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Ano: 2023 Banca: BRB Órgão: Prefeitura de Borda da Mata - MG Provas: BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Assistente Social | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Psicólogo | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II -Inglês | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Matemática | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Língua Portuguesa | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - História | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Cirurgião Dentista / Cirurgião Dentista PSF | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Contador | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Educador Físico | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Engenheiro Civil | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Farmacêutico | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Fisioterapeuta | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Pediatra | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Cardiologista | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico do Trabalho | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Oftamologista | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico PSF | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Psiquiatra | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Médico Veterinário | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Oficial Administrativo | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Procurador Municipal | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Geografia | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Ensino Religioso | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Educação Física | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Ciências | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor I | BRB - 2023 - Prefeitura de Borda da Mata - MG - Professor II - Artes |
Q2108983 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.

Texto I

A Teoria da Dependência e a Institucionalização do Atraso

   Em 1800 o PIB per capita brasileiro era igual ao americano. Em 1913 o PIB americano já era sete vezes maior que o brasileiro (1). Tivemos crescimento econômico quase zero no século XIX. Foi ali que o Brasil ficou para trás. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, nossa independência em 1822 não abriu as portas para a industrialização da economia. Permanecemos com uma economia agrária, de baixa produtividade. O transporte era inexistente. A inexistência de mercados de crédito e capital impossibilitava aos empreendedores importar tecnologia para a indústria. Nossa economia e nossas finanças públicas dependiam da exportação de algodão e açúcar e, posteriormente, de café. Essa situação só começou a mudar na última década do século XIX, com a (lenta) introdução das ferrovias e a queda do custo de transporte. O atraso no desenvolvimento do Brasil no século XIX foi causado pelas características intrínsecas da economia brasileira. A culpa foi exclusivamente nossa. Tudo isso está documentado.
   Mas alguns de nossos historiadores, antropólogos, sociólogos e economistas preferiram ignorar os dados históricos e criaram a Teoria da Dependência. Essa teoria culpa os países desenvolvidos pelo nosso atraso. Essa escola de pensamento, da qual fizeram parte intelectuais celebrados como Celso Furtado, rejeita o uso sistemático de dados quantitativos para testar hipóteses. E vai mais além: alguns de seus teóricos argumentam que as leis econômicas que regem as economias desenvolvidas não se aplicam aos países em desenvolvimento. Somos subdesenvolvidos porque isso interessa aos países do primeiro mundo, diz a teoria.
      Parece piada. Mas é sério.
   A Teoria da Dependência afirma que o comércio internacional é a causa de nossa pobreza – ao contrário do que mostra toda a história da humanidade. É esse raciocínio que criou a política de “substituição de importações” – aquela que ainda faz o brasileiro pagar uma fortuna por lixo made in Brazil, em vez de importar tecnologia de primeira linha, o que aumentaria a produtividade, geraria riqueza e espalharia progresso pela economia. É esse raciocínio que diz que você só pode trazer 1.000 dólares em mercadoria de uma viagem ao exterior (até pouco tempo o limite era de 500 dólares). É esse raciocínio que nos deu o iPhone mais caro do mundo.
  A Teoria da Dependência é inconsistente com os dados econômicos e não consegue explicar a evolução histórica da nossa economia. Mesmo assim, a Teoria da Dependência ainda é a base dos estudos históricos econômicos na América Latina e está entranhada nos livros-texto de nossas escolas e universidades. Uma mentira repetida mil vezes vira verdade.
  O comércio exterior é uma das maiores fontes de enriquecimento das nações. Exportando aquilo que fazem melhor e importando aquilo que, por várias razões, não conseguem produzir com eficiência, os países melhoram as condições de vida de suas populações e caminham em direção ao desenvolvimento.
     A Teoria da Dependência disseminou em nossa cultura um preconceito profundo contra o comércio internacional. As raízes criadas por essa visão ideologizada do comércio explicam o desempenho medíocre do Brasil no cenário internacional: somando importações e exportações, o total do nosso comércio internacional corresponde a menos de 30% do Produto Interno Bruto, enquanto em países como China, Índia, México e Rússia essa participação está acima de 50% e no Chile ultrapassa os 70%.
   No Brasil, exportar e importar envolvem muita burocracia e o Estado é sempre um elemento complicador. Enquanto o custo de exportar um container é de 620 dólares na China, de 1.450 no México e de 1.650 na Argentina, no Brasil esse custo ultrapassa os 2.200 dólares. Importações continuam sendo vistas, em nossa cultura e por nossos homens públicos, como algo negativo, a ser evitado a todo custo. Isso cria inúmeras oportunidades para a criação de tarifas de proteção de mercado que, na verdade, protegem apenas alguns produtores à custa de toda a sociedade, que é forçada a pagar mais caro por produtos inferiores fabricados no Brasil.
   Essa fabricação nacional, muitas vezes, consiste apenas em encaixar peças importadas e colocar uma plaquinha made in Brazil. A falácia dessa visão negativa do comércio exterior e das importações já foi desmistificada por Henry Hazlitt em Economia em Uma Só Lição (2):
   A única coisa que supera o medo de importar, que afeta todas as nações, é o desejo patológico de exportar. Nada pode ser mais inconsistente do ponto de vista lógico. [...] É através delas (as importações) que os consumidores conseguem comprar no exterior produtos a preços melhores do que seria possível comprar de produtores nacionais, ou produtos que não existem no país. A verdadeira razão pela qual um país exporta é para pagar por suas importações.
    O comércio exterior continua sendo visto como uma relação em que existe um ganhador e um perdedor. Graças à Teoria da Dependência, há muitas décadas, os consumidores brasileiros estão sujeitos a políticas de substituição de importações, principalmente na forma de tarifas que tornam a compra de produtos importados – seja um carro, uma máquina ou um serviço – muito mais cara.

