Foram encontradas 124 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3533985 Educação Artística
“Foi no esforço dialogal entre o discurso pós-moderno global e o processo consciente de diferenciação cultural também pós-moderno que, no ensino da arte, surgiu a abordagem que ficou conhecida no Brasil como Metodologia Triangular, uma designação infeliz, mas uma ação reconstrutora”.

BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos. Tópicos utópicos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.

O que motivou a mudança de nomenclatura para Proposta Triangular ou Abordagem Triangular? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3533984 Educação Artística
“Cinco categorias compõem o sistema Image Watching e permitem formar um método direcionado ao ensino de arte. Essas categorias estão em um tempo verbal que expressa ação e são conhecidas como: descrevendo, analisando, interpretando, fundamentando e revelando. Cada categoria segue uma ordem em combinação com o estágio preparatório do Thought Watching e proporciona um completo sistema de crítica de arte perceptivo, conceitual e interpretativo que gera conhecimento a partir de obras de arte para serem expressos no trabalho de ateliê.”

OTT, R. W. Ensinando crítica nos museus. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação: leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997.

No sistema Image Watching, a categoria “revelando” tem como principal objetivo: 
Alternativas
Q3533983 Educação Artística
“As experiências de construção e exploração do loto Arte Conceitual se somam àquelas que constituem a metodologia lúdica na educação no MAC e são referências para a criação de novas abordagens desse acervo específico, visando à recepção educativa dos diversos públicos no Museu.”

FRANCOIO, Maria Angela Cerri. Arte conceitual em jogo de loto: experiência no museu. In: ARANHA, Carmen; CANTON, Katia (org.). Espaços de mediação: a arte e seus públicos. São Paulo: MAC USP, 2013.

Em relação à proposta do jogo de loto, é correto afirmar:
Alternativas
Q3533982 Artes Visuais
“A historiografia da arte vem se interessando cada vez mais pela dimensão histórica dos museus de arte, isto é, qual a relação que eles, como instituições (e, portanto, representações dos valores atribuídos à arte), têm com as esferas sociais, políticas e (por que não?) econômicas das sociedades ocidentais. Ela também se dedica mais ao estudo dos modos de circulação, apresentação, emulação das obras dos artistas por via das exposições de arte. Também num momento em que assistimos aos artistas fazerem uso dos modos de exposição e nos chamarem a atenção para os espaços nos quais exibem arte para realizar suas proposições, o campo da história da arte vê cada vez mais a necessidade em apreender tais fenômenos, bem como revisitar outros momentos da produção artística com novas lentes. [...] O Brasil aparece no cenário atual como espaço privilegiado de debates em torno da arte moderna. Em primeiro lugar, porque nossa arte moderna tem sido vista como uma espécie de “cânon alternativo” para a produção contemporânea. Em segundo lugar, porque posicionamo-nos, já no contexto modernista, como uma espécie de centro deslocado/periférico, capaz de criar instâncias divulgadoras de arte moderna de alcance internacional (caso exemplar da Bienal de São Paulo desde sua primeira edição em 1951). Por fim, criamos instituições e constituímos acervos justamente no momento de reorganização do mundo naquela década de 1940. A Universidade de São Paulo (USP) é responsável pela guarda e curadoria do acervo mais importante de arte moderna do país, que se originou naquele momento.”


MAGALHÃES, Ana Gonçalves. Uma nova luz sobre o acervo modernista do MAC USP. Revista USP, São Paulo, n. 90, jun./ago. 2011.
Qual papel atribui-se ao MAC-USP na formação estética e crítica do público brasileiro?
Alternativas
Q3533981 Artes Visuais
“A historiografia da arte vem se interessando cada vez mais pela dimensão histórica dos museus de arte, isto é, qual a relação que eles, como instituições (e, portanto, representações dos valores atribuídos à arte), têm com as esferas sociais, políticas e (por que não?) econômicas das sociedades ocidentais. Ela também se dedica mais ao estudo dos modos de circulação, apresentação, emulação das obras dos artistas por via das exposições de arte. Também num momento em que assistimos aos artistas fazerem uso dos modos de exposição e nos chamarem a atenção para os espaços nos quais exibem arte para realizar suas proposições, o campo da história da arte vê cada vez mais a necessidade em apreender tais fenômenos, bem como revisitar outros momentos da produção artística com novas lentes. [...] O Brasil aparece no cenário atual como espaço privilegiado de debates em torno da arte moderna. Em primeiro lugar, porque nossa arte moderna tem sido vista como uma espécie de “cânon alternativo” para a produção contemporânea. Em segundo lugar, porque posicionamo-nos, já no contexto modernista, como uma espécie de centro deslocado/periférico, capaz de criar instâncias divulgadoras de arte moderna de alcance internacional (caso exemplar da Bienal de São Paulo desde sua primeira edição em 1951). Por fim, criamos instituições e constituímos acervos justamente no momento de reorganização do mundo naquela década de 1940. A Universidade de São Paulo (USP) é responsável pela guarda e curadoria do acervo mais importante de arte moderna do país, que se originou naquele momento.”


