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Q3650021 Português
Qual opção apresenta o enunciado que exemplifica a função metalinguística?
Alternativas
Q3650020 Português
Em “É necessário que todos participem da reunião”, a oração introduzida por “que” exerce qual função?
Alternativas
Q3650018 Português
Leia a afirmativa a seguir.

“Você sabe _____ ele faltou? Não veio trabalhar ______ estava doente; foi esse o _____ da ausência. E, no fim do dia, ele explicou o motivo.”

Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3650016 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
O texto associa cidadania financeira a um conjunto de práticas. Qual a afirmação a seguir, reflete essa concepção?
Alternativas
Q3650015 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Quanto à classificação de despesas, qual a sequência a seguir está CORRETA?
Alternativas
Q3650014 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Diante de dívidas já existentes, qual conduta geral é coerente, considerando as orientações com a do texto?
Alternativas
Q3650013 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Antes de parcelar uma compra, que análise deve anteceder a decisão de comprar, segundo o texto?
Alternativas
Q3650012 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual sequência de ações está estritamente alinhada ao processo descrito no texto?
Alternativas
Q3650011 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Na expressão: não é só “fazer conta”, o texto enfatiza que planejar finanças exige
Alternativas
Q3650010 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual ideia central sintetiza a orientação do texto?
Alternativas
Q3647593 Enfermagem
Seu José, 72 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, apresenta sinais de desconforto respiratório e saturação de oxigênio em 88%. O médico solicitou oxigenoterapia suplementar, mas alertou sobre a necessidade de fornecer níveis adequados de oxigênio suplementar com precisão, evitando assim o risco de suprimir o impulso hipóxico. O médico, então, prescreveu o método mais confiável e preciso para entregar concentrações específicas de oxigênio a ser inspirado por métodos não invasivos, que possibilitasse um fluxo constante de ar ambiente misturado a um fluxo fixo de oxigênio.

No contexto descrito, é CORRETO afirmar que o material a ser utilizado para instalação do cuidado trata-se de um(a):
Alternativas
Q3647591 Enfermagem
Paciente etilista crônico apresenta quadro de abstinência alcoólica grave e evolui com intensa agitação psicomotora, confusão mental, alucinações visuais, tremores e sudorese intensa. Apesar da contenção verbal e da administração de medicação prescrita há risco iminente de queda e de autoferimentos e a equipe decide realizar contenção física.
Com base no Protocolos de Intervenção para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (2016), analise as afirmações a seguir.

Fonte: Brasil. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.

I- Deve-se comunicar aos familiares e/ou responsáveis, sobre a contenção física, registrando o consentimento por escrito.
II- Deve-se iniciar a técnica quando o número mínimo de profissionais necessários estiver disponível (cinco pessoas).
III- Deve-se evitar informar continuamente o paciente sobre o procedimento que está sendo realizado, para que ele não fique mais ansioso e agitado.
IV- Deve-se dividir o procedimento em duas fases: imobilização (restrição dos movimentos e da locomoção) e contenção mecânica (uso de faixas).
V- Deve-se manter o paciente sob observação contínua, com registro a cada hora, durante o período em que permanecer contido.

Sobre a contenção física a ser realizada no paciente em questão, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3647590 Enfermagem
No exercício de suas atividades em uma sala de vacina, o técnico de enfermagem deve conhecer as boas práticas de conservação e armazenamento de imunobiológicos, garantindo a qualidade e a eficácia das vacinas.
Sobre este assunto, e considerando as orientações do Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações (2017), é CORRETO afirmar:

Fonte: Brasil. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
Alternativas
Q3647589 Enfermagem
Com base no novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado por meio da RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017, considere os itens a seguir:

I- Incentivar e apoiar a participação dos profissionais de Enfermagem no desempenho de atividades em organizações da categoria.
II- Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
III- Abster-se de revelar informações confidenciais de que tenha conhecimento em razão de seu exercício profissional.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3647588 Enfermagem
De acordo com a Lei n° 7.498/86 e o Decreto n° 94.406/87, o Técnico de Enfermagem é:

I- A categoria profissional que exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de enfermagem.
II- O titular de certificado de Enfermeiro Prático ou Prático de Enfermagem, expedido até 1964 pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia, do Ministério da Saúde, ou por órgão congênere da Secretaria de Saúde nas Unidades da Federação.
III- Responsável por assistir o enfermeiro na execução dos seguintes programas: assistência integral à saúde individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco; higiene e segurança do trabalho e de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e do trabalho.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3647586 Enfermagem
Seu João, 69 anos, aposentado, procura o serviço de saúde acompanhado da esposa e relata episódios frequentes de esquecimento nos últimos meses, especialmente relacionados à memória recente. Com frequência, perde objetos pessoais (como chaves, carteira e óculos) e se esquece dos alimentos em preparo no fogão. Seu João possui escolaridade elevada e atividade intelectual intensa. Tem histórico familiar de Alzheimer (mãe diagnosticada aos 75 anos). Durante o atendimento, demonstrou dúvidas sobre a possibilidade de estar com a Doença de Alzheimer (DA) e solicitou esclarecimentos à equipe de enfermagem.

Acerca dessas informações, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3647584 Enfermagem
Tânia compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) para atendimento médico. Durante o acolhimento, a técnica de enfermagem demonstrou-se confusa, pois Tânia apresentava caracteres sexuais secundários masculinos, como voz grave, barba e pomo de adão proeminente e era possível identificar a presença de genitália compatível com sexo masculino, visível sob as vestimentas. Apesar disso, a usuária se apresentou como Tânia, nome social que constava no seu prontuário e no crachá funcional, que estava pendurado em sua roupa. Ela usava batom vermelho nos lábios e vestia roupas femininas.

A partir deste contexto, é CORRETO afirmar que Tânia é:
Alternativas
Q3647582 Enfermagem
Priscila, 35 anos, foi atendida no serviço de saúde com queixa de coriza persistente, espirros frequentes e prurido nasal. Após avaliação médica, foi diagnosticada com rinite alérgica e recebeu prescrição de desloratadina 5 mg (comprimido), 2 vezes ao dia, por 5 dias. Priscila informou à equipe que tinha em casa um frasco fechado com 100 ml de desloratadina em xarope. Com a autorização médica para utilizá-lo, ela desejava saber qual volume (em mililitros) deveria administrar por dose para atingir a prescrição de 5 mg, bem como por quantos dias de tratamento este frasco iria durar.

A partir deste contexto, e, sabendo que a concentração da desloratadina xarope é de 0,5 mg por ml, é CORRETO afirmar que Priscila deverá administrar:
Alternativas
Q3647581 Enfermagem
Durante o atendimento em um serviço de saúde, a equipe de enfermagem avalia uma mulher que afirma estar em amenorreia há 16 semanas e relata náuseas matinais, aumento da sensibilidade mamária e fadiga constante nas últimas semanas. Ao realizar o exame físico, observa-se aumento do volume uterino, alteração da consistência e do formato uterino, além de aumento do volume abdominal.
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Os sinais apresentados pela paciente são considerados de presunção e/ou de probabilidade da gestação, e não sinais de certeza.
PORQUE
II- Sinais de certeza são dados pela existência do concepto, anunciada pelos batimentos cardiofetais (BCF) e pela sua movimentação ativa; a ultrassonografia é capaz de rastreá-los com 7 a 8 semanas.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
7581: E
7582: D
7583: C
7584: D
7585: A
7586: B
7587: E
7588: D
7589: A
7590: B
7591: C
7592: C
7593: E
7594: C
7595: A
7596: E
7597: D
7598: B
7599: B
7600: A