Questões de Concurso Para cirurgião-dentista para pacientes portadores de deficiências

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Q3073224 Português
Em que período, a pontuação está correta
Alternativas
Q3073223 Português
Assinale a alternativa em que as duas primeiras orações foram reescritas corretamente em um único período composto. 
Alternativas
Q3073222 Português
Quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073221 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073220 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a frase em que todas as palavras sublinhadas apresentam sentido figurado (conotativo). 
Alternativas
Q3073219 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Considerando o que se afirma no texto, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073218 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa que melhor resume o texto. 
Alternativas
Q3038748 Odontologia
Quais são as principais complicações periodontais associadas à escovação dentária inadequada em pacientes com recessão gengival?
Alternativas
Q3038747 Odontologia
Durante a raspagem e alisamento radicular, qual é o principal objetivo da remoção de cálculo dental e placa bacteriana?  
Alternativas
Q3038746 Odontologia
Um paciente de 60 anos que fuma há mais de 30 anos apresenta-se com gengiva pálida, com uma aparência fibrosa e recessões gengivais generalizadas. Durante a sondagem periodontal, observam-se múltiplas bolsas periodontais de profundidade variada e mobilidade dentária em alguns dentes. Qual seria o principal desafio no diagnóstico e tratamento desse paciente, considerando seu histórico de tabagismo?
Alternativas
Q3038745 Odontologia
Uma paciente de 45 anos de idade procurou a Unidade de Saúde da Família com queixa de sangramento gengival durante a escovação e mobilidade dentária em alguns dentes. Durante o exame clínico, observou-se inflamação gengival difusa e recessões gengivais em vários dentes. Qual seria a abordagem diagnóstica mais apropriada para essa paciente e quais seriam os principais critérios utilizados para confirmar o diagnóstico de periodontite?
Alternativas
Q3038744 Odontologia
Ao realizar a avaliação periodontal de um paciente, o instrumental indicado para se diagnosticar lesões de furca é:  
Alternativas
Q3038743 Odontologia
Qual é a principal diferença entre os instrumentos periodontais cureta de McCall e a foice de McCall em relação ao seu uso durante procedimentos periodontais não-cirúrgicos?
Alternativas
Q3038742 Odontologia
Ao selecionar instrumentos para um procedimento de raspagem e alisamento supra e sub gengival, quais características devem ser consideradas para garantir a eficácia e segurança do tratamento?
Alternativas
Q3038741 Odontologia
Paciente GHI, 54 anos, do sexo feminino, foi encaminhada ao Centro de Especialidades Odontológicas e queixava-se de sangramento gengival ao escovar os dentes. Durante a anamnese, a paciente relatou ser diabética e fumante. Ao exame clínico, observou-se a presença de restaurações defeituosas e apinhamento dentário nos dentes anteriores inferiores. O índice periodontal simplificado (PSR) foi aplicado e revelou os seguintes escores: 4 nos sextantes 1 e 3, 2 nos sextantes 2 e 5 e 1 nos sextantes 4 e 6, respectivamente. Foram solicitados exames complementares que evidenciaram radiograficamente perda óssea (horizontal e vertical), observada nos sextantes 1 e 3. Baseado no que foi descrito, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3038740 Odontologia
Qual é a importância dos mediadores inflamatórios na etiopatogenia da doença periodontal? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3038739 Odontologia
Como as interações entre os biofilmes bacterianos e o sistema imunológico do hospedeiro contribuem para o desenvolvimento da doença periodontal? a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3038738 Odontologia
Qual dos seguintes grupos bacterianos é mais fortemente associado à progressão da periodontite? 
Alternativas
Q3038737 Odontologia
Na terapia periodontal não cirúrgica, sobre raspagem e alisamento corono-radicular, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3038736 Odontologia
Paciente, 40 anos, apresenta-se na Unidade de Saúde da Família relatando dor gengival intensa, incômoda e persistente. Relata pressão superficial, com irradiação para outros locais. Clinicamente se observa presença de ulceração das papilas interdentais, sangramento gengival, halitose e dor, presença de pseudomembrana cobrindo as áreas ulceradas e febre. Além disso, clínica e radiograficamente, identifica-se envolvimento significativo do ligamento periodontal e perda óssea rápida. De acordo com a classificação das doenças periodontais da Academia Americana de Periodontia e da Federação Europeia de Periodontia (2018), o diagnóstico é:
Alternativas
Respostas
261: D
262: B
263: A
264: E
265: A
266: D
267: E
268: C
269: E
270: E
271: A
272: A
273: D
274: B
275: C
276: E
277: C
278: B
279: A
280: D