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Escolha, entre as alternativas abaixo, a que melhor define uma forma, no Excel do Office 365, de usar a função MÉDIA combinada com a função SEERRO em um conjunto de células que inclui alguns erros.
Escolha, entre as alternativas abaixo, a que melhor define a forma padrão com que o Excel do Office 365 trata a cópia de uma célula com a fórmula =SOMA(A1:A3) para outra célula, em outra coluna na mesma linha.
Um aplicativo de jogos móveis possui uma biblioteca de 600 jogos. Dentre eles, 250 são classificados como "aventura", 180 como "quebra-cabeça" e 170 como "ação". Se um jogo é selecionado aleatoriamente, qual é a probabilidade de que seja um jogo do gênero "aventura"?
Um investidor está aplicando em um fundo de renda fixa que oferece um retorno mensal constante. No primeiro mês, ele investiu R$ 1000,00. Ele decidiu aumentar seu investimento colocando R$ 200,00 a cada mês. Qual será o valor total do investimento no sexto mês?
Observe abaixo um objeto cujo formato é popularmente conhecido como ´´casquinha sorvete´´, o qual possui o formato de um cone:
Sabendo que seu raio igual a r= 3cm e altura igual a ℎ= 9 cm. O volume desse objeto é:
Um lojista comprou uma certa quantidade de camisetas por R$ 450,0. Se ele vender cada camiseta por R$ 15,00, ele obterá um lucro total de R$ 150,00. Quantas camisetas o lojista comprou?
Considerando-se as raízes da equação polinomial x² + 2x - 3 = 0, analise os itens abaixo:
I. A soma de suas raízes é igual a -2.
II. O produto obtido pelas suas raízes é igual a -3.
III. O conjunto solução é {-3; 1}.
Está(ão) CORRETO(S):
TEXTO
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficando-fortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
Analise as palavras destacas no título “Furacões estão ficando fortes demais para nossas escalas de medida” e assinale a alternativa correta em relação a elas:
TEXTO
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficando-fortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
Assinale a alternativa em que não há erro ortográfico.
TEXTO
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficando-fortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
No trecho “Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6”, o uso da vírgula está correto porque
TEXTO
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficando-fortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
No trecho “especialmente aqueles que podem ser ameaças à população”, assinale a alternativa correta sobre o uso do acento grave indicativo de crase.
TEXTO
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficando-fortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
Com base no texto de apoio, qual é a principal crítica dos pesquisadores à escala de furacões Saffir-Simpson?
Quando administrando vacinas, qual é a responsabilidade do técnico em enfermagem para garantir a eficácia da imunização e a segurança do paciente?
O Programa Saúde da Família (PSF) é uma estratégia de reorganização da atenção básica, centrada na família e na comunidade. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. O PSF utiliza o território como base de suas ações, permitindo um planejamento e uma intervenção mais eficazes nas áreas de maior necessidade (MS, 2015).
2. As ações do PSF incluem a identificação de fatores de risco para doenças crônicas e a implementação de medidas preventivas, como controle de hipertensão e diabetes (MS, 2016).
3. A participação ativa da comunidade é incentivada pelo PSF, através de conselhos locais de saúde e reuniões comunitárias, para fortalecer a gestão participativa (WHO, 2017).
4. A cobertura vacinal é uma prioridade no PSF, com esforços contínuos para manter altas taxas de imunização e prevenir surtos de doenças evitáveis (MS, 2018).
5. As atividades de promoção da saúde no PSF são limitadas a campanhas sazonais e não incluem ações contínuas de educação em saúde (MS, 2015).
Alternativas:
As ações básicas de saúde coletiva no âmbito do Programa Saúde da Família (PSF) são fundamentais para a promoção da saúde. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. O PSF visa à integralidade do cuidado, promovendo a atenção continuada e integral aos indivíduos e às famílias, em todas as fases do ciclo de vida (MS, 2015).
2. As ações do PSF incluem o acompanhamento de gestantes, crianças, adultos e idosos, com foco na prevenção e no tratamento das doenças mais prevalentes (MS, 2016).
3. A promoção da saúde bucal é parte integrante das atividades do PSF, com ações preventivas como a aplicação tópica de flúor e a orientação sobre higiene oral (MS, 2017).
4. As equipes de saúde da família atuam em conjunto com outros programas de saúde pública, como o Programa Nacional de Imunizações e o Programa de Controle da Tuberculose (MS, 2018).
