão baseada em idade, gênero, raça/cor, etnia, crença, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero, estado de saúde, condição socioeconômica, escolaridade, limitação física, intelectual, funcional e outras.

Alternativas:
Alternativas
Q3280197 Saúde Pública
São princípios gerais do financiamento para o Sistema Único de Saúde: Responsabilidade das três esferas de gestão – União, Estados e Municípios, o financiamento de custeio com recursos federais constituído, organizados e transferidos em blocos de recursos, as bases de cálculo que formam cada Bloco e os montantes financeiros destinados para os Estados, Municípios e Distrito Federal devem compor memórias de cálculo, para fins de histórico e monitoramento.
Os blocos de financiamento para o custeio são, EXCETO:
Alternativas
Q3280195 Saúde Pública
É o conjunto de serviços executados pela equipe de saúde que atendam às necessidades da população adscrita nos campos do cuidado, da promoção e manutenção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, da cura, da reabilitação, redução de danos e dos cuidados paliativos. Inclui a responsabilização pela oferta de serviços em outros pontos de atenção à saúde e o reconhecimento adequado das necessidades biológicas, psicológicas, ambientais e sociais causadoras das doenças, e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins, além da ampliação da autonomia das pessoas e coletividade.
Qual princípio está sendo mencionado acima?
Alternativas
Q3280193 História e Geografia de Estados e Municípios

De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, a cidade, sendo uma terra de planície (80%), localizada a 20 quilômetros da escarpa da Serra Geral e com um clima úmido, é natural que seja rasgado por diversos cursos pluviais que fazem do município um verdadeiro paraíso de rios. O território municipal pertence a bacia hidrográfica do Rio Araranguá e o regime dos rios turvenses é fluvial, pois as suas cheias dependem das chuvas.


Sobre este tema, e considerando as informações do site oficial do município, dentre os rios que atravessam Turvo, podemos citar, EXCETO:

Alternativas
Q3280188 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


À Beira-Mar


     Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.


    Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.


    Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.


   — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.


    O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. 


    — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. 


   O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:


   — Deixa eu jogar neles.


   O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:


    — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.


   O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.


     — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?


     — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”

Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 

O gênero crônica, em virtude de seu estilo de escrita aproximar-se da linguagem do cotidiano, tem a liberdade de usar de termo mais coloquiais e que muitas vezes fogem das regras da gramática da língua portuguesa. Observe o trecho abaixo retirado do texto de Stanislaw Ponte Preta e assinale a alternativa que justifique de forma equivocada os desvios cometidos pelo autor:

[...] quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante.

