Questões de Concurso Para técnico em radiologia

Foram encontradas 13.030 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4070069 Português
O fim do mundo


   A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessavam nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

   Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas; nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

   O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

   Ainda há uns dias para a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho: Crônicas. 26ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. Adaptado.) 
Considerando o excerto “Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa.” (3º§), a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração semântica, por:
Alternativas
Q4070068 Português
O fim do mundo


   A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessavam nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

   Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas; nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

   O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

   Ainda há uns dias para a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho: Crônicas. 26ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. Adaptado.) 
Em “Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais.” (7º§), o sintagma “tão” exprime circunstância de:
Alternativas
Q4070067 Português
O fim do mundo


   A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessavam nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

   Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas; nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

   O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

   Ainda há uns dias para a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho: Crônicas. 26ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. Adaptado.) 
Ao afirmar “Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...” (9º§), a autora, Cecília Meireles, profere sobre: 
Alternativas
Q4070066 Português
O fim do mundo


   A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessavam nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

   Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas; nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

   O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

   Ainda há uns dias para a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho: Crônicas. 26ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. Adaptado.) 
É possível inferir que a autora do texto usa elementos temporais para caracterizar as atitudes humanas. Assinale o trecho que comprova tal afirmação.
Alternativas
Q4051913 Administração Pública
A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades, exceto:
Alternativas
Q4051912 Direito Sanitário
As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios, exceto:
Alternativas
Q4051911 Direito Sanitário

Com base na Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, analise as assertivas e assinale a alternativa CORRETA:



I. A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no § 1º, do art. 2º, desta lei; e a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas, são objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS).


II. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades: alimentação e nutrição; saneamento e meio ambiente; vigilância sanitária e farmacoepidemiologia; recursos humanos; ciência e tecnologia; e saúde da criança e do adolescente.


III. À direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) compete promover a descentralização para os Municípios dos serviços e das ações de saúde; acompanhar, controlar e avaliar as redes hierarquizadas do SUS; prestar apoio técnico e financeiro aos Municípios e executar supletivamente ações e serviços de saúde; gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros; dentre outros.


IV. As ações e serviços de saúde, executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados de forma globalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q4051910 Saúde Pública
São objetivos específicos Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS), exceto:
Alternativas
Q4051909 Radiologia

Os raios X são criados no interior de um tubo com vácuo através da conversão da energia dos elétrons em fótons. O poder de penetração e a quantidade de raios X produzidos podem ser controlados ajustando-se as grandezas:



I. Kilovoltagem (kV) = diferença de potencial (ou “potencial para aumentar a energia dos elétrons”). Elétrons com mais energia adquirida por meio de um kV mais alto produzem raios X mais penetrantes e mais abundantes.


II. Miliamperagem (mA) = quantidade ou número de elétrons que passam do catodo para o anodo a cada segundo.


III. Tempo de exposição = tempo em que o tubo de raios X permanece energizado



Julgue os itens em verdadeiro ou false e assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q4051908 Física
Com base seus conhecimentos sobre Física Radiológica, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4051907 Radiologia

Assim como a maioria das tecnologias, o software de imagens de raios X está evoluindo, oferecendo mais automação e melhor qualidade de imagem. No entanto, os conceitos básicos de imagiologia para técnicos em radiologia permanecem os mesmos. Para garantir que suas imagens tenham a qualidade ideal, são levados em consideração três princípios básicos de captura de imagens:



I. Posicionamento.


II. Qualidade.


III. Técnica.



Julgue os itens em verdadeiro ou false e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q4051906 Radiologia
É uma técnica imaginológica (imagiológica) que usa pulsos de ondas eletromagnéticas para produzir imagens que representam os tecidos em duas dimensões, baseado em suas densidades. Ela é comumente usada para avaliar a anatomia do tórax, abdômen e esqueleto. O trecho define:
Alternativas
Q4051905 Radiologia
Os preceitos do Código de Ética (que regula a profissão de Técnico de Radiologia) são de observância obrigatória e sua violação sujeitará o infrator e quem, de qualquer modo, que com ele concorrer para a infração, ainda que de forma omissa, às penas disciplinares estabelecidas no artigo 25 do Decreto nº 92.790/89, sendo elas as seguintes, exceto: 
Alternativas
Q4051904 Radiologia
O Técnico de Radiologia deve, exceto: 
Alternativas
Q4051903 Radiologia

É vedado ao Técnico de Radiologia, conforme o Código de Ética que regula a profissão:



I. Participar de qualquer ato de concorrência desleal contra colegas.


II. Participar da formação profissional e de estágios irregulares.


III. Compactuar, de qualquer forma, com irregularidades, dentro do seu local de trabalho, que venham em prejuízo à dignidade da profissão.



Julgue os itens como verdadeiro ou falso e assinale alternativa correta:

Alternativas
Q4051902 Radiologia

Conforme o Decreto nº 92.790/86, para o exercício da profissão de Técnico em Radiologia será necessário:



I. Ter concluído somente o ensino fundamental.


II. Ter formação profissional na área com, no mínimo, nível técnico em Radiologia.


III. Estar inscrito no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q4051901 Radiologia
É o lugar na qual se desenvolvem os processos de revelação, fixação e lavagem das películas radiográficas, onde se carregam e descarregam os chassis:
Alternativas
Q4051900 Radiologia
É um item obrigatório em qualquer laboratório de radiografia. Por se tratar de um ambiente fechado, a emissão de alguns gases que ocorrem devido à emissão de radiação podem ficar presos na sala. De qual item o texto fala:
Alternativas
Q4051899 Saúde Pública
A Política Nacional de Humanização se estrutura a partir de, exceto:
Alternativas
Q4051898 Saúde Pública

A humanização vista não como programa, mas como política pública que atravessa/transversaliza as diferentes ações e instâncias gestoras do SUS, implica em:



I. Traduzir os princípios do SUS em modos de operar dos diferentes equipamentos e sujeitos da rede de saúde.


II. Orientar as práticas de atenção e gestão do SUS a partir da experiência concreta do trabalhador e usuário, construindo um sentido positivo de humanização, desidealizando “o Homem”. Pensar o humano no plano comum da experiência de um homem qualquer.


III. Construir trocas solidárias e comprometidas com a dupla tarefa de produção de saúde e produção de sujeitos.



Julgue os itens como verdadeiro ou falso e assinale alternativa correta: 

Alternativas
Respostas
7481: D
7482: D
7483: A
7484: D
7485: C
7486: D
7487: C
7488: D
7489: A
7490: A
7491: C
7492: A
7493: A
7494: B
7495: B
7496: A
7497: A
7498: D
7499: E
7500: B