Questões de Concurso
Para técnico em radiologia
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TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
TEXTO I
Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!
— Oi, tudo bem?
O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.
— É... E Como vai?
— Vou indo... E você?
Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!
(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)
Leia:
Estas mãos
Olha para estas mãos
de mulher roceira,
esforçadas mãos cavouqueiras.
Pesadas, de falanges curtas,
sem trato e sem carinho.
Ossudas e grosseiras.
Mãos que jamais calçaram luvas.
Nunca para elas o brilho dos anéis.
Minha pequenina aliança.
Um dia o chamado heroico emocionante:
— Dei Ouro para o Bem de São Paulo.
A literatura goiana é marcada por grandes autores e obras que expressam a diversidade cultural e regional do estado. O poema apresentado acima é de autoria da ilustre poetisa Cora Coralina. Sobre ambos é CORRETO afirmar que