(1) How Latin America Fell Behind: Essays on the Economic Histories of Brazil and Mexico, 1800-1914, Stanford University Press, 1997, p. 1.

(2) Henry Hazlitt, Economics in One Lesson, Three Rivers Press, 1979, p. 85 e p. 89.

 (https://www.robertomotta.com.br/artigos/a-teoria-da-dependencia-e-a-institucionalizacao-do-atraso/ adaptado)
Com relação ao texto I, é correto compreender que:
Alternativas
Q2107715 Saúde Pública
Segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2017), define-se Atenção Domiciliar (AD) como modalidade de atenção à saúde, integrada à Rede de Atenção à Saúde (RAS), prestada em domicílio e caracterizada por um conjunto de ações de prevenção e tratamento de doenças, reabilitação, paliação e promoção à saúde, garantindo continuidade de cuidados.
Com o objetivo de identificar sentinelas de riscos sociais e individuais das famílias adscritas a uma equipe, refletindo o potencial de adoecimento de cada núcleo familiar, surgiu a Escala de Vulnerabilidade Familiar de Coelho e Savassi (2004).
Segundo essa escala, as sentinelas de risco: acamado, deficiência física, deficiência mental, baixas condições de saneamento e desnutrição grave apresentam escore de risco
Alternativas
Q2107714 Odontologia
O projeto SB Brasil é um estudo sobre as condições de saúde bucal da população brasileira com realização pactuada para 2020, mas que teve a execução estendida em decorrência da emergência sanitária do coronavírus.
Em relação a esse projeto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2107713 Saúde Pública
Em relação ao modelo de acesso avançado (AA) em unidades de saúde, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2107712 Saúde Pública
Na Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, consta a operacionalização da atenção à saúde por meio da equipe de Consultório na Rua (eCR), responsável por articular e prestar atenção integral à saúde de pessoas em situação de rua ou com características análogas em determinado território.
Em relação à equipe de Consultório na Rua (eCR), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2107711 Odontologia
Assinale a alternativa que apresenta indicação da técnica cirúrgica de gengivectomia. 
Alternativas
Q2107710 Odontologia
Assinale a alternativa correta em relação ao manejo odontológico do paciente com doença renal crônica.
Alternativas
Q2107709 Medicina
No período de 2011 a 2021, foram notificados, no Brasil, 1035942 casos de sífilis adquirida, 466584 casos de sífilis em gestantes, 221600 casos de sífilis congênita e 2064 óbitos por sífilis congênita. Ações articuladas de programas materno-infantis e de infecções sexualmente transmissíveis com a Atenção Primária à Saúde e a instituição de Comitês de Investigação de casos de transmissão vertical de HIV e sífilis contribuem para melhorar a resposta brasileira no enfrentamento da sífilis.
Em relação à sífilis, é correto afirmar que
Alternativas
Q2107708 Odontologia
