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Q3521557 Matemática
Na biblioteca de Maria possui uma certa quantidade de livros. Certo dia, Maria resolveu doar 158 livros de sua biblioteca, e após ter realizado essa doação, Maria comprou mais 1250 livros novos e incorporou à sua biblioteca. Sabendo que após a doação e a aquisição dos livros, Maria ficou com o dobro de livros em sua biblioteca em comparação com a quantidade de livros que ela tinha antes da doação e da aquisição, assinale a alternativa que apresenta a quantidade de livros que ficaram na biblioteca de Maria após a doação e aquisição dos livros.  
Alternativas
Q3521556 Português
Sobre o uso da vírgula, marque a alternativa cuja pontuação compromete o sentido do período.  
Alternativas
Q3521555 Português
No trecho “Apesar dos conselhos, ele continuava impassível”, a palavra “impassível” indica uma qualidade do sujeito. Trata-se, portanto, de: 
Alternativas
Q3521554 Português
Assinale a alternativa em que ocorre erro de concordância nominal: 
Alternativas
Q3521553 Português
Observe a frase:

“A repentina mudança de clima preocupou os agricultores locais.”

Quanto à estrutura do predicado, pode-se afirmar que ele é: 
Alternativas
Q3521552 Português
Assinale a opção em que há erro quanto a classificação do sujeito. 
Alternativas
Q3521551 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Considerando os elementos argumentativos do texto, pode-se afirmar que a proposta central é: 
Alternativas
Q3521550 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Ao afirmar que “a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva”, o autor indica que: 
Alternativas
Q3521549 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Assinale a alternativa que melhor expressa uma crítica implícita presente no texto:  
Alternativas
Q3521548 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Quando o autor menciona que os consumidores veem os influencers como “gente como a gente”, a intenção é destacar:  
Alternativas
Q3521547 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
A partir da leitura do texto, é possível inferir que a ascensão dos influencers digitais está diretamente relacionada:  
Alternativas
Q3507254 Meio Ambiente
Sobre a reciclagem de metais, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3507253 Administração Geral
Com relação à organização das rotinas de limpeza em uma instituição, assinale a alternativa que apresenta uma ferramenta de gestão eficaz para planejar e controlar prazos, registrar datas de atividades e eventos, identificar os responsáveis pelas tarefas e facilitar a programação das ações de limpeza em cada setor: 
Alternativas
Q3507252 Meio Ambiente
Sobre a reciclagem do vidro, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3507250 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre os principais produtos utilizados na desinfecção de superfícies e na limpeza e higienização de banheiros e cozinhas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3507244 Segurança e Saúde no Trabalho
É fundamental que os procedimentos de limpeza e desinfecção de superfícies em locais de trabalho sigam normas técnicas rigorosas, a fim de garantir ambientes seguros tanto para os profissionais quanto para os usuários dos serviços públicos. Nesse contexto, com base nos princípios básicos que regem a higienização adequada desses ambientes, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3507240 Segurança e Saúde no Trabalho
Considerando as boas práticas sobre limpeza e desinfecção de superfícies no ambiente de trabalho, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3507233 Matemática
Considere um pedaço de corda que mede X metros. Sabe-se que:
13 pedaços iguais a X, colocados em sequência, formam uma reta de 117 metros;
17 pedaços iguais a X, colocados em sequência, formam uma reta de 153 metros.
Com base nessas informações, quanto mediria uma reta formada por 21 pedaços iguais a X?
Alternativas
Q3507230 Matemática
Rosa comprou 17 unidades de um refrigerante, e cada unidade custava R$ 7,55. Quanto Rosa pagou, no total, por essa compra?
Alternativas
Q3507229 Matemática
Um eletricista possui um fio de cobre com 6 metros e 30 centímetros de comprimento. Ele precisa cortar esse fio em 14 partes iguais. Sabendo que 1 metro equivale a 100 centímetros, qual será o comprimento de cada pedaço de fio?
Alternativas
Respostas
3901: C
3902: B
3903: C
3904: B
3905: D
3906: D
3907: A
3908: B
3909: D
3910: C
3911: C
3912: C
3913: D
3914: B
3915: B
3916: A
3917: D
3918: B
3919: C
3920: B