Questões de Concurso Para técnico de laboratório - biotério

Foram encontradas 662 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3925990 Técnicas em Laboratório
De acordo com o Guia Brasileiro de Produção e Manutenção de Animais de Laboratório (CONCEA, 2023), a autoclavação é um dos métodos mais seguros para esterilização de resíduos sólidos e insumos em biotérios, devendo ser validada para cada tipo de carga. Em biotérios de alta barreira, como SPF (Specific Pathogen Free) e germ-free, os parâmetros de tempo e temperatura variam conforme o status sanitário e o tipo de material. Diretrizes internacionais da FELASA (Europa) e da AALAS/IACUC (EUA, 2025) reforçam que ciclos mais longos ou temperaturas mais altas são necessários para garantir esterilidade absoluta e manter a barreira gnotobiótica. No contexto das rotinas diárias de um biotério, técnicos precisaram revisar os protocolos de descarte e esterilização de resíduos sólidos. Considerando as normas brasileiras e internacionais de biossegurança, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3925989 Veterinária
Os biotérios podem ser classificados de acordo com sua finalidade e características, mas desde as colônias de produção até as salas de experimentação, cada etapa exige infraestrutura adequada e registros detalhados para garantir rastreabilidade, qualidade, segurança sanitária e bem-estar animal. Com base nesse contexto, é coerente versar que:
Alternativas
Q3925988 Técnicas em Laboratório
O uso de animais em pesquisa científica no Brasil é regulamentado pela Lei n.º 11.794/2008 (Lei Arouca) e pelas normas do CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal). Essas normas estabelecem princípios éticos obrigatórios, como a aplicação dos 3Rs (Reduzir, Refinar e Substituir), a necessidade de aprovação prévia dos projetos pelas Comissões de Ética no Uso de Animais (CEUAs) e a garantia de bem-estar durante todo o ciclo experimental. Com base nesse contexto, assume-se que:
Alternativas
Q3925987 Biomedicina - Análises Clínicas
Amoroso (2024), em sua dissertação intitulada Revisão sistemática sobre medidas de biossegurança em biotérios (UERJ), preconiza que o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e barreiras sanitárias é indispensável para reduzir riscos ocupacionais e evitar contaminação cruzada. O estudo destaca que a adoção rigorosa dessas medidas garante tanto a segurança dos trabalhadores quanto a confiabilidade dos resultados científicos, em consonância com normas nacionais e internacionais de biossegurança. As normas brasileiras que regulamentam o funcionamento de biotérios estão previstas na Lei Arouca e nas Resoluções Normativas do CONCEA. Pautado nas versões vigentes dessas normas e nas boas práticas de biossegurança, é coerente afirmar que:
Alternativas
Q3925986 Veterinária
A Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais em Atividades de Ensino ou de Pesquisa Científi ca (DBCA 2024), publicada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), em novembro de 2024, reúne recomendações atualizadas sobre manejo, bem-estar e ética no uso de animais em pesquisa e ensino, destacando práticas, como enriquecimento ambiental, densidade adequada, métodos humanitários de eutanásia e avaliação prévia por comissões de ética. Com base nas recomendações apresentadas no documento citado, atestase que:
Alternativas
Q3925985 Veterinária
Em uma colônia de roedores, observou-se sincronização dos ciclos estrais das fêmeas quando expostas ao odor de urina de machos. Esse fenômeno é conhecido como Efeito: 
Alternativas
Q3925984 Veterinária
O manejo diário de camundongos em biotérios deve seguir normas estabelecidas pelo CONCEA (Resolução Normativa n.º 30/2016) e ser complementado por manuais técnicos de instituições regulamentadas. O bem-estar animal é um requisito obrigatório e envolve práticas como densidade adequada por caixa, enriquecimento ambiental, fornecimento regular de alimento e água, além da manipulação cuidadosa para reduzir estresse. Durante o manejo diário em um biotério, o técnico percebe que os camundongos estão apresentando sinais de estresse, como piloereção e comportamento agressivo. A equipe precisa adotar medidas alinhadas às boas práticas de bem-estar animal para corrigir a situação. Nesse contexto, a redução e a eliminação dos sinais citados podem ocorrer por meio de:
Alternativas
Q3925983 Veterinária
Os coelhos utilizados em biotérios possuem particularidades fisiológicas que exigem manejo seguro, alojamento adequado e nutrição balanceada. Segundo diretrizes nacionais, a dieta deve ser rica em fibras (mínimo de 15%), com fornecimento diário de ração calculada em função do peso corporal, além de água fresca e enriquecimento ambiental para reduzir estresse. Uma colônia de 20 coelhos adultos, cada um, com peso médio de 3 kg, precisa receber ração balanceada. A recomendação técnica é de 5% do peso corporal em ração por dia. O técnico responsável deve calcular a quantidade total de ração necessária para alimentar todos os animais diariamente. Com base nesse contexto, o consumo diário de cada animal e, consequentemente, da colônia é:
Alternativas
Q3925982 Técnicas em Laboratório
No biotério da Universidade X, técnicos observaram sinais de estresse em colônias de camundongos SPF, como aumento de agressividade e estereotipias. A solução foi introduzir tubos de PVC, ninhos de papel e plataformas, promovendo enriquecimento ambiental. Após a intervenção, os animais apresentaram melhora comportamental e aumento da taxa reprodutiva. Com base nesse contexto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3925981 Veterinária
Técnicos observaram, nas rotinas diárias de um biotério, o aumento de agressividade e queda na taxa de reprodução em colônias de ratos. A investigação revelou que a iluminação estava com luz constante durante 24 horas e que o nível de ruído no ambiente ultrapassava os limites recomendados. Com base nesse contexto e com o objetivo de mitigar amplas variações nos parâmetros ambientais em biotérios, entende-se que o(a):
Alternativas
Q3925980 Veterinária
As normas brasileiras vigentes determinam que a manutenção de linhagens isogênicas (inbred) e heterogênicas (outbred) exigem registros detalhados, mapas genéticos e princípios de controle de qualidade para evitar deriva genética, perda de linhagem e comprometer a validade científica dos experimentos. No dia a dia de um biotério, técnicos identificaram inconsistências em uma colônia de camundongos isogênicos devido a registros incompletos. A solução foi implementar um sistema informatizado de rastreabilidade e reforçar auditorias genéticas, garantindo a manutenção da homogeneidade da linhagem. Com base nesse contexto, afirma-se que: 
Alternativas
Q3925979 Veterinária
Entre os principais desafios para o controle sanitário em biotérios, estão a identificação de ectoparasitas comuns em roedores (como ácaros e piolhos), a detecção de parasitos gastrointestinais (como Heligmosomoides polygyrus e Aspiculuris tetraptera), além da aplicação de técnicas básicas de avaliação parasitológica e observação de sinais clínicos gerais (prurido, alopecia, diarreia, perda de peso). Em casos de surtos parasitários, medidas como quarentena, isolamento de colônias afetadas e reforço de barreiras sanitárias são obrigatórias para evitar disseminação e garantir a validade científica dos experimentos. Com base nesse contexto, pode-se dizer que o(a):
Alternativas
Q3925978 Veterinária
O desenvolvimento de animais knockout (KO) e organismos geneticamente modificados (OGM) é uma prática consolidada em biotérios de instituições de pesquisa, como o ICTB/Fiocruz e a UFRJ. Esses modelos são fundamentais para estudos biomédicos, pois permitem investigar funções gênicas específicas e compreender mecanismos de doenças humanas. O manejo desses animais exige rastreabilidade genética rigorosa, registros detalhados e cuidados reprodutivos para evitar deriva genética ou perda de linhagem. Uma dada colônia apresentou risco de perda da linhagem devido a falhas de acasalamento e a registros incompletos. A solução foi implementar um sistema informatizado de rastreabilidade, reforçar a seleção de casais e adotar criopreservação de embriões, garantindo a manutenção da linhagem. Com base nesse contexto, assume-se que: 
Alternativas
Q3925977 Veterinária
Em biotérios, a manutenção de colônias sem planejamento adequado pode levar à deriva genética, comprometendo a validade científi ca dos experimentos. Esse fenômeno é especialmente relevante em populações pequenas, nas quais a perda aleatória de alelos pode reduzir a variabilidade genética. Com base nesse contexto, é correto afi rmar que a deriva genética:
Alternativas
Q3925976 Veterinária
A gestão de biotérios deve assegurar qualidade científica, bem-estar animal e conformidade com normas nacionais e internacionais. O CONCEA, no Brasil, exige rastreabilidade genética e sanitária, registros detalhados e monitoramento contínuo. Internacionalmente, entidades, como a FELASA, recomendam sistemas de qualidade para rastrear colônias e prevenir contaminações, enquanto a AAALAC e o CIOMS/ICLAS reforçam a necessidade de auditorias e transparência documental. Com base nesse contexto normativo nacional e internacional, compreende-se que o(a): 
Alternativas
Q3925975 Técnicas em Laboratório
O monitoramento sanitário é uma exigência normativa para biotérios. Uma das estratégias mais utilizadas é o programa de sentinelas, que consiste em introduzir animais saudáveis em contato indireto com colônias de produção, permitindo a detecção precoce de agentes infecciosos, sem necessidade de testar todos os indivíduos. Com base nesse contexto, é coerente afirmar que:
Alternativas
Q3925974 Técnicas em Laboratório
As normas de biossegurança aplicadas a biotérios no Brasil são regulamentadas por resoluções do CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) e por legislações complementares da ANVISA, como a RDC n.º 50/2002, que trata da infraestrutura e organização de áreas de saúde e de pesquisa. Essas normas estabelecem que os biotérios devem possuir barreiras sanitárias e sistemas de circulação que garantam a separação entre fluxos limpos (entrada de animais, materiais esterilizados e equipamentos higienizados) e fluxos sujos (saída de resíduos, animais descartados e materiais contaminados). Essa separação é fundamental para prevenir contaminação cruzada, proteger o bem-estar animal e assegurar a validade científica dos experimentos. Com base nessas diretrizes, é coerente dizer que:
Alternativas
Q3925973 Veterinária
O CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), por meio de suas resoluções normativas, reforça a aplicação dos Princípios dos 3Rs – Redução, Refinamento e Substituição – como diretrizes obrigatórias para pesquisadores e instituições. Esses princípios foram originalmente propostos por Russell e Burch, em 1959, e são reconhecidos internacionalmente, inclusive pelas diretrizes da OECD e da AVMA. Com base nessa legislação e nas normas éticas vigentes, afirma-se que: 
Alternativas
Q3925972 Legislação Federal
A Lei n.º 11.794/2008, conhecida como Lei Arouca, regulamenta o uso de animais em atividades de ensino e pesquisa científica no Brasil. Essa legislação estabelece que o uso de animais deve observar princípios éticos, científicos e de bem-estar, sendo obrigatória a criação de Comissões de Ética no Uso de Animais (CEUAs) em todas as instituições que realizam tais atividades. Além disso, a lei prevê sanções administrativas e penais para casos de descumprimento, reforçando a responsabilidade institucional e individual no manejo de animais de laboratório. Com base nessas disposições, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3925971 Veterinária
A Lei n.º 11.794/2008 e a Resolução Normativa n.º 37/2018 do CONCEA estabelecem que a eutanásia em animais de laboratório deve ser realizada por métodos humanitários, que minimizem dor e sofrimento, e somente por profissionais habilitados e treinados. As diretrizes internacionais, como o AVMA Guidelines for the Euthanasia of Animals (2020), também reforçam a necessidade de técnicas adequadas para cada espécie. Considerando as espécies mais utilizadas em experimentação animal, um método de eutanásia recomendado e autorizado corresponde à(ao):
Alternativas
Respostas
1: A
2: E
3: E
4: C
5: A
6: C
7: E
8: E
9: D
10: D
11: D
12: E
13: D
14: E
15: E
16: E
17: A
18: E
19: A
20: A