Questões de Concurso Para técnico de informática

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Q2444274 Português
Tecnoescravo


Quanto mais nos conectamos, mais nos alienamos.


         Certa vez, enquanto eu estava em um ônibus cheio, um homem sentado ao meu lado atirou seu celular pela janela. Ao ouvir o toque do seu telefone, em vez de atendê-lo prontamente, ele casualmente o jogou fora. Fiquei perplexo. Ele olhou para mim, deu de ombros e desviou o olhar. Eu não tinha ideia se o telefone era seu, se ele o tinha roubado ou sequer se sabia o que era um celular. Mas em um movimento aparentemente despreocupado, ele conseguiu se libertar daquilo que me tem consumido completamente.

    Quando meu celular toca, uma vibração incessante e aborrecida me rouba a atenção imediatamente. Eu praguejo, mas sou incapaz de ignorá-lo. Seja no meio de uma conversa, no chuveiro ou dormindo profundamente, o ressonar do telefone me causa tal pânico e excitação que sou compelido a atendê-lo.

     “A pressão para responder imediatamente ao pulso ou ao chamado deixa os tecnoescravos ansiosos por receber uma mensagem, levam-nos a se afastar na tentativa de obter um melhor sinal e/ou lidar com a urgência do momento como se fosse uma situação de vida ou morte”, escreve Gerald Celente, editor do jornal The Trends Journal. “… E com que propósito? Para dizer ‘alô’, criar intrigas e resmungar ou fazer negócios pelo telefone?”

         A tecnologia deveria nos libertar das amarras do trabalho e nos dar mais tempo livre para o lazer. No entanto, tem acontecido exatamente o oposto. Uma pesquisa realizada em 2005 pelo Leger Marketing para o jornal de tecnologia Computing Canadá mostrou que, para a maioria das pessoas, tecnologia significa mais trabalho e menos tempo com suas famílias. Sejam celulares, Blackberry’s, videogames ou e-mail, nós nos tornamos uma cultura escravizada pelos nossos eletrônicos.

          À medida que as pessoas mergulham ainda mais em seus equipamentos, cientistas e psicólogos começam a considerar a dependência tecnológica um grave problema de saúde pública, colocando-a na mesma categoria que o alcoolismo, o vício em jogos e em drogas. O estresse criado por esse vício tem gerado em suas vítimas artrite, enxaquecas e úlceras. Essas dependências físicas vêm causando ainda excesso de peso, problemas de coluna e de pele. O mais preocupante, no entanto, é o profundo impacto que exerce sobre o nosso desenvolvimento pessoal. Ao que parece, quanto mais conectados estamos, mais alheios ficamos.

        “Os seres humanos estão caindo na armadilha do ciclo da alta tecnologia, que impede suas mentes de viver o presente, observando a vida e absorvendo o que acontece ao seu redor”, descreve Celente. “Enquanto a tecnologia tem alterado radicalmente a vida externa, ainda não atingiu nada tangível capaz de melhorar a vida interna das pessoas: valores morais, emocionais, filosóficos e espirituais.”

          Observando com um olhar vazio a tela do computador por horas a fio, às vezes chego a me perguntar se há, escondida, naquele labirinto tecnológico, alguma mensagem secreta. No entanto, não importa o quanto eu olhe, termino sempre encontrando a mesma resposta: estou aprisionado.


(SLATE, Eric. Tecnoescrevo. Tradução de Nicolaus Linneu de Holanda. Adbusters, n. 77. Acesso em: 10/12/2023.)
À medida que as pessoas mergulham ainda mais em seus equipamentos, cientistas e psicólogos começam a considerar a dependência tecnológica um grave problema de saúde pública [...]” (5º§) Assinale a alternativa cujo acento indicador de crase é justificado pelo mesmo motivo de “à medida que”: 
Alternativas
Q2444273 Português
Tecnoescravo


Quanto mais nos conectamos, mais nos alienamos.


         Certa vez, enquanto eu estava em um ônibus cheio, um homem sentado ao meu lado atirou seu celular pela janela. Ao ouvir o toque do seu telefone, em vez de atendê-lo prontamente, ele casualmente o jogou fora. Fiquei perplexo. Ele olhou para mim, deu de ombros e desviou o olhar. Eu não tinha ideia se o telefone era seu, se ele o tinha roubado ou sequer se sabia o que era um celular. Mas em um movimento aparentemente despreocupado, ele conseguiu se libertar daquilo que me tem consumido completamente.

    Quando meu celular toca, uma vibração incessante e aborrecida me rouba a atenção imediatamente. Eu praguejo, mas sou incapaz de ignorá-lo. Seja no meio de uma conversa, no chuveiro ou dormindo profundamente, o ressonar do telefone me causa tal pânico e excitação que sou compelido a atendê-lo.

     “A pressão para responder imediatamente ao pulso ou ao chamado deixa os tecnoescravos ansiosos por receber uma mensagem, levam-nos a se afastar na tentativa de obter um melhor sinal e/ou lidar com a urgência do momento como se fosse uma situação de vida ou morte”, escreve Gerald Celente, editor do jornal The Trends Journal. “… E com que propósito? Para dizer ‘alô’, criar intrigas e resmungar ou fazer negócios pelo telefone?”

         A tecnologia deveria nos libertar das amarras do trabalho e nos dar mais tempo livre para o lazer. No entanto, tem acontecido exatamente o oposto. Uma pesquisa realizada em 2005 pelo Leger Marketing para o jornal de tecnologia Computing Canadá mostrou que, para a maioria das pessoas, tecnologia significa mais trabalho e menos tempo com suas famílias. Sejam celulares, Blackberry’s, videogames ou e-mail, nós nos tornamos uma cultura escravizada pelos nossos eletrônicos.

          À medida que as pessoas mergulham ainda mais em seus equipamentos, cientistas e psicólogos começam a considerar a dependência tecnológica um grave problema de saúde pública, colocando-a na mesma categoria que o alcoolismo, o vício em jogos e em drogas. O estresse criado por esse vício tem gerado em suas vítimas artrite, enxaquecas e úlceras. Essas dependências físicas vêm causando ainda excesso de peso, problemas de coluna e de pele. O mais preocupante, no entanto, é o profundo impacto que exerce sobre o nosso desenvolvimento pessoal. Ao que parece, quanto mais conectados estamos, mais alheios ficamos.

        “Os seres humanos estão caindo na armadilha do ciclo da alta tecnologia, que impede suas mentes de viver o presente, observando a vida e absorvendo o que acontece ao seu redor”, descreve Celente. “Enquanto a tecnologia tem alterado radicalmente a vida externa, ainda não atingiu nada tangível capaz de melhorar a vida interna das pessoas: valores morais, emocionais, filosóficos e espirituais.”

          Observando com um olhar vazio a tela do computador por horas a fio, às vezes chego a me perguntar se há, escondida, naquele labirinto tecnológico, alguma mensagem secreta. No entanto, não importa o quanto eu olhe, termino sempre encontrando a mesma resposta: estou aprisionado.


(SLATE, Eric. Tecnoescrevo. Tradução de Nicolaus Linneu de Holanda. Adbusters, n. 77. Acesso em: 10/12/2023.)
A pressão para responder imediatamente ao pulso ou ao chamado deixa os tecnoescravos ansiosos por receber uma mensagem [...]” (3º§). O uso das preposições sublinhadas se justifica quanto ao sentido do verbo responder que significa:
Alternativas
Q2444272 Português
Tecnoescravo


Quanto mais nos conectamos, mais nos alienamos.


         Certa vez, enquanto eu estava em um ônibus cheio, um homem sentado ao meu lado atirou seu celular pela janela. Ao ouvir o toque do seu telefone, em vez de atendê-lo prontamente, ele casualmente o jogou fora. Fiquei perplexo. Ele olhou para mim, deu de ombros e desviou o olhar. Eu não tinha ideia se o telefone era seu, se ele o tinha roubado ou sequer se sabia o que era um celular. Mas em um movimento aparentemente despreocupado, ele conseguiu se libertar daquilo que me tem consumido completamente.

