Questões de Concurso
Para biólogo
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( ) A expressão historinha real constitui uma contradição, o diminutivo minimiza o fato mesmo com o uso do adjetivo real, sugerindo não ser real. ( ) O pronome comigo, assim como contigo e consigo, deve sempre vir acrescido dos vocábulos próprio/própria e mesmo/mesma para reforçar ainda mais a reflexividade. ( ) Os advérbios incansavelmente e instintivamente foram usados com diferentes funções: o primeiro marca a posição da autora frente ao que ela fala e o segundo refere-se ao modo como a conhecida da autora se encolheu. ( ) A autora aprofunda a imagem negativa das insanidades por meio de adjetivos e expressões adjetivas, em Frases sem sentido, afirmações loucas, brigas despudoradas. ( ) No trecho É pra ver se tu tem arma, dona, a linguagem oral é marcada por redução de palavra e pela não concordância entre sujeito e verbo.
Assinale a sequência correta.
I - A autora se mostra indignada contra as vergonhas perpetradas no país e estende esse sentimento aos leitores da revista. II - Lya comenta, de forma intolerante, ações e atitudes acontecidas no país contra as quais incita os leitores a lutar. III - Luft, a partir da fala da pessoa que assaltou uma conhecida, volta-se para fatos atuais do país, já apontados anteriormente como insanidades.
Está correto o que se afirma em
( ) As formas verbais trabalhar e acarretar são formas nominais, pois podem também, em contextos linguísticos diferentes do atual, desempenhar funções próprias dos nomes, a exemplo de o passar do tempo. ( ) O futuro do presente indica uma ação a ser ainda realizada em relação ao tempo atual, a exemplo de manisfestarão no texto. ( ) A forma atuava, no pretérito imperfeito, indica uma ação já realizada antes de um outro fato também já concluído. ( ) Sabem e podem são formas verbais do presente do indicativo e estão pluralizadas pois ligam-se ao mesmo termo: muitos. ( ) O tempo verbal pretérito perfeito do indicativo serve para indicar uma ação que foi realizada e concluída no passado, como a forma circularam.
Assinale a sequência correta.
I - A palavra mal está empregada no texto como adjetivo e sua forma no plural é males. II - Em Esses são alguns dos nós na cartilha de gestão das universidades, o termo nós apresenta sentido de obstáculo, dificuldade. III - Em Os concursos públicos recrutam gente que terá sua vaga garantida até a sua aposentadoria, à revelia dos resultados obtidos ao longo do trabalho., os pronomes que e sua funcionam como elementos coesivos e retomam o sentido do mesmo termo anterior. IV - Os substantivos busca e escolhas são formados a partir do infinitivo dos verbos buscar e escolher, daí serem denominados deverbais.
Estão corretas as afirmativas
Texto II
Carnaval de trazer por casa
Quinze dias antes já os olhos se colavam aos pés, com medo de uma queda que acabasse com o Carnaval. Subíamos e descíamos as escadas, como quem pisa algodão. [...] Nós éramos todas meninas. Tínhamos a idade que julgávamos ser eterna. Sonhávamos com os cinco dias mais prometidos do ano. A folia começava sexta-feira e só terminava terça quando as estrelas iam muito altas. Havia o cheiro das bombinhas que tinham um odor aproximado ao dos ovos podres e que se misturava com o pó do baile que se colava aos lábios. Que se ressentiam vermelhos de dor. Havia o cantor esganiçado em palco a tentar a afinação, que quase nunca conseguia: [...] Depois os bombos saíam à rua, noite fora, dia adentro. [...] E na noite que transformava o frio do inverno no calor do Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos fazia parte do meu código genético. E que o Carnaval ia estar sempre presente nas ruas estreitas da minha aldeia, assim, igual a si próprio, com os carros de bois a chiar pelas ruas, homens vestidos de mulheres com pernas cheias de pelos, mulheres vestidas de bebês, o meu pai vestido de François Mitterrand e eu com a certeza de que o mundo estava todo certo naqueles cinco dias, na minha aldeia.
O outro, o que via nas televisões, não era meu.
(FREITAS, Eduarda. Revista Carta Capital. Disponível em: http:// www.cartacapital.com.br/sociedade/carnaval-de-trazer-porcasa/?autor=40. Acesso em set. 2016.)
Considere o fragmento abaixo para responder à questão seguinte.
“E na noite que transformava o frio do inverno no calor do
Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos
fazia parte do meu código genético.” (1º§)
Texto II
Carnaval de trazer por casa
Quinze dias antes já os olhos se colavam aos pés, com medo de uma queda que acabasse com o Carnaval. Subíamos e descíamos as escadas, como quem pisa algodão. [...] Nós éramos todas meninas. Tínhamos a idade que julgávamos ser eterna. Sonhávamos com os cinco dias mais prometidos do ano. A folia começava sexta-feira e só terminava terça quando as estrelas iam muito altas. Havia o cheiro das bombinhas que tinham um odor aproximado ao dos ovos podres e que se misturava com o pó do baile que se colava aos lábios. Que se ressentiam vermelhos de dor. Havia o cantor esganiçado em palco a tentar a afinação, que quase nunca conseguia: [...] Depois os bombos saíam à rua, noite fora, dia adentro. [...] E na noite que transformava o frio do inverno no calor do Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos fazia parte do meu código genético. E que o Carnaval ia estar sempre presente nas ruas estreitas da minha aldeia, assim, igual a si próprio, com os carros de bois a chiar pelas ruas, homens vestidos de mulheres com pernas cheias de pelos, mulheres vestidas de bebês, o meu pai vestido de François Mitterrand e eu com a certeza de que o mundo estava todo certo naqueles cinco dias, na minha aldeia.
O outro, o que via nas televisões, não era meu.
(FREITAS, Eduarda. Revista Carta Capital. Disponível em: http:// www.cartacapital.com.br/sociedade/carnaval-de-trazer-porcasa/?autor=40. Acesso em set. 2016.)
Considere o fragmento abaixo para responder à questão seguinte.
“E na noite que transformava o frio do inverno no calor do
Carnaval, eu tinha a certeza de que aquele som dos bombos
fazia parte do meu código genético.” (1º§)