MAGALHÃES, Ana Gonçalves. Uma nova luz sobre o acervo modernista do MAC USP. Revista USP, São Paulo, n. 90, jun./ago. 2011.
Considerando a função formativa dos museus universitários, assinale a alternativa que expressa, de modo mais adequado, o papel desses espaços no campo da história da arte.
Alternativas
Q3533980 Artes Visuais
“O campo de produção de sentido das coisas que nos afetam no nosso dia-a-dia, inclusive a arte, não é um campo com resultados unívocos, mas é um campo de batalha entre leituras ou interpretações às vezes até contraditórias.”

COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.

A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
Alternativas
Q3533979 Educação Artística
“Nestas condições, como inscrever este entendimento da arte, pragmaticamente, aqui e agora, nas instituições educativas, particularmente em sala de aula? Como fazer com que os acontecimentos de linguagem, sensações, percepções e afetos, que se fazem nas palavras, nas cores, nos sons, nas coisas, nos lugares e eventos sejam articulados como dispositivos, como agenciamentos de sentido irredutíveis ao conceitual, como outro modo de experiência e do saber?”

FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53.

Na obra, como o autor responde às suas próprias indagações? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3533978 Educação Artística
"A radicalidade moderna, emblematizada nas propostas das vanguardas, afirmou reiteradamente, das maneiras mais diversas, que o seu trabalho configurou-se como uma investigação sobre o sentido da arte, sempre repropondo a pergunta: mas o que é mesmo a arte, já que o termo recobre coisas tão diferentes?"

FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53, 2010. 

Qual seria a função das artes hoje, de acordo com o autor?
Alternativas
Q3533977 Artes Visuais
“Na arte ocidental, a ideia de desconstrução, segundo Minor, pode ser vista no quadro de Picasso Les demoiselles d’Avignon. A pintura, em si, cria um paradoxo, porque desconstrói, no sentido histórico, uma vez que Picasso fragmenta o espaço. A fim de desconstruir ainda mais o significado da pintura de Picasso, Minor sugere que se pergunte ‘o que sabia e pensava Picasso sobre máscaras africanas? Ele capturou algo essencial nas máscaras ou, pelo contrário, as interpretou erroneamente? De que parte da África elas são? Em que elas diferem das máscaras ibéricas?’”

CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.

Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
Alternativas
Q3533976 Educação Artística
O Brasil desenvolveu uma abordagem singular da Arte/Educação, distinta, mas em diálogo com perspectivas de outros países. Segundo Ana Mae Barbosa, como se configurou essa singularidade? Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3533967 Matemática
A equação de segundo grau ax2 - 6x + c = 0 tem raízes 2 e 1/2. O valor de a + c é
Alternativas
Q3533965 Regimento Interno
Na hipótese de criação de uma nova Unidade da USP, ao elaborar o Regimento Interno, são propostas 3 comissões. Assinale a alternativa que apresenta as comissões possíveis nos termos do Estatuto da USP.
Alternativas
Q3533960 Inglês
Leveraging Student Interests to Teach Critical Analysis


    Critical analysis often feels burdensome to students—an exercise in sorting hazy ideas with no clear payoff. Yet, when learners glimpse something of value—a “gem” amid the clutter—the process becomes not just manageable but invigorating. By tapping into topics they already care about, we can model the habits of mind involved in deep thinking before guiding students into unfamiliar territory. In this way, what begins as an exploration of personal passion becomes a transferable skill for any subject.

    First, invite students to choose a subject that genuinely interests them—whether it’s dissecting the social commentary in a favorite song or debating the ethics of a beloved athlete’s off-field behavior. Guide them through selecting an analytical angle, unpacking layers of meaning, and celebrating discoveries. As they experience critical analysis as an energizing process rather than a dry requirement, they build confidence in their own intellectual curiosity and learn to seek connections between ideas.

    Next, when faced with assignments that initially seem remote—say, an art critique or a historical essay—provide a lens that resonates with each student’s strengths. A budding fiction writer, for example, can approach a painting as she would a story: considering character, narrative arc, and emotional impact. By framing unfamiliar topics through familiar mindsets, you grant students an entry point that makes critical analysis feel both relevant and compelling.

