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Q4075469 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



Consumo abusivo de álcool é desafio nacional



Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.


Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.


Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.


A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.


(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q4075468 Português

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Consumo abusivo de álcool é desafio nacional



Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.


Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.


Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.


A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.


(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

Na passagem “Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.” (4o parágrafo), conforme o sentido que expressa, a conjunção destacada pode ser substituída por
Alternativas
Q4075467 Português

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Consumo abusivo de álcool é desafio nacional



Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.


Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.


Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.


A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.


(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada está empregada em sentido próprio.
Alternativas
Q4075466 Português

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Consumo abusivo de álcool é desafio nacional



Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.


Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.


Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.


A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.


(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

O editorial explica que a
Alternativas
Q4075465 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão



Na passagem “... eu só teria que soletrar palavras.” (3o quadro), o termo destacado tem o mesmo sentido e emprego que na frase:
Alternativas
Q4075464 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão



O termo “inescrutável”, que aparece nos dois quadrinhos iniciais, é sinônimo de:
Alternativas
Q4075463 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão



Em conformidade com a norma-padrão, a frase do último quadrinho admite a seguinte reescrita:
Alternativas
Q4075462 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão



O desacordo entre os personagens da tira ocorre porque o menino



Alternativas
Q4074576 Enfermagem
No pós-operatório imediato de cirurgias abdominais, a equipe de enfermagem deve realizar a monitorização contínua do paciente, com atenção aos sinais clínicos que possam indicar complicações precoces, como hemorragia interna. A identificação rápida dessas alterações é essencial para prevenir o agravamento do quadro hemodinâmico. Nesse contexto, qual achado clínico é característico de hemorragia interna no período pós-operatório imediato?
Alternativas
Q4074575 Enfermagem
Durante o atendimento em uma unidade básica de saúde, uma mulher de 32 anos relata dor pélvica de intensidade progressiva, febre e corrimento vaginal purulento. Ao exame ginecológico, observa-se dor significativa à mobilização do colo uterino, achado frequentemente associado a processos infecciosos do trato genital feminino. Diante desse quadro clínico, o conjunto de sinais e sintomas é sugestivo de:
Alternativas
Q4074574 Enfermagem
Um paciente com cirrose hepática avançada apresenta alteração progressiva do estado mental, sonolência, dificuldade de concentração e presença de hálito adocicado característico (fetor hepático). Esses achados podem refletir alterações metabólicas decorrentes da incapacidade do fígado de metabolizar substâncias. Diante desse contexto clínico, assinale a alternativa que descreve corretamente a complicação hepática associada a esses sinais e sintomas. 
Alternativas
Q4074573 Enfermagem
Durante uma consulta de enfermagem em saúde da mulher, uma paciente refere corrimento vaginal abundante, esbranquiçado, com aspecto grumoso, associado a prurido intenso e irritação vulvovaginal. Considerando esse quadro clínico, analise as assertivas a seguir:

I. A candidíase vaginal frequentemente apresenta corrimento branco espesso, com aspecto semelhante a “leite coalhado”, acompanhado de prurido intenso.
II. A candidíase vaginal é causada principalmente pelo fungo Candida albicans, que pode proliferar quando há desequilíbrio da microbiota vaginal.
III. A tricomoníase apresenta corrimento tipicamente esbranquiçado e grumoso, semelhante ao observado na candidíase vaginal.
IV. A vaginose bacteriana caracteriza-se geralmente por corrimento homogêneo acinzentado, com odor desagradável, especialmente após relações sexuais.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4074572 Enfermagem
 Durante a assistência a um paciente internado com pneumonia grave, evoluindo com insuficiência respiratória, o técnico de enfermagem observa taquipneia progressiva, uso evidente de musculatura acessória e início de confusão mental. Tais manifestações clínicas podem indicar comprometimento significativo das trocas gasosas e agravamento da oxigenação tecidual, exigindo vigilância contínua da equipe de enfermagem. Com base nesse contexto clínico, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A taquipneia associada ao uso de musculatura acessória sugere aumento do trabalho respiratório, representando um mecanismo compensatório do organismo diante da redução da oxigenação sanguínea.
( ) A presença de confusão mental pode estar relacionada à hipoxemia, constituindo um possível indicador de deterioração do estado clínico do paciente.
( ) Em pacientes com pneumonia grave, o aumento da frequência respiratória pode ser interpretado, em determinadas situações, como um sinal de adaptação ventilatória eficaz ao processo infeccioso pulmonar.
( ) A confusão mental nesses pacientes decorre predominantemente da febre associada ao processo infeccioso, não apresentando uma relação direta com as alterações na oxigenação cerebral.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4074571 Enfermagem
Durante a administração de medicamentos por via intramuscular em adultos, a seleção do local de aplicação deve considerar a segurança anatômica, o volume do fármaco e o risco de lesão em nervos ou vasos sanguíneos, a fim de reduzir possíveis complicações do procedimento. Nesse contexto, o local recomendado, por apresentar menor risco de lesão nervosa e vascular, é a região 
Alternativas
Q4074570 Enfermagem
Pacientes submetidos a períodos prolongados de imobilização ou restrição de mobilidade, seja por condições clínicas, pós-operatório ou limitações neurológicas, são mais suscetíveis ao desenvolvimento de complicações sistêmicas decorrentes do imobilismo. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma alteração fisiopatológica frequentemente associada a essa condição. 
Alternativas
Q4074569 Enfermagem
Durante a monitorização cardíaca em uma unidade de internação, o técnico de enfermagem observa, no monitor, a sequência normal das ondas do eletrocardiograma (ECG). Assinale a alternativa que apresenta corretamente a ordem dos eventos elétricos do ciclo cardíaco representados no ECG.
Alternativas
Q4074568 Enfermagem
 A lista nacional de doenças e agravos de notificação compulsória no Brasil é atualizada periodicamente pelo Ministério da Saúde, conforme as mudanças no cenário epidemiológico e as necessidades de vigilância em saúde. Considerando as atualizações mais recentes dessa lista, assinale a alternativa que apresenta uma condição incluída ou ampliada na notificação compulsória nacional.
Alternativas
Q4074567 Matemática
Uma ampola contém 1 g de antibiótico em pó e deve ser reconstituída para obter uma solução final com concentração de 100 mg/mL. Qual será o volume final da solução após a diluição? 
Alternativas
Q4074566 Matemática
Marcela trabalha na área de finanças em uma empresa e efetuou os pagamentos da semana. O valor total dos pagamentos foi de R$ 25.600,00. Sabe-se que, desse montante, 30% foi para o setor de transporte e entregas. Do valor destinado ao setor de transporte e entregas, 80% foi utilizado em combustível. Qual é o valor que a empresa de Marcela pagou em combustível nessa semana? 
Alternativas
Q4074565 Raciocínio Lógico
Em uma sala de aula há 25 alunos, destes, 8 comem apenas mamão, 10 comem apenas laranja e 5 não comem mamão nem laranja. Quantos alunos comem mamão e laranja? 
Alternativas
Respostas
3061: D
3062: C
3063: E
3064: C
3065: B
3066: B
3067: A
3068: D
3069: D
3070: C
3071: D
3072: C
3073: A
3074: A
3075: B
3076: B
3077: A
3078: B
3079: B
3080: A