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Leia o trecho a seguir.
Ontem Eduardo acordou ___ 8h30 em ponto. ___ vezes tinha dificuldades para dormir, mas havia tido uma boa noite. Olhou-se no espelho e gostou do que viu, cultivava uma barba ___ Che Guevara. Saiu de casa e foi para o ponto, ___ espera de seu ônibus.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores.
Analise as sentenças a seguir.
I. Fui ao aniversário de Ana, __________ comi brigadeiros.
II. ___________ goste de Camila, não sei se ela é confiável.
III. Instalei a máquina de lavar _________instruía o manual.
IV. Vou embora dessa festa _________ já estou muito cansada.
Considerando a manutenção da coerência, assinale a alternativa em que as conjunções correspondentes às lacunas nas sentenças estão correta e respectivamente indicadas.
Leia o texto a seguir.
“Márcio era o novo amigo de Orlando. (Portanto) Estavam sempre juntos. (No entanto) Quando o conheci, não tive boa impressão. (De modo que) Não nos tornamos um trio à primeira vista. (À medida que) O tempo passou, o conheci melhor e comecei a estimá-lo como um irmão.”
As conjunções destacadas entre parênteses podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido e respectivamente, pelos seguintes termos:
Analise a imagem a seguir.

Sobre tal imagem, analise estas afirmativas.
I. Mimosa é um entre os vários nomes utilizados para identificar a fruta retratada na imagem.
II. A variação linguística regional registra nomes distintos para identificar o mesmo elemento e elege um deles como o correto, de acordo com a norma-padrão.
III. Avariação observada em Minas Gerais – mexerica – está incorreta, de acordo com a norma-padrão.
Está correto o que se afirma em
Leia a sentença a seguir.
“Nosso interlocutor de pesquisa queria sentir o efêmero prazer e poder proporcionados pela compra de um objeto de status.”
Disponível em:<https://tinyurl.com/y2l3qbqw> . Acesso em: 23 jul. 2019 (Adaptação).
O acento na palavra destacada ocorre pela mesma regra de acentuação observada em:
Saiba por que o canudinho, vilão ecológico da vez, não merece a má reputação
O canudo de plástico é o vilão da vez. Em defesa do meio ambiente, alguns restaurantes estão substituindo o objeto por opções duráveis, ou até mesmo retirando-os de circulação. No Legislativo, porém, estão surgindo propostas sem meio-termo: querem banir o objeto de cidades inteiras, com sanções a estabelecimentos que desrespeitarem a norma, como em Curitiba e no Rio de Janeiro. Essas iniciativas que começam a se multiplicar no Brasil fazem parte de uma onda global contra o pequeno artefato, que ganhou impulso após as imagens chocantes de uma tartaruga marinha com um canudo preso no nariz, em um vídeo que circula desde 2015.
A quantidade de plásticos que vai parar nos oceanos é um problema ambiental mundial, e o canudo é um dos principais itens jogados na costa litorânea, mas a guerra declarada contra um único produto está banalizando o debate e escondendo o principal: o responsável pela poluição não é um objeto e nem o conjunto deles, mas sim o ser humano, que não sabe dar a destinação correta aos seus resíduos.
O canudinho é, de fato, desnecessário na maioria dos casos, e por isso sua demonização ganhou terreno tão facilmente. Mas a campanha contra é tão forte que já foi contaminada até por fake news, como as que dizem que o objeto não é fácil de se reciclar e que, mesmo quando ele é corretamente jogado fora, pode ser levado pelo vento, sem dados que embasem essas afirmações. Mas o canudo, formado basicamente por polipropileno, um derivado do petróleo, é um item reciclável, e na economia circular serve de matéria-prima para vários outros itens de plástico.
Segundo o economista Christian Luiz da Silva, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campanhas como a essa contra o canudo são movimentadas por um interesse comercial que tem respaldo na defesa do meio ambiente. “Um bar que deixa de usar canudo passa a ter redução de custos, e isso cabe bem dentro de um discurso ambiental. Não que esteja errado, mas é uma gota no oceano”, observa ele, que realiza pesquisas referentes à gestão dos resíduos sólidos.
[...]
De todo modo, o uso consciente do canudo e de qualquer plástico é defendido pelos especialistas. “Precisamos replicar o comportamento. Se não fixarmos, vira moda, e só voltaremos a nos preocupar com isso até que apareça outra tartaruga que nos choque”, opina Cláudio Gonçalves Tiago, do Cebimar. Ele diz que a educação é fundamental, no seu sentido amplo, não só nas questões ambientais. Para Silvia Rolim, o canudo é um símbolo emblemático, mas só ele não resolve.
“Você pode reduzir o uso de todos os produtos, e com isso sim, se todos tivermos essa consciência, vai ter menos lixo no mundo”. Mas todos criticam a proibição e as penalidades impostas.
[...]
Disponível em:<https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/saiba-por-que-o-canudinho-vilao-ecologico-da-vez-nao-merece-a-ma-reputacao-1xkl89fgu33gzffofghbw7nbq/>
Analise o anúncio a seguir.

