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Q1245983 Radiologia
Apesar do protocolo habitual para o estudo radiológico do joelho incluir sobretudo a incidência com apoio bipodálico (BP), a literatura sugere que as radiografias efetuadas em apoio monopodálico (MP) proporcionam uma análise mais fidedigna da articulação e do grau de OA9-10. Em contrapartida, Boegård e colaboradores salientam o apoio BP como o posicionamento ideal dado que permite uma distribuição equitativa do peso corporal. Deste modo, a realização do exame em apoio MP revela-se um posicionamento menos estável, pelo que se torna bastante limitativo quando executado em pessoas de idade avançada. Além disso, requer duas exposições consecutivas à radiação ionizante. Assim, esta falta de consenso faz ressaltar a necessidade de estudos científicos que demonstrem a pertinência do apoio a utilizar na execução desta incidência. Para avaliar de que modo os diferentes tipos de apoio do membro inferior podem influenciar nas medições efetuadas a partir das imagens radiográficas e, em consequência, o diagnóstico, é necessário efetuar uma análise comparativa da influência:
Alternativas
Q1245982 Radiologia
De todos os sinais radiográficos, a diminuição do espaço articular é o mais aceito para avaliação da osteoartrose. Para não gerar erro de diagnóstico, a posição do paciente no estudo radiográfico do quadril deve ser realizada:
Alternativas
Q1245981 Radiologia
Como a luz visível e os raios X fazem parte do espectro eletromagnético, é necessário identificar, desde a Grécia Antiga até a atual concepção da dualidade onda-partícula, os nomes de cada cientista e sua contribuição para a explicação da luz. Fazem parte dessa história da produção de Raio X, desde os pitagóricos e atomistas, os árabes, Isaac Newton, Rutherford e Albert Einsten até:
Alternativas
Q1245980 Radiologia
A descoberta dos raios-X causou um impacto não somente nos meios científicos, mas também entre os leigos. Sabiase que algo de extraordinário fora descoberto e previa-se uma nova era para a medicina. O que mais impressionava as pessoas era o poder de penetração dos raios-X e a possibilidade de visualização do interior do corpo humano através das vestes e do tegumento cutâneo.
Essa descoberta foi em:
Alternativas
Q1239845 Radiologia
Observe a imagem.
Imagem associada para resolução da questão INCIDÊNCIA PA OBLIQUA - ROTAÇÃO MEDIAL: POLEGAR
Analise as afirmativas quanto à posição da parte: I - abduzir ligeiramente o polegar, com a superfície palmar da mão em contato com o chassi (angulação de 90º ) II - alinhar o eixo maior do polegar do terço do filme que está sendo exposto. III - Centralizar a primeira articulação MCF em relação ao RC e na lateral esquerda inferior da porção do filme que está sendo exposta.
Está(ão) correta(s), apenas:
Alternativas
Q1239844 Radiologia
O processamento químico do filme é fundamental na formação da imagem radiográfica. Entre as recomendações para processamento de filmes radiográficos, uma refere-se à iluminação do ambiente da câmara escura convencional, que deve ser equipada com lanterna de segurança contendo uma lâmpada de filamento ______ watts, instalada a ______ metro do local de manipulação do filme.
Complete as lacunas com os valores, sequencialmente.
Alternativas
Q1239843 Radiologia
Os pontos anatômicos de referência superficial do pé são úteis para a identificação de estruturas anatômicas, facilitando a realização do exame radiológico. São eles:
I - A cabeça do 1º metatarsiano pode ser palpada medialmente, e a cabeça do 5º pode ser palpada lateralmente. II - A base do 5º metatarsiano pode ser palpada lateralmente III - O cuneiforme medial pode ser palpado na superfície anterior do pé, do lado medial. IV - o navicular é visível, de localização anterior e corresponde ao ponto de união da perna com o pé.
Estão corretas:
Alternativas
Q1239842 Radiologia
Observe a imagem.
Imagem associada para resolução da questão Posição AP - Tórax
Analise as afirmativas:
I - essa incidência mostra patologias envolvendo os pulmões, diafragma e mediastino. II - a posição do paciente deve ser em decúbito dorsal na maca, se possível. III - a cabeceira da maca ou do leito deve ser elevada até que o tronco assuma uma posição semi ortostática. IV - os ombros do paciente devem ser levados para a frente mediante rotação medial ou interna dos braços.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q1239841 Medicina
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira de ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO – recomendam a mamografia para as mulheres entre ____________ anos de idade. Tal medida difere das recomendações atuais do Ministério da Saúde, que preconiza o rastreamento, entre _________ anos de idade.
Complete as lacunas com os valores, sequencialmente.
Alternativas
Q1239840 Radiologia
O nome "ressonância magnética nuclear" não é mais correto, uma vez que causa confusão com radioatividade e não há radiação ionizante nesse método. A técnica da Ressonância Magnética fundamenta-se em três etapas: alinhamento, excitação e detecção de radiofrequência.