    Once students have internalized the underlying process, encourage them to take the reins. Rather than asking, “What does this mean?” shift to, “What does this mean to me?” Students might analyze ecological themes in a novel from their passion for climate justice, or reinterpret a political speech through the lens of family heritage. These personal connections transform assignments from obligatory tasks into opportunities for authentic inquiry.

    Ultimately, teaching critical analysis in this way moves learners from guided practice to independent exploration. By beginning with their interests, scaffolding new angles, and then inviting student-driven investigations, educators can help every learner—from the avid gamer to the reluctant essaywriter—carry these skills into diverse subjects. In doing so, critical analysis becomes not a chore but a doorway to richer understanding.


Edutopia, May, 1st, 2025
Leia o excerto a seguir que apresenta um resumo, em inglês, do texto original:

“After modeling the analysis process through students’ interests and providing familiar lenses for new topics, the author suggests that in the final stage, students independently apply this method to subjects previously unknown to them.”

Em relação ao trecho apresentado, qual das situações descritas a seguir melhor exemplifica o estágio em que o aluno “tome o controle” do próprio processo de aprendizagem?
Alternativas
Q3533959 Inglês
Leveraging Student Interests to Teach Critical Analysis


    Critical analysis often feels burdensome to students—an exercise in sorting hazy ideas with no clear payoff. Yet, when learners glimpse something of value—a “gem” amid the clutter—the process becomes not just manageable but invigorating. By tapping into topics they already care about, we can model the habits of mind involved in deep thinking before guiding students into unfamiliar territory. In this way, what begins as an exploration of personal passion becomes a transferable skill for any subject.

    First, invite students to choose a subject that genuinely interests them—whether it’s dissecting the social commentary in a favorite song or debating the ethics of a beloved athlete’s off-field behavior. Guide them through selecting an analytical angle, unpacking layers of meaning, and celebrating discoveries. As they experience critical analysis as an energizing process rather than a dry requirement, they build confidence in their own intellectual curiosity and learn to seek connections between ideas.

    Next, when faced with assignments that initially seem remote—say, an art critique or a historical essay—provide a lens that resonates with each student’s strengths. A budding fiction writer, for example, can approach a painting as she would a story: considering character, narrative arc, and emotional impact. By framing unfamiliar topics through familiar mindsets, you grant students an entry point that makes critical analysis feel both relevant and compelling.

    Once students have internalized the underlying process, encourage them to take the reins. Rather than asking, “What does this mean?” shift to, “What does this mean to me?” Students might analyze ecological themes in a novel from their passion for climate justice, or reinterpret a political speech through the lens of family heritage. These personal connections transform assignments from obligatory tasks into opportunities for authentic inquiry.

    Ultimately, teaching critical analysis in this way moves learners from guided practice to independent exploration. By beginning with their interests, scaffolding new angles, and then inviting student-driven investigations, educators can help every learner—from the avid gamer to the reluctant essaywriter—carry these skills into diverse subjects. In doing so, critical analysis becomes not a chore but a doorway to richer understanding.


Edutopia, May, 1st, 2025
Na oração “Once students have internalized the underlying process, encourage them to take the reins.” a expressão take the reins tem o mesmo sentido da expressão destacada em:
Alternativas
Q3607526 Educação Artística
O Novo Ensino Médio (NEM), que pode estar com os dias contados dividiu as disciplinas em áreas de conhecimento, a disciplina de Arte em conjunto com Português, Inglês e Educação Física estão na área de Conhecimento Linguagens e suas Tecnologias. No corrente ano (2023), o segundo ano do Ensino Médio passa a ter como itinerário formativo da área de linguagens e suas tecnologias a seguinte disciplina:
Alternativas
Q3607525 Artes Cênicas
Teatro é um termo de origem grega que designa simultaneamente o conjunto de peças dramáticas para apresentação em público e o edifício onde são apresentadas essas peças. O primeiro ator que se tem registro da história do teatro foi: 
Alternativas
Q3607524 Educação Artística
A arte moderna brasileira trouxe inúmeras inovações no campo das Artes para o Brasil, dentre eles a forte presença feminina. Qual das mulheres citadas abaixo NÃO participou da semana de 1922?
Alternativas
Q3607523 Pedagogia
O planejamento educacional e o planejamento curricular se manifestam na sala de aula por meio do plano (ou planejamento de ensino). Este plano deve ser construído em quatro etapas, quais são essas etapas? 
Alternativas
Q3607522 Educação Artística
“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical.” – Rubem, Alves. Ao citar as bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas, o autor está falando respectivamente de:
Alternativas
Q3607521 Pedagogia
Com relação às etapas da educação básica é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: B
24: A
25: E
26: D
27: C
28: B
29: C
30: B
31: B
32: B
33: B
34: A
35: E
36: D
37: E
38: B
39: A
40: A