Questões de Concurso Para coordenador pedagógico

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Q987822 Pedagogia

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, volume 1 (1997), considere o fragmento:


“Os Parâmetros Curriculares Nacionais, tanto nos objetivos educacionais que propõem quanto na conceitualização do significado das áreas de ensino e dos temas da vida social contemporânea que devem permeá-las, adotam como eixo o desenvolvimento de capacidades do aluno, processo em que os _________________________atuam não como fins em si mesmos, mas como meios para a aquisição e desenvolvimento dessas capacidades. Nesse sentido, o que se tem em vista é que o ____________ possa ser sujeito de sua própria formação, em um complexo processo interativo em que o______________ se veja como sujeito de conhecimento.”


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do fragmento acima:

Alternativas
Q987821 Pedagogia

Imagem associada para resolução da questão


Leia os itens abaixo elencados referentes aos quatro principais desafios do coordenador pedagógico, segundo Alvarez (2015):


(1) Formação Continuada.

(2) Relação com as famílias.

(3) Avaliação externa.

(4) Lidar com a Direção.


Numere as afirmativas abaixo que representam formas de superar os desafios, de acordo com os itens acima elencados:

( ) Articular ações que fortaleçam práticas pedagógicas que promovam a autonomia e a criatividade.

( ) Definir os instrumentos que vão guiar o seu acompanhamento.

( ) Buscar posições coincidentes sobre a importância de ensinar e aprender e do papel da escola.

( ) Ter abertura para escutar, mas nunca ferir o projeto pedagógico da escola.


Assinale a sequência correta:

Alternativas
Q987820 Matemática

Uma casa retangular de 17 metros de comprimento por 9 metros de largura será construída num terreno também retangular. Na imagem abaixo, a região clara em volta da casa, representa o local onde será construída a calçada. Sabendo-se que a á rea desta calçada é de 87 m2, determine o lado x da calçada:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q987819 Matemática
Ritinha esteve envolvida nas seguintes atividades na última segunda-feira: 1/4 do dia frequentou a escola, 2/12 praticou informá tica, 3/24 dedicou-se à s refeições, 1/3 dormiu, e 1/8 fez caminhada. Em qual atividade ela gastou menos tempo? E a atividade em que ela se envolveu em mais tempo, qual foi?
Alternativas
Q987818 Matemática
Uma grande concessioná ria de carros vendeu no último bimestre muitos carros na cor prata. Preparou uma pesquisa entre os compradores de carros desta cor, para saber os motivos de tal escolha e as respostas foram: acham a cor bonita; acham que não aparecem sujeiras; acham a cor discreta e acham que a cor indica prosperidade. Sabendo-se que 637 compradores o fizeram por achar que prata é uma cor bonita, então quantos são os compradores que fizeram esta opção por achar que é uma cor discreta?
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q987817 Matemática
Maria tinha alguns lápis. Ela perdeu 2 e deu 2 à Cecília. Deu a metade do que sobrou a José. Se José ficou com 5 lápis, quantos lápis tinha Maria no início?
Alternativas
Q987816 Estatística

A tabela abaixo indica o peso de 28 pessoas. Baseado nesta tabela indique o peso mediano desta distribuição.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q987815 Português

                      

Nos vocábulos dia/ quero/ muito/ citados na tirinha temos respectivamente, de acordo com a ordem sequencial:
Alternativas
Q987814 Português

                      

No trecho em destaque: “Bom dia, moço: quero que me faça a chave da felicidade”, temos uma oração:
Alternativas
Q987813 Português

                                              A FELICIDADE

                                                                                                         Vinicius de Moraes

                                                              Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim


Tristeza não tem fim Felicidade sim

A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.

A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.

Tristeza não tem fim Felicidade sim.

                                    https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html

A função sintática dos termos sublinhados no seguinte fragmento: “A felicidade é uma coisa louca /Mas tão delicada, também” corresponde a:
Alternativas
Q987812 Português

                                              A FELICIDADE

                                                                                                         Vinicius de Moraes

                                                              Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim


Tristeza não tem fim Felicidade sim

A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.

A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.

Tristeza não tem fim Felicidade sim.

                                    https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html

Considere as assertivas abaixo elencadas, quanto à classificação morfológica dos termos sublinhados e, assinale V para a verdadeira e F para a falsa:


( ) Em: “A felicidade é como a gota”, o vocábulo “é ” é um verbo de ligação.

( ) No trecho: “E cai como uma lágrima de amor”, a palavra lágrima” é classificada como um adjetivo.

( ) Em “Mas tão delicada, também” o vocábulo tão é um advérbio.

( ) No fragmento “E é por ela ser assim tão delicada” a palavra assim é um advérbio.

( ) No trecho “Que eu sempre trato dela muito bem” a palavra “que” é uma conjunção.


As afirmativas sã o, respectivamente:

Alternativas
Q987811 Português

                                              A FELICIDADE

                                                                                                         Vinicius de Moraes

                                                              Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim


Tristeza não tem fim Felicidade sim

A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.

A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.

Tristeza não tem fim Felicidade sim.

                                    https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html

Os compositores deixam claro que a ideia central do texto está na alternativa:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Irituia - PA
Q1232174 Direito Ambiental
Os órgãos ou entidades municipais, integrantes da estrutura do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), responsáveis pelo controle e pela fiscalização de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras, nas suas respectivas jurisdições, são considerados órgãos 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Irituia - PA
Q1232086 Direito Ambiental
Considere as etapas referentes à implantação de empreendimentos considerados efetiva ou potencialmente poluidores. 
I - localização;
II - construção;
III - ampliação;
IV - modificação
Dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente os itens
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Irituia - PA
Q1232082 Biologia
São denominados onívoros os seres vivos de um ecossistema que se alimentam
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: SAEB-BA
Q1181325 Legislação Estadual
São Metas do Plano Estadual de Educação da Bahia 2016/2016 (Lei nº 13.559/2016):

I. Universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 06 a 14 anos e garantir que, pelo menos, 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência do PEE-BA.
II. Universalizar o atendimento pré-escolar para as crianças de 04 a 05 anos de idade, por meio de criação da rede escolar estadual de educação infantil, nos termos da Emenda Constitucional Federal no 59, de 11 de novembro de 2009, e estimular a ampliação da oferta de Educação à Distância no Ensino Médio.
III. Expandir gradativamente o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência do PEE-BA, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.
IV. Mobilizar esforços para alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do Ensino Fundamental e priorizar a reclassificação desde o primeiro ano como medida preventiva ao insucesso escolar.
Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Curralinhos - PI
Q1227849 Português
                                                                                                       Era uma Vez
             Acabara de fechar a mala azul-marinho, mala pequena para as roupas.              Agora era a vez da outra, menor ainda, couro gasto onde carregava seus livros toda vez que saía d férias.              Tinha muita gente que achava aquela menina muito inteligente e o motivo era um só: era uma menina devoradora de livros.              Às vezes, é claro, a irmã mais velha encontrava a menina debulhando-se em lagrimas, grossas lagrimas, o livro aberto, O personagem esperando a emoção passar, e a irmã esperando que ela fechasse o livro tão incomodativo. Mas um segundo só, e quem a espiasse veria e ouviria as gargalhadas ruidosas, sonoras, o livro ao lado, o personagem esperando passar o ataque de riso, e a pessoa que espiava, esperando que Deus olhasse pela cabecinha daquela menina devoradora de livros.              Lia com paixão e com uma incrível entrega, porque além de ser uma senhora devoradora de livros, ela fazia os deveres da escola e ninguém tinha do que se queixar.              Às vezes saía de casa para a escola como se andasse sobre a neve, o gorro na cabeça, mãos metidas em luvas. Mas a temperatura era 35º e era verão nas terras brasileiras. Ah, era só a menina dentro do personagem recém-conhecido e da história recém-lida, passada numa cidade européia cheia de neve.              Outras vezes o personagem permanecia, ficava até a hora do recreio, até ser trocado por um sanduíche de queijo quentinho, derretendo. Mas na maior parte das vezes ela ia Evinha da escola, falas do personagem entremeando as suas, exclamações e gestos que não eram dela e que ninguém sabia, porque era mesmo uma coisa muito de dentro e muito mágica, coisa de leitor e personagem, coisa não muito simples de explicar.              Uma noite, jantar à mesa servido, a conversa rolava sobre política e as eleições que viriam. Mãe e pai envolvidos nas últimas declarações do candidato de oposição, a voz da mãe sobressaindo, clara, inquieta, imaginando acontecimentos borbulhantes para o final de semana. De repente, alguém notou a menina de olhos perdidos, o prato limpo e vazio, e a resposta veio clara quando perguntaram por que não se servia de frango.             - Espero por Richard, não percebem?             Naquela cidade de joões, e pedros, e antônios e paulos e Carlinhos e aninhas, Richard entrou de repente esperando pela menina apenas, que o deixara há pouco entre páginas de um livro azul com ilustrações sombreadas.             Jantou sozinha naquela noite, Richard não sentiu o sabor do frango, mas ela sentiu um estranho sabor que ninguém poderia sentir. Ela encheu a sala de jantar de Richard, e não importava que ele não tivesse descido as escadas, não tivesse deixado a cabana perto de Montana e estivesse, aquela hora, acendendo a lareira para se aquecer, pensando nela, quem sabe?             Às vezes o pai a olhava com extrema atenção. A mãe não ligava muito, achava que era como ela mesma tinha sido, um pouco apaixonada demais por personagens complicado-se histórias e romances.             Por esse motivo, falar na arrumação da ala de couro marrom é patê muito importante nesta história porque, ao subir no trem para saltar nas férias, ia na mão esquerda a mala com roupas. Na mão direita, a mala com personagens a espera dela e as cidades também, geografias se encontrando e cobrindo de veludo azul-marinho o caminho da menina.             Gente que lê muito fala bonito? Criança que lê demais começa a falar difícil? Respondam, se quiserem. Eu respondo pela menina: não. Porque não eram as palavras que mudavam nem se complicavam. Mas nos olhos e nos gestos muito mais se podia ler. O que as palavras não podiam dizer, diziam os olhos, diziam as mãos.             Parecia uma menina que já andava pelo mundo há mais tempo que os outros meninosde sua idade. Parecia saber o final de todas as conversas. Parecia saber o princípio de todas as histórias.              