Questões de Concurso Para enfermeiro - intervencionista pré-hospitalar

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Q3515380 Enfermagem
A equipe do SAMU 192 é acionada para atendimento a paciente do sexo feminino, 54 anos, com queixa súbita de dor abdominal intensa em quadrante inferior direito, acompanhada de náuseas e vômitos há cerca de 2 horas. Refere que a dor iniciou difusamente e localizou-se no quadrante inferior nas últimas horas. Ao exame, apresenta-se pálida, com sudorese fria, abdome distendido e doloroso à palpação, principalmente em fossa ilíaca direita. Sinais vitais: PA:100/60 mmHg, FC: 112 bpm, FR: 24 irpm, SpO2: 95% em ar ambiente.
Diante do quadro clínico e considerando as diretrizes de atendimento pré-hospitalar ao abdome agudo, qual deve ser a conduta mais adequada do enfermeiro intervencionista?
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Q3515379 Enfermagem
Durante o atendimento a um paciente masculino de 62 anos, portador de diabetes tipo 2 e hipertensão, a equipe do SAMU é acionada por quadro súbito de confusão mental, palidez cutânea, sudorese fria, pulso filiforme, pressão arterial de 74/40 mmHg e frequência cardíaca de 138 bpm. O paciente encontra-se lúcido, mas hiporresponsivo, com queixas vagas de dor abdominal difusa. A glicemia capilar é de 122 mg/dL. Não há sinais de trauma.
Com base na suspeita clínica e nas diretrizes de manejo pré-hospitalar do estado de choque, qual deve ser a conduta prioritária do enfermeiro intervencionista?
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Q3515378 Enfermagem
Durante o atendimento pré-hospitalar a uma colisão entre automóvel e caminhão, a equipe do SAMU 192 encontra um homem de aproximadamente 35 anos, inconsciente, com respiração ruidosa, fraturas visíveis em membro inferior direito e ferimento contuso com sangramento ativo na região frontal. A vítima está presa em ferragens, sendo assistida pela equipe do Corpo de Bombeiros. Os sinais vitais iniciais são: FC: 132 bpm, FR: 28 irpm, PA: 80/40 mmHg, SpO2 : 88%.
Considerando os princípios da avaliação primária no atendimento ao politraumatizado, a conduta de enfermagem prioritária nesse cenário deve ser
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Q3515377 Enfermagem
Durante o atendimento a um paciente em ambiente extra-hospitalar, a equipe do SAMU 192 presencia uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada do paciente.
Em relação à atuação do enfermeiro intervencionista durante esse episódio, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta segundo as recomendações clínicas e operacionais vigentes.
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Q3515376 Enfermagem
Durante um atendimento pré-hospitalar a um paciente vítima de mal súbito, a equipe do SAMU encontra a vítima inconsciente, sem respiração e sem pulso. Após o início imediato da RCP, o desfibrilador externo automático (DEA) indica ritmo chocável.
De acordo com os protocolos de Suporte Básico de Vida (SBV) da American Heart Association (AHA), com base nos princípios de atendimento em parada cardiorrespiratória (PCR) e nas atribuições do enfermeiro intervencionista no contexto do SAMU, assinale a alternativa correta.
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Q3515273 Direito Sanitário
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, ao criar o SUS, consolidou um modelo de atenção à saúde baseado em diretrizes fundamentais. Sobre a diretriz da participação da comunidade, é correto afirmar que
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Q3515272 Saúde Pública
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha um papel específico na organização do cuidado para diferentes condições de saúde.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a atuação da APS nessas diversas situações de atenção.
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Q3515271 Saúde Pública
No SUS, os arranjos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas que, integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, visam garantir a integralidade do cuidado, corresponde a definição de:
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Q3515270 Enfermagem
Uma pesquisa será realizada para investigar a associação entre a terapêutica hormonal na pós-menopausa (TH) e o risco de desenvolver câncer de mama. Para isso, será acompanhado um grupo de mulheres expostas à TH e outro grupo não exposto, ao longo de 10 anos, registrando-se os novos casos da doença. O delineamento epidemiológico mais adequado para esse estudo é
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Q3515269 Saúde Pública
Os indicadores de saúde são medidas-síntese que contêm informações relevantes sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde da população, bem como do desempenho de um sistema de saúde. Entre esses indicadores, destaca-se a taxa de incidência de sífilis congênita, importante para o monitoramento da transmissão vertical da doença.
Assinale a alternativa que define corretamente esse indicador em uma população em um determinado ano.
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Q3515268 Saúde Pública
A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) é uma política pública de Estado e função essencial do SUS, tendo caráter universal, transversal e orientador do modelo de atenção nos territórios, sendo a sua gestão de responsabilidade exclusiva do poder público. É correto afirmar que é uma função específica do trabalho da Vigilância em Saúde,
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Q3515267 Saúde Pública
O movimento da Reforma Sanitária nasceu no contexto da luta contra a ditadura, no início da década de 1970. A expressão foi usada para se referir ao conjunto de ideias que se tinha em relação às mudanças e transformações necessárias na área da saúde.
Assinale a alternativa que representa um marco da Reforma Sanitária Brasileira. 
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Q3515266 Saúde Pública
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. Apesar dos avanços significativos no controle e prevenção por meio da vacinação, o sarampo ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.
De acordo com os níveis de prevenção de doenças, de Leavell & Clark, a vacinação contra o sarampo é um exemplo clássico de Prevenção
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Q3515265 Enfermagem
Segundo a Política Nacional de Atenção Básica, assinale a alternativa que apresenta uma característica sobre a Estratégia Saúde da Família (ESF).
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Q3515264 Saúde Pública
A Regionalização é um dos princípios doutrinários do Sistema Único de Saúde (SUS), que organiza a descentralização das ações e serviços de saúde no país e se materializa por meio da organização das Redes de Atenção à Saúde – RAS. Sobre o princípio da regionalização no SUS, assinale a alternativa correta.
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Q3515263 Português
Foi redigida em conformidade com a norma-padrão de regência a frase:
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Q3515262 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A forma verbal destacada expressa incerteza no seguinte trecho:
Alternativas
Q3515261 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Assinale a alternativa em que a frase redigida a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3515260 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Considere o trecho:
•  A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil. (4⁠º parágrafo)
As palavras destacadas introduzem, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q3515259 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A palavra destacada pode ser substituída por aquela(s) entre colchetes, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, na frase:
Alternativas
Respostas
21: C
22: A
23: C
24: D
25: B
26: A
27: C
28: E
29: B
30: A
31: E
32: C
33: B
34: B
35: D
36: E
37: E
38: C
39: D
40: B