    Quando meu celular toca, uma vibração incessante e aborrecida me rouba a atenção imediatamente. Eu praguejo, mas sou incapaz de ignorá-lo. Seja no meio de uma conversa, no chuveiro ou dormindo profundamente, o ressonar do telefone me causa tal pânico e excitação que sou compelido a atendê-lo.

     “A pressão para responder imediatamente ao pulso ou ao chamado deixa os tecnoescravos ansiosos por receber uma mensagem, levam-nos a se afastar na tentativa de obter um melhor sinal e/ou lidar com a urgência do momento como se fosse uma situação de vida ou morte”, escreve Gerald Celente, editor do jornal The Trends Journal. “… E com que propósito? Para dizer ‘alô’, criar intrigas e resmungar ou fazer negócios pelo telefone?”

         A tecnologia deveria nos libertar das amarras do trabalho e nos dar mais tempo livre para o lazer. No entanto, tem acontecido exatamente o oposto. Uma pesquisa realizada em 2005 pelo Leger Marketing para o jornal de tecnologia Computing Canadá mostrou que, para a maioria das pessoas, tecnologia significa mais trabalho e menos tempo com suas famílias. Sejam celulares, Blackberry’s, videogames ou e-mail, nós nos tornamos uma cultura escravizada pelos nossos eletrônicos.

          À medida que as pessoas mergulham ainda mais em seus equipamentos, cientistas e psicólogos começam a considerar a dependência tecnológica um grave problema de saúde pública, colocando-a na mesma categoria que o alcoolismo, o vício em jogos e em drogas. O estresse criado por esse vício tem gerado em suas vítimas artrite, enxaquecas e úlceras. Essas dependências físicas vêm causando ainda excesso de peso, problemas de coluna e de pele. O mais preocupante, no entanto, é o profundo impacto que exerce sobre o nosso desenvolvimento pessoal. Ao que parece, quanto mais conectados estamos, mais alheios ficamos.

        “Os seres humanos estão caindo na armadilha do ciclo da alta tecnologia, que impede suas mentes de viver o presente, observando a vida e absorvendo o que acontece ao seu redor”, descreve Celente. “Enquanto a tecnologia tem alterado radicalmente a vida externa, ainda não atingiu nada tangível capaz de melhorar a vida interna das pessoas: valores morais, emocionais, filosóficos e espirituais.”

          Observando com um olhar vazio a tela do computador por horas a fio, às vezes chego a me perguntar se há, escondida, naquele labirinto tecnológico, alguma mensagem secreta. No entanto, não importa o quanto eu olhe, termino sempre encontrando a mesma resposta: estou aprisionado.


(SLATE, Eric. Tecnoescrevo. Tradução de Nicolaus Linneu de Holanda. Adbusters, n. 77. Acesso em: 10/12/2023.)
“Essas dependências físicas vêm causando ainda excesso de peso, problemas de coluna e de pele.” (5º§) Quanto à forma verbal “vêm”, o uso está
Alternativas
Q2444271 Português
Tecnoescravo


Quanto mais nos conectamos, mais nos alienamos.


         Certa vez, enquanto eu estava em um ônibus cheio, um homem sentado ao meu lado atirou seu celular pela janela. Ao ouvir o toque do seu telefone, em vez de atendê-lo prontamente, ele casualmente o jogou fora. Fiquei perplexo. Ele olhou para mim, deu de ombros e desviou o olhar. Eu não tinha ideia se o telefone era seu, se ele o tinha roubado ou sequer se sabia o que era um celular. Mas em um movimento aparentemente despreocupado, ele conseguiu se libertar daquilo que me tem consumido completamente.

    Quando meu celular toca, uma vibração incessante e aborrecida me rouba a atenção imediatamente. Eu praguejo, mas sou incapaz de ignorá-lo. Seja no meio de uma conversa, no chuveiro ou dormindo profundamente, o ressonar do telefone me causa tal pânico e excitação que sou compelido a atendê-lo.