5. O PSF não contempla a realização de ações educativas na comunidade, focando apenas no atendimento clínico (MS, 2015).
Alternativas:
As ações básicas de saúde coletiva no âmbito do Programa Saúde da Família (PSF) são fundamentais para a promoção da saúde. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. O PSF prioriza a atenção básica à saúde, oferecendo cuidados primários, preventivos e curativos, com foco na comunidade (MS, 2015).
2. As equipes de saúde da família devem ser compostas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, entre outros profissionais (MS, 2014).
3. As visitas domiciliares realizadas pelos agentes comunitários de saúde são essenciais para identificar necessidades de saúde e promover ações preventivas (WHO, 2017).
4. O PSF inclui ações de educação em saúde, imunização, controle de doenças endêmicas e promoção da saúde mental (MS, 2018).
5. As atividades do PSF são limitadas ao tratamento de doenças agudas, sem foco na prevenção ou na promoção da saúde (MS, 2016).
Alternativas:
A vigilância epidemiológica é uma atividade essencial para a saúde pública no SUS. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. A vigilância epidemiológica envolve a coleta sistemática, análise e disseminação de dados de saúde para a prevenção e controle de doenças (CDC, 2018).
2. As notificações compulsórias de doenças são obrigatórias e devem ser realizadas pelos profissionais de saúde para informar as autoridades sanitárias (MS, 2017).
3. A vigilância epidemiológica no SUS abrange o monitoramento de doenças transmissíveis, doenças crônicas não transmissíveis e eventos de interesse em saúde pública (Brasil, 2016).
4. As políticas de saúde pública do SUS incluem a promoção da saúde, a prevenção de doenças, o diagnóstico e tratamento, a reabilitação e a vigilância em saúde (MS, 2015).
5. A participação comunitária não é considerada relevante nas atividades de vigilância epidemiológica, sendo um processo exclusivo dos profissionais de saúde (OPAS, 2019).
Alternativas:
Imunização: Aplicação, Transporte, Armazenamento e Conservação de Vacinas
A imunização é uma medida preventiva fundamental na saúde pública. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. As vacinas devem ser armazenadas em temperaturas controladas, geralmente entre 2°C e 8°C, para manter sua eficácia (CDC, 2016).
2. O transporte de vacinas deve ser realizado em caixas térmicas adequadas, utilizando termômetros para monitorar a temperatura (WHO, 2015).
3. A administração de vacinas deve seguir rigorosamente o calendário vacinal, respeitando as idades e intervalos recomendados (SBIm, 2019).
4. A conservação inadequada das vacinas pode resultar na perda de potência e eficácia, comprometendo a imunização (PAHO, 2017).
5. A reconstituição de vacinas liofilizadas deve ser feita com diluentes não estéreis, desde que armazenados em condições adequadas (MS, 2018).
Alternativas:
O atendimento em urgência e emergência exige habilidades e conhecimentos específicos para salvar vidas. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. A avaliação primária em situações de emergência segue o protocolo ABCDE (via aérea, respiração, circulação, deficiência neurológica e exposição) (ATLS, 2018).
2. A desfibrilação precoce é a intervenção mais eficaz no tratamento de paradas cardiorrespiratórias causadas por fibrilação ventricular (AHA, 2020).
3. A administração de medicamentos por via intravenosa é preferível em situações de emergência devido à sua rápida absorção e efeito (EMA, 2019).
4. A triagem deve ser realizada para priorizar o atendimento aos pacientes com condições mais graves, baseando-se em critérios clínicos bem definidos (Manchester Triage System, 2006).
5. A imobilização de fraturas não é necessária em situações de emergência, pois pode atrasar outros cuidados vitais (PHTLS, 2018).
Alternativas:
O tratamento e a prevenção de feridas são aspectos críticos da enfermagem. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. A limpeza adequada da ferida é a primeira etapa no tratamento e deve ser realizada com solução salina estéril (WOCN, 2016).
2. O desbridamento de feridas necrosadas é essencial para a remoção de tecidos mortos e a promoção da cicatrização (EWMA, 2013).
3. O uso de curativos oclusivos é contraindicado em feridas infectadas devido ao risco de proliferação bacteriana (NICE, 2014).
4. A avaliação nutricional do paciente é importante para promover a cicatrização, pois deficiências nutricionais podem retardar o processo de cura (ASPEN, 2016).
5. A prevenção de úlceras por pressão inclui mudanças de posição frequentes e o uso de superfícies de alívio de pressão (NPUAP, 2014).
Alternativas: