Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

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Q3944298 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
A comparação entre o vírus do Nilo Ocidental e outras doenças transmitidas por mosquitos tem como objetivo principal:
Alternativas
Q3944297 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
Assinale a alternativa que explica CORRETAMENTE a razão pela qual o diagnóstico da doença demorou a ser estabelecido.
Alternativas
Q3943316 Enfermagem
O tratamento de lesões por pressão em pacientes acamados envolve a avaliação do tecido e a escolha da cobertura adequada para promover o desbridamento e a granulação. Analise as afirmativas a seguir sobre as técnicas de curativos.

I.O alginato de cálcio é indicado para feridas com médio a alto exsudato, pois forma um gel que mantém o meio úmido e auxilia na hemostasia.
II.Em feridas com tecido de necrose (escara) seca, o uso de hidrogel é recomendado para promover o desbridamento autolítico, amolecendo o tecido desvitalizado.
III.A limpeza da ferida cirúrgica asséptica deve ser realizada sempre de fora para dentro (das bordas para o centro) para evitar levar bactérias da pele para a incisão.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3943315 Enfermagem
A vigilância da qualidade da água para consumo humano e para uso em serviços de saúde (como na hemodiálise) é uma ação de Vigilância Ambiental. Assinale a alternativa que indica o risco associado à presença de endotoxinas e bactérias na água utilizada no tratamento dialítico. 
Alternativas
Q3943314 Enfermagem
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem aborda o câncer de próstata como um tema central. O rastreamento envolve o exame de toque retal e a dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico). Assinale a alternativa correta sobre a interpretação e conduta relacionada a esses exames.
Alternativas
Q3943313 Enfermagem
O gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é fiscalizado pela Vigilância Sanitária e visa proteger a saúde pública e o meio ambiente. Assinale a alternativa que indica corretamente a classificação e a forma de descarte de resíduos do Grupo A (infectantes), como gazes com sangue e drenos.
Alternativas
Q3943312 Enfermagem
A Vigilância em Saúde integra diversas áreas para controlar agravos. A notificação compulsória de doenças é um instrumento fundamental para o desencadeamento de ações de controle. Acerca da notificação compulsória, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A notificação compulsória é obrigatória apenas para médicos, sendo vedada aos demais profissionais de saúde ou cidadãos.
(__)Doenças como Sarampo, Meningite e Hantavirose requerem notificação imediata (em até 24 horas) às autoridades de saúde.
(__)A notificação negativa indica que não houve ocorrência de nenhuma doença de notificação compulsória na unidade de saúde durante a semana epidemiológica.
(__)O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é o sistema utilizado para coletar e processar os dados das doenças de notificação compulsória.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q3943311 Enfermagem
A coleta de hemocultura é crucial para o diagnóstico de sepse no ambiente hospitalar, exigindo cuidados específicos para evitar contaminação da amostra por bactérias da pele. Acerca dos procedimentos técnicos para essa coleta, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A antissepsia da pele deve ser realizada com álcool 70% ou clorexidina alcoólica, friccionando o local por 30 segundos e aguardando a secagem completa antes da punção.
(__)Deve-se coletar o sangue de apenas um sítio de punção venosa para preencher os dois frascos (aeróbio e anaeróbio) e evitar desconforto ao paciente.
(__)O sangue coletado deve ser injetado primeiramente no frasco anaeróbio (se usar seringa) para evitar a entrada de ar, ou no aeróbio (se usar sistema a vácuo butterfly).
(__)É permitido coletar sangue para hemocultura através de cateter venoso central já instalado, mesmo sem suspeita de infecção relacionada ao cateter, para facilitar o acesso.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q3943310 Enfermagem
A desnutrição energético-proteica grave pode manifestar-se clinicamente como Marasmo ou Kwashiorkor, exigindo cuidados de enfermagem específicos na admissão hospitalar. Analise as afirmativas a seguir sobre as características dessas condições.
I.O Marasmo é caracterizado por uma deficiência global de calorias e proteínas, apresentando emagrecimento severo, "fácies senil" e ausência de edema.
II.O Kwashiorkor decorre principalmente da deficiência proteica aguda, manifestando-se com edema generalizado (anasarca), hepatomegalia e alterações na pele e cabelo.
III.Na desnutrição grave, a realimentação deve ser iniciada com grandes volumes e alta caloria imediatamente para recuperar o peso perdido em poucos dias.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3943309 Enfermagem
A administração de medicamentos por via intramuscular requer a seleção correta do local e da técnica para garantir a absorção e prevenir complicações como dor e refluxo da droga. A técnica em Z (Z-track) é frequentemente recomendada para drogas irritantes ou que mancham a pele. Assinale a alternativa que descreve corretamente essa técnica.
Alternativas
Q3943308 Enfermagem
A Enterobíase (ou Oxiuríase), causada pelo Enterobius vermicularis, apresenta como sintoma principal o prurido anal noturno. Para o diagnóstico correto, o técnico de enfermagem deve orientar a coleta utilizando um método específico, pois o exame de fezes comum frequentemente falha na detecção. Assinale a alternativa que indica esse método.
Alternativas
Q3943307 Enfermagem
A coleta do exame citopatológico (Papanicolau) é a principal estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino. O técnico de enfermagem deve orientar a paciente sobre o preparo prévio para garantir a qualidade da amostra. Assinale a alternativa que apresenta uma orientação correta.
Alternativas
Q3943306 Saúde Pública
A Vigilância Epidemiológica no âmbito hospitalar atua na detecção e investigação de doenças transmissíveis e não transmissíveis. Analise as afirmativas a seguir sobre as funções da Vigilância Epidemiológica Hospitalar.
I.Identificar e investigar casos suspeitos de doenças de notificação compulsória atendidos no hospital, garantindo a coleta de exames e o preenchimento da ficha de notificação.
II.Implementar medidas de bloqueio vacinal ou quimioprofilaxia nos contatos intra-hospitalares em casos de doenças transmissíveis, como meningite meningocócica.
III.Realizar exclusivamente a vigilância sanitária da cozinha e lavanderia do hospital, sem interferência nos casos clínicos dos pacientes.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3943305 Enfermagem
O manejo da terapia insulínica no hospital exige conhecimento sobre os diferentes tipos de insulina e seus perfis de ação para evitar hipoglicemia ou hiperglicemia. O técnico de enfermagem deve distinguir visualmente e farmacologicamente as insulinas antes da administração. Assinale a alternativa correta sobre as características da Insulina NPH e da Insulina Regular. 
Alternativas
Q3943304 Enfermagem
A sondagem vesical de demora é um procedimento invasivo frequente no ambiente hospitalar, exigindo rigor técnico para prevenir infecções do trato urinário associadas a cateter. Durante a inserção do cateter em um paciente masculino, o técnico de enfermagem deve auxiliar o enfermeiro ou realizar o procedimento (conforme protocolo institucional) observando a técnica asséptica. Assinale a alternativa que descreve a conduta correta para inflar o balonete de fixação da sonda.
Alternativas
Q3943303 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora 32 (NR-32) estabelece medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. Acerca das diretrizes para prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)É estritamente proibido o reencape manual de agulhas, devendo estas ser descartadas diretamente no coletor rígido após o uso.
(__)O empregador deve disponibilizar vacinas contra Tétano, Difteria e Hepatite B gratuitamente aos trabalhadores, e o técnico deve comprovar a imunização.
(__)O uso de calçados abertos é permitido em áreas administrativas do hospital, mesmo que haja circulação de material biológico.
(__)Os recipientes de descarte de perfurocortantes devem ser preenchidos até a borda superior para otimizar o espaço e reduzir custos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q3943286 Noções de Informática
Um profissional da área da saúde está elaborando, no Microsoft Word 2019, um relatório de atendimento contendo histórico do paciente, evolução clínica e prescrições. Para manter o documento organizado e padronizado conforme as normas do hospital, ele precisa aplicar o mesmo tipo de formatação (fonte, tamanho, espaçamento e alinhamento) em vários trechos do texto.
Nesse contexto, qual recurso do Word 2019 é o indicado para realizar essa tarefa de forma rápida e padronizada? 
Alternativas
Q3943277 Matemática
Carla fez uma aplicação financeira no valor inicial de R$20.000,00, com taxa de juros simples de 3% ao trimestre, durante um período de 3 anos. Nestas condições, quanto ela terá acumulado ao final do período? 
Alternativas
Q3943276 Matemática
Durante a reforma de uma praça retangular, a equipe técnica decidiu revestir todo o piso com placas quadradas idênticas de 30 cm de aresta. Se o comprimento da praça mede 27 m e a largura mede 18 m, desconsiderando perdas e recortes, quantas placas serão necessárias?
Alternativas
Q3943271 Português
Por que cantar é surpreendentemente bom para a saúde


Está chegando a época do ano em que o ar se enche de vozes angelicais ou ressoa com hinos vigorosos, enquanto grupos de cantores de Natal espalham sua dose de alegria festiva.

Esses cânticos e essas solenidades típicas dos corais mantêm o clima alegre e triunfante.

E talvez esses grupos de cantores enfeitados podem estar certos sobre alguma coisa. Mesmo sem perceber, ao aparecer em shoppings, estações de trem, asilos e nas ruas com músicas alegres, eles também estão beneficiando a própria saúde deles.

Do cérebro ao coração, cantar oferece uma ampla série de vantagens, especialmente quando feito em grupo. A prática aproxima as pessoas, prepara o corpo para combater doenças e até ajuda a aliviar a dor.

Então, talvez valha a pena você também soltar a voz e entrar no clima.

"Cantar é um ato cognitivo, físico, emocional e social", explica Alex Street, pesquisador do Instituto de Cambridge para Pesquisa de Musicoterapia, no Reino Unido, que estuda como a música ajuda crianças e adultos na recuperação de lesões cerebrais.

Psicólogos já notam há muito tempo que cantar em grupo cria um forte senso de união, o que envolve até os participantes mais tímidos.

Estudos indicam que pessoas que não se conhecem podem formar vínculos inesperados depois de cantar juntos por uma hora.

E também não é surpresa que cantar faça bem aos pulmões e ao sistema respiratório.

Pesquisadores chegam a usar o canto como terapia para pessoas com doenças pulmonares, por exemplo.

Unidos pelo canto

Nem todos os tipos de canto são igualmente benéficos. Cantar em grupo ou em coral, por exemplo, demonstrou promover maior bem-estar psicológico do que cantar sozinho. Por isso, pesquisadores da área de educação usam o canto para estimular a cooperação, o desenvolvimento da linguagem e a regulação emocional em crianças.

Médicos também recorrem ao canto para melhorar a qualidade de vida de pessoas com diferentes condições de saúde. Em todo o mundo, pesquisadores estudam corais comunitários formados por sobreviventes de câncer e AVC, pessoas com Parkinson e demência, e seus cuidadores. No caso do Parkinson, por exemplo, o canto ajuda a manter a capacidade de articular palavras, que costuma se deteriorar com a progressão da doença.

Cantar também pode melhorar a saúde de forma geral, funcionando como um exercício muitas vezes subestimado, comparável a uma caminhada rápida. "Cantar é uma atividade física e pode trazer benefícios semelhantes aos do exercício", disse Adam Lewis, professor associado de fisioterapia respiratória da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Um estudo sugere que cantar, junto a exercícios vocais usados por cantores profissionais para aprimorar o ritmo e a afinação, representa um exercício comparável para o coração e os pulmões a caminhar em ritmo moderado na esteira.

Pesquisadores destacam os benefícios, muitas vezes subestimados, do canto em grupo para a saúde mental de pessoas com doenças crônicas de longa duração. Para Street, da Instituto de Cambridge para Pesquisa de Musicoterapia, a prática ajuda esses pacientes a focarem no que conseguem fazer, em vez do que não podem.

"Isso cria igualdade no grupo: cuidadores deixam de ser apenas cuidadores e profissionais de saúde cantam junto da mesma forma. Poucas atividades conseguem fazer isso", disse Street.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg1n677geno
"Está chegando a época do ano em que o ar se enche de vozes angelicais ou ressoa com hinos vigorosos, enquanto grupos de cantores de Natal espalham sua dose de alegria festiva."
Considerando a regência dos verbos presentes no trecho, analise as afirmativas a seguir e marque com V, as verdadeiras, ou com F, as falsas:

(__)O verbo 'ressoar' no trecho atua como transitivo indireto, com complemento introduzido por preposição, ao passo que na frase 'Ressoam as violas na cabana', atua como transitivo direto, com complemento sem uso de preposição.
(__)O verbo 'espalhar' é transitivo indireto, exigindo a preposição 'de', o que justifica a construção 'espalham de alegria festiva'.
(__)O verbo 'encher' atua como transitivo direto, sendo a expressão 'época' o núcleo do objeto direto oracional que o complementa.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
3781: C
3782: B
3783: C
3784: B
3785: C
3786: E
3787: C
3788: E
3789: A
3790: C
3791: C
3792: D
3793: A
3794: A
3795: D
3796: A
3797: D
3798: D
3799: C
3800: C