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Q3281054 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
A partícula “que” apresenta diversas classificações morfológicas, sendo um coringa na língua portuguesa. Assinale a alternativa que classifique de forma CORRETA o uso específico da partícula “que”, tendo como referência o contexto do trecho abaixo:

O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.

Alternativas:
Alternativas
Q3281053 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Advérbios são palavras que indicam ideia de circunstância e sintaticamente são tratados como termos acessórios, ou seja, se forem retirados, a oração continua tendo sentido, mesmo que não seja exatamente o mesmo, pois a circunstância expressa pelo advérbio não estaria mais presente. Levando o exposto em consideração, o advérbio destacado abaixo expressa circunstância de:

Daí para diante, o analista tomou chimarrão.

Alternativas:
Alternativas
Q3281052 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Em virtude de o fluxo narrativo estar pautado na presença em uma conversa entre paciente e psicanalista, há a presença de muitos diálogos. Na fala abaixo, há a presença de uma vírgula para marcar qual estrutura sintática?

Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

Alternativas:
Alternativas
Q3281051 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Os vocábulos “Oigatê” e “Oigalê” são bastante representativas do vocabulário gaúcho, principalmente longe dos grandes centros. Essas palavras expressam alegria e/ou satisfação e estão classificadas morfologicamente como:
Alternativas
Q3281050 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
O analista de Bagé é um conhecido personagem recorrente em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sendo uma sátira ao comportamento do gaúcho do interior do estado.

Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3280024 Saúde Pública
Considerando seu papel na assistência ao parto, e da responsabilidade de todo profissional de saúde, na notificação compulsória de doenças, assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o guia de vigilância epidemiológica, 6ª edição revisada em 2024.
Alternativas
Q3280023 Enfermagem
Para garantir atendimento integral a gestante e ao recém-nascido foi criado os CPN que constituem uma estratégia para redução da morbi-mortalidade materna e perinatal, das cesáreas e intervenções desnecessárias e, consequentemente, da violência obstétrica. De acordo com a NOTA TÉCNICA CONJUNTA Nº 220/2024-DGCI/SAPS/MS DAHU/SAES/MS Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3280022 Direito Sanitário
A política de saúde no Brasil está no capítulo da seguridade social da Constituição Federal e coloca que o Estado desempenha papel central na administração e financiamento das políticas sociais e de saúde. Assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3280021 Enfermagem
De acordo com a LEI Nº 7.498/86, DE 25 DE JUNHO DE 1986 – ALTERADA PELAS LEIS Nº 14.434/2022 E 14.602/2023, assinale a alternativa CORRETA em relação ao exercício profissional de sua categoria. 
Alternativas
Q3280020 Saúde Pública
Considerando que todos os serviços de saúde obedecem a lei 8080/90 e a lei 8142/90, atualizada, assinale a alternativa correta em relação a gestão e a operacionalização do sistema único de saúde (SUS). 
Alternativas
Q3280019 Enfermagem
A realização de curativos é atividade muito corriqueira para o técnico de Enfermagem. Ao verificar uma ferida com o leito: presença de sangramento moderado quando manipulada, visualização de pequenos vasos sanguíneos, aspecto úmido e brilhante, sem odor. Pode-se anotar na sua evolução que fase da cicatrização:

Fonte: PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024.
SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021.
Alternativas
Q3280018 Enfermagem
A flebite é uma ocorrência comum em pacientes de longa permanência em serviço hospitalar. É de responsabilidade da Enfermagem a manutenção das melhores condições de administração de medicações. Sobre flebite assinale a alternativa CORRETA:

Fonte: PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024.
SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021. 
Alternativas
Q3280017 Enfermagem
O técnico de enfermagem quando em cuidados a um paciente com dispositivos invasivos (Sonda naso-gástrica, sonda vesical de demora, tubo orotraqueal, catéter venoso), deve estar de acordo com todas as normas de biossegurança mais atuais. Suas condutas se não forem corretas, pode ser considerado potencial vetor de contaminação. Sobre biossegurança assinale a alternativa CORRETA:

                                                                                                                 Fonte: Nota técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA. No 05/2024: Orientações gerais para higiene das mãos em serviços de saúde (1° versão atualizada da nota técnica.GVIMS/GGTES/ANVISA n° 01/2018). Brasília, Anvisa,14 de novembro de 2024. 30 p.

Brasil. Agência Nacional de
VigilânciaSanitáriaSegurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies/Agência Nacional de VigilânciaSanitária. – Brasília: Anvisa, 2010. 116 p 

Alternativas
Q3280016 Enfermagem

Sobre verificação de pulso, em situações de suspeita de parada cardiorrespiratória, é CORRETO afirmar:


Fonte: 

PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024.   


SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021. 

Alternativas
Q3280015 Enfermagem
A monitorização dos sinais clínicos do paciente é uma forma de se apropriar de suas condições. Neste contexto a oximetria de pulso é uma medida não invasiva para dar suporte às condutas de Enfermagem. O que viabiliza a oximetria nos exames clínicos respiratórios?

Fonte: PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024. SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021.
Alternativas
Q3279554 Enfermagem

A Resolução COFEN nº 743/2024 estabelece diretrizes para o dimensionamento da equipe de enfermagem, incluindo critérios específicos para a quantidade necessária de Técnicos de Enfermagem conforme a demanda assistencial. Com base nessa normativa, relacione a Coluna 1 (Critérios para o Técnico de Enfermagem) com a Coluna 2 (Definições Correspondentes).


Coluna 1 – Critérios para o Técnico de Enfermagem


1. Proporção Mínima de Técnicos de Enfermagem.

2. Índice de Segurança Técnica (IST).

3. Impacto do Nível de Complexidade no Dimensionamento.

4. Cálculo do Número de Técnicos Necessários.


Coluna 2 – Definições Correspondentes


I. O número de Técnicos de Enfermagem deve ser proporcional ao tipo de assistência prestada, sendo maior em setores como UTI, emergência e unidades de internação crítica.

II. Percentual adicional aplicado para cobrir ausências programadas (licenças, folgas e afastamentos), garantindo a continuidade da assistência sem sobrecarga da equipe.

III. O quantitativo de Técnicos de Enfermagem é definido considerando a carga horária de trabalho, número de pacientes atendidos e a carga assistencial exigida em cada setor.

IV. Serviços com nível de cuidado mais intensivo exigem maior número de Técnicos de Enfermagem, enquanto setores com assistência mínima podem ter uma equipe reduzida, conforme os critérios de complexidade assistencial.


Agora, assinale a alternativa que apresenta a correlação CORRETA entre as colunas: 

Alternativas
Q3279553 Enfermagem

Um paciente masculino, 60 anos, chega à unidade básica de saúde para atendimento com sinais de pico hipertensivo e ao verificar PA: 150 x 90 mmHg, glicemia capilar: 110 mg/dL durante a triagem, o Técnico de Enfermagem colhe os seguintes dados:


Histórico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2).


Refere sensação de fadiga constante, tosse seca há três semanas e perda de 4 kg nos últimos dois meses.


Não apresenta febre ou sinais evidentes de desconforto respiratório. 


Diante desse quadro, quais devem ser as ações imediatas do Técnico de Enfermagem na triagem. Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3279552 Enfermagem
O Técnico de Enfermagem desempenha um papel essencial na execução do Programa Nacional de Imunizações (PNI), sendo responsável por etapas fundamentais no armazenamento, preparo e administração dos imunobiológicos. Considerando as diretrizes do PNI e as boas práticas na administração de vacinas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3279551 Enfermagem
O Técnico de Enfermagem desempenha um papel fundamental na UTI Neonatal, sendo responsável por ações essenciais na monitorização e assistência aos recémnascidos de alto risco. Durante o plantão de 12 horas, o profissional deve seguir protocolos rigorosos para garantir a estabilidade clínica dos pacientes. Com base nas atribuições desse profissional, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3279550 Enfermagem

O cálculo correto do gotejamento de soluções intravenosas é essencial para garantir a administração segura de medicamentos e evitar complicações para o paciente. Analise as afirmativas a seguir e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(...) O cálculo da velocidade de infusão em gotas por minuto deve levar em conta o volume total da solução, o tempo prescrito para a infusão e o fator de gotejamento do equipo utilizado.

(...) Em um equipo macrogotas, que possui um fator de gotejamento de 20 gotas/mL, um soro de 500 mL prescrito para correr em 4 horas deverá ter um gotejamento ajustado para 30 gotas por minuto.

(...) O equipo microgotas (60 gotas/mL) é o mais indicado para infusões rápidas e volumosas, pois permite maior precisão na administração de grandes quantidades de líquidos em um curto período.

(...) Se um paciente necessita de 1000 mL de soro fisiológico a ser infundido em 8 horas, utilizando um equipo de 15 gotas/mL, a velocidade de infusão correta será de 31 gotas por minuto.

Alternativas
Respostas
10381: A
10382: D
10383: E
10384: A
10385: C
10386: A
10387: E
10388: C
10389: D
10390: B
10391: D
10392: A
10393: D
10394: E
10395: B
10396: B
10397: B
10398: D
10399: E
10400: A