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I. O backup incremental registra apenas os arquivos criados ou alterados desde o último backup realizado (seja ele completo ou incremental), reduzindo o volume de dados copiados em cada execução.
II. A estratégia conhecida como regra 3-2-1 recomenda manter três cópias dos dados, em dois tipos diferentes de mídia, sendo ao menos uma armazenada fora do local principal.
III. A realização de backups dispensa a necessidade de testes de restauração, pois a simples confirmação de que o arquivo foi copiado garante sua integridade futura.
IV. Backups diferenciais tendem a crescer progressivamente ao longo do tempo, pois armazenam as alterações ocorridas desde o último backup completo.
V. O espelhamento de disco pode aumentar a disponibilidade dos dados, mas não substitui integralmente uma política de backup histórico com versionamento.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Diferentemente do vírus tradicional, o worm possui capacidade de autopropagação pela rede, explorando vulnerabilidades, não dependendo necessariamente da execução de um arquivo hospedeiro pelo usuário.
II. Vírus de macro podem estar associados a arquivos de aplicativos de escritório, explorando recursos de automação, motivo pelo qual a desativação ou restrição de macros é frequentemente recomendada em ambientes corporativos.
III. Cavalos de Troia (trojans) caracterizam-se, em geral, por aparentarem funcionalidade legítima, enquanto executam ações ocultas, como abertura de portas para acesso remoto não autorizado.
IV. A simples instalação de um antivírus, ainda que desatualizado, tende a neutralizar inclusive ameaças recentes baseadas em exploração de falhas ainda não catalogadas.
V. Worms e botnets podem contribuir para ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS), ao utilizar máquinas infectadas como parte de uma rede coordenada de dispositivos comprometidos.
Assinale a alternativa CORRETA.
Com base exclusivamente no disposto na Lei nº 8.429/1992, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando o disposto na Lei nº 12.527/2011, que regula o acesso a informações no âmbito da Administração Pública, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando o disposto na Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública federal, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando o disposto na Lei nº 12.813/2013, que dispõe sobre o conflito de interesses no exercício de cargo ou emprego no âmbito do Poder Executivo federal e estabelece situações que possam comprometer o interesse coletivo ou influenciar indevidamente o desempenho da função pública, assinale a alternativa CORRETA.
I. O vocativo é empregado para dirigir-se ao destinatário no início do documento; no corpo do texto, admitem-se os pronomes de tratamento tanto em sua forma abreviada quanto por extenso; e o endereçamento corresponde ao texto constante do envelope que contém a correspondência oficial.
II. No caso de autoridade com o cargo de Ministro de Estado, o endereçamento deve ser feito pela forma "A Sua Excelência o Senhor"; o vocativo, por "Senhor Ministro,"; e, no corpo do texto, deve-se empregar o pronome de tratamento "Vossa Excelência".
III. Os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento devem concordar com a pessoa a quem se dirigem, como na construção 'Vossa Senhoria designará vosso substituto'.
IV. Os adjetivos empregados com pronomes de tratamento devem concordar com o sexo da pessoa a quem se referem, e não com o substantivo que integra a locução. Assim, se o interlocutor for homem, o correto é: Vossa Excelência está atarefado; se for mulher: Vossa Excelência está atarefada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
Analise a classificação das orações presentes no período acima e julgue as afirmativas:
I. A oração iniciada por 'que as águas' é classificada como subordinada adjetiva, pois caracteriza o termo 'estudo', especificando que não se trata de qualquer estudo, mas daquele em águas profundas.
II. A oração iniciada por 'que reescreve...' classifica-se como oração subordinada adjetiva restritiva, pois caracteriza o termo 'processo', indicando tratar-se de um processo específico.
III. A oração iniciada por 'que as águas' possui a mesma classificação da iniciada por 'que' em 'Decidiu-se que você continue na liderança'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
"Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos relativamente baixos durante o período glacial."
"Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual."
Analise os trechos acima, considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados, e marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas.
(__) A expressão 'esse isolamento' retoma o mecanismo de aquecimento oculto, estabelecendo uma relação de coesão referencial por meio de sinonímia.
(__) A oração 'em um processo que reescreve a cronologia climática' estabelece coesão temática ao explicitar o efeito do reservatório de carbono.
(__) O pronome relativo 'que', em 'um processo que reescreve a cronologia climática', estabelece coesão referencial ao retomar explicitamente 'o CO?'.
(__) A conjunção 'embora' pode ser substituída 'ainda que', mantendo o sentido essencial da oração.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
Muitas palavras, como o vocábulo 'só', podem apresentar-se de forma idêntica, mas com significados diferentes, os quais, em certos casos, podem ser distinguidos por valores semânticos distintos. Com base nisso, analise o emprego de 'só' no contexto acima e nas frases a seguir:
I. Todos saíram e só um ficou.
II. Viajei por um lugar distante e só.
III. Ele se sentiu muito só durante a viagem.
IV. Foi indicado que saíssem só após a tempestade cessar.
Após a análise, identifique a alternativa CORRETA que apresenta o vocábulo 'só' nas frases com o mesmo valor gramatical do apresentado no trecho inicial.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
Com base nas classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O termo 'entender' é um verbo que adquire valor nominal, exercendo a função de núcleo do sujeito da oração.
II. O vocábulo 'crucial' é um adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
III. O pronome 'que' em 'para que os cientistas possam prever' exerce função de conjunção subordinativa integrante causal.
IV. O termo 'mais' é um advérbio de intensidade, modificando o verbo 'prever' exercendo a função de adjunto adverbial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
I. O vocábulo 'aquecimento' é formado pelo mesmo processo de formação do vocábulo 'adjacente'.
II. A palavra 'recuo' exemplifica derivação regressiva, pois é formada a partir da redução do verbo 'recuar' pela retirada da terminação de infinitivo.
III. O vocábulo 'marinho' é formado por um processo em que se adiciona um sufixo, que possui existência independente na língua, resultando em uma nova palavra com mudança da classificação morfológica.
IV. O vocábulo 'gelo' é um exemplo de palavra que não pode ser reduzida a grupos menores de palavras porque possui apenas um núcleo que carrega toda a significação da palavra que é reconhecida no mundo em que vivemos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
O emprego da vírgula decorre de diferentes regras gramaticais. No trecho em análise, por exemplo, ela foi utilizada para isolar um adjunto adverbial intercalado na frase. Avalie, agora, o uso desse sinal de pontuação nas frases a seguir, conforme outras regras de emprego.
I. O lobo, viu-o o caçador.
II. Ele sairá daqui logo, ou eu me desligarei do grupo.
III. Teve duas fases a nossa paixão, ou ligação, ou qualquer outro nome que se atribua ao que vivemos.
IV. Abrem-se lírios, e jasmins, e rosas.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta as frases cujo emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
No trecho acima, observa-se que a concordância nominal e verbal está adequada. Analise, a seguir, se os enunciados abaixo também apresentam concordância correta.
I. Durante a prova, observou-se que 90% dos candidatos tinha domínio total dos conteúdos apresentados.
II. Antes da prova, a funcionária deixou limpa a mesa e o assento do professor.
III. É proibido a entrada de pessoas não cadastradas no interior do recinto.
IV. O cliente com sua filha reclamou contra o aumento abusivo dos preços.
V. A maior parte do conselho decidiram adotar o novo regulamento.
Após analisar as frases quanto à concordância adequada, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A situação descrita exemplifica o conceito de:
Com base nessa norma, analise as afirmativas a seguir:
I. Os Conselhos de Saúde são instâncias colegiadas, permanentes e deliberativas do SUS, atuando na formulação de estratégias e no controle da execução das políticas de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.
II. A composição dos Conselhos de Saúde deve ser paritária em relação ao conjunto dos usuários, trabalhadores da saúde e gestores/prestadores de serviços, garantindo igual número de representantes para cada segmento.
III. As decisões dos Conselhos de Saúde devem ser homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera de governo.
Assinale a alternativa correta.