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Q4101600 Noções de Informática

Ao formatar um relatório de atividades no Microsoft Word 365, um servidor público inseriu uma tabela para organizar os dados orçamentários. Ao passar o ponteiro do mouse sobre a tabela, o ícone com uma seta de quatro pontas apareceu no canto superior esquerdo, conforme destacado na imagem abaixo:


                                   Captura_de tela 2026-06-09 143019.jpg (355×72)


Considerando os recursos de edição do Word 365, a função principal desse elemento é:

Alternativas
Q4101599 Noções de Informática
Em uma campanha interna para redução de custos, uma Secretaria Municipal determinou que os memorandos não fossem a utilizar a área máxima útil de impressão da folha, minimizando o desperdício de papel e o número total de páginas. Para cumprir essa diretriz de forma rápida, utilizando um padrão predefinido do Microsoft Word 365 que reduz todas as margens (superior, inferior, esquerda e direita) para 1,27 cm, o servidor deve acessar a guia Layout, clicar no comando Margens e selecionar a opção:
Alternativas
Q4101598 Noções de Informática

O gerenciamento de perfis e a segurança das credenciais de acesso no Google Chrome são tópicos fundamentais para a preservação da privacidade em ambientes de trabalho compartilhados. Tomando como base as diretrizes de funcionamento e proteção de dados desse navegador, analise as partes que seguem:


(1ª parte)- O Google Chrome encerra automaticamente a sessão da Conta Google e apaga todos os dados do perfil local de forma conclusiva sempre que o usuário fecha a janela principal clicando no botão "X".


(2ª parte)- Limpar apenas o Histórico de Navegação e a opção Ctrl + Shift + Delete é suficiente para remover o perfil de usuário do Chrome e apagar todas as senhas salvas da máquina.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4101597 Matemática Financeira
Uma aplicação financeira dos recursos de um fundo de reserva rendeu juros simples durante um período de 8 meses. O capital inicial investido foi de R$ 50.000,00 e, ao final do prazo, o montante resgatado totalizou R$ 54.000,00. Diante dessa condição temporal e da taxa de juros mensal aplicada a esse investimento, considerando que NÃO houve novas aplicações ou retiradas ao longo de todo o intervalo de tempo em que o dinheiro permaneceu aplicado?
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Q4101596 Matemática
Um terreno público de formato retangular possui um perímetro total de 240 metros. Sabe-se que o comprimento desse terreno excede a largura em exatamente 20 metros. A Secretaria de Meio Ambiente deseja cercar uma área interna triangular dentro desse terreno para plantio de mudas, utilizando a diagonal do retângulo como hipotenusa. Assim, qual é a área total do terreno retangular original, que servirá de base para o planejamento do uso do solo e da futura ocupação do espaço?
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Q4101595 Matemática
Uma substituição de lâmpadas em uma avenida segue um cronograma: no primeiro dia, são trocadas 15, no segundo, 22, no terceiro, 29, e assim por diante, formando uma progressão aritmética. Mantendo-se esse padrão de crescimento diário na execução do serviço, quantas lâmpadas serão substituídas exatamente no 15º dia de trabalho da equipe de manutenção elétrica?
Alternativas
Q4101594 Matemática

Um depósito de suprimentos recebeu uma carga de 1.500 unidades de materiais de limpeza, divididos entre fardos de papel toalha e galões de desinfetante. O peso de cada fardo de papel é de 2 kg, enquanto cada galão de desinfetante pesa 5 kg.


Sabendo que o peso total da carga descarregada no almoxarifado foi de 5.400 kg e que NÃO houve perda de material durante o transporte, qual é a quantidade exata de galões de desinfetante que foram entregues para compor o estoque deste setor específico de logística?

Alternativas
Q4101593 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

A elaboração de normas e documentos oficiais exige rigor absoluto quanto às regras de sintaxe. Suponha que o texto fosse reescrito em um ofício da seguinte forma:


A comissão determinou que ____ ser evitadas a sobreposição de ações e a revitimização institucional, a fim de que não ____ novos danos psicológicos ____ vítimas.


De acordo com a concordância verbal e nominal, e o emprego do acento indicativo de crase, qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?

Alternativas
Q4101592 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

Observe o trecho presente após o quinto parágrafo, no modelo de atendimento chamado "Notícia de fato ou denúncia": envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição. Sobre o pronome relativo sublinhado e a oração que ele introduz, assinale a alternativa que apresenta sua classificação gramatical CORRETA na frase em destaque.
Alternativas
Q4101591 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

Considere o período: As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção. A respeito da função estrutural do termo sublinhado, é CORRETO afirmar que ele atua como:
Alternativas
Q4101590 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

A palavra que possui alta versatilidade morfossintática na Língua Portuguesa. Diante disso, observe o seu emprego na passagem: O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas. Sobre a classificação e a relação sintática desempenhada por esse termo sublinhado na oração, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4101589 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

Considere o seguinte período retirado do texto: A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento. Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta a transposição morfossintática CORRETA dessa oração da voz ativa para a voz passiva analítica, mantendo-se a mesma relação temporal.
Alternativas
Q4101588 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

No trecho conforme normas internacionais e legislação brasileira, o conectivo sublinhado cumpre um papel coesivo lógico e estrutural na oração. Levando em consideração as relações de subordinação do período, assinale a alternativa que apresenta o valor semântico e uma possível substituição adequada para esse conectivo no texto.
Alternativas
Q4101587 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

Analise a palavra revitimização, utilizada ao longo do texto. Diante disso, assinale a alternativa que descreve de forma CORRETA a sua estrutura e o seu processo de formação.
Alternativas
Q4101586 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Comissão pública fluxo de atendimento a crianças

vítimas de abuso


    A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução nº 8, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece métodos padronizados para atuação articulada entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira.


    O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo também reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo família, sociedade e Estado.


    Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação.


    O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei nº 13.431/2017.


    O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais:


Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100;


Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e órgãos de segurança pública;


Proteção e responsabilização: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas administrativas, civis e criminais para responsabilização dos envolvidos.


    O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicológico. O Sistema Único de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados.


    As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção.


    No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas.


    A norma prevê que o fluxo seja adaptado à realidade regional, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comissao-publica-fluxo-de-atendimento-criancas-vitimas-de-abuso (adaptado)

O documento legal descrito no texto aponta a necessidade de focar na não revitimização e estabelece que o fluxo deve ser adaptado às realidades regionais, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização. Com base nos pressupostos e subentendidos estruturais do texto e nas justificativas para a criação dessa política, o que essas diretrizes indicam, de forma implícita, sobre o cenário de atendimento antes dessa padronização?
Alternativas
Q4095808 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

A aprovação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), Lei nº 13.146/2015, é apresentada como um marco no fortalecimento de políticas públicas inclusivas, especialmente no contexto de programas como o Benefício de Prestação Continuada na Escola, ao ampliar direitos e enfrentar desigualdades históricas. Considerando esse cenário, analise as proposições a seguir:


I. A LBI representa um avanço ao ampliar o alcance das políticas públicas e fortalecer o enfrentamento ao capacitismo e à discriminação.


II. A LBI configura-se como um retrocesso, pois restringe direitos previamente assegurados às pessoas com deficiência.


III. A legislação contribui para a superação de desigualdades sociais ao incorporar salvaguardas necessárias à efetivação dos direitos.


IV. A LBI limita-se a aspectos formais, não impactando a visibilidade social das pessoas com deficiência.


Estão CORRETAS:

Alternativas
Q4095807 Pedagogia
No âmbito da Educação Especial, tendo como base os Parâmetros Curriculares Nacionais de 1998 no que tange à abordagem da sexualidade no contexto escolar, múltiplas dimensões formativas e sociais acabam sendo envolvidas, considerando que os estudantes já possuem conhecimentos e vivências prévias sobre o tema que advêm de casa e de suas famílias. Sobre esse entendimento, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4095806 Pedagogia
O cuidador escolar é o profissional designado para suprir as várias necessidades do aluno com deficiência, como higiene, alimentação e locomoção, podendo atuar em diferentes níveis de escolarização. Com base nessa compreensão, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4095805 Noções de Primeiros Socorros

Acerca da prática de primeiros socorros no contexto educacional, analise as assertivas e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:


( ) A insegurança dos profissionais da educação em relação aos primeiros socorros está associada, em parte, à falta de capacitação adequada.


( ) O conhecimento teórico sobre primeiros socorros garante, por si só, a atuação eficaz dos professores em situações de emergência.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4095804 Pedagogia

De acordo com a compreensão da aprendizagem significativa como um processo de integração entre novos conhecimentos e estruturas cognitivas prévias no desenvolvimento de crianças, analise as assertivas:


I. A aprendizagem significativa ocorre quando novas ideias se relacionam de forma não literal e não arbitrária com conhecimentos já existentes na estrutura cognitiva do sujeito.


II. O subsunçor corresponde a um conhecimento prévio relevante que possibilita a atribuição de significado a novas informações.


Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: C
64: D
65: A
66: B
67: C
68: B
69: A
70: B
71: C
72: B
73: C
74: C
75: B
76: A
77: A
78: C
79: A
80: C