Em uma relação comparativa com o texto em questão,
é correto afirmar que esse anúncio
Saiba por que o canudinho, vilão ecológico da vez, não merece a má reputação
O canudo de plástico é o vilão da vez. Em defesa do meio ambiente, alguns restaurantes estão substituindo o objeto por opções duráveis, ou até mesmo retirando-os de circulação. No Legislativo, porém, estão surgindo propostas sem meio-termo: querem banir o objeto de cidades inteiras, com sanções a estabelecimentos que desrespeitarem a norma, como em Curitiba e no Rio de Janeiro. Essas iniciativas que começam a se multiplicar no Brasil fazem parte de uma onda global contra o pequeno artefato, que ganhou impulso após as imagens chocantes de uma tartaruga marinha com um canudo preso no nariz, em um vídeo que circula desde 2015.
A quantidade de plásticos que vai parar nos oceanos é um problema ambiental mundial, e o canudo é um dos principais itens jogados na costa litorânea, mas a guerra declarada contra um único produto está banalizando o debate e escondendo o principal: o responsável pela poluição não é um objeto e nem o conjunto deles, mas sim o ser humano, que não sabe dar a destinação correta aos seus resíduos.
O canudinho é, de fato, desnecessário na maioria dos casos, e por isso sua demonização ganhou terreno tão facilmente. Mas a campanha contra é tão forte que já foi contaminada até por fake news, como as que dizem que o objeto não é fácil de se reciclar e que, mesmo quando ele é corretamente jogado fora, pode ser levado pelo vento, sem dados que embasem essas afirmações. Mas o canudo, formado basicamente por polipropileno, um derivado do petróleo, é um item reciclável, e na economia circular serve de matéria-prima para vários outros itens de plástico.
Segundo o economista Christian Luiz da Silva, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campanhas como a essa contra o canudo são movimentadas por um interesse comercial que tem respaldo na defesa do meio ambiente. “Um bar que deixa de usar canudo passa a ter redução de custos, e isso cabe bem dentro de um discurso ambiental. Não que esteja errado, mas é uma gota no oceano”, observa ele, que realiza pesquisas referentes à gestão dos resíduos sólidos.
[...]
De todo modo, o uso consciente do canudo e de qualquer plástico é defendido pelos especialistas. “Precisamos replicar o comportamento. Se não fixarmos, vira moda, e só voltaremos a nos preocupar com isso até que apareça outra tartaruga que nos choque”, opina Cláudio Gonçalves Tiago, do Cebimar. Ele diz que a educação é fundamental, no seu sentido amplo, não só nas questões ambientais. Para Silvia Rolim, o canudo é um símbolo emblemático, mas só ele não resolve.
“Você pode reduzir o uso de todos os produtos, e com isso sim, se todos tivermos essa consciência, vai ter menos lixo no mundo”. Mas todos criticam a proibição e as penalidades impostas.
[...]
Disponível em:<https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/saiba-por-que-o-canudinho-vilao-ecologico-da-vez-nao-merece-a-ma-reputacao-1xkl89fgu33gzffofghbw7nbq/>
Saiba por que o canudinho, vilão ecológico da vez, não merece a má reputação
O canudo de plástico é o vilão da vez. Em defesa do meio ambiente, alguns restaurantes estão substituindo o objeto por opções duráveis, ou até mesmo retirando-os de circulação. No Legislativo, porém, estão surgindo propostas sem meio-termo: querem banir o objeto de cidades inteiras, com sanções a estabelecimentos que desrespeitarem a norma, como em Curitiba e no Rio de Janeiro. Essas iniciativas que começam a se multiplicar no Brasil fazem parte de uma onda global contra o pequeno artefato, que ganhou impulso após as imagens chocantes de uma tartaruga marinha com um canudo preso no nariz, em um vídeo que circula desde 2015.
A quantidade de plásticos que vai parar nos oceanos é um problema ambiental mundial, e o canudo é um dos principais itens jogados na costa litorânea, mas a guerra declarada contra um único produto está banalizando o debate e escondendo o principal: o responsável pela poluição não é um objeto e nem o conjunto deles, mas sim o ser humano, que não sabe dar a destinação correta aos seus resíduos.
O canudinho é, de fato, desnecessário na maioria dos casos, e por isso sua demonização ganhou terreno tão facilmente. Mas a campanha contra é tão forte que já foi contaminada até por fake news, como as que dizem que o objeto não é fácil de se reciclar e que, mesmo quando ele é corretamente jogado fora, pode ser levado pelo vento, sem dados que embasem essas afirmações. Mas o canudo, formado basicamente por polipropileno, um derivado do petróleo, é um item reciclável, e na economia circular serve de matéria-prima para vários outros itens de plástico.
