Questões de Concurso Para educador social

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Q2609414 Português

Ações imediatas no meio ambiente


A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo Correio Braziliense | 02/06/24


A Semana Nacional do Meio Ambiente iniciou-se em 1º de junho sob o impacto de uma tragédia climática no Brasil. Até a tarde de ontem, passava de 170 o número de mortos pelas enchentes que devastam o Rio Grande do Sul há pouco mais de um mês. A força das águas atingiu tamanho grau de destruição que varreu do mapa praticamente cidades inteiras, como Eldorado e Cruzeiro do Sul. Mais de 580 mil pessoas estão desabrigadas, entre 2,4 milhões de gaúchos afetados em mais de 90% dos municípios.

Até o momento, o governo federal dispendeu mais de R$ 60 bilhões na ajuda ao estado. Dentro de suas possibilidades, o governo estadual também ofereceu ajuda, particularmente no pagamento de um auxílio para famílias desabrigadas. Sabe-se, [no entanto], que essas ações são emergenciais. Mal começou o trabalho de reconstrução, e muitos gaúchos nem sequer tiveram condições de assimilar a perda de entes queridos, o que dirá de contabilizar os prejuízos. Mais de 40 pessoas permanecem desaparecidas sob o mar de lama, escombros e tristeza.

A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo. Passou há muito o tempo de restringir o tema a debate em conferências globais ou fóruns de especialistas. É hora de ação. De uma vez por todas, é hora de enfrentar as mudanças climáticas com todos os instrumentos à disposição.

O poder público tem papel preponderante nesse desafio. Cabe ao Estado cumprir acordos internacionais para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Cabe aos governos fiscalizar atividades danosas ao meio ambiente, como desmatamento ilegal e garimpo clandestino. Cabe ainda ao Executivo impedir o crescimento desordenado das cidades, de modo que milhares de famílias fixem residências em encostas ou às margens dos rios.

Em relação ao Legislativo, cumpre aos parlamentares preservar o meio ambiente de interesses diversos que põem em risco a sustentabilidade. Há quem diga que a legislação ambiental brasileira é das mais avançadas, mas a profusão de iniciativas perigosas — da privatização de áreas da União no litoral ao marco temporal de terras indígenas — mina o esforço necessário de tornar o Brasil um país onde a sustentabilidade é levada a sério.

Por fim, o Judiciário, assim como os demais Poderes, precisa dar ao meio ambiente tratamento diferenciado e preventivo, sob o risco de restringir sua atuação à reparação de danos decorrentes de tragédias ambientais. Assegurar um meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme determina o artigo 225 da Constituição Federal, CONSTITUI/CONSTITUEM missão de enorme valor social para o sistema de Justiça.

A sociedade também tem um papel a cumprir. Não FALTA/FALTAM iniciativas e organizações, algumas de caráter global, que se mobilizam em favor da sustentabilidade. Mas ainda não é possível observar uma consciência ambiental predominante, em parte por causa do negacionismo climático que persiste em diversos setores.

Os alertas da ciência são inequívocos, e a realidade se IMPÕE/IMPÕEM. Não há mais como protelar medidas firmes, constantes e duradouras para evitar novas catástrofes climáticas. Que a Semana do Meio Ambiente, marcada pelo sofrimento de milhares no Rio Grande do Sul, dê início a um despertar em favor da natureza — e do futuro da humanidade.

AÇÕES imediatas no meio ambiente. Correio Braziliense, 02 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6869017-visao-do-correio-acoes-imediatas-no-meio-ambiente.html. Acesso em: 02 jun. 2024. Adaptado.

Dentre as palavras destacadas no parágrafo introdutório do texto, qual é a única que pode receber flexão de gênero?

Alternativas
Q2609413 Português

Ações imediatas no meio ambiente


A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo Correio Braziliense | 02/06/24


A Semana Nacional do Meio Ambiente iniciou-se em 1º de junho sob o impacto de uma tragédia climática no Brasil. Até a tarde de ontem, passava de 170 o número de mortos pelas enchentes que devastam o Rio Grande do Sul há pouco mais de um mês. A força das águas atingiu tamanho grau de destruição que varreu do mapa praticamente cidades inteiras, como Eldorado e Cruzeiro do Sul. Mais de 580 mil pessoas estão desabrigadas, entre 2,4 milhões de gaúchos afetados em mais de 90% dos municípios.

Até o momento, o governo federal dispendeu mais de R$ 60 bilhões na ajuda ao estado. Dentro de suas possibilidades, o governo estadual também ofereceu ajuda, particularmente no pagamento de um auxílio para famílias desabrigadas. Sabe-se, [no entanto], que essas ações são emergenciais. Mal começou o trabalho de reconstrução, e muitos gaúchos nem sequer tiveram condições de assimilar a perda de entes queridos, o que dirá de contabilizar os prejuízos. Mais de 40 pessoas permanecem desaparecidas sob o mar de lama, escombros e tristeza.

A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo. Passou há muito o tempo de restringir o tema a debate em conferências globais ou fóruns de especialistas. É hora de ação. De uma vez por todas, é hora de enfrentar as mudanças climáticas com todos os instrumentos à disposição.

O poder público tem papel preponderante nesse desafio. Cabe ao Estado cumprir acordos internacionais para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Cabe aos governos fiscalizar atividades danosas ao meio ambiente, como desmatamento ilegal e garimpo clandestino. Cabe ainda ao Executivo impedir o crescimento desordenado das cidades, de modo que milhares de famílias fixem residências em encostas ou às margens dos rios.

Em relação ao Legislativo, cumpre aos parlamentares preservar o meio ambiente de interesses diversos que põem em risco a sustentabilidade. Há quem diga que a legislação ambiental brasileira é das mais avançadas, mas a profusão de iniciativas perigosas — da privatização de áreas da União no litoral ao marco temporal de terras indígenas — mina o esforço necessário de tornar o Brasil um país onde a sustentabilidade é levada a sério.

Por fim, o Judiciário, assim como os demais Poderes, precisa dar ao meio ambiente tratamento diferenciado e preventivo, sob o risco de restringir sua atuação à reparação de danos decorrentes de tragédias ambientais. Assegurar um meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme determina o artigo 225 da Constituição Federal, CONSTITUI/CONSTITUEM missão de enorme valor social para o sistema de Justiça.

A sociedade também tem um papel a cumprir. Não FALTA/FALTAM iniciativas e organizações, algumas de caráter global, que se mobilizam em favor da sustentabilidade. Mas ainda não é possível observar uma consciência ambiental predominante, em parte por causa do negacionismo climático que persiste em diversos setores.

Os alertas da ciência são inequívocos, e a realidade se IMPÕE/IMPÕEM. Não há mais como protelar medidas firmes, constantes e duradouras para evitar novas catástrofes climáticas. Que a Semana do Meio Ambiente, marcada pelo sofrimento de milhares no Rio Grande do Sul, dê início a um despertar em favor da natureza — e do futuro da humanidade.

AÇÕES imediatas no meio ambiente. Correio Braziliense, 02 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6869017-visao-do-correio-acoes-imediatas-no-meio-ambiente.html. Acesso em: 02 jun. 2024. Adaptado.

De acordo com o texto, é papel do poder Legislativo:

Alternativas
Q2609412 Português

Ações imediatas no meio ambiente


A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo Correio Braziliense | 02/06/24


A Semana Nacional do Meio Ambiente iniciou-se em 1º de junho sob o impacto de uma tragédia climática no Brasil. Até a tarde de ontem, passava de 170 o número de mortos pelas enchentes que devastam o Rio Grande do Sul há pouco mais de um mês. A força das águas atingiu tamanho grau de destruição que varreu do mapa praticamente cidades inteiras, como Eldorado e Cruzeiro do Sul. Mais de 580 mil pessoas estão desabrigadas, entre 2,4 milhões de gaúchos afetados em mais de 90% dos municípios.

Até o momento, o governo federal dispendeu mais de R$ 60 bilhões na ajuda ao estado. Dentro de suas possibilidades, o governo estadual também ofereceu ajuda, particularmente no pagamento de um auxílio para famílias desabrigadas. Sabe-se, [no entanto], que essas ações são emergenciais. Mal começou o trabalho de reconstrução, e muitos gaúchos nem sequer tiveram condições de assimilar a perda de entes queridos, o que dirá de contabilizar os prejuízos. Mais de 40 pessoas permanecem desaparecidas sob o mar de lama, escombros e tristeza.

A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo. Passou há muito o tempo de restringir o tema a debate em conferências globais ou fóruns de especialistas. É hora de ação. De uma vez por todas, é hora de enfrentar as mudanças climáticas com todos os instrumentos à disposição.

O poder público tem papel preponderante nesse desafio. Cabe ao Estado cumprir acordos internacionais para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Cabe aos governos fiscalizar atividades danosas ao meio ambiente, como desmatamento ilegal e garimpo clandestino. Cabe ainda ao Executivo impedir o crescimento desordenado das cidades, de modo que milhares de famílias fixem residências em encostas ou às margens dos rios.

Em relação ao Legislativo, cumpre aos parlamentares preservar o meio ambiente de interesses diversos que põem em risco a sustentabilidade. Há quem diga que a legislação ambiental brasileira é das mais avançadas, mas a profusão de iniciativas perigosas — da privatização de áreas da União no litoral ao marco temporal de terras indígenas — mina o esforço necessário de tornar o Brasil um país onde a sustentabilidade é levada a sério.

Por fim, o Judiciário, assim como os demais Poderes, precisa dar ao meio ambiente tratamento diferenciado e preventivo, sob o risco de restringir sua atuação à reparação de danos decorrentes de tragédias ambientais. Assegurar um meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme determina o artigo 225 da Constituição Federal, CONSTITUI/CONSTITUEM missão de enorme valor social para o sistema de Justiça.

A sociedade também tem um papel a cumprir. Não FALTA/FALTAM iniciativas e organizações, algumas de caráter global, que se mobilizam em favor da sustentabilidade. Mas ainda não é possível observar uma consciência ambiental predominante, em parte por causa do negacionismo climático que persiste em diversos setores.

Os alertas da ciência são inequívocos, e a realidade se IMPÕE/IMPÕEM. Não há mais como protelar medidas firmes, constantes e duradouras para evitar novas catástrofes climáticas. Que a Semana do Meio Ambiente, marcada pelo sofrimento de milhares no Rio Grande do Sul, dê início a um despertar em favor da natureza — e do futuro da humanidade.

AÇÕES imediatas no meio ambiente. Correio Braziliense, 02 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6869017-visao-do-correio-acoes-imediatas-no-meio-ambiente.html. Acesso em: 02 jun. 2024. Adaptado.

No trecho “O poder público tem papel preponderante nesse desafio.” (4º parágrafo), a palavra sublinhada significa:

Alternativas
Q2609411 Português

Ações imediatas no meio ambiente


A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo Correio Braziliense | 02/06/24


A Semana Nacional do Meio Ambiente iniciou-se em 1º de junho sob o impacto de uma tragédia climática no Brasil. Até a tarde de ontem, passava de 170 o número de mortos pelas enchentes que devastam o Rio Grande do Sul há pouco mais de um mês. A força das águas atingiu tamanho grau de destruição que varreu do mapa praticamente cidades inteiras, como Eldorado e Cruzeiro do Sul. Mais de 580 mil pessoas estão desabrigadas, entre 2,4 milhões de gaúchos afetados em mais de 90% dos municípios.