A sequência das etapas denominadas corretamente é:
Alternativas
Q1239839 Radiologia
O aparelho de Tomografia Computadorizada consiste em uma fonte de raios-X que é acionada ao mesmo tempo em que realiza um movimento circular ao redor da cabeça do paciente, emitindo um feixe de raios-X em forma de leque. No lado oposto a essa fonte, está localizada uma série de detectores que transformam a radiação em um sinal elétrico que é convertido em imagem digital. Dessa forma, as imagens correspondem a secções ("fatias") do crânio. A intensidade (brilho) reflete a absorção dos raios-X e pode ser medida em:
Alternativas
Q1239838 Radiologia
As propriedades do contraste iodado, utilizado na Tomografia Computadorizada (TC), vinculam-se à eficácia e à segurança. Quanto à sua capacidade de dissociação o contraste iodado pode ser classificado como:
Alternativas
Q1239837 Radiologia
é necessário que o profissional utilize recursos complementares de exame que apresentem métodos confiáveis para a determinação do diagnóstico correto da extensão da lesão cariosa e, consequentemente, do seu comprometimento pulpar. Dessa forma, torna-se necessário o domínio das técnicas radiográficas para que se possa evitar o comprometimento do correto estabelecimento do diagnóstico. Além de serem de fácil manipulação e de rapidez na execução, há técnicas que proporcionam radiografias com mínimo grau de distorção. São elas:
Alternativas
Q1239836 Radiologia
De acordo com o Art. 4º do Código de Conduta, Decoro e Responsabilidade por Atos de Gestão no Sistema CONTER/CRTRs, as disposições são aplicáveis, no que couber, em caso de indução ou concorrência para a prática de ato de má conduta, má gestão ou quebra de decoro, ou dele se beneficie sob qualquer forma direta ou indireta, aos profissionais da radiologia que:
I - exerçam função no Conselho. II - ocupem cargos na Diretoria Provisória em Intervenções. III - participem de Coordenações, Comissões ou Câmaras técnicas. IV - não exerçam função no Conselho: nem ocupem cargos na Diretoria Provisória em Intervenções; ou, que não participem de Coordenações, Comissões ou Câmaras técnicas.
Estão corretas:
Alternativas
Q1239835 Radiologia
Sobre a exposição de acompanhantes, é obrigatória, para eles, a utilização de vestimenta de proteção individual compatível com o tipo de procedimento radiológico, e que possua, pelo menos, o equivalente a _________ mm de chumbo; e as exposições a que forem submetidos devem ser otimizadas com a condição de que a dose efetiva não exceda _______ mSv durante o procedimento.
Complete as lacunas com os valores, sequencialmente:
Alternativas
Q1239834 Radiologia
Os limites de doses individuais são valores de dose efetiva ou de dose equivalente, estabelecidos para exposição ocupacional e exposição do público decorrentes de práticas controladas, cujas magnitudes não devem ser excedidas. No que se refere às exposições ocupacionais, a dose equivalente anual não deve exceder ________ mSv para extremidades e ________ mSv para o cristalino.
Complete as lacunas com os valores, sequencialmente:
Alternativas
Q1239833 Radiologia
Fica proibida toda exposição que não possa ser justificada, incluindo:
I - exposição deliberada de seres humanos aos raios-x diagnósticos com o objetivo único de demonstração, treinamento ou outros fins que contrariem o princípio da justificação. II - exames radiológicos para fins empregatícios ou periciais, exceto quando as informações a serem obtidas possam ser úteis à saúde do indivíduo examinado, ou para melhorar o estado de saúde da população. III - exames radiológicos para rastreamento em massa de grupos populacionais, mesmo quando o Ministério da Saúde julgar que as vantagens esperadas para os indivíduos examinados e para a população são suficientes para compensar o custo econômico e social, incluindo o detrimento radiológico. Deve-se levar em conta, também, o potencial de detecção de doenças e a probabilidade de tratamento efetivo dos casos detectados. IV - exposição de seres humanos para fins de pesquisa biomédica, exceto quando estiver de acordo com a Declaração de Helsinque, adotada pela 18ª Assembléia Mundial da OMS de 1964; revisada em 1975 na 29ª Assembléia, em 1983 na 35ª Assembléia e em 1989 na 41ª Assembléia, devendo ainda estar de acordo com resoluções específicas do Conselho Nacional de Saúde. V - exames de rotina de tórax para fins de internação hospitalar, quando não houver justificativa no contexto clínico, considerando-se os métodos alternativos.
Estão corretas:
Alternativas
Q1239832 Radiologia
Os princípios básicos que regem o sistema de proteção radiológica são:
I - justificação da prática e das exposições médicas individuais. II - limitação da proteção radiológica. III - otimização de doses individuais. IV - prevenção de acidentes.
Está(ão) correta(s), apenas:
Alternativas
Q1239831 Radiologia
Sobre as diretrizes de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, a Portaria 453 de 01 de Junho de l99, dispõe sobre o uso de raios-X diagnósticos em todo o território nacional. Define que os procedimentos devem ser adotados em todo o território nacional pelas pessoas jurídicas e físicas, de direito privado e público, envolvidas com:
I - produção e comercialização de equipamentos de raios-x diagnósticos, exceto os componentes e acessórios. II - prestação de serviços que implicam na utilização de raios-x diagnósticos para fins médicos e odontológicos. III - a utilização dos raios-x diagnósticos nas atividades de pesquisa biomédica e de ensino.
Está(ão) correta(s), apenas:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234395 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Em que alternativa o verbo poderia ser empregado no plural, segundo a Gramática Normativa, embora o uso recorrente no Brasil seja o singular?
Alternativas
Respostas
9641: A
9642: B
9643: C
9644: C
9645: B
9646: A
9647: C
9648: E
9649: A
9650: C
9651: A
9652: B
9653: D
9654: E
9655: B
9656: A
9657: C
9658: D
9659: E
9660: A