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Paciente do sexo masculino, de 75 anos, comparece ao ambulatório de hematologia por história de aparecimento espontâneo de hematomas em grupos musculares e tecidos moles. No momento, sem sangramentos significativos. Verificou-se alargamento do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa), não corrigido pelo teste da mistura, e se comprovou a presença de inibidor para o fator VIII 13,6 Bethesda.
A conduta mais adequada é
Mulher, 38 anos, realizou consulta em pronto-socorro devido petéquias e sangramento gengival. Recebeu transfusão de 6 unidades de plaquetas e orientada a procurar atendimento em serviço terciário, onde foi internada. Sem alterações ao exame físico, exceto por sangramentos cutâneo-mucosos. Coagulograma sem alterações, eritrograma e leucograma sem alterações e plaquetas 10.000 /mm3.
A conduta mais apropriada nesse contexto é:
Paciente do sexo masculino, 50 anos, foi internado para investigação de febre diária (38 a 40 o C), associada a calafrios, há 15 dias e fadiga. Negava outros sinais ou sintomas, e não tinha comorbidades prévias. Ao exame físico, apresentava-se, febril, hipocorado, eupneico. baço palpável a 3 cm do rebordo costal esquerdo. Sem outras alterações. Hemoglobina = 8,6 g/dL; leucócitos = 1.400/mm3 – neutrófilos = 84%; plaquetas = 31.000/mm3 , função renal e hepática normais. Iniciado tratamento empírico com antibiótico de amplo espectro e profilaxia com antifúngico e antiviral. Biópsia e aspirado de medula óssea mostraram medula hipocelular com presença de inúmeros macrófagos. Sorologias e tomografias normais exceto pela esplenomegalia. As provas de atividade inflamatória estavam elevadas (PCR = 24 mg/dL – normal até 6 mg/dL; ferritina > 1.500 ng/mL – normal até 293 ng/mL; VHS = 46).
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, assinale a alternativa correta.
A neutropenia febril (NF) deve ser considerada uma emergência médica, cujo diagnóstico precoce e tratamento antimicrobiano empírico são fundamentais para o bom desfecho dos casos.
Em relação à neurotropenia febril, é correto afirmar:
A policitemia vera (PV) é uma doença hematológica que faz parte do grupo das neoplasias mieloproliferativas (NMP) BCR-ABL1 negativas, conforme a divisão da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em relação à policitemia vera, é correto afirmar:
A análise de material recebido em nosso laboratório evidenciou células com moderado tamanho e moderada complexidade interna correspondendo a região de linfócitos. Cerca de 79% do total dessas células exibiam o seguinte perfil:
Marcadores positivos: CD3(citop), CD3(sup), CD4, CD45, CD2, CD5, TCR alfa/beta, TRBC1, CD99, CD25.
Marcadores negativos: cadeias leve Kappa e lambda, CD19, CD20, CD7, CD26, TCL-1(citop), CD10, CD30, CD33, CD34, TdT(nuclear), CD56, CD38, TCR gama/ delta, TRBC2.
Considerando esses achados, a hipótese diagnóstica mais provável é de
Menino, 2 anos, mãe e filho tipo sanguíneo O Rh+. História de internação por 8 dias no período neonatal por hiperbilirrubinemia de 25,1 mg/dL sem causa óbvia. Sem outras morbidades. Queixou-se abruptamente de palidez progressiva, dor abdominal, febre e vômitos.
Consultou seu hospital de origem, e foram observadas palidez, icterícia e taquicardia. Havia ingerido feijão fresco 48 h antes do início dos sintomas, sem ingestão de medicamentos. Os exames iniciais revelaram anemia: hematócrito: 18%, hemoglobina: 5,8 g/dL, leucócitos: 15.200/mm3 , plaquetas 399.000/mm3 , bilirrubina total: 4,9 mg/dL bilirrubina indireta: 4,6 mg/dL, TGO: 76,3 UI/L GGT: 25,7 UI/L, proteína C reativa : 5,3 mg/L, creatinina: 0,27 mg/dL.Tomografia abdominal: hepatomegalia leve e dilatação mínima do ducto biliar, teste de antiglobulina direto negativo.
Tais achados sugerem
Paciente admitido com quadro de turvação visual, parestesias em MMII, queda progressiva de estado geral com perda de 15 kg em 2 meses e surgimento de linfonodomegalias cervicais e axilares a maior medindo 3 cm. Exames laboratoriais revelam Hb 8,5, VCM 82, HCM 33, creatinina 1,2, ureia 50, cálcio iônico 1,2, eletroforese de proteínas com componente monoclonal de 4,5 g/dL, IgA 21, IgG 200, IgM 5.200 e fundo de olho com sinais de hiperviscosidade.
A conduta inicial baseada na principal hipótese diagnóstica é
Homem branco de 55 anos queixou-se de irritação e hiperemia conjuntival no olho direito, há 6 meses. Biomicroscopia revelou uma lesão conjuntival rosada na conjuntiva em ambos os olhos. Foi submetido à biópsia que revelou linfoma MALT.
Tal tipo de linfoma está associado à infecção por
Criança, 7 anos, dá entrada em um hospital apresentando dor abdominal, icterícia e anemia. Com um histórico de diversas internações em outros serviços de saúde com quadros semelhantes. Não há na família materna histórico de anemia, mãe não soube informar histórico paterno, sorologias negativas. Coombs direto negativo; DHL elevado: 1.051 U/L, hemograma: Hb 9,4; hematócrito: 26,4%; VCM 77,9; HCM 27,7; CHCM 35,6%; RDW 19,2%; TC de abdome e pelve: hepatoesplenomegalia e pequenas formações hiperatenuantes situadas no interior da vesícula biliar, sugerindo colelitíase. Curva de fragilidade osmótica: hemólise inicial: 0,75% (VR = 0,5%), 50% de hemólise: 0,52% (VR = 0,40 a 0,45%), hemólise final: 0,00% (VR = 0,3%), curva após 24 horas: hemólise inicial: 0,9% (VR = 0,70%), 50% de hemólise, 0,71% (VR = 0,45 a 0,59%), hemólise final: 0,00% (VR = 0,2%).
Tais achados são sugestivos de
Pacientes com doença falciforme são, frequentemente, acometidos por asplenia funcional, com consequente aumento da susceptibilidade a infecções.
Em relação às infecções nessa população, é correto afirmar:
ZWX, 79 anos, apresentou-se na emergência com história de três semanas de fraqueza, quedas frequentes, instabilidade da marcha e falta de ar. Ao exame físico: palidez cutâneo mucosa, sem linfadenomegalias ou hepatoesplenomegalia. Contagem de glóbulos brancos de 550×109 /L, hemoglobina de 3 g/dL e plaquetas de 49×109 /L. O esfregaço de sangue periférico demonstrou linfocitose com manchas celulares. A citometria do sangue periférico revelou uma população monoclonal de células B representando 90% da contagem total de leucócitos, dimCD19+, CD20+, CD38-, CD5+, CD10-, CD79+, CD23-, CD103- e CD200-, com restrição de cadeia leve kappa. A citometria da medula óssea e dos linfonodos foi semelhante, com aspirado de medula óssea consistente com extensa infiltração por neoplasia linfoproliferativa. A citogenética revelou rearranjo IGH / CCND1, SOX11 foi negativo.
Tais achados são sugestivos de
Assinale a alternativa que explica a razão da não concordância do CMS.
Qual das alternativas a seguir expressa essa busca da PNH-SUS?