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I. A palavra para (verbo) perdeu o acento na reforma ortográfica.
II. A palavra jerimum está grafada corretamente.
III. As palavras mau e bem são antônimas.
IV. A forma verbal “veem” está grafada corretamente.
“Assim que o Papa chegou, o Arcebispo beijou-lhe a mão.”
Leia atentamente as frases abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I. Estava disposto à disputar uma vaga.
II. Vou à Roma.
III. Obedeço à minha irmã.
IV. Os marinheiros desceram à terra dos anões
Observe a imagem a seguir:

Classifique corretamente a estrutura 1 e os segmentos 2 e 3 destacados no esquema, respectivamente.
• Material: - 1 saco plástico tipo ziploc; - 1 morango; - 10 mL de solução de extração de DNA (preparo a seguir); - 1 filtro de papel com funil; - Álcool etílico gelado (pode ser álcool 70º g.l.); - 1 tubo de ensaio limpo; - 1 palito de madeira para manicure.
• Solução de extração de DNA (suficiente para 100 grupos): - 50 mL de detergente sem corantes; - 15 gramas de NaCl (sal de cozinha) = 2 colheres de chá; - 900 mL de água (H2O), de preferência mineral.
• Método: - Coloque um morango em um saco ziploc; - Esmague o morango com o punho por, no mínimo, 2 minutos; - Adicione a solução de extração ao conteúdo do saco; - Misture tudo, apertando com as mãos, por 1 minuto; - Derrame o extrato no aparato filtrante e deixe filtrar diretamente dentro do tubo; - Derrame devagar o álcool gelado no tubo, até que o encha até a metade; - Mergulhe o pau-de-laranjeira dentro do tubo no local onde a camada de álcool faz contato com a camada de extrato; - Mantenha o tubo ao nível dos olhos para ver o que está acontecendo.
Os componentes do protocolo que rompem a parede celular, a membrana plasmática e possibilitam a precipitação do DNA são, respectivamente,
O heredograma que melhor representa o padrão de herança da fibrose cística é:


No caso de haver a deleção de um nucleotídeo, nos dois alelos do gene CFTR, conforme detalhado no texto, a célula passará a apresentar a seguinte configuração dos receptores de Cl - :

Entre 1998 e 2019, a CTNBio aprovou 152 produtos geneticamente modificados no Brasil, sendo a agricultura um dos segmentos da economia mais beneficiados. É praticamente impossível para um brasileiro não consumir ao menos algum derivado de planta geneticamente modificada todos os dias.
A visão de que é possível utilizar transgênicos com segurança é compartilhada pela maioria dos membros da CTNBio, mas a questão não está pacificada, apesar do consumo desses alimentos não ter causado nenhum malefício à saúde nesses 25 anos.
Quando se transfere um gene para outro organismo, isso pode afetar outras expressões além das características pretendidas e ter consequências de longo prazo, que precisam ser monitoradas.
Ao contrário do que se prometia, os transgênicos não reduziram o uso de agroquímicos na agricultura, ao contrário hoje há plantas transgênicas resistentes a vários herbicidas e o lançamento no solo de misturas tóxicas sobre as quais há pouca informação.
O uso de transgênicos pode produzir impactos que ainda não são mensurados. Por exemplo, a presença de um gene inseticida que mata lagartas em um cultivar de milhões de hectares, leva à morte as lagartas e seus predadores, após um período as lagartas podem adquirir resistência e encontrar um ambiente com poucos predadores.
Economicamente, para pequenos produtores, comprar sementes transgênicas impõe um custo adicional que não é compensado por um aumento de rendimento.
Entretanto, uma das atribuições da CTNBio é acompanhar a evolução das tecnologias e propor normas adequadas para novas realidades.
Revista Pesquisa FAPESP. Ed. 303. Maio/2021 (adaptado).
Segundo o texto, a introdução de plantas geneticamente modificadas na agricultura de larga escala traz debates importantes sobre a segurança dos alimentos e impactos socioambientais como: