Foram encontradas 63.256 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3650023 Português
Qual afirmação está CORRETA em todos os regentes e na crase?
Alternativas
Q3650022 Português
Marque a opção da afirmação inteiramente adequada à norma culta.
Alternativas
Q3650021 Português
Qual opção apresenta o enunciado que exemplifica a função metalinguística?
Alternativas
Q3650020 Português
Em “É necessário que todos participem da reunião”, a oração introduzida por “que” exerce qual função?
Alternativas
Q3650018 Português
Leia a afirmativa a seguir.

“Você sabe _____ ele faltou? Não veio trabalhar ______ estava doente; foi esse o _____ da ausência. E, no fim do dia, ele explicou o motivo.”

Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3650016 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
O texto associa cidadania financeira a um conjunto de práticas. Qual a afirmação a seguir, reflete essa concepção?
Alternativas
Q3650015 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Quanto à classificação de despesas, qual a sequência a seguir está CORRETA?
Alternativas
Q3650014 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Diante de dívidas já existentes, qual conduta geral é coerente, considerando as orientações com a do texto?
Alternativas
Q3650013 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Antes de parcelar uma compra, que análise deve anteceder a decisão de comprar, segundo o texto?
Alternativas
Q3650012 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual sequência de ações está estritamente alinhada ao processo descrito no texto?
Alternativas
Q3650011 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Na expressão: não é só “fazer conta”, o texto enfatiza que planejar finanças exige
Alternativas
Q3650010 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual ideia central sintetiza a orientação do texto?
Alternativas
Q3647593 Enfermagem
Seu José, 72 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, apresenta sinais de desconforto respiratório e saturação de oxigênio em 88%. O médico solicitou oxigenoterapia suplementar, mas alertou sobre a necessidade de fornecer níveis adequados de oxigênio suplementar com precisão, evitando assim o risco de suprimir o impulso hipóxico. O médico, então, prescreveu o método mais confiável e preciso para entregar concentrações específicas de oxigênio a ser inspirado por métodos não invasivos, que possibilitasse um fluxo constante de ar ambiente misturado a um fluxo fixo de oxigênio.

No contexto descrito, é CORRETO afirmar que o material a ser utilizado para instalação do cuidado trata-se de um(a):
Alternativas
Q3647591 Enfermagem
Paciente etilista crônico apresenta quadro de abstinência alcoólica grave e evolui com intensa agitação psicomotora, confusão mental, alucinações visuais, tremores e sudorese intensa. Apesar da contenção verbal e da administração de medicação prescrita há risco iminente de queda e de autoferimentos e a equipe decide realizar contenção física.
Com base no Protocolos de Intervenção para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (2016), analise as afirmações a seguir.

Fonte: Brasil. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.

I- Deve-se comunicar aos familiares e/ou responsáveis, sobre a contenção física, registrando o consentimento por escrito.
II- Deve-se iniciar a técnica quando o número mínimo de profissionais necessários estiver disponível (cinco pessoas).
III- Deve-se evitar informar continuamente o paciente sobre o procedimento que está sendo realizado, para que ele não fique mais ansioso e agitado.
IV- Deve-se dividir o procedimento em duas fases: imobilização (restrição dos movimentos e da locomoção) e contenção mecânica (uso de faixas).
V- Deve-se manter o paciente sob observação contínua, com registro a cada hora, durante o período em que permanecer contido.

Sobre a contenção física a ser realizada no paciente em questão, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3647590 Enfermagem
No exercício de suas atividades em uma sala de vacina, o técnico de enfermagem deve conhecer as boas práticas de conservação e armazenamento de imunobiológicos, garantindo a qualidade e a eficácia das vacinas.
Sobre este assunto, e considerando as orientações do Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações (2017), é CORRETO afirmar:

Fonte: Brasil. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
Alternativas
Q3647589 Enfermagem
Com base no novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado por meio da RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017, considere os itens a seguir:

I- Incentivar e apoiar a participação dos profissionais de Enfermagem no desempenho de atividades em organizações da categoria.
II- Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
III- Abster-se de revelar informações confidenciais de que tenha conhecimento em razão de seu exercício profissional.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
9341: B
9342: B
9343: D
9344: C
9345: A
9346: E
9347: D
9348: C
9349: D
9350: A
9351: B
9352: E
9353: D
9354: A
9355: B
9356: C
9357: C
9358: E
9359: C
9360: A