Até o momento, o governo federal dispendeu mais de R$ 60 bilhões na ajuda ao estado. Dentro de suas possibilidades, o governo estadual também ofereceu ajuda, particularmente no pagamento de um auxílio para famílias desabrigadas. Sabe-se, [no entanto], que essas ações são emergenciais. Mal começou o trabalho de reconstrução, e muitos gaúchos nem sequer tiveram condições de assimilar a perda de entes queridos, o que dirá de contabilizar os prejuízos. Mais de 40 pessoas permanecem desaparecidas sob o mar de lama, escombros e tristeza.

A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo. Passou há muito o tempo de restringir o tema a debate em conferências globais ou fóruns de especialistas. É hora de ação. De uma vez por todas, é hora de enfrentar as mudanças climáticas com todos os instrumentos à disposição.

O poder público tem papel preponderante nesse desafio. Cabe ao Estado cumprir acordos internacionais para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Cabe aos governos fiscalizar atividades danosas ao meio ambiente, como desmatamento ilegal e garimpo clandestino. Cabe ainda ao Executivo impedir o crescimento desordenado das cidades, de modo que milhares de famílias fixem residências em encostas ou às margens dos rios.

Em relação ao Legislativo, cumpre aos parlamentares preservar o meio ambiente de interesses diversos que põem em risco a sustentabilidade. Há quem diga que a legislação ambiental brasileira é das mais avançadas, mas a profusão de iniciativas perigosas — da privatização de áreas da União no litoral ao marco temporal de terras indígenas — mina o esforço necessário de tornar o Brasil um país onde a sustentabilidade é levada a sério.

Por fim, o Judiciário, assim como os demais Poderes, precisa dar ao meio ambiente tratamento diferenciado e preventivo, sob o risco de restringir sua atuação à reparação de danos decorrentes de tragédias ambientais. Assegurar um meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme determina o artigo 225 da Constituição Federal, CONSTITUI/CONSTITUEM missão de enorme valor social para o sistema de Justiça.

A sociedade também tem um papel a cumprir. Não FALTA/FALTAM iniciativas e organizações, algumas de caráter global, que se mobilizam em favor da sustentabilidade. Mas ainda não é possível observar uma consciência ambiental predominante, em parte por causa do negacionismo climático que persiste em diversos setores.

Os alertas da ciência são inequívocos, e a realidade se IMPÕE/IMPÕEM. Não há mais como protelar medidas firmes, constantes e duradouras para evitar novas catástrofes climáticas. Que a Semana do Meio Ambiente, marcada pelo sofrimento de milhares no Rio Grande do Sul, dê início a um despertar em favor da natureza — e do futuro da humanidade.

AÇÕES imediatas no meio ambiente. Correio Braziliense, 02 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6869017-visao-do-correio-acoes-imediatas-no-meio-ambiente.html. Acesso em: 02 jun. 2024. Adaptado.

Qual dos trechos abaixo NÃO se mostra claramente opinativo?

Alternativas
Q2609410 Português

Ações imediatas no meio ambiente


A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo Correio Braziliense | 02/06/24


A Semana Nacional do Meio Ambiente iniciou-se em 1º de junho sob o impacto de uma tragédia climática no Brasil. Até a tarde de ontem, passava de 170 o número de mortos pelas enchentes que devastam o Rio Grande do Sul há pouco mais de um mês. A força das águas atingiu tamanho grau de destruição que varreu do mapa praticamente cidades inteiras, como Eldorado e Cruzeiro do Sul. Mais de 580 mil pessoas estão desabrigadas, entre 2,4 milhões de gaúchos afetados em mais de 90% dos municípios.

Até o momento, o governo federal dispendeu mais de R$ 60 bilhões na ajuda ao estado. Dentro de suas possibilidades, o governo estadual também ofereceu ajuda, particularmente no pagamento de um auxílio para famílias desabrigadas. Sabe-se, [no entanto], que essas ações são emergenciais. Mal começou o trabalho de reconstrução, e muitos gaúchos nem sequer tiveram condições de assimilar a perda de entes queridos, o que dirá de contabilizar os prejuízos. Mais de 40 pessoas permanecem desaparecidas sob o mar de lama, escombros e tristeza.

A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo. Passou há muito o tempo de restringir o tema a debate em conferências globais ou fóruns de especialistas. É hora de ação. De uma vez por todas, é hora de enfrentar as mudanças climáticas com todos os instrumentos à disposição.

O poder público tem papel preponderante nesse desafio. Cabe ao Estado cumprir acordos internacionais para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Cabe aos governos fiscalizar atividades danosas ao meio ambiente, como desmatamento ilegal e garimpo clandestino. Cabe ainda ao Executivo impedir o crescimento desordenado das cidades, de modo que milhares de famílias fixem residências em encostas ou às margens dos rios.

Em relação ao Legislativo, cumpre aos parlamentares preservar o meio ambiente de interesses diversos que põem em risco a sustentabilidade. Há quem diga que a legislação ambiental brasileira é das mais avançadas, mas a profusão de iniciativas perigosas — da privatização de áreas da União no litoral ao marco temporal de terras indígenas — mina o esforço necessário de tornar o Brasil um país onde a sustentabilidade é levada a sério.

Por fim, o Judiciário, assim como os demais Poderes, precisa dar ao meio ambiente tratamento diferenciado e preventivo, sob o risco de restringir sua atuação à reparação de danos decorrentes de tragédias ambientais. Assegurar um meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme determina o artigo 225 da Constituição Federal, CONSTITUI/CONSTITUEM missão de enorme valor social para o sistema de Justiça.

A sociedade também tem um papel a cumprir. Não FALTA/FALTAM iniciativas e organizações, algumas de caráter global, que se mobilizam em favor da sustentabilidade. Mas ainda não é possível observar uma consciência ambiental predominante, em parte por causa do negacionismo climático que persiste em diversos setores.

Os alertas da ciência são inequívocos, e a realidade se IMPÕE/IMPÕEM. Não há mais como protelar medidas firmes, constantes e duradouras para evitar novas catástrofes climáticas. Que a Semana do Meio Ambiente, marcada pelo sofrimento de milhares no Rio Grande do Sul, dê início a um despertar em favor da natureza — e do futuro da humanidade.

AÇÕES imediatas no meio ambiente. Correio Braziliense, 02 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6869017-visao-do-correio-acoes-imediatas-no-meio-ambiente.html. Acesso em: 02 jun. 2024. Adaptado.

O trecho “A tragédia no Sul do país é prova eloquente e dolorosa de que o meio ambiente não pode mais ser tratado como assunto etéreo.” (3º parágrafo) transmite a mensagem de que o assunto em pauta NÃO pode mais ser considerado:

Alternativas
Q2608169 Noções de Primeiros Socorros

"Primeiros socorros são intervenções que devem ser feitas de maneira rápida, logo após o acidente ou mal súbito, que visam a evitar o agravamento do problema até que um serviço especializado de atendimento chegue até o local. Essas intervenções são muito importantes, pois podem evitar complicações e até mesmo evitar a morte de um indivíduo."

https://brasilescola.uol.com.br/saude/primeiros-socorros.htm


Antes de qualquer procedimento de primeiro socorro, é importante que o socorrista tenha em mente a necessidade de:


I - manter a calma e lógica;

II - garantir a segurança, sinalizando o local do ocorrido;

III - controlar a situação, conversando com as vítimas tentando acalmá-las;

IV - garantir que o serviço de emergência seja acionado.


Estão corretas as afirmações:

Alternativas
Q2608168 Pedagogia

“(...) O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. (...)”.


Estatuto da Criança e do Adolescente. https://www2.senado.leg.br/


Segundo o ECA, pode-se afirmar corretamente que:

Alternativas
Q2608167 Educação Artística

“(...) _______________ é a técnica que envolve o ofício de unir retalhos variados, compondo diversas misturas de colorações, formatos e design. Esta expressão, traduzida literalmente para o português, significa ‘trabalho com retalhos’ ou como popularmente se conhece, ‘colcha da vovó’. é o elemento que se localiza na esfera superior do trabalho manual; no meio está situado o enchimento, ou seja, a manta acrílica, e sob o todo, que resulta no acolchoado, está o forro. Tudo é perfeitamente fixado por um método conhecido como ‘quilting’ ou pespontos largos - pontos de costura, em que a agulha entra um pouco atrás do lugar de onde saiu –, elaborados manualmente ou na máquina. (...)”.


https://www.infoescola.com/artes


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas
Q2608166 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

“(...) Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.


Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:


I – ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;

II – discriminação, opinião e expressão;

III – crença e culto religioso;

IV – brincar, praticar esportes e divertir-se;


Estatuto da Criança e do Adolescente.

https://www2.senado.leg.br/


Estão corretas as afirmações:

Alternativas
Q2608165 Educação Artística

“(...) Do francês, _________ significa acolchoado, e é essa a sensação transmitida pela técnica. De aparência aconchegante e envolvente, ela pode ser feita em diferentes tecidos e produtos, desde colchas a sofás. Aplicado tanto na decoração como na moda. O acabamento é feito através de pespontos que unem dois tecidos sobrepostos e com enchimento no centro. Assim, a costura pode ser feita em diferentes formatos e desenhos. O resultado é uma aparência acolchoada e aconchegante. (...)”.


https://mmartan.com.br/homeandlife/d


Assinale a alternativa que preenche a lacuna

Alternativas
Q2608163 Artes Visuais

“(...) O papel _______ é caracterizado pela sua aparência transparente, permitindo que a luz passe através dele. Sua superfície lisa e resistente permite trabalhar com uma ampla gama de meios, como lápis, tinta ou marcadores. Além disso, é resistente ao envelhecimento e ao amarelecimento, o que garante a durabilidade das obras de arte a longo prazo e oferece inúmeras possibilidades criativas no mundo das artes plásticas. Uma das aplicações mais comuns é o desenho e a criação de esboços. Sua superfície lisa e translúcida permite aos artistas capturar linhas e detalhes com precisão. Também é ideal para a sobreposição de imagens e a experimentação com composições antes de levá-las a uma superfície final. (...)”.


https://totenart.pt/blog/noticia


Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente.

Alternativas
Q2608162 Artes Plásticas

“(...) Procedimento técnico artístico de utilizar várias matérias que podem, ou não, variar a textura, umas sobre as outras ou lado a lado, formando um motivo ou uma nova imagem. Como técnica tem surgimento datado da história antiga, entretanto teve seu valor artístico reconhecido a partir do século XX, com sua utilização no Cubismo, antes disso, era considerada ou brincadeira de criança, ou manifestação artística popular e desprovida de fundamentação crítica. (..)”.


https://www.infoescola.com/artes


Imagem associada para resolução da questão

Obra de Mauricio Planel (instagram

@mauricio_planel_/Reprodução)

https://vejario.abril.com.br/cidade/

Alternativas
Q2608161 Artes Visuais

“(...) A _____________ é uma técnica que utiliza a luminosidade como base para a reprodução de imagens. Sendo assim, a luz é um elemento extremamente importante. Foi na Antiguidade que os primeiros estudiosos observaram que ela fornecia possibilidades de representação de imagens. A primeira ____________ impressa só foi realizada no século XIX, no ano de 1826. Depois de inúmeras tentativas, o francês Joseph Niépce conseguiu gravar em uma placa de estanho a imagem do quintal de sua casa, em Borgonha, na França. (...)”.


https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/art es


Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente.

Alternativas
Q2608160 Educação Artística

“(...) Baseado na palavra italiana para “rabisco”, ___________ são palavras, desenhos, expressões ou garatujas rabiscos em muros e paredes. Encontrado até nas tumbas do Egito, marcou a cena urbana nas décadas de setenta e oitenta em que milhares de artistas cobriram vagões inteiros do metrô de Nova York com palavras e imagens derivadas de quadrinhos e desenhos animados”.

STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da

pré-história ao pós-moderno – tradução

Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente.

