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Q4099082 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
Os tipos de argumento são estratégias utilizadas no texto para a defesa de uma tese. Em: “Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...]” (2º parágrafo), há, no excerto em destaque, predominantemente, o emprego de
Alternativas
Q4099081 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
De acordo com o texto, o conteúdo digital se torna trabalho infantil quando a criança
Alternativas
Q4099080 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
A partir da leitura do texto, pode se afirmar que 
Alternativas
Q4099079 Português
Na tirinha, a ideia de “sangrar todo dia” pode ser compreendida como
Alternativas
Q4099078 Português
Leia o excerto da tirinha: "O meu, fizeram-no de carne..." (2º quadrinho). Sobre os elementos em destaque, analise as afirmativas.

I. O pronome “no”, com função de objeto direto, substitui “coração”.
II. O pronome “no”, com função de objeto indireto, substitui “coração”.
III. Uma das justificativas para a ocorrência da ênclise (pronome após o verbo) é o fato de não haver palavra atrativa que exija próclise.
IV. Se a frase em destaque fosse iniciada com a palavra “Não”, a forma adequada de escrita seria “Não o fizeram”, de acordo com a norma-padrão.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099077 Português
A tirinha trata principalmente do(a) 
Alternativas
Q4099076 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Quanto aos aspectos gramaticais do texto, analise as afirmativas.

I. Em: “[...] o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções [...]” (2º parágrafo), o emprego da crase é obrigatório.
II. Em: “ cinco, dez anos atrás [...]” (2º parágrafo), o verbo “haver” está conjugado no futuro.
III. Em: “Carreira bem-sucedida e sustentável” (3º parágrafo), os elementos em destaque exercem a função sintática de adjunto adverbial.
IV. Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos [...]” (4º parágrafo), o sujeito em destaque é composto.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099075 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados” (4º parágrafo), o conectivo em destaque indica uma ideia de
Alternativas
Q4099074 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Sobre a inteligência artificial (IA), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2250333 Jornalismo
Ao ser lançada, em 1965, a primeira logomarca da TV Globo era um desenho de um
Alternativas
Q2250332 Jornalismo
Ao avaliar a relação do homem com a leitura, seja ela verbal ou de imagens, Lúcia Santaella nos propõe quatro tipos de leitor — contemplativo, movente, imersivo e ubíquo — que não são excludentes, tampouco substituem uns aos outros, mas cada um deles desenvolve perfil cognitivo distinto.
Nesse aspecto, são características do leitor contemplativo: 
Alternativas
Q2250331 Jornalismo
O Brasil comemorou, recentemente, os 100 anos da primeira transmissão radiofônica oficial, na qual o presidente Epitácio Pessoa discursou na abertura da Exposição Nacional de 1922.
A repercussão dessa transmissão inspirou Henrique Morize e Edgard Roquette Pinto a fundarem, no ano seguinte, a Rádio
Alternativas
Q2250330 Jornalismo
O guia “IA para jornalistas: uma ferramenta para explorar”, publicado recentemente pela assessoria especializada em inovação digital Prodigioso Volcan em parceria com a Fundação Gabo, apresenta algumas ferramentas disponíveis para o uso no jornalismo, entre elas:
1.     Bot Sentinel 2.     DeepL 3.     JectAI 4.     Copy.ai
Relacione essas ferramentas a suas funções, descritas a seguir:
( ) tradutor com alta capacidade de processamento de palavras e que oferece ainda serviço de assistência à escrita, corrigindo gramática, ajustando estilo e tom das frases. ( ) ferramenta de verificação informações nas redes sociais, desenvolvida para classificar e rastrear contas inautênticas e trolls tóxicos. ( ) buscador que intenta escapar de bolhas e câmaras de eco, oferecendo fontes de informação não mostradas por buscadores convencionais. ( ) Assistente de redação capazes de criar desde textos para redes sociais até mensagens para publicidade e e-commerce, e-mails marketing, textos para web ou artigos.
Assinale a opção que indica a relação correta entre as ferramentas e suas funções, na ordem apresentada.
Alternativas
Q2250329 Jornalismo
A respeito do uso ético de ferramentas de Inteligência Artificial no Jornalismo, avalie as afirmativas a seguir.