Alternativas:
Alternativas
Q3279704 Psicologia
Jacob L. Moreno é um dos mais proeminentes estudiosos da Dinâmica dos Grupos. Sua teoria forma, até hoje, profissionais de várias áreas, inclusive da psicologia. Marque a alternativa INCORRETA sobre os termos por ele definidos:
Alternativas
Q3279703 Psicologia
Entende-se que a Avaliação Psicológica com propósito clínico, denominada também de psicodiagnóstico ou diagnóstico psicológico, é um processo científico, bi pessoal, de duração limitada no tempo, que compreende uma série de passos. As especificações a seguir fazem parte dos passos da avaliação, EXCETO:
Alternativas
Q3279702 Psicologia
Sobre as diversas Técnicas Psicoterápicas, relacione:
Coluna 1:
I. Psicoterapia Breve Dinâmica II. Psicoterapia de Apoio III. Psicoterapia de Orientação Analítica IV. Terapia Cognitivo-Comportamental V. Terapia Familiar e de Casal
Coluna 2:
A. É contraindicada para características paranoides ou esquizoides muito intensas, assim como transtorno grave do caráter, especialmente se for conduta antissocial ou desvio sexual.
B. Uma de suas indicações é para pacientes que não conseguem tolerar uma grande regressão, porém possuem boa capacidade de insight e algum grau de integração do ego.
C. Possui como contraindicações pacientes psicóticos, doenças afetivas, adições e sintomas obsessivos-compulsivos ou fóbicos incapacitantes.
D. Tem como um dos objetivos principais a restauração do nível prévio de funcionamento e é indicada também, para pacientes psicóticos.
E. A aprendizagem como fator de modificação do comportamento, faz parte da sua técnica;
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3279701 Psicologia
“A primeira abordagem para o estudo formal da personalidade foi a psicanálise, criação de Sigmund Freud, que começou seu trabalho no final do século XIX. Quase todas as teorias da personalidade desenvolvidas nos anos que se seguiram à obra de Freud têm um vínculo com a sua posição, seja por se apoiarem nela, seja por se oporem a ela.”
(SCHULTZ&SCHULTZ. 2021, P.35)
Os neopsicanalistas como Carl Jung, Alfred Adler, Erik Erikson e Karen Honey que inicialmente eram leais e comprometidos com os preceitos psicanalíticos freudianos foram se rebelando e ofereceram suas próprias visões da personalidade. Eles se distinguiam entre si e, em relação à psicanálise em vários aspectos, porém foram unânimes em discordar da teoria freudiana em dois aspectos. São eles:
Alternativas
Q3279700 Psicologia
Sobre à QVT (Qualidade de Vida no Trabalho), analise as assertivas:
I. Segundo Nadler e Lawler (1983), a QVT não é apenas sobre aumentar a produtividade, trata-se de buscar maior eficiência sem comprometer a motivação e satisfação dos indivíduos no ambiente de trabalho.
II. O Modelo de Walton (1973), é um dos mais aceitos e utilizados por pesquisadores brasileiros, mesmo considerando-se a sua anterioridade e a dificuldade em aplicá-lo, por conta da linguagem muito técnica, principalmente dentro de populações de trabalhadores de baixo nível de escolaridade.
III. O Modelo biopsicossocial de Limongi-França (2002), elenca quatro conjuntos de fatores, são eles: fatores psicológicos, fatores biológicos, fatores sociais e fatores organizacionais, com igual importância para todos.
IV. O Modelo proposto por Hackman e Oldham (1975), apresenta quatro indicadores fundamentais: o econômico, o político, o sociológico e o psicológico.
V. Já Westley (1979), analisa a QVT a partir de um modelo no qual os aspectos da dimensão da tarefa são os mais importantes, pois são eles que proporcionam estados psicológicos críticos vividos pelas pessoas em sua relação com o trabalho.
VI. Limongi-França (2008), propõe um enfoque onde sejam definidos três níveis de atuação: G-QVT Estratégico, G-QVT Gerencial e G-QVT Operacional.
Estão CORRETAS as assertivas
Alternativas
Q3279699 Psicologia
Em relação à metodologia ABA, assinale a opção INCORRETA:
Alternativas
Q3279698 Psicologia
Em relação ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) analise as sentenças julgando-as entre CORRETA (C) OU INCORRETA (IN):
(....) A identificação de atrasos no desenvolvimento e o apoio educacional na idade mais precoce possível são duas ações que podem levar a melhores resultados a longo prazo.
(....) O tratamento oportuno com estimulação precoce deve ser preconizado em qualquer caso de suspeita de TEA ou desenvolvimento atípico da criança, independentemente de confirmação diagnóstica.
(....) Sinais de alerta no neurodesenvolvimento da criança podem ser percebidos nos primeiros meses de vida, sendo o diagnóstico estabelecido por volta dos 2 a 3 meses de idade.
(....) A etiologia do transtorno do espectro autista permanece desconhecida, porém evidências apontam que não há uma causa única, mas sim a interação de fatores genéticos e ambientais, embora os ambientais apenas interferem em pessoas geneticamente predispostas.
(....) Prejuízo intelectual, prejuízo de linguagem, epilepsia e catatonia, são critérios que fazem parte do diagnóstico do TEA, desde os primeiros achados sobre sua etiologia.
(....) Uma escala de severidade para cada domínio – social e de comunicação – foi incluído como critério na atualização do DSM-V.

Assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Respostas
11861: D
11862: C
11863: A
11864: B
11865: B
11866: C
11867: E
11868: D
11869: C
11870: D
11871: A
11872: C
11873: A
11874: C
11875: E
11876: A
11877: B
11878: C
11879: D
11880: C