Alternativas
Q2608158 Educação Artística

Analise o texto e a imagem a seguir:


“(...) Consiste em pigmentos moídos em uma pasta com água e um aglutinante de goma. Posteriormente são enrolados e pressionados em palitos ou bastões. A diferença aqui é que os aglutinantes costumam ser de tons neutros e baixa saturação. Com isso, temos o efeito das cores mais próximas dos pigmentos naturais, do que em qualquer outra técnica. (...)”.


https://abra.com.br/artigos/pintura-saiba-maisde-8-de-suas-tecnicas-mais-populares/



Imagem associada para resolução da questão


https://blog.grafittiartes.com.br/


Assinale a alternativa correta


Alternativas
Q2608157 Educação Artística

Analise o texto e a imagem a seguir.


Pode ser considerada uma variante da aquarela, pois conta com muitas similaridades. Por exemplo, ela também é diluída em água e as superfícies adequadas para uma, também são para outra e ambas empregam goma-arábica (ou um equivalente sintético) como aglutinante. Conta com um pigmento branco (normalmente giz) moído e menos fino. Traz um acabamento mais opaco, ao contrário do transparente da aquarela. E, para clarear a tinta, ao invés de misturar com mais água, usa-se o branco.


Academia Brasileira de Arte -

https://abra.com.br/artigos/


Imagem associada para resolução da questão

http://elianedecamargo.com.br/


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2608156 Artes Plásticas

Analise a imagem e o texto a seguir.


(...) Técnica de pintura em que os pigmentos são geralmente dissolvidos em água, ou são utilizados suspensos sobre o suporte. Estima-se que a técnica tenha surgido há cerca de 2000 anos, na China, simultânea ao surgimento do papel e dos pincéis de pêlos de coelhos. Os principais suportes utilizados são o papel com alta gramagem – densidade do papel –, cascas de árvore, plástico, couro, tecido, papiro e a própria tela (...)”.


https://www.infoescola.com/


Imagem associada para resolução da questão


Ipê Rosa, Hosana Cristina

https://www.hosanacristina.com.br/


Assinale a alternativa correta

Alternativas
Q2608155 Educação Artística

Analise a imagem e o texto a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Arte de origem japonesa, aperfeiçoada e propagada pelo mundo inteiro. As figuras representadas têm diferentes significados. Até metade do século XIX, era arte restrita aos adultos, porém, em 1876, passou a ser ensinada nas escolas, fazendo parte da educação dos japoneses.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2608154 Educação Artística

“(...) Bailado guerreiro que se exige na festa de Nossa Senhora da Conceição na Praça da Purificação, na cidade de Salvador e noutros pontos da Bahia, como em Santo Amaro. Dez ou vinte negros, de camisas brancas de algodão, beiços ampliados de vermelho, com as esgrimas, grimas, bastos de madeira em cada mão, cantam e bailam entrechocando as armas, como em certas partes dos congos e moçambiques no Brasil ou os pauliteiros de Miranda do Douro, em Portugual, vestigio de Dança de Espadas, milenar e quase universal. (...)”

CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.


O autor refere-se

Alternativas
Q2608153 Educação Artística

“(...) Dança popular nordestina. Cantando em coro o refrão responde aos versos. A influência africana é visível, mas sabemos que a disposição coreográfica coincide com as preferências dos bailados indígenas, especialmente os tupis da costa. As modificações e variedades são incontáveis. Outrora era dançado nos salões de boa sociedade em Alagoas e Paraíba. Chamam-no samba, pagode, zambê, bambelô. Os instrumentos são, em maioria absoluta, de percussão, cuícas, pandeiros e ganzás e, nos bailes mais pobres, simples caixotes que servem de bateria animada. (...)”. CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.


O autor refere-se

Alternativas
Respostas
2001: E
2002: E
2003: C
2004: A
2005: C
2006: E
2007: B
2008: B
2009: C
2010: B
2011: C
2012: D
2013: E
2014: B
2015: C
2016: C
2017: D
2018: C
2019: A
2020: A