Questões de Concurso Para agente administrativo

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Q4124639 Arquivologia
Os dois princípios da arquivologia que têm servido, principalmente, para definir estratégias de classificação dos documentos são os da
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Q4124638 Noções de Informática
Com o avanço da tecnologia, as organizações públicas ou privadas estão adotando diferentes tipos de arquivos, migrando do formato físico tradicional para o digital. Os arquivos eletrônicos podem assumir vários formatos para uso de documentos, imagens, vídeos e áudio. É correto afirmar que, dentre os formatos mais comuns, destacam-se:
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Q4124637 Gestão de Pessoas
A correta administração do tempo é essencial para o sucesso das organizações públicas e privadas, impactando positivamente a eficiência da operação e a satisfação dos colaboradores.
Comentando com alguns colegas o quanto é importante administrar o tempo, o agente administrativo citou, corretamente, entre os principais benefícios:
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Q4124636 Administração Geral
Dentre as funções da administração, também conhecidas pela sigla “PODC”, encontra-se a função de planejar, que pode ser entendida como a definição do curso que será seguido por uma organização. Para tanto, estabelece-se as diretrizes, a sequência de ações para alcançar o objetivo e a determinação dos recursos que serão necessários para colocar as estratégias e os planos em prática.
Frente ao exposto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, alguns dos princípios básicos do planejamento.
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Q4124635 Administração Pública
Há três anos, a prefeitura de uma cidade do interior planejou a construção de quatro postos de saúde, estabelecendo um valor para a obra. Os postos já foram entregues, mas dois deles, por falta de planejamento orçamentário, apresentaram custos superiores ao previsto.
Considerando os conceitos de eficiência, eficácia e efetividade, é correto afirmar que o resultado da presente situação hipotética mostrou-se
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Q4119329 Matemática
O piso de uma sala de reuniões, que tem o formato de um hexágono regular com lado medindo 4 metros, será impermeabilizado ao custo de R$ 50,00 por m2. Considerando √3 ≈ 1,7, o custo dessa impermeabilização será igual a
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Q4119328 Matemática
Em abril, o time de futebol da prefeitura era formado por 20 atletas, sendo a média das suas alturas igual 1,77 m. Em maio, dois jogadores saíram do time, um com 1,73 m e outro com 1,70 m, e três novos jogadores se juntaram à equipe, sendo suas alturas respectivamente iguais a 1,78 m, 1,80 m e 1,83 m. Com essas mudanças, a média das alturas dos atletas desse time passou a ser igual a 
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Q4119327 Estatística
Uma pesquisa sobre os hobbies preferidos de 1.200 jovens revelou o gráfico de setores a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

De acordo com os dados apresentados, a quantidade de jovens que preferem videogames é igual a 
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Q4119326 Matemática
O quadrado do número de protocolos recebidos em um dia somado ao quíntuplo desse mesmo número é igual a 500. Se cada protocolo leva 15 minutos para ser analisado, o tempo total gasto para analisar todos os protocolos recebidos nesse dia específico é igual a
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Q4119325 Matemática
Foram realizados dois orçamentos, em lojas distintas, para a compra de cadeiras de certo tipo. Cada cadeira desse tipo custa R$ 80,00 na loja A e R$ 72,00 na loja B. Independentemente do número de cadeiras adquiridas, a loja A cobra R$ 200,00 para entregá-las, e a loja B cobra R$ 320,00. Considerando-se o valor cobrado para a entrega, o custo total nessas duas lojas será o mesmo se o número de cadeiras compradas for igual a 
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Q4119324 Matemática
Um grupo de 12 estagiários, trabalhando 4 horas por dia, consegue organizar 240 caixas de arquivo morto em 10 dias. Deseja-se organizar 600 caixas em apenas 6 dias, com jornada de 5 horas por dia. Para atingir esse objetivo, o número mínimo de novos estagiários que devem se juntar ao grupo já constituído é de 
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Q4119323 Matemática
Um departamento tem 60 funcionários, dos quais 40% são homens. Após uma reestruturação em que foram contratadas apenas mulheres, o número de homens passou a representar apenas 30% do novo total de funcionários. O número de mulheres contratadas durante aquela reestruturação foi igual a
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Q4119322 Raciocínio Lógico
Uma empresa tem 120 funcionários no setor de produção e 96 funcionários no setor de montagem. Esses funcionários serão divididos no maior número possível de grupos mistos, de modo que cada um dos grupos tenha o mesmo número de funcionários do setor da produção e o mesmo número de funcionários do setor da montagem. Nessas condições, o número total de funcionários em cada grupo será igual a
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Q4119321 Matemática
Em uma gráfica, uma máquina A imprime 1 cartaz de determinado tipo a cada 40 segundos, e uma máquina B imprime 1 cartaz desse mesmo tipo a cada 50 segundos. Certo dia, essas máquinas começaram, às 8 horas, a impressão contínua de vários cartazes do tipo indicado. O primeiro horário em que a diferença entre os números de cartazes impressos pelas máquinas A e B era igual a 30 foi às
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Q4119320 Matemática
Para a organização de um arquivo, uma empresa comprará 12 caixas organizadoras. A papelaria local vende cada caixa avulsa por R$ 12,40 e vende um pacote fechado com 12 unidades dessas caixas por R$ 133,92. Comparando-se o preço unitário de uma caixa no pacote fechado com o preço de uma caixa avulsa, verifica-se que a economia que será feita por caixa, na compra do pacote fechado, será de
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Q4119319 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

