Foram encontradas 30.922 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Amor 3.0
Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.
O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.
Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.
Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas.
No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.
Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções.
Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.
No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.
Autor: Juliano Martinz (adaptado).
Com base nos princípios de responsabilidade administrativa e nas normas de uso de veículos oficiais, analise as proposições a seguir:
I. É vedado ao servidor utilizar o veículo oficial para fins particulares, devendo o uso ser estritamente vinculado ao serviço público.
II. A identificação visual (placas e logotipos) do veículo oficial pode ser alterada ou coberta temporariamente em viagens intermunicipais para facilitar a fluidez no trânsito.
III. O motorista é responsável por zelar pela documentação obrigatória do veículo e por garantir a sua guarda em local seguro após o expediente.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
Com base nos princípios de Mecânica Básica e Segurança Veicular, sobre a importância e a classificação dos tipos de manutenção, analise as proposições a seguir:
I. A manutenção preventiva é realizada periodicamente, seguindo o plano do fabricante, com o objetivo principal de evitar falhas graves.
II. A manutenção corretiva é geralmente mais econômica e previsível que a preventiva, pois os custos de reparo são menores.
III. A verificação do nível de óleo do motor e a pressão dos pneus são exemplos de ações de manutenção preventiva básica.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
Com base exclusivamente na Lei nº 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro - CTB), sobre a classificação e hierarquia da sinalização, julgue as assertivas a seguir com (V), para Verdadeira, ou (F), para Falsa e assinale a sequência CORRETA.
(__) A sinalização vertical é composta pelas placas de Regulamentação, Advertência e Indicação.
(__) A sinalização horizontal é caracterizada por faixas, marcas e inscrições pintadas diretamente no pavimento.
(__) Os sinais luminosos (semáforos) e os sinais de trânsito em placas (regulamentação) possuem a mesma prioridade ou hierarquia.
Assinale a sequência correta de cima para baixo: