Foram encontradas 10.820 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Num novo milagre econômico, as pessoas mais pobres estão consumindo mais e o fosso social ficou menor.
Há um pensamento convencional a respeito da distribuição de renda no Brasil. Não importa o que aconteça, o que se diz é que os ricos sempre sugam tudo dos pobres, deixando-lhes apenas o farelo do bolo. 'O principal problema do Brasil é a injustiça social', repetem quase todos os relatórios sobre a economia do país, principalmente os que são redigidos à distância, nos escritórios da ONU ou do Banco Mundial. Os acadêmicos falam em 20 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, uma massa faminta que apenas sobrevive. Os números variam segundo o mau humor do analista, mas todos concordam que os ricos estão ficando cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Pois bem: isso não é verdade. Ou pelo menos não é mais verdade. O Brasil continua com um dos piores perfis de distribuição de renda do mundo, mas existe uma coisa que os números pessimistas não detectaram. Depois da fase em que o fosso social se ampliou, sobretudo na última década e meia, há uma transformação ocorrendo - no sentido oposto.
Os ricos estão ficando no mesmo lugar. E os pobres estão melhorando. Essa transformação é dramática e quem quiser percebê-la visualmente pode pegar o carro e dar uma volta pelos bairros periféricos das grandes cidades. É o endereço dos pobres.
Neles moram o operário, a empregada doméstica, o garçom. O que se descobrirá nesse passeio é que a vida dessa gente está mudando muito rápido. Os pobres empunharam a pá de pedreiro e estão reformando suas casinhas. Grandes redes de supermercado migraram para essas regiões, instalando lojas que, entre outras coisas, vendem produtos importados. As redes de fast food, que pescavam a clientela apenas na classe média, estão chegando. Apareceram locadoras de vídeo, casas que vendem eletrodomésticos, até shoppings. Um jardim de antenas parabólicas floresce em bairros modestos. Os publicitários já tratam essa turma de 'consumidores emergentes'.
Antenor Nascimento
Em todas as frases abaixo a concordância se fez corretamente, EXCETO em:
Num novo milagre econômico, as pessoas mais pobres estão consumindo mais e o fosso social ficou menor.
Há um pensamento convencional a respeito da distribuição de renda no Brasil. Não importa o que aconteça, o que se diz é que os ricos sempre sugam tudo dos pobres, deixando-lhes apenas o farelo do bolo. 'O principal problema do Brasil é a injustiça social', repetem quase todos os relatórios sobre a economia do país, principalmente os que são redigidos à distância, nos escritórios da ONU ou do Banco Mundial. Os acadêmicos falam em 20 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, uma massa faminta que apenas sobrevive. Os números variam segundo o mau humor do analista, mas todos concordam que os ricos estão ficando cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Pois bem: isso não é verdade. Ou pelo menos não é mais verdade. O Brasil continua com um dos piores perfis de distribuição de renda do mundo, mas existe uma coisa que os números pessimistas não detectaram. Depois da fase em que o fosso social se ampliou, sobretudo na última década e meia, há uma transformação ocorrendo - no sentido oposto.
Os ricos estão ficando no mesmo lugar. E os pobres estão melhorando. Essa transformação é dramática e quem quiser percebê-la visualmente pode pegar o carro e dar uma volta pelos bairros periféricos das grandes cidades. É o endereço dos pobres.
Neles moram o operário, a empregada doméstica, o garçom. O que se descobrirá nesse passeio é que a vida dessa gente está mudando muito rápido. Os pobres empunharam a pá de pedreiro e estão reformando suas casinhas. Grandes redes de supermercado migraram para essas regiões, instalando lojas que, entre outras coisas, vendem produtos importados. As redes de fast food, que pescavam a clientela apenas na classe média, estão chegando. Apareceram locadoras de vídeo, casas que vendem eletrodomésticos, até shoppings. Um jardim de antenas parabólicas floresce em bairros modestos. Os publicitários já tratam essa turma de 'consumidores emergentes'.
Antenor Nascimento
Assinale a alternativa INCORRETA, de acordo com a norma culta:
Os erros aleatórios, ou indeterminados, existem em todas as medidas. Jamais podem ser totalmente eliminados e são, muitas vezes, a maior fonte de incertezas em uma determinação. Mesmo que possamos identificar as fontes de incertezas, geralmente é impossível medi-las, porque a maioria delas é tão pequena que não pode ser detectada individualmente. O efeito cumulativo das incertezas individuais, entretanto, faz com que as réplicas de medidas flutuem aleatoriamente em torno da média do conjunto de dados.

No gráfico tridimensional apresentado é possível visualizar a precisão e a exatidão de uma medição
realizada por 4 analistas diferentes. Dentre as alternativas a seguir, assinale a que indica qual analista
obteve a menor incerteza na sua medição.
Durante a calibração de uma balança analítica, um analista notou um comportamento atípico em seus resultados. Ao elaborar um gráfico para entender o que ocorria, ele observou os efeitos da temperatura sobre os dados de pesagem.

Os erros absolutos em função do tempo
após o objeto ter sido removido de uma estufa
a 110°C foram avaliados em duas condições.
Em (A): cadinho de porcelana vazio e fechado,
e em (B): pesa-filtro contendo material de referência. Com isso, o analista pode concluir que as
causas dos erros estariam relacionadas com:
Considere a imagem a seguir:

De acordo com as duas curvas normais de
erro apresentadas, pode-se afirmar que:
Considere o seguinte trecho retirado da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005:
“(…) é a confirmação por exame e fornecimento de evidência objetiva de que os requisitos específicos para um determinado uso pretendido são atendidos.”
Assinale o termo associado a essa definição.