Questões de Concurso Para médico hematologista

Foram encontradas 2.542 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Hematologia |
Q376251 Medicina
Em relação aos grupos sanguíneos, julgue as assertivas abaixo:

Os anticorpos naturais são mais reativos a temperaturas inferiores a 37°C, sendo portanto designados como anticorpos frios; já os anticorpos imunes têm melhor reatividade a 37°C, sendo ditos anticorpos quentes.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Hematologia |
Q376250 Medicina
Em relação aos grupos sanguíneos, julgue as assertivas abaixo:

Os anticorpos naturais são geralmente do tipo IgG (de baixo peso molecular), opondo-se aos imunes, que são geralmente do tipo IgM (de alto peso molecular).
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Hematologia |
Q376249 Medicina
Em relação aos grupos sanguíneos, julgue as assertivas abaixo:

Os pacientes do grupo O apresentam, em todas as suas hemácias, a aglutinina H, exceção feita ao raríssimo fenótipo OBombay -, que não apresenta aglutininas para o sistema ABO.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Hematologia |
Q376248 Medicina
Em relação aos grupos sanguíneos, julgue as assertivas abaixo:

A existência de sistemas antigênicos eritrocitários foi primeiro descrita por Karl Landsteiner, no início do século XX (1900-1901). Na ocasião, Landsteiner reconheceu os antígenos pertencentes ao Sistema ABO.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1237477 Medicina
Com referência às síndromes de insuficiência medular constitucional, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Anemia de Fanconi. 2. Anemia de Diamond Blackfan. 3. Disceratose congênita. 4. Síndrome de Shwachman-Diamond. 5. Síndrome de Kostmann.
( ) 90% dos casos são diagnosticados até 1 ano de idade. ( ) Aumento das quebras cromossômicas em resposta ao dano no ADN por agentes como a mitomicina C ou diepoxibutano. ( ) Mutações do gene HAX. ( ) Anormalidades da pigmentação da pele, distrofias ungueais,leucoplasia, insuficiência medular e doença pulmonar. ( ) Insuficiência pancreática exócrina, baixa estatura e disfunção medular.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta na coluna da direita, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1236156 Medicina
A sepsis e o choque séptico em pediatria configuram uma condição que necessita reconhecimento precoce e tratamento imediato. Com relação ao tratamento dessa situação, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1236001 Medicina
A acidose metabólica não se caracteriza por:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1210883 Medicina
A respeito do tratamento da LMC, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) Foram relatados casos de insuficiência cardíaca e problemas hepáticos como eventos adversos sérios causados pelo mesilato de imatinibe. 
( ) É considerado como falha no tratamento com imatinibe a não resposta citogenética completa em 18 meses. 
( ) O edema periorbitário ocorre em pouco mais de 20% dos pacientes que utilizam imatinibe. 
( ) Nos pacientes portadores de LMC em fase crônica que utilizaram o imatinibe, a mielossupressão ocorreu nos graus 3 e 4 em mais de 50%. 
( ) A doença do enxerto contra hospedeiro é uma complicação frequente após o transplante alogênico de medula óssea e ocorre em 20% dos pacientes, apesar da profilaxia com metotrexato e ciclosporina. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1194462 Medicina
As síndromes mielodisplásicas (SMDs) são um grupo de doenças heterogêneas clonais, caracterizadas por eritropoese ineficaz e uma tendência variável de evoluir para leucemia aguda mieloblástica. A respeito da classificação das SMDs, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A anemia refratária com excesso de blastos-1 deve apresentar na medula óssea: entre 5 e 9% de blastos,displasia em 1 ou várias linhagens, sem bastonetes de Auer. ( ) A anemia refratária deve apresentar, no sangue periférico, anemia, <1000 monócitos/mm3, e, na medula óssea,<5% de blastos, <15% de sideroblastos e displasia em até duas linhagens.
( ) A anemia refratária com sideroblastos em anel deve apresentar, no sangue periférico, anemia, <1000 monócitos/mm3; na medula óssea: <5% de blastos, >15% de sideroblastos em anel e displasia em até duas linhagens.
( ) A citopenia refratária com displasia de multilinhagem pode apresentar bicitopenia ou pancitopenia no sangue periférico, sem bastonetes de Auer, <1000 monócitos/mm3. Na medula óssea, displasia em >10% das células em duas ou mais linhagens, <10%blastos.
( ) A síndrome 5q- apresenta anemia e <5% de blastos no sangue periférico. Na medula óssea: <5% de blastos,ausência de bastonetes de Auer e anormalidade citogenética del(5q) isolada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1186239 Medicina
Com relação à doença de Hodgkin, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SESAP-RN
Q1233654 Português
Texto 1
Quanto mais caro, melhor
O cigarro, que já foi acessório de sedução nos filmes de Hollywood, é hoje malvisto pela maioria das pessoas. Mesmo assim, um contingente de 1,3 bilhão de pessoas  insiste em continuar fumando. Há um consenso entre praticamente todos os governos de que é preciso baixar esse número até que o hábito de fumar seja extinto no planeta. Os fumantes custam fortunas aos sistemas de saúde pública e colaboram decisivamente para os índices de morte prematura em todos os países. Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou um aumento nos impostos federais que incidem sobre os cigarros no Brasil.A medida elevará o preço dos maços de cigarros entre 20% – no caso das marcas mais populares – e 25%. O governo espera que o aumento do imposto sobre o cigarro compense a perda de receita com os benefícios fiscais concedidos ao setor de automóveis e de material de construção como recurso para enfrentar a crise econômica. Seu efeito paralelo, com certeza, será uma melhoria na saúde do brasileiro. Estudos da Organização Mundial de Saúde indicam que um aumento de 10% nos impostos sobre o fumo geralmente acarreta uma queda de 4% no consumo de cigarros, no caso dos países desenvolvidos, e de 8% nos países em desenvolvimento. 
O aumento de impostos, as restrições aos locais onde se pode fumar e a proibição da publicidade de cigarros são hoje as três ferramentas mais eficazes no combate ao  tabagismo. Na semana passada, o Congresso americano praticamente triplicou os impostos que incidem sobre os cigarros. Antes o preço de cada maço embutia 39 centavos de dólar de imposto – agora, esse valor é de 1,01 dólar. Segundo as estatísticas, todo ano o cigarro mata 440 000 americanos – mais do que em toda a II Guerra. No Brasil, são 200 000 mortes anuais ligadas aos males decorrentes do consumo de tabaco. A União Europeia determina que os impostos sobre cigarros devem representar pelo menos 57% do preço de cada maço. Até 2014, a UE pretende elevar esse percentual para 63%. O país que mais combate o fumo na Europa é a Inglaterra. O aumento de impostos aplicado no ano passado quadruplicou o preço dos maços de cigarros. A proibição de fumar em locais públicos fechados, como restaurantes e universidades, é hoje uma tendência mundial. Cerca de 50% dos americanos e 90% dos canadenses moram em cidades onde essa norma já foi implantada. Em Paris, é proibido fumar nos cafés. Nos famosos pubs londrinos, já não é permitido acompanhar com baforadas as canecas de cerveja quente. 
No Brasil, a campanha antifumo começou para valer em 1996, quando o governo restringiu ao horário noturno a propaganda de cigarros no rádio e na televisão. Em 1998, o  fumo foi proibido nos aviões. Inicialmente, quando a aeromoça anunciava a proibição pelo microfone, muitos passageiros comemoravam com palmas. Em 2000, a propaganda tabagista foi proibida em todos os meios de comunicação. No ano seguinte, vetou-se o patrocínio dos eventos culturais e esportivos por parte dos fabricantes de cigarros, que foram obrigados a estampar fotos chocantes nos maços. A eficácia dessas medidas foi enorme. Em 1989, 35% da população brasileira era fumante – em 2006, esse índice baixou para 17%. Na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo está prevista para esta semana a votação de uma lei que não só proíbe o fumo em lugares públicos fechados como extingue a peculiar instituição dos fumódromos – locais em prédios de escritórios onde se refugiam os fumantes. No Rio de Janeiro, no ano passado, um decreto da prefeitura extinguiu os fumódromos e instituiu multa para os infratores de até 75 000 reais. No Recife, há um ano não se pode fumar em locais fechados – e até mesmo em locais ao ar livre, caso se comprove que a fumaça não se dispersa com facilidade
A má fama do cigarro nas sociedades atuais pode prejudicar os fumantes em situações diversas. Uma pesquisa sobre ambientes corporativos encomendada pela indústria farmacêutica Pfizer mostrou que, nas empresas brasileiras, 44% dos funcionários e 80% dos patrões acham que os não fumantes são mais produtivos. “De cada dez currículos que recebemos para uma vaga, pelo menos um traz no final 'não fumante', e, isso pesa na decisão do empregador”, diz Augusto Costa, diretor-geral da consultoria de recursos humanos Manpower, de São Paulo. Nos Estados Unidos, os fumantes pagam entre 15% e 20% mais por um seguro de vida. Caso o prêmio da apólice seja superior a 100 000 dólares, as seguradoras obrigam o cliente a fazer um checkup médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. No Brasil, duas grandes seguradoras já cobram preços mais altos de clientes que fumam. Parece claro que, um dia, o cigarro será lembrado como uma esquisitice do passado da humanidade. 
(Duda Teixeira e Carolina Romanini, in Revista Veja,08/04/2009)
De acordo com o texto,NÃO se pode afirmar que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223961 Medicina
Nos casos de emergência hipertensiva NÃO se deve fazer uso de:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223958 Medicina
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: 
( ) O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
( ) Os municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam. 
( ) A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 
A sequência está correta em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1195777 Medicina
No exame simples de urina – EAS, a presença de nitritos é fortemente sugestiva de: 
Alternativas
Q442339 Medicina
A respeito da síndrome mielodisplásica e mieloproliferativa na criança, julgue o item a seguir.
Existe associação da leucemia mielomonocítica juvenil com neurofibromatose tipo I e síndrome de Noonan.
Alternativas
Q442338 Medicina
A respeito da síndrome mielodisplásica e mieloproliferativa na criança, julgue o item a seguir.
Na leucemia mielomonocitica juvenil, as crianças costumam apresentar aumento da hemoglobina fetal, leucocitose com predomínio de granulócitos e monócitos e esplenomegalia.
Alternativas
Q442337 Medicina
A respeito da síndrome mielodisplásica e mieloproliferativa na criança, julgue o item a seguir.
A monossomia do 7 é a anormalidade citogenética mais comum nas síndromes mielodisplásicas em crianças abaixo de quatro anos de idade.
Alternativas
Q442336 Medicina
A respeito da síndrome mielodisplásica e mieloproliferativa na criança, julgue o item a seguir.
A síndrome da monossomia do 7 ocorre predominantemente em meninas, caracteriza-se pela presença de esplenomegalia, trombocitose e tem prognóstico ruim.
Alternativas
Respostas
2181: C
2182: E
2183: E
2184: C
2185: E
2186: B
2187: D
2188: E
2189: C
2190: D
2191: A
2192: C
2193: E
2194: B
2195: B
2196: B
2197: C
2198: C
2199: C
2200: E