     “A pressão para responder imediatamente ao pulso ou ao chamado deixa os tecnoescravos ansiosos por receber uma mensagem, levam-nos a se afastar na tentativa de obter um melhor sinal e/ou lidar com a urgência do momento como se fosse uma situação de vida ou morte”, escreve Gerald Celente, editor do jornal The Trends Journal. “… E com que propósito? Para dizer ‘alô’, criar intrigas e resmungar ou fazer negócios pelo telefone?”

         A tecnologia deveria nos libertar das amarras do trabalho e nos dar mais tempo livre para o lazer. No entanto, tem acontecido exatamente o oposto. Uma pesquisa realizada em 2005 pelo Leger Marketing para o jornal de tecnologia Computing Canadá mostrou que, para a maioria das pessoas, tecnologia significa mais trabalho e menos tempo com suas famílias. Sejam celulares, Blackberry’s, videogames ou e-mail, nós nos tornamos uma cultura escravizada pelos nossos eletrônicos.

          À medida que as pessoas mergulham ainda mais em seus equipamentos, cientistas e psicólogos começam a considerar a dependência tecnológica um grave problema de saúde pública, colocando-a na mesma categoria que o alcoolismo, o vício em jogos e em drogas. O estresse criado por esse vício tem gerado em suas vítimas artrite, enxaquecas e úlceras. Essas dependências físicas vêm causando ainda excesso de peso, problemas de coluna e de pele. O mais preocupante, no entanto, é o profundo impacto que exerce sobre o nosso desenvolvimento pessoal. Ao que parece, quanto mais conectados estamos, mais alheios ficamos.

        “Os seres humanos estão caindo na armadilha do ciclo da alta tecnologia, que impede suas mentes de viver o presente, observando a vida e absorvendo o que acontece ao seu redor”, descreve Celente. “Enquanto a tecnologia tem alterado radicalmente a vida externa, ainda não atingiu nada tangível capaz de melhorar a vida interna das pessoas: valores morais, emocionais, filosóficos e espirituais.”

          Observando com um olhar vazio a tela do computador por horas a fio, às vezes chego a me perguntar se há, escondida, naquele labirinto tecnológico, alguma mensagem secreta. No entanto, não importa o quanto eu olhe, termino sempre encontrando a mesma resposta: estou aprisionado.


(SLATE, Eric. Tecnoescrevo. Tradução de Nicolaus Linneu de Holanda. Adbusters, n. 77. Acesso em: 10/12/2023.)
Considere as afirmativas a seguir sobre o texto.

I. O autor inicia narrando um acontecimento individual para falar de um tema social comum a muitas pessoas.

II. O autor escreve sobre um tema social demonstrando um certo distanciamento, o que demonstra seu envolvimento superficial com a temática.

III. O autor vale-se de reflexões pessoais e emprega recursos argumentativos para defender sua opinião sobre o tema abordado.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2444270 Português
Tecnoescravo


Quanto mais nos conectamos, mais nos alienamos.


         Certa vez, enquanto eu estava em um ônibus cheio, um homem sentado ao meu lado atirou seu celular pela janela. Ao ouvir o toque do seu telefone, em vez de atendê-lo prontamente, ele casualmente o jogou fora. Fiquei perplexo. Ele olhou para mim, deu de ombros e desviou o olhar. Eu não tinha ideia se o telefone era seu, se ele o tinha roubado ou sequer se sabia o que era um celular. Mas em um movimento aparentemente despreocupado, ele conseguiu se libertar daquilo que me tem consumido completamente.

    Quando meu celular toca, uma vibração incessante e aborrecida me rouba a atenção imediatamente. Eu praguejo, mas sou incapaz de ignorá-lo. Seja no meio de uma conversa, no chuveiro ou dormindo profundamente, o ressonar do telefone me causa tal pânico e excitação que sou compelido a atendê-lo.

     “A pressão para responder imediatamente ao pulso ou ao chamado deixa os tecnoescravos ansiosos por receber uma mensagem, levam-nos a se afastar na tentativa de obter um melhor sinal e/ou lidar com a urgência do momento como se fosse uma situação de vida ou morte”, escreve Gerald Celente, editor do jornal The Trends Journal. “… E com que propósito? Para dizer ‘alô’, criar intrigas e resmungar ou fazer negócios pelo telefone?”

         A tecnologia deveria nos libertar das amarras do trabalho e nos dar mais tempo livre para o lazer. No entanto, tem acontecido exatamente o oposto. Uma pesquisa realizada em 2005 pelo Leger Marketing para o jornal de tecnologia Computing Canadá mostrou que, para a maioria das pessoas, tecnologia significa mais trabalho e menos tempo com suas famílias. Sejam celulares, Blackberry’s, videogames ou e-mail, nós nos tornamos uma cultura escravizada pelos nossos eletrônicos.

          À medida que as pessoas mergulham ainda mais em seus equipamentos, cientistas e psicólogos começam a considerar a dependência tecnológica um grave problema de saúde pública, colocando-a na mesma categoria que o alcoolismo, o vício em jogos e em drogas. O estresse criado por esse vício tem gerado em suas vítimas artrite, enxaquecas e úlceras. Essas dependências físicas vêm causando ainda excesso de peso, problemas de coluna e de pele. O mais preocupante, no entanto, é o profundo impacto que exerce sobre o nosso desenvolvimento pessoal. Ao que parece, quanto mais conectados estamos, mais alheios ficamos.

        “Os seres humanos estão caindo na armadilha do ciclo da alta tecnologia, que impede suas mentes de viver o presente, observando a vida e absorvendo o que acontece ao seu redor”, descreve Celente. “Enquanto a tecnologia tem alterado radicalmente a vida externa, ainda não atingiu nada tangível capaz de melhorar a vida interna das pessoas: valores morais, emocionais, filosóficos e espirituais.”

          Observando com um olhar vazio a tela do computador por horas a fio, às vezes chego a me perguntar se há, escondida, naquele labirinto tecnológico, alguma mensagem secreta. No entanto, não importa o quanto eu olhe, termino sempre encontrando a mesma resposta: estou aprisionado.


(SLATE, Eric. Tecnoescrevo. Tradução de Nicolaus Linneu de Holanda. Adbusters, n. 77. Acesso em: 10/12/2023.)
Na construção “Quanto mais nos conectamos, mais nos alienamos.”, ocorre um confronto entre duas situações estabelecendo entre elas uma relação de:
Alternativas
Q2416401 Conhecimentos Gerais
A faixa de Gaza é um território estreito de 362 Km2 que faz fronteira leste com Israel, oeste com o mar mediterrâneo e sul com o Egito. Conhecida como a maior prisão a céu aberto do mundo por estar sob controle de Israel, nela viviam 2 milhões de palestinos, jovens em sua maioria – quase metade da população tem menos de 18 anos. Desde outubro de 2023 esse território foi imposto a bloqueio total de alimentos, medicamentos, água, combustível e eletricidade, um ataque que atinge muitos civis causando suas mortes, perpetrado por um conflito entre grupos sionistas de Israel contra o Hamas, formado por palestinos extremistas. As raízes históricas desse conflito têm sua origem 
Alternativas
Q2416400 Conhecimentos Gerais
Leia a reportagem a seguir.

A estudante Taylane Lima, 23, mora na comunidade Manoel Marques, às margens da rodovia AC-90, conhecida como Transacreana, na periferia de Rio Branco. Composta por 15 famílias, a comunidade está localizada a 3 quilômetros de Riozinho do Rôla, um dos principais afluentes do Rio Acre. Sem chuvas e com a diminuição do lençol freático, todos os açudes que abastecem a vila também secaram, afirmam os moradores.(...)

