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Um componente relevante para o funcionamento de um sistema computacional é a memória. Sobre esse tipo de componente, considere as afirmações a seguir.
I- Uma Memória de Acesso Aleatório (do inglês, Random Access Memory - RAM), de Leitura e Escrita (do inglês, Read/Write - R/W), possui barramento de endereços e de dados compostos de 16 bits e 8 bits, respectivamente. Assim, a capacidade desta memória é de 64 Kbits.
II- A capacidade de armazenamento de um registrador é inferior à capacidade de armazenamento de uma memória cache.
III- Em uma memória volátil, as informações temporariamente armazenadas nesta memória são apagadas quando o computador é desligado.
Está CORRETO o que se afirma em:
Em sistemas de transmissão de dados, para minimizar falhas, ruídos, dentre outros, que podem alterar a informação transmitida, são utilizadas técnicas para detecção de erros e até mesmo mecanismos para correção de erros. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta técnicas que realizam APENAS a detecção de erros de transmissão:
O acesso dos usuários de um determinado sistema computacional é realizado a partir do fornecimento de uma senha composta de 5 dígitos. Cada dígito é convertido em um número binário de 4 bits, sem sinal, para que seja processado pelo sistema. Considerando que um usuário forneceu a senha 41578, qual alternativa representa esta senha em binário?
Qual das seguintes fórmulas é a alternativa CORRETA para calcular a pontuação média ponderada na célula C9, conforme mostrado na figura a seguir?

Um computador é composto por diversos dispositivos, que podem ser divididos em dispositivos de entrada e saída (periféricos), de processamento e de armazenamento. Com relação aos tipos de armazenamento, avalie as afirmações a seguir:
I- O HD (do inglês, Hard Disk/Disco Rígido) é um dispositivo de armazenamento secundário.
II- SSD (do inglês, Solid-State Drive) é um tipo de unidade de armazenamento, um dispositivo com a mesma função do HD; porém, não consegue tornar as funções de leituras e escritas mais velozes em relação ao HD.
III- A capacidade de armazenamento de uma memória é medida em bytes (ou bits).
IV- HD, SSD, pen drives e cartões de memória, se enquadram em dispositivos de armazenamentos não voláteis.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.
TEXTO 2:
“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.
Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”
Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/
TEXTO 3:
“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”
Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.
TEXTO 2:
“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.
Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”
Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/
TEXTO 3:
“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”
Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.