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Q3480335 Sistemas Operacionais
O Microsoft Windows 7 foi um sistema operacional lançado pela Microsoft em outubro de 2009 como sucessor do Windows Vista. Ele foi uma parte significativa da família de sistemas operacionais Windows, e sua principal intenção era melhorar a experiência do usuário, a estabilidade e o desempenho em comparação com seu antecessor. Acerca do Windows 7, analise as afirmativas abaixo:
( ) Apresentou melhorias significativas na interface de usuário em relação ao Windows Vista, com uma barra de tarefas redesenhada, melhorias no menu Iniciar e uma experiência geral mais intuitiva.
( ) Foi projetado para ser mais eficiente em termos de recursos e oferecer melhor desempenho e estabilidade em comparação com o Windows Vista.
( ) O Windows 7 recebeu suporte estendido pela Microsoft, com atualizações de segurança sendo fornecidas por muitos anos após o seu lançamento inicial.

Indique “V” para verdadeiro e “F” para falso.
Alternativas
Q3480334 Noções de Informática
O MS-Outlook 2016 pode ser definido como: 
Alternativas
Q3480333 Noções de Informática
O Microsoft Office é uma suíte de aplicativos de produtividade amplamente utilizada, composta por vários programas. Neste sentido, analise a imagem abaixo e assinale a alternativa que apresente o seu conceito. 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3480332 Noções de Informática
No Windows, pastas e diretórios são conceitos fundamentais para organizar e armazenar informações de maneira hierárquica em um sistema de arquivos. Diante do contexto apresentado, analise as afirmativas abaixo:
I - Um diretório é uma unidade organizacional no sistema de arquivos que pode conter arquivos ou subdiretórios.
II - As pastas são contêineres visuais que permitem aos usuários armazenarem, organizar e acessar arquivos de maneira intuitiva.
III - Os usuários podem criar, copiar, mover e excluir pastas e diretórios no Windows para gerenciar seus dados conforme necessário, mas não é possível renomear o arquivo mais de uma vez.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3480331 Noções de Informática
Ana, aluna do curso de Direito, est· elaborando um trabalho de faculdade que consiste em um parecer. Para isso, ela utiliza a legislação brasileira, de forma a copiar e colar o dispositivo de lei, todavia, a tecla “C” do seu computador est· com problemas e ela est· com dificuldade para utilizar o atalho “Ctrl + C”. Diante do caso narrado, assinale a alternativa que contenha um outro atalho que pode ser utilizado para copiar o texto desejado. 
Alternativas
Q3480330 Matemática
Um professor aplicou três provas que tinham pesos diferentes para composição da nota final. A primeira prova tem peso 1, a segunda tem peso 2 e a terceira tem peso 3. A média final de um aluno foi 7,0. Sabendo que esse aluno tirou 7,0 na primeira prova e 6,0 na segunda. Qual foi a nota que ele tirou na terceira prova, aproximadamente? 
Alternativas
Q3480327 Matemática Financeira
Uma pessoa investe numa aplicação a juros simples, na mesma data:
• 50% do seu capital com rendimento de 2% ao mês;
• 1/5 do capital com rendimento de 5% ao mês;
• E o restante do capital numa aplicação com rendimento de 1% ao mês.

Se todo o capital fosse colocado num único investimento a juros simples, qual deveria ser o rendimento deste investimento único para equivaler ao rendimento dos três investimentos juntos, no mesmo intervalo de tempo? 
Alternativas
Q3480326 Matemática
Num triângulo retângulo cuja hipotenusa tem medida 15 cm, e o cateto menor tem medida 9 cm, qual a medida do cateto maior, em cm? 
Alternativas
Q3480325 Raciocínio Lógico

Observe a seguinte sequência lógica:


Imagem associada para resolução da questão


Qual numero deve ser colocado no espaço com interrogações para seguir a mesma lógica?

Alternativas
Q3480324 Matemática
João pesou numa balança 7 maçãs e 5 bananas, e resultou em 1,41 kg. Depois, ele pesou 5 maçãs e 7 bananas, e resultou em 1,35 kg. Supondo que todas as maçãs têm o mesmo peso, e todas as bananas têm o mesmo peso, quanto pesa cada maçã?
Alternativas
Q3480323 Matemática
Para a votação de uma determinada lei há legisladores de somente dois partidos participantes: republicanos e democratas. Cada legislador dá um voto e este dever ser pela aprovação ou rejeição da lei. Sabe-se que 70% dos republicanos votaram pela aprovação, enquanto apenas 10% dentre os democratas votaram pela aprovação. A lei foi rejeitada com 204 votos de rejeição. Sabendo-se que há no total 400 legisladores, quantos são republicanos? 
Alternativas
Q3480321 Matemática
Para comemorar seu aniversário com seus familiares, Ana encomendou 25 coxinhas, 20 empadas e 30 brigadeiros. Com esses três alimentos, quantos pratinhos exatamente iguais, no máximo, ela conseguir· formar? 
Alternativas
Q3480317 Raciocínio Lógico
Cinco amigos: André, Bruno, Carlos, Diógenes e Erivelton formam uma fila nessa ordem. André começa segurando uma bola de futebol e passa para o próximo da fila, Bruno, que passa para Carlos, e assim sucessivamente. Quando a bola chega em Erivelton, ele devolve para Diógenes e sucessivamente até chegar a André novamente, que continua a brincadeira passando a bola para trás novamente. Após 511 passes, com quem estar· a bola? 
Alternativas
Q3480313 Português
Assinale a alternativa em que o adjetivo superlativo sintético entre parênteses, que corresponde à forma superlativa analítica apresentada na sentença, está incorreto
Alternativas
Q3480311 Português
Considere as seguintes sentenças:
I. Estou escrevendo uma crônica sobre sonhos de infância.
II. O bolo que encomendei é de ameixa com doce de leite.
III. Ainda somos casados perante a lei.

As palavras “sobre”, “com” e “perante”, que ocorrem nas sentenças apresentadas, desempenham o mesmo papel gramatical, de conexão de elementos intraoracionais. Sendo assim, pertencem à classe gramatical:
Alternativas
Q3480309 Português
Assinale a alternativa em que a forma pluralizada da palavra apresentada está incorreta, considerando o emprego do hífen. 
Alternativas
Q3480308 Português
Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo magnético da Terra

Cruzando dados do campo magnético do planeta com inscrições em blocos de argila, cientistas confirmaram a existência de um fenômeno ocorrido h· 3 mil anos.

O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual. Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição – o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta. Uma pesquisa publicada recentemente no periódico especializado Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou essas cicatrizes em minerais um tanto especiais: grãos de Óxido de ferro presentes em 32 tijolos fabricados na Mesopotâmia há mais de 3 mil anos. Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.

O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razıes ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.

Arqueomagnetismo

Um mapeamento cada vez mais detalhado das mudanças no campo magnético da Terra com o passar das eras dá aos arqueólogos uma ferramenta cada vez melhor para datar artefatos antigos. “Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contém material orgânico [ou seja, material com ·tomos de carbono]”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração â imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.” Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que ·tomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele. A equipe espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo – a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos –, aumente a precisão com que conhecemos história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).

Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tijolos-damesopotamia-revelam-anomalia-antiga-no-campomagnetico-da-terra)
Considere as palavras I. arqueomagnetismo, II. radiocarbono e III. invisível, que ocorrem no texto. São formadas pelo processo de composição apenas:
Alternativas
Q3480304 Português
Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo magnético da Terra

Cruzando dados do campo magnético do planeta com inscrições em blocos de argila, cientistas confirmaram a existência de um fenômeno ocorrido h· 3 mil anos.

O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual. Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição – o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta. Uma pesquisa publicada recentemente no periódico especializado Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou essas cicatrizes em minerais um tanto especiais: grãos de Óxido de ferro presentes em 32 tijolos fabricados na Mesopotâmia há mais de 3 mil anos. Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.

O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razıes ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.

Arqueomagnetismo

Um mapeamento cada vez mais detalhado das mudanças no campo magnético da Terra com o passar das eras dá aos arqueólogos uma ferramenta cada vez melhor para datar artefatos antigos. “Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contém material orgânico [ou seja, material com ·tomos de carbono]”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração â imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.” Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que ·tomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele. A equipe espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo – a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos –, aumente a precisão com que conhecemos história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).

Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tijolos-damesopotamia-revelam-anomalia-antiga-no-campomagnetico-da-terra)
Considere o excerto: “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.” Em relação â classe gramatical, no contexto em que ocorrem, as palavras “este”, “agora”, “outros” e “arqueomagnetismo” são, respectivamente: 
Alternativas
Q3480303 Português
Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo magnético da Terra

Cruzando dados do campo magnético do planeta com inscrições em blocos de argila, cientistas confirmaram a existência de um fenômeno ocorrido h· 3 mil anos.

O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual. Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição – o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta. Uma pesquisa publicada recentemente no periódico especializado Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou essas cicatrizes em minerais um tanto especiais: grãos de Óxido de ferro presentes em 32 tijolos fabricados na Mesopotâmia há mais de 3 mil anos. Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.

O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razıes ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.

Arqueomagnetismo

Um mapeamento cada vez mais detalhado das mudanças no campo magnético da Terra com o passar das eras dá aos arqueólogos uma ferramenta cada vez melhor para datar artefatos antigos. “Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contém material orgânico [ou seja, material com ·tomos de carbono]”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração â imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.” Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que ·tomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele. A equipe espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo – a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos –, aumente a precisão com que conhecemos história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).

Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tijolos-damesopotamia-revelam-anomalia-antiga-no-campomagnetico-da-terra)
No excerto “Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.”, a expressão “quanto mais… menos” è responsável por imprimir à sentença em que ocorre um sentido: 
Alternativas
Q3480302 Português
Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo magnético da Terra

Cruzando dados do campo magnético do planeta com inscrições em blocos de argila, cientistas confirmaram a existência de um fenômeno ocorrido h· 3 mil anos.

O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual. Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição – o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta. Uma pesquisa publicada recentemente no periódico especializado Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou essas cicatrizes em minerais um tanto especiais: grãos de Óxido de ferro presentes em 32 tijolos fabricados na Mesopotâmia há mais de 3 mil anos. Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.

O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razıes ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.

Arqueomagnetismo

Um mapeamento cada vez mais detalhado das mudanças no campo magnético da Terra com o passar das eras dá aos arqueólogos uma ferramenta cada vez melhor para datar artefatos antigos. “Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contém material orgânico [ou seja, material com ·tomos de carbono]”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração â imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.” Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que ·tomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele. A equipe espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo – a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos –, aumente a precisão com que conhecemos história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).

Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tijolos-damesopotamia-revelam-anomalia-antiga-no-campomagnetico-da-terra)
Considere o excerto: “Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição – o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.” No contexto apresentado, o elemento que substitui e retoma a expressão “átomos de ferro presentes” é:
Alternativas
Respostas
6801: B
6802: D
6803: D
6804: B
6805: E
6806: A
6807: E
6808: C
6809: C
6810: A
6811: C
6812: D
6813: B
6814: D
6815: C
6816: B
6817: E
6818: A
6819: E
6820: A