Questões de Concurso Para agente administrativo

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Q3066726 Matemática
Carla é mãe de Ana e Bia e as três estão com uma virose. Devido às idades diferentes, o tratamento indicado pelo médico apresenta intervalos diferentes. Clara deve tomar sua medicação a cada 6 horas, Ana deve tomar seu remédio a cada 8 horas e Bia a cada 12 horas. Se todas iniciaram juntas seus tratamentos às 10 horas da manhã, a primeira vez em que voltarão a tomar juntas seus remédios será:
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Q3066725 Matemática
A razão entre as idades de Bento e Clécio é 2/7 e Clécio é 30 anos mais velho que Bento. Sendo assim, a soma de suas idades é:
Alternativas
Q3066724 Matemática

O gráfico abaixo revela os preços das cestas básicas em 10 estabelecimentos da capital paraibana, em meados de 2022.


                                      Imagem associada para resolução da questão


De acordo com o DIEESE, em julho de 2024, o custo da cesta básica no Pão de Açúcar (Miramar) era de R$ 582,56. O aumento da cesta básica nesse estabelecimento, ao longo de dois anos, foi de, aproximadamente:

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Q3066723 Matemática
Amélia comprou um Chevrolet Tracker 0km em janeiro de 2023, pagando por ele R$ 134.000,00. Ficou surpresa com a desvalorização de seu veículo ao analisar o preço de mercado desse mesmo modelo em dezembro de 2023. Após um ano de uso, seu carro só valia R$ 107.200,00. Ela pretende vender seu Tracker em dezembro de 2024. Se essa taxa de depreciação se mantiver ao longo desse segundo ano, o valor estimado para a revenda e o percentual total de desvalorização do veículo em relação ao valor original pago por Amélia, serão, respectivamente:
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Q3066722 Matemática
Joana, uma microempreendedora individual, conseguiu, para abrir a sua marmitaria, um empréstimo de R$ 4.000,00 pelo programa Empreender. Ela investiu em insumos e equipamentos todo o valor do empréstimo. Sua estimativa é de que o valor médio de revenda de suas marmitas seja de R$ 16,00. Joana pretende pagar o empréstimo em apenas 2 meses, pois essa carência não implicará em juros. Assim, considerando que Joana deseja pagar metade da dívida ao final do primeiro mês e a outra metade ao final do segundo mês do empréstimo e que há insumos suficientes para essa produção, o número mínimo de marmitas que ela precisa vender em cada um desses dois primeiros meses de seu negócio, é:
Alternativas
Q3066721 Matemática
O carro de José está fazendo 14 km/litro. Com 3/5 o tanque, José percorreu 378 km. Caso ele tivesse enchido o tanque, a distância percorrida, considerando-se a mesma média de consumo de seu carro, seria de:
Alternativas
Q3066720 Matemática

Uma roçadeira está com x% de desconto para pagamento à vista (débito, espécie ou PIX). Para quem preferir pagar o valor cheio, poderá dividir em até 12 parcelas iguais de R$ 110,00 cada, conforme o anúncio.


                                               Imagem associada para resolução da questão


Quem optar pelo pagamento à vista estará aproveitando um desconto de:

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Q3066719 Matemática
Para remover o entulho de uma demolição, 12 operários, trabalhando 8 horas por dia, concluiriam a limpeza em 6 dias.
Por motivos internos, a remoção do entulho deverá ser realizada por uma equipe de apenas 3 operários, com a mesma jornada de trabalho diária. Considerando-se que a eficiência de cada operário dessa empresa é equivalente, a limpeza do entulho será concluída em:
Alternativas
Q3066718 Matemática

A seguir, estão representados os tempos, em minutos (’) segundos (”) e centésimos de segundos que cada candidato à Prefeitura de João Pessoa terá no guia eleitoral 2024.


                                          Imagem associada para resolução da questão


Os candidatos Yuri Ezequiel (UP) e Camilo Duarte (PCO) não tiveram tempo na propaganda por questões legais.


A diferença entre o maior e o menor tempos de propaganda, de acordo com a tabela, é de:

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Q3066717 Matemática
O candidato ao cargo de vereador, Leão, desejando melhorar sua campanha, encomenda, pelo Mercado Free, 5.000 santinhos de dimensões 7cm X 10 cm, no valor de R$ 245,00, conforme o anúncio a seguir:
Para a fabricação desse material de campanha, a empresa utiliza o papel reciclado (mais econômico e sustentável). Sabe-se que a área de cada santinho mede 70 cm2 e que 1 m2 equivale a uma área de 100 cm x 100 cm. Nessas condições, o valor cobrado, por metro quadrado de santinhos, para a produção dessa encomenda, de acordo com os dados do anúncio, é:
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Q3066716 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem de modo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.


GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Releia e responda: “Abandonou a planta à sanha das saúvas...” Considerando este fragmento do texto dê a classificação à oração destacada:
Alternativas
Q3066713 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem de modo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.


GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Releia e responda: “Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobrehumano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo.” Dê a classe gramatical da palavra em destaque:
Alternativas
Q3066709 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem de modo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.


GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Assinale a opção CORRETA, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3057255 Administração Geral
Sobre as Teorias da motivação, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a teoria citada na afirmação a seguir:
“Teoria que relaciona o comportamento a três impulsos básicos: necessidade de realização, necessidade de poder e necessidade de afiliação”.
Alternativas
Q3057254 Administração Geral
Sobre as habilidades do administrador, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a habilidade mencionada na afirmação a seguir:
“Estão relacionadas com a capacidade do administrador em usar ferramentas, procedimentos e conhecimentos especializados relativos à sua área de atuação específica”.
Alternativas
Q3057253 Administração Geral
De acordo com os conhecimentos em níveis organizacionais, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o nível mencionado na afirmação a seguir:
“Coordenam a atividade de outros níveis mais baixos e são responsáveis pela tradução das políticas e estratégias definidas pelos administradores de topo em ações concretas (...)”.
Alternativas
Q3057252 Administração Geral
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o processo administrativo de Planejamento da administração:
Alternativas
Q3057251 Administração Geral
De acordo com os conhecimentos em gestão da comunicação, assinale a alternativa que traz exemplos de comunicação verbal formal:
Alternativas
Q3057250 Ética na Administração Pública
De acordo com os conhecimentos sobre ética profissional, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3057249 Administração Geral
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o conceito de “Cadeia de comando”:
Alternativas
Respostas
9001: E
9002: D
9003: A
9004: C
9005: B
9006: E
9007: D
9008: B
9009: A
9010: C
9011: B
9012: A
9013: A
9014: A
9015: C
9016: B
9017: A
9018: A
9019: B
9020: C