Disponível em: <https://brasil.mongabay.com/2021/12/de-enchentes-a-secaacre-enfrenta-era-dos-extremos-climaticos>. Acesso em: 10 fev. 2024. [Adaptado]

A situação elucidada revela um dos principais problemas ambientais que atinge o bioma amazônico e pantanal nos últimos anos. As transformações em nível global, regional e local afetam de modo contundente a realidade das comunidades acreanas tendo como consequência a falta de água potável. São causadores desses problemas
Alternativas
Q2416399 História e Geografia de Estados e Municípios
O Estado do Acre possui uma vasta diversidade de povos originários distribuídos em 11 dos seus 22 municípios. São 34 Terras indígenas (TI) reconhecidas abrangendo 46% no seu território. Os povos originários que vivem nesse território são os 
Alternativas
Q2416398 Geografia
MATOPIBA é uma abreviação dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia que designa uma extensão geográfica que recobre parcialmente os territórios dos quatro estados mencionados. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, nesse território existem 324.326 estabelecimentos agrícolas que ocupam uma área de 73.173.485 hectares. Sobre o MATOPIBA sabe-se que é um território de uma 
Alternativas
Q2416397 Geografia
Leia a charge a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://ndmais.com.br/opiniao/charges/acesso-a-internet/>. Acesso em: 06 fev. 2024.

O conceito de globalização surge na década de 1980 e se populariza ao longo do tempo traduzindo aspectos diversos como a divisão de tecnologias na área de comunicação, circulação de informações e fluxos financeiros. Esse fenômeno mundial tem vários efeitos sobre a sociedade, a cultura e a economia mundial. Diante do exposto, a charge apresentada se insere nesse contexto ao expor
Alternativas
Q2416396 Matemática
Uma empresa recebeu, nas sete primeiras semanas de 2024, os seguintes totais de reclamações dos seus clientes:

Imagem associada para resolução da questão

Com base nos dados apresentados na tabela, o número mediano de reclamações recebidas nas sete primeiras semanas por essa empresa é de 
Alternativas
Q2416395 Matemática
Vale a pena abastecer seu carro com etanol, se o preço deste for no máximo 70% do preço da gasolina. Se o preço do litro da gasolina é R$ 6,50, será mais vantajoso abastecer com etanol se o seu preço por litro for, no máximo:
Alternativas
Q2416394 Matemática
Os juros adquiridos ao investir-se um capital de R$ 10.000,00 a juros compostos, de 9% ao ano, durante um período de 24 meses, serão de aproximadamente,
Alternativas
Q2416393 Matemática
Em uma loja os vendedores recebem um salário fixo de R$ 1.500,00, acrescido de uma comissão de 7% referente ao total do que venderam no mês. Qual será o valor recebido por um funcionário que vendeu R$ 9.000,00 no mês?
Alternativas
Q2416392 Matemática
Uma criança utilizando um baralho de 52 cartas formou um monte com uma carta, um monte com duas cartas, um monte com quatro cartas e, assim, sucessivamente. Se a regra que a criança criou é que os montes, a partir do primeiro, devem ter sempre o dobro de cartas do monte anterior, quantas cartas sobrarão sem ser utilizadas?
Alternativas
Q2416391 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3




Disponível em:
<https://www.facebook.com/chargesdoniniu/photos/a.2405848836122038/6000
382283335324/?type=3>. Acesso em: 10 fev. 2024.
Na charge, a fala da “arroba” é um exemplo de linguagem
Alternativas
Q2416390 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3




Disponível em:
<https://www.facebook.com/chargesdoniniu/photos/a.2405848836122038/6000
382283335324/?type=3>. Acesso em: 10 fev. 2024.
A partir da combinação entre linguagem verbal e informações visuais, o objetivo da charge é: 
Alternativas
Q2416389 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


    A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
    Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
    Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
    Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
No último parágrafo, a locução adverbial “Não à toa” pode ser substituída, sem prejuízos para a construção de sentido do texto, por:
Alternativas
Q2416388 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


    A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
    Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
    Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
    Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
Em “A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido”, em relação à primeira, a segunda oração é classificada, pela gramática normativa, como subordinada substantiva
Alternativas
Q2416387 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


    A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
    Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
    Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
    Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
No trecho “Os smartphones devem ficar na mochila ou bolsa, desligados ou em modo silencioso”, o termo “desligados” é classificado morfologicamente e sintaticamente, respectivamente, como:
Alternativas
Respostas
3781: D
3782: B
3783: B
3784: C
3785: D
3786: C
3787: B
3788: A
3789: D
3790: B
3791: B
3792: A
3793: D
3794: C
3795: B
3796: C
3797: A
3798: A
3799: B
3800: A