I. A IA pode ser aplicada em processos de investigação jornalística e na produção de conteúdos, transformando, por exemplo, áudios de uma entrevista ou discurso em texto. II. A IA pode auxiliar na distribuição de newsletter personalizada ou na adaptação automática de conteúdo para diferentes formatos. III. A IA pode ser usada para gerar notícias e imagens credíveis a partir de conteúdos criados por humanos sem qualquer necessidade de notificação ao público.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2250328 Jornalismo
Leia o texto abaixo sobre a roteirização de documentários.
Grande parte dos roteiros na versão completa utiliza o formato _____. Como o objetivo dos documentários é registrar um evento, e não reconstruí-lo, os roteiros são frequentemente escritos _____ produção em campo. Por essa razão, os roteiros de documentários fornecem orientações para a fase de _____. O roteiro fornece indicações ao editor sobre que trechos de áudio utilizar e qual vídeo selecionar para os segmentos de _____, colocação da voz sobre uma cena. Não faz sentido escrever _____ antes de partir para a gravação do evento. Fazendo isso, você não estará documentando o evento, mas simplesmente buscando detalhes do evento que se ajustem aos seus conceitos preconcebidos”. (ZETTL, 2018, adaptado)
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.
Alternativas
Q2250327 Jornalismo
O formato televisivo em que “O repórter faz uma gravação no local do acontecimento para transmitir informações do fato, normalmente de pé, em primeiro plano e permanece no vídeo durante todo o boletim ou flash. É usado quando a notícia que o repórter tem a dar é tão importante que, mesmo sem imagem, vale a pena” (PATERNOSTO,1999:51) caracteriza
Alternativas
Q2250326 Jornalismo
Os estudos televisivos, partindo da perspectiva mais abrangente para a mais focada, buscam classificar a programação entre categorias, gêneros e formatos.
Nessa perspectiva seriam considerados gêneros:
Alternativas
Q2250325 Jornalismo
Embora existam várias formas de apresentar um orçamento para um programa televisivo, a mais comum é dividi-lo em pré-produção, produção e pós-produção.
A maioria das produtoras usa essa tripla divisão e considera como custos da etapa de produção: 
Alternativas
Q2250324 Jornalismo
Acerca das características do jornalismo televisivo, analise as afirmativas a seguir.
I. Em telejornalismo, texto e imagem compõem um sentido conjunto e, portanto, precisam estar em harmonia, não sendo correto dizer algo que as imagens não corroboram. II. As imagens telejornalísticas vêm, em geral, de três fontes: captação pelo cinegrafista da equipe, cessão ou compra de imagens feitas por outros veículos ou agências ou recebimento de espectadores. III. O storytelling do jornalismo televisivo tem como ponto de partida e foco do processo narrativo o texto: são as palavras que determinam a viabilidade de uma reportagem de TV.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2250323 Jornalismo
Entre as muitas possibilidades de classificação de formatos mais comuns de publicidade no rádio, temos:
1. Spot 2. Jingle 3. Texto-foguete 4. Vinheta 5. Sketch
Relacione esses elementos com as características a seguir: 
( ) ter, normalmente, de 2 a 4 segundos, podendo ser usado (a) na assinatura de outras peças ou com uma pequena locução em aberturas, passagens e encerramentos de programas patrocinados pelo anunciante. ( ) ser uma mensagem curta, locutada, acompanhada ou não por música, original ou adaptada, e por efeitos sonoros e inserida nos intervalos comerciais. ( ) ser uma peça musical de estrutura melódica simples, cuja função principal é facilitar e estimular a retenção da mensagem pelo ouvinte. ( ) ser uma mensagem dialogada ou dramatizada na qual à informação sobre o produto acrescenta-se sua utilidade e benefícios, de maneira que os ouvintes têm a sensação de experimentá-lo. ( ) ter, normalmente, até 10 segundos, com locução do próprio apresentador do programa no qual se insere, tendo sua força relacionada à popularidade do locutor.
Assinale a opção que apresenta a relação correta, na ordem apresentada.
Alternativas
Respostas
41: B
42: E
43: C
44: D
45: E
46: E
47: A
48: D
49: C
50: A
51: E
52: C
53: E
54: D
55: C
56: E
57: B
58: A
59: D
60: D