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Q3045801 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Assinale a alternativa cujo trecho tem sentido de finalidade.
Alternativas
Q3045800 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
Na leitura do seguinte trecho “O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade.” (5º§), identifica-se que a expressão conjuntiva “uma vez que” estabelece
Alternativas
Q3045799 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
“Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.” (3º§) Analise as palavras destacadas anteriormente e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3045798 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
“Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível.” (9º§) Assinale a afirmativa correta quanto ao emprego da vírgula nas duas situações expostas no trecho. 
Alternativas
Q3045797 Português
Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício

       A utilização de equipamentos eletrônicos é cada vez mais crescente na sociedade, ajuda em várias atividades do dia a dia e auxilia, inclusive, na comunicação entre as pessoas. Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet. Apesar de ainda não ser uma patologia classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição é chamada de nomofobia e os comportamentos desencadeados são um alerta para essa imersão da população em um mundo altamente conectado.
     A psicóloga Mirlene Mattos explica que essa patologia pode afetar várias áreas da vida do indivíduo. “Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente”, explica.
     Nesse caso, a utilização da internet pode começar por necessidade real, distração ou para fugir do tédio, mas, com o passar do tempo, se torna um mecanismo de fuga da realidade. Segundo a psicóloga Amanda Medeiros, em quadros mais agravados, há uma perda de sentidos da realidade, então o indivíduo não consegue identificar um cenário fora dessas redes e para além da interação digital.
     Além disso, os estímulos rápidos ocasionam a liberação de dopamina pelo cérebro, conhecida como hormônio do prazer e da satisfação. À primeira vista, pode parecer bom, mas o uso exagerado cria um ciclo que faz o cérebro buscar cada vez mais essa sensação.
     Como na maioria das dependências, a nomofobia também é causada por muitos fatores. O contexto de vinculação excessiva das tecnologias no dia a dia é um dos motores para o aparecimento da condição, uma vez que elas possuem a potência de tirar os sujeitos do presente e direcionar para algo que, muitas vezes, é mais confortável que a realidade. Essa necessidade humana de prazer e de se sentir bem é o ponto que a psicóloga Amanda Medeiros destaca como motivador para o aparecimento da condição.
      A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia. A verificação constante do celular, a incapacidade de se afastar do aparelho ou o medo de perder contato com internet são outros sinais dessa fobia. “Os sintomas podem ir desde o emocional até o físico, como estresse, irritabilidade, angústia, solidão, dor de cabeça, dor ou pressão no peito, tontura e falta de ar”, enumera a psicóloga Mirlene Mattos.
    Amanda explica que esse estresse causado pelo medo de ficar incomunicável dificulta a manutenção e a criação de novas relações humanas. “Em caráter comportamental, essa pessoa pode evitar estar em ambientes onde seja impossibilitada de usar o celular”, exemplifica a especialista.
      Os indivíduos mergulhados nesse vício acreditam que não podem se desconectar da internet e possuem um medo irracional dessa separação. Isso afeta na conclusão de tarefas do cotidiano e aumenta a procrastinação. Além disso, pode atrapalhar o sono, gerando cansaço físico.
     Em um mundo altamente conectado, a procura de uma prevenção contra essa fobia é difícil, mas não impossível. Profissionais indicam um consumo mais consciente em relação ao conteúdo, ao tempo e à frequência de acesso à internet.
      Além disso, o vício pode ser desencadeado por questões psicológicas prévias. A sensibilidade dos indivíduos nesses quadros e o aparente apoio que as redes geram agravam a necessidade dessa fuga, característica principal da patologia. O tratamento psicológico é interessante para que esses transtornos mentais não sejam gatilhos para o desenvolvimento da fobia.
     O apoio emocional de amigos e familiares também ajuda no tratamento. A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora. “A ressignificação desse símbolo de segurança e a promoção de vínculos saudáveis também em caráter presencial são essenciais para uma vida plena”, ressalta Amanda.