Referências ... Casos contados à mesa do almoço e do jantar já sabidos, tão antigos e simples, tão conhecidos. Acostumada as tramas e aos enredos, enredava-se.             Dia de aula de educação física tramava dores de cabeça violentas, dores de coluna, noites mal dormidas e o desempenho era invejável.             Por isso se preparava tão cuidadosamente para as férias.             Gostava do lugar, gostava da viagem de trem, gostava da companhia da mãe e das conversas que varavam a madrugada entremeada do café forte ou vinho tinto servido as visitas, aos amigos da mãe, aos seus amigos e sorvidos também por ela, que a mãe permitia, que não tinha isso de café tira sono (não faz mal, dorme mais de manhã, está de férias) ou que vinho embriaga (é fraco, é saudável, embriaga coisa nenhuma, dizia a mãe).              E ela empolgava-se com essas coisas. Gostava do jeito de ser da mãe achando que as coisas podem passar suavemente se não forem empurradas, amontoadas ... Gostava da figura da mãe, da maneira simples com que encantava os amigos com histórias de acontecimentos e observações brilhantes. Gostava de vê-la assim, tão jovem, tão natural, tão ...             Ter mãe daquelas, pensava, era mesmo muito confortável. Gostava de dormir com ela e, naquela semana o pai não viria, ia poder encolher-se ao lado da mãe e dormir sem precisar rezar pro anjo da guarda para protegê-la de pesadelos.             Terminado o jantar, as pessoas iam chegando e, as vezes, nem dava tempo de retirar a toalha, a conversa começava, tudo puxado, cutucado pelo brilho dos olhos da mãe, pela torrente de frases bonitas (ela pelo menos achava), pela risada, pelo fascínio da voz, da maneira de acender o cigarro.             Às vezes a mãe cantava e era bonito vê-la assim, olhada por todo mundo e todo mundo querendo acertar que música era aquela, quem havia gravado pela primeira vez, em que ano?             Naquela noite porém, a conversa prolongou-se demais. Parecia até reunião. Do grupo inicial sobrou um rapaz magro, olhos negros e profundos que anotava coisas, perguntava outras, parecendo tímido, aprendiz.             Naquela noite, passou da cadeira para o sofá e quando acordou estava agasalhada, o cobertor o travesseiro, a sala meio às escuras, ninguém ao redor da mesa, nenhuma voz, ninguém.             Agarrada ao travesseiro e ao cobertor tratou de andar para o quarto. Abriu devagar a porta e o que viu foi uma cama desarrumada, homem e mulher que, sôfregos e felizes, beijavam-se, riam-se, deliravam. O corpo magro do homem reconheceu. Era o rapaz tímido, de olhos negros. E a mulher mais velha e mais bela era sua mãe.             Voltou para o sofá e ali se quedou por um longo tempo. Depois dormiu.             Acordou na cama, ao lado da mãe que ressonava profundamente.             De tarde partiram de volta. A semana terminara. Naquela semana não leu nenhum livro, perdida em meio as conversas depois do jantar.             Não abriu nenhuma página, abriu portas, sim. E como folhas de livros, estavam lá os personagens belos, saídos das páginas, ou da sala?             O pai esperava na estação. E ao beijar a menina e perguntar sobre as leituras daquela semana ouviu:             - Li todos os livros, todas as histórias.                                (Maria Lúcia Medeiros - Zeus ou a menina e os óculos, 1994, p.37-42)
No fragmento: “As vezes, é claro, a irmã mais velha encontrava a menina debulhando-se em lágrimas, grossas lágrimas/...|”, encontramos que figura de linguagem na parte sublinhada?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Curralinhos - PI
Q1225629 Noções de Informática
Com base na suposição a seguir, assinale a alternativa correta. Um Funcionário da Prefeitura Municipal de Curralinho-PA está trabalhando em uma planilha de Microsoft Excel 2013 BR. Ao digitar a expressão =SOMA(F1:F4), está fazendo a somatória das células:
Alternativas
Q1112362 Pedagogia
A educação inclusiva é uma educação que assegura o direito à diferença.
Analise as afirmativas a seguir sobre a escola, numa perspectiva inclusiva.
I. As práticas escolares inclusivas pressupõem um ensino diferente para todos, no qual os alunos tenham condições de aprender, de acordo com suas próprias capacidades, sem discriminações e adaptações. II. O atendimento educacional especializado (AEE) é realizado, de preferência, nas escolas comuns, na sala de recursos multifuncionais, tendo como público-alvo alunos da educação especial. III. A escola comum numa perspectiva inclusiva estimula a formação de turmas tidas como homogêneas em favor da qualidade do ensino.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q1112361 Pedagogia
O Projeto Político Pedagógico (PPP) é fruto de reflexão e investigação, conforme assinalado por Veiga, no livro Escola: espaço do projeto político pedagógico.
Em relação ao PPP, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
3161: A
3162: D
3163: E
3164: B
3165: C
3166: E
3167: A
3168: B
3169: D
3170: E
3171: A
3172: C
3173: A
3174: D
3175: C
3176: C
3177: E
3178: B
3179: A
3180: D