O narrador foi        uma festa em que foram servidos salgadinhos muito diferentes dos tradicionais. Um convidado se atreveu         comer o misterioso talo branco que estava unido        coxinha.
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Q4119318 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Saudade da coxa de catupiry


    Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.

    Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja, a gente não tinha dúvidas ‒ o que ali estava era croquete, coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles tão complexos e empetecados que você se pergunta se não seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir com legenda.

   Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento, estenderam na minha direção um artefato aparentemente comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha ‒ mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda, um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana ‒ onde vamos parar? E o que fazer com o bagaço?

   Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo. Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi, que depois sumiram do mapa.

   Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho? Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz. Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho de feijão.


(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta trecho do texto reescrito em conformidade com a norma-padrão de regência verbal.
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Q4119317 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Saudade da coxa de catupiry


    Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.

    Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja, a gente não tinha dúvidas ‒ o que ali estava era croquete, coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles tão complexos e empetecados que você se pergunta se não seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir com legenda.

   Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento, estenderam na minha direção um artefato aparentemente comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha ‒ mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda, um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana ‒ onde vamos parar? E o que fazer com o bagaço?

   Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo. Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi, que depois sumiram do mapa.

   Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho? Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz. Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho de feijão.


(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:

•  “... alguns deles tão complexos e empetecados...” (2o parágrafo)
•  “Era, de fato, uma minicoxinha...” (3o parágrafo)
•  “Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora...” (4o parágrafo)

As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
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Q4119316 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Saudade da coxa de catupiry


    Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.

    Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja, a gente não tinha dúvidas ‒ o que ali estava era croquete, coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles tão complexos e empetecados que você se pergunta se não seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir com legenda.

   Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento, estenderam na minha direção um artefato aparentemente comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha ‒ mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda, um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana ‒ onde vamos parar? E o que fazer com o bagaço?

   Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo. Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi, que depois sumiram do mapa.

   Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho? Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz. Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho de feijão.


(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
O narrador inclui o leitor no texto no seguinte trecho:
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Q4119315 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Saudade da coxa de catupiry


    Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.

    Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja, a gente não tinha dúvidas ‒ o que ali estava era croquete, coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles tão complexos e empetecados que você se pergunta se não seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir com legenda.

   Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento, estenderam na minha direção um artefato aparentemente comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha ‒ mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda, um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana ‒ onde vamos parar? E o que fazer com o bagaço?

   Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo. Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi, que depois sumiram do mapa.

   Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho? Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz. Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho de feijão.


(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
É correto afirmar que, em sua infância, o narrador
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Respostas
1241: E
1242: C
1243: A
1244: B
1245: D
1246: E
1247: C
1248: A
1249: A
1250: C
1251: B
1252: D
1253: E
1254: D
1255: B
1256: A
1257: D
1258: E
1259: B
1260: C