(Iandara Pimentel Santana. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2023/10. Acesso em: junho de 2024.)
A partir da leitura do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3040868 Noções de Informática
O Windows é um sistema operacional (software) de código fechado, concebido pela empresa Microsoft, muito difundido e utilizado no Brasil.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O Painel de Controle trata-se do plano de fundo onde geralmente encontramos ícones para ativar alguma tarefa. Eles são configuráveis (podem ser alterados pelo usuário do computador), variando, portanto, de equipamento para equipamento.
Alternativas
Q3040867 Noções de Informática
O Windows é um sistema operacional (software) de código fechado, concebido pela empresa Microsoft, muito difundido e utilizado no Brasil.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
A barra de tarefas possui elementos que permitem disparar comandos para iniciar e monitorar tarefas em geral. Essa barra também possibilita o gerenciamento das tarefas que estão ativadas no computador. Para cada tarefa ativada, o sistema operacional cria uma imagem na barra de tarefas com o nome da tarefa em questão.
Alternativas
Q3040866 Noções de Informática
O Windows é um sistema operacional (software) de código fechado, concebido pela empresa Microsoft, muito difundido e utilizado no Brasil.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O Teclado virtual edita um teclado que funciona acionando o mouse sobre as teclas, é um recurso voltado para pessoas com dificuldade de movimentos nas mãos ou de coordenação motora.
Alternativas
Q3040865 Noções de Informática
O Windows é um sistema operacional (software) de código fechado, concebido pela empresa Microsoft, muito difundido e utilizado no Brasil.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
Um ícone é a representação gráfica de um objeto. É uma imagem que tem alguma relação de semelhança entre a representação e o que ela significa no contexto. Em informática, funciona como elemento de interface com o usuário. Ao clicar nele, é ativada uma tarefa no computador.
Alternativas
Q3040864 Noções de Informática
As etapas funcionais de um computador são as seguintes: entrada, processamento e saída de dados. Passando para uma visão arquitetônica, encontramos dispositivos e acessórios que fazem parte do corpo funcional dos computadores.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O processador é um elemento de hardware responsável pela interpretação das instruções dos programas (software), exemplo de instruções: uma operação aritmética, a leitura de uma informação, gravação de uma informação no disco, instruções de comparação, ele é considerado um dispositivo de armazenamento. 
Alternativas
Q3040863 Noções de Informática
As etapas funcionais de um computador são as seguintes: entrada, processamento e saída de dados. Passando para uma visão arquitetônica, encontramos dispositivos e acessórios que fazem parte do corpo funcional dos computadores.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O Teclado continua sendo o mais popular e o mais utilizado dispositivo de entrada de dados.
Alternativas
Q3040862 Noções de Informática
As etapas funcionais de um computador são as seguintes: entrada, processamento e saída de dados. Passando para uma visão arquitetônica, encontramos dispositivos e acessórios que fazem parte do corpo funcional dos computadores.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O Leitor ótico/scanner é um equipamento que capta imagens em geral, tal como uma fotocopiadora. As imagens são digitalizadas (codificadas) ao serem enviadas para o computador.
Alternativas
Q3040861 Noções de Informática
As etapas funcionais de um computador são as seguintes: entrada, processamento e saída de dados. Passando para uma visão arquitetônica, encontramos dispositivos e acessórios que fazem parte do corpo funcional dos computadores.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
A Câmera de vídeo, também conhecido como webcam, é um equipamento que tem como objetivo captar imagens de quem está na frente do vídeo do computador, e é considerando um dispositivo de saída de dados.
Alternativas
Q3040860 Noções de Informática
O programa mais conhecido, que possui as características de construir apresentações de slides, é o Power Point, integrante do pacote Office da empresa Microsoft.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
Uma apresentação nada mais é do que um arquivo composto por quadros (slides) em sequência. Cada slide pode conter todas as formas de informação (textos, imagens, fotos, desenhos, diagramas e som).
Alternativas
Q3040859 Noções de Informática
O programa mais conhecido, que possui as características de construir apresentações de slides, é o Power Point, integrante do pacote Office da empresa Microsoft.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O Slide mestre é definido como um elemento base que contém configurações sobre o modelo do design escolhido, como os estilos, tamanhos e cores das letras, estilos dos marcadores e tamanhos e posições dos espaços reservados.
Alternativas
Q3040858 Noções de Informática
O programa mais conhecido, que possui as características de construir apresentações de slides, é o Power Point, integrante do pacote Office da empresa Microsoft.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
O layout é a maneira pela qual podemos definir quais elementos o slide conterá e qual a disposição que esses elementos terão dentro do slide.
Alternativas
Q3040857 Noções de Informática
O programa mais conhecido, que possui as características de construir apresentações de slides, é o Power Point, integrante do pacote Office da empresa Microsoft.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
No power Point, é possível aplicar designs diferentes numa mesma apresentação, basta usar o botão direito do mouse no design escolhido e utilizar a opção aplicar aos slides selecionados.
Alternativas
Q3040856 Noções de Informática
Planilhas eletrônicas são programas projetados para a elaboração de tabelas. Os recursos e ferramentas fornecidos pelas planilhas eletrônicas possibilitam efetuar de maneira rápida, produtiva e eficiente, uma ótima organização e análise detalhada dos dados, envolvendo cálculos diversos e gráficos.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
Por padrão do Excel, quando um valor numérico é digitado, ele fica automaticamente alinhado à direita da célula; e quando um texto alfanumérico é digitado, o alinhamento é à esquerda.
Alternativas
Q3040855 Noções de Informática
Planilhas eletrônicas são programas projetados para a elaboração de tabelas. Os recursos e ferramentas fornecidos pelas planilhas eletrônicas possibilitam efetuar de maneira rápida, produtiva e eficiente, uma ótima organização e análise detalhada dos dados, envolvendo cálculos diversos e gráficos.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
No Excel, é possível alinhar o texto em uma célula ou ajustar o espaçamento entre as linhas: Alinhamento à esquerda, Alinhamento centralizado, Alinhamento à direita e Jusitificado.
Alternativas
Q3040854 Noções de Informática
Planilhas eletrônicas são programas projetados para a elaboração de tabelas. Os recursos e ferramentas fornecidos pelas planilhas eletrônicas possibilitam efetuar de maneira rápida, produtiva e eficiente, uma ótima organização e análise detalhada dos dados, envolvendo cálculos diversos e gráficos.

Acesso em: https://tinyurl.com/3jau77nv
Para copiar a formatação com o Excel, selecione a célula com a formatação desejada e, na guia Página inicial, no grupo "Área de Transferência ", clique na ferramenta Pincel de formatação, em seguida, selecione a nova célula e aplique a formatação.
Alternativas
Respostas
9141: C
9142: B
9143: C
9144: C
9145: A
9146: E
9147: C
9148: C
9149: C
9150: E
9151: C
9152: C
9153: E
9154: C
9155: C
9156: C
9157: C
9158: C
9159: E
9160: C