Segundo o economista Christian Luiz da Silva, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campanhas como a essa contra o canudo são movimentadas por um interesse comercial que tem respaldo na defesa do meio ambiente. “Um bar que deixa de usar canudo passa a ter redução de custos, e isso cabe bem dentro de um discurso ambiental. Não que esteja errado, mas é uma gota no oceano”, observa ele, que realiza pesquisas referentes à gestão dos resíduos sólidos.
[...]
De todo modo, o uso consciente do canudo e de qualquer plástico é defendido pelos especialistas. “Precisamos replicar o comportamento. Se não fixarmos, vira moda, e só voltaremos a nos preocupar com isso até que apareça outra tartaruga que nos choque”, opina Cláudio Gonçalves Tiago, do Cebimar. Ele diz que a educação é fundamental, no seu sentido amplo, não só nas questões ambientais. Para Silvia Rolim, o canudo é um símbolo emblemático, mas só ele não resolve.
“Você pode reduzir o uso de todos os produtos, e com isso sim, se todos tivermos essa consciência, vai ter menos lixo no mundo”. Mas todos criticam a proibição e as penalidades impostas.
[...]
Disponível em:<https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/saiba-por-que-o-canudinho-vilao-ecologico-da-vez-nao-merece-a-ma-reputacao-1xkl89fgu33gzffofghbw7nbq/>
Saiba por que o canudinho, vilão ecológico da vez, não merece a má reputação
O canudo de plástico é o vilão da vez. Em defesa do meio ambiente, alguns restaurantes estão substituindo o objeto por opções duráveis, ou até mesmo retirando-os de circulação. No Legislativo, porém, estão surgindo propostas sem meio-termo: querem banir o objeto de cidades inteiras, com sanções a estabelecimentos que desrespeitarem a norma, como em Curitiba e no Rio de Janeiro. Essas iniciativas que começam a se multiplicar no Brasil fazem parte de uma onda global contra o pequeno artefato, que ganhou impulso após as imagens chocantes de uma tartaruga marinha com um canudo preso no nariz, em um vídeo que circula desde 2015.
A quantidade de plásticos que vai parar nos oceanos é um problema ambiental mundial, e o canudo é um dos principais itens jogados na costa litorânea, mas a guerra declarada contra um único produto está banalizando o debate e escondendo o principal: o responsável pela poluição não é um objeto e nem o conjunto deles, mas sim o ser humano, que não sabe dar a destinação correta aos seus resíduos.
O canudinho é, de fato, desnecessário na maioria dos casos, e por isso sua demonização ganhou terreno tão facilmente. Mas a campanha contra é tão forte que já foi contaminada até por fake news, como as que dizem que o objeto não é fácil de se reciclar e que, mesmo quando ele é corretamente jogado fora, pode ser levado pelo vento, sem dados que embasem essas afirmações. Mas o canudo, formado basicamente por polipropileno, um derivado do petróleo, é um item reciclável, e na economia circular serve de matéria-prima para vários outros itens de plástico.
Segundo o economista Christian Luiz da Silva, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campanhas como a essa contra o canudo são movimentadas por um interesse comercial que tem respaldo na defesa do meio ambiente. “Um bar que deixa de usar canudo passa a ter redução de custos, e isso cabe bem dentro de um discurso ambiental. Não que esteja errado, mas é uma gota no oceano”, observa ele, que realiza pesquisas referentes à gestão dos resíduos sólidos.
[...]
De todo modo, o uso consciente do canudo e de qualquer plástico é defendido pelos especialistas. “Precisamos replicar o comportamento. Se não fixarmos, vira moda, e só voltaremos a nos preocupar com isso até que apareça outra tartaruga que nos choque”, opina Cláudio Gonçalves Tiago, do Cebimar. Ele diz que a educação é fundamental, no seu sentido amplo, não só nas questões ambientais. Para Silvia Rolim, o canudo é um símbolo emblemático, mas só ele não resolve.
“Você pode reduzir o uso de todos os produtos, e com isso sim, se todos tivermos essa consciência, vai ter menos lixo no mundo”. Mas todos criticam a proibição e as penalidades impostas.
[...]
Disponível em:<https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/saiba-por-que-o-canudinho-vilao-ecologico-da-vez-nao-merece-a-ma-reputacao-1xkl89fgu33gzffofghbw7nbq/>
Analise a imagem a seguir:

O quadro A Noite Estrelada, foi pintado em 1889, por:
Analise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
“O _______________________ nasce na Chapada dos Parecis, no Mato Grosso. Ao longo do seu percurso rumo ao sul, recebe vários afluentes importantes como o Cuiabá, o São Lourenço, o Taquari, o Miranda e o Negro.”
O território do Município de Santa Helena, com área superficial de 80,7 km2, compreende o espaço físico que atualmente se encontra sob sua jurisdição, situado no extremo oeste do Estado de Santa Catarina, confrontando-se ao:
I - Norte: com o Município de Belmonte;
II - Sul: com os Municípios de Tunápolis e Iporã do Oeste;
III - Leste: com o Município de Cunha Porã;
IV - Oeste: com a República Argentina.
Dos itens acima: