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O controle de atitude de satélites é realizado via atuador, após comando do ângulo de referência escolhido, rotina de controle de torque e sensor de dinâmica da atitude do veículo espacial.
O fibre optic gyroscope (FOG) é um giroscópio utilizado em satélite mais leve que o RLG, pois o bloco contendo os prismas é eliminado.
Os ângulos de Euler formam três quantidades independentes capazes de definir a posição do eixo do corpo em termos de (x, y, z), em relação a um sistema de coordenadas inercial. A matriz de transferência ou transformação, que representa a rotação do corpo em torno do eixo-z, e a matriz de rotação em termos das velocidades angulares e dos ângulos de Euler são equivalentes.
A dinâmica da atitude de um veículo espacial é baseada primariamente nas equações da dinâmica orbital de corpos rígidos. Os movimentos, posições e atitudes podem ser representados por sistemas de coordenadas fixadas no eixo do veículo e(ou) em sistemas de coordenadas inerciais; a partir deles é possível prever e avaliar acelerações e rotações do veículo.
Na determinação dos parâmetros orbitais de veículos espaciais, para analisar o movimento de rotação do veículo em relação a Terra, adota-se um sistema de coordenadas inercial R(X, Y, Z); nesse caso, a aceleração av do veículo em relação ao sistema inercial, será escrita como a seguir, em que W é o vetor velocidade de rotação da Terra e ar = (g – 2 W × vr).

Para o caso geral do movimento de um corpo rígido, como, por exemplo, um veículo espacial, no espaço, a aceleração será dada pela expressão a seguir, em que ω é a velocidade angular e em que são utilizadas as coordenadas do ponto p(x, y, z), bem como as coordenadas do sistema inercial (X, Y, Z); nessa análise, as acelerações devido à força de Coriolis são desconsideradas.

Para um ponto p que se move ao longo de uma órbita determinada pelo vetor posição r(x, y, z) e um ângulo da órbita oth, o vetor aceleração a, com componentes transversal e radial, será corretamente escrito como a seguir.

Para executar o encontro de duas naves espaciais em órbita da Terra, é preciso calcular os incrementos de velocidade orbital necessários; se a excentricidade da órbita for desprezada, o incremento nas velocidades dependerá apenas da constante de Kepler, K.
Nos sistemas de coordenadas celestes horizontal e equatorial, o azimute coincide com a ascensão reta.
A transferência orbital do satélite entre órbitas circulares com raios r1 e r2 (r2 > r1) é conhecida como manobra Hohmann de transferência de órbita; o incremento de velocidade para tal manobra será a diferença dos incrementos de velocidade no perigeu e no epogeu.
Nas manobras assistidas por gravidade, são utilizadas naves espaciais em missões no sistema solar; a manobra pode ser descrita pela abordagem denominada patched conics, que é embasada nos efeitos gravitacionais envolvidos, esfera de influência e órbitas keplerianos.
Para colocar um satélite em órbita circular, é correto executar uma manobra orbital tal que o incremento de velocidade ocorre quando o satélite passa pelo apogeu da órbita.
A primeira teoria científica sobre a formação do sistema solar, a hipótese nebular, feita por P. S. Laplace, teve como base a conservação do momento angular do sistema solar.
A equação da energia total de um corpo em órbita do Sol pode ser derivada a partir do momentum angular e da equação da trajetória do corpo; o valor da energia para qualquer órbita cônica mostra que o semieixo maior da órbita depende somente da energia do sistema.
Para um satélite em orbita circular, a velocidade de escape (vesc) pode ser calculada a partir de sua velocidade orbital (vorb), sabendo que vesc = 0,2 vorb.
A órbita elíptica de um satélite artificial ou de um corpo celeste pode ser determinada a partir dos semieixos maior e da excentricidade da órbita.
Para estabelecer a equação da trajetória para os corpos menores do sistema solar, como os asteroides, é suficiente conhecer o fator de excentricidade da órbita.
Na Lei Harmônica de Kepler, P2 = K⸱r3, a constante K é inversamente proporcional à constante G, da Lei da Gravitação Universal de Newton.
. Na representação da figura, a placa positiva é a da
direita, e ela é um ímã.
. e que, no instante inicial t = 0, uma carga negativa q esteja muito próxima da origem O,
com velocidade
, na direção
. Essa carga, então, movimenta-se exclusivamente sob a ação do campo elétrico
gerado pelas
placas até atingir a placa positiva no ponto A. Ela atravessa,
então, a placa positiva e passa para a região onde existe o campo
magnético. Para fins de cálculo do campo elétrico gerado pelas
placas, considere que essas sejam grandes o suficiente para que
possam ser consideradas como planos infinitos. Para descrever o
movimento da carga, considere sua posição inicial como sendo a
origem O. Considere, também, que o estado dinâmico da carga
imediatamente antes de atravessar a placa positiva seja igual ao
seu estado dinâmico imediatamente após atravessá-la.
Depois de atravessar a placa positiva no ponto A, a carga q descreverá um movimento circular cujo raio é
.
. Na representação da figura, a placa positiva é a da
direita, e ela é um ímã.
. e que, no instante inicial t = 0, uma carga negativa q esteja muito próxima da origem O,
com velocidade
, na direção
. Essa carga, então, movimenta-se exclusivamente sob a ação do campo elétrico
gerado pelas
placas até atingir a placa positiva no ponto A. Ela atravessa,
então, a placa positiva e passa para a região onde existe o campo
magnético. Para fins de cálculo do campo elétrico gerado pelas
placas, considere que essas sejam grandes o suficiente para que
possam ser consideradas como planos infinitos. Para descrever o
movimento da carga, considere sua posição inicial como sendo a
origem O. Considere, também, que o estado dinâmico da carga
imediatamente antes de atravessar a placa positiva seja igual ao
seu estado dinâmico imediatamente após atravessá-la.
Considerando-se que
seja o campo elétrico uniforme na
região 0 < x < d entre as placas, as coordenadas do ponto A
são dadas por (xA, yA, 0), com
.