Paciente de 62 anos, sexo feminino, relata fazer uso de zoledronato há 10 anos, para prevenção de metástases ósseas a partir de câncer de mama. A paciente se queixa de “ferida na boca” há 3 meses. No exame clínico intraoral se observa osso necrótico exposto com infecção que se estende para a borda inferior posterior da mandíbula (lado direito) com a presença de fístula extraoral. A manifestação imagiológica da tomografia computadorizada demonstra bordos indefinidos, atenuação mista com áreas de esclerose marcada e líticas, perda da trabeculação óssea, interrupções da cortical, fragmentação e sequestros ósseos.
O caso clínico descrito sugere o diagnóstico:
Alternativas
Q2107707 Patologia
São tumores mistos malignos de glândulas salivares:
Alternativas
Q2107706 Odontologia
De acordo com a nova classificação das doenças e condições periodontais e peri-implantares (2017) organizada pela Academia Americana de Periodontia (AAP) e pela Federação Europeia de Periodontia (EFP), um paciente com diagnóstico de periodontite estágio 2 apresenta a seguinte característica:
Alternativas
Q2107705 Odontologia
Paciente de 28 anos, relata ter hipertireoidismo não controlado.
O anestésico local seguro indicado para intervenção pulpar de urgência no dente 46 desse paciente é
Alternativas
Q2107704 Odontologia
Se uma infecção odontogênica ultrapassar o osso cortical ou periósteo e chegar aos tecidos adjacentes, pode levar a uma resposta inflamatória intensa disseminada e aguda com um grande aumento de volume com consistência firme, difusa e associada à dor intensa. Esse quadro é descrito como celulite, e requer atenção especial pela sua característica de evolução rápida e disseminativa.
Bactéria cocos Gram-positiva, anaeróbia facultativa, frequentemente associada ao quadro clínico de celulite é 
Alternativas
Q2107703 Odontologia
O palato mole, ou véu palatino, é formado por músculos que atuam de maneira a possibilitar a passagem de ar e do bolo alimentar para a faringe, alternadamente, impedindo refluxos indesejáveis.
São músculo de agem abaixando o palato:
Alternativas
Q2107702 Odontologia
Ao redor da boca, o músculo que comprime a rima oral e é muito utilizado no ato de beijar é o
Alternativas
Q2107701 Odontologia
Ligamento acessório que insere-se na margem posterior do ramo e ângulo da mandíbula. Torna-se rígido quando a mandíbula está em protrusão e relaxa quando a boca está aberta, portanto, limita os movimentos protrusivos da mandíbula.
O texto descreve o ligamento
Alternativas
Q2107700 Odontologia
Translação é o movimento no qual o côndilo caminha anteriormente, percorrendo o tubérculo articular do temporal, quando se tenta levar a mandíbula para a frente a partir do repouso (protrusão). Ocorre também quando, a partir da posição protrusiva, retornamos o côndilo à fossa mandibular (retrusão).
Tal movimento é executado pela(s) articulação(ões)
Alternativas
Q2107699 Odontologia
Assinale a alternativa que contém apenas doenças autoimunes que podem apresentar manifestação oral.
Alternativas
Q2107698 Odontologia
O ameloblastoma sólido (multicístico) é um tumor composto por
Alternativas
Q2107697 Odontologia
Uma fratura que se estende da chanfradura coronoide cranialmente até a borda posterior do ramo caudalmente é classificada como
Alternativas
Respostas
7381: D
7382: D
7383: B
7384: A
7385: C
7386: E
7387: C
7388: D
7389: B
7390: E
7391: E
7392: B
7393: A
7394: C
7395: D
7396: D
7397: E
7398: A
7399: B
7400: C