Questões de Concurso Para professor - ensino religioso

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Q2491680 Pedagogia
É possível identificar três orientações em relação às finalidades e formas de funcionamento da escola no Brasil.
A esse respeito, é correto afirmar que
Alternativas
Q2491679 Pedagogia

TEXTO I


De acordo com Saviani (2020), não existe conhecimento desinteressado, tornando a questão da neutralidade impossível. O que não significa que o fato de sempre existir conhecimento interessado, ou seja, que parta do interesse de algum grupo, não impossibilite a constituição de um conhecimento pautado na objetividade.


TEXTO I


Imagem associada para resolução da questãoFonte: Fernando Gonsales. Níquel Náusea – Vá pentear macacos. São Paulo: Devir, 2002, p. 18. Disponível em: https://docplayer.com.br/docs-ima- ges/93/112445232/images/9-0.jpg. Acesso em: 23 jan. 2024.



A esse respeito e considerando os textos I e II, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se apresenta sobre a relação da prática pedagógica com a pedagogia histórico-crítica.  


( ) A formiga que está à frente, representando o professor; ao agir, desenvolve uma prática de caráter crítico.

( ) A prática pedagógica representada na charge situa-se no âmbito da violência simbólica, da inculcação ideológica, da reprodução das relações de produção.

( ) A charge apresenta um trabalho pedagógico empenhado na tarefa de articular o ensino de conteúdos dentro da perspectiva da pedagogia histórico-crítica.

( ) A prática pedagógica apresentada incorre na promoção de uma prática sem teoria, que nada mais é do que espontaneísmo, ou no sentido oposto, na teoria sem a prática.


De acordo com as informações, a sequência correta é: 


Alternativas
Q2491678 Pedagogia
O desenvolvimento da prática pedagógica na escola requer intencionalidade e convergência com as diretrizes nacionais, bem como com a realidade do território e dos estudantes. A correlação do currículo com o trabalho pedagógico da escola e o seu corpo docente pressupõe o entendimento da distinção entre Currículo, Base Nacional Comum Curricular, Projeto Político Pedagógico e Plano de Aula, todos com papéis complementares para a garantia do direito à aprendizagem.
A esse respeito, associe corretamente os documentos apresentados a uma característica que os distingue.
DOCUMENTOS
1 - Currículo 2 - Base Nacional Comum Curricular 3 - Projeto Político Pedagógico 4 - Plano de Aula
CARACTERÍSTICAS
( ) Constitui-se como uma referência que orienta as escolas brasileiras na promoção de uma educação nacional embasada nos princípios éticos, políticos e estéticos que assegurem a formação integral do estudante. ( ) Trata-se de uma referência interna da escola e indica caminhos para que aulas sejam pensadas, planejadas e executadas. ( ) Refere-se ao planejamento de como as habilidades precisam ser desenvolvidas; deve permitir que todo o arcabouço legal, conceitual e material possa se efetivar no processo de ensino e aprendizagem com os estudantes. ( ) Pressupõe a sistematização dos meios para a construção da aprendizagem; trata-se da seleção dos conhecimentos historicamente produzidos e construídos e as formas distintas de assimilá-los.
A sequência correta para essa associação é:
Alternativas
Q2491677 Pedagogia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - O desafio de um sistema único de educação se fortalece no próprio desafio de uma superação da desigualdade
PORQUE,
II - no Brasil, o caminho para a efetivação de um sistema único de educação confronta-se com um complexo processo político-jurídico-administrativo coexistente com uma realidade sócio educacional muito desigual e da qual decorrem incertezas sobre a escassez de recursos, e, na contramão da educação igualitária, acaba por legitimar as desigualdades.

Sobre as asserções é correto afirmar que
Alternativas
Q2491676 Pedagogia
A Educação Integral se caracteriza pela ideia de uma formação mais completa possível para o ser humano.
Nessa perspectiva, são ações que uma proposta de Educação Integral em Tempo Integral requer da escola, EXCETO
Alternativas
Q2491675 Português
O quadro “O Grito” (à esquerda), do pintor norueguês Edvard Munch, já passou por diversos processos de intertextualização, como o criado pelo cartunista Junião (à direita).  
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/ pessoa333908/edvard-munch Acesso em: 27 dez.2023.
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/483714816224363750/) Acesso em: 27 dez. 2023


A esse respeito, é correto afirmar que a forma de intertextualidade utilizada por Junião para retomar o quadro de Munch é a
Alternativas
Q2491674 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de Língua Portuguesa, em seu conjunto de aprendizagens essenciais aos estudantes brasileiros, contempla os fenômenos de conhecimento e de mudança linguística.
Com relação às variedades linguísticas, é correto afirmar que a BNCC destaca que é importante a escola
Alternativas
Q2491673 Português

Leia a imagem a seguir.



Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://stelasantin.com.br/a-magia-de-aprender-em-grupo/. Acesso em: 27 dez. 2023. Adaptado.)



Sobre o emprego do pronome oblíquo átono na imagem, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.


I – É obrigatório o emprego do pronome oblíquo após o verbo "dar"


PORQUE


II – o referido verbo está no infinitivo pessoal e, por isso, exige a ênclise.


Sobre as asserções, é correto afirmar que

Alternativas
Q2491672 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
O período composto por subordinação caracteriza-se pela formação de orações que exercem uma função sintática sobre outra oração, denominada principal.
Há de se considerar que, na passagem “Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos.”, há uma oração subordinada classificada corretamente como 
Alternativas
Q2491671 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
A língua escrita serve-se da pontuação para representar recursos específicos da língua falada.

Considere esse princípio e avalie as afirmações sobre os sinais de pontuação do texto “A morte da atenção”.

I – Os dois pontos anunciam uma enumeração em “É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas”.
II – As aspas em “Vamos fazer história hoje” se referem a expressões que se deseja colocar em evidência ou dar destaque.
III – Os parênteses em “(que não era da Microsoft)” foram utilizados para intercalar, em um período, palavras ou frases de cunho explicativo.
IV – A vírgula em “O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo” foi empregada para separar uma oração coordenada sindética.
V – Os pontos de interrogação em “Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra?” estão no final de perguntas indiretas, pois não se espera por uma resposta a elas.

Está correto apenas o que se afirma em 
Alternativas
Q2491670 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
Crase é o fenômeno morfossintático que se dá na fusão de duas vogais idênticas (a + a).

Sobre isso, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que afirma.

( ) Não se usa o acento indicativo da crase antes de numerais, como na passagem “que chega a 4,4 bilhões”.
( ) Antes de verbo não se emprega o acento grave, como em “nem chegou a formar uma memória”.
( ) O uso do acento indicativo de crase é facultativo antes de "horas"; assim, no texto, optou-se por empregá-lo em “às 10h da manhã”.
( ) Após locução prepositiva, não se usa o acento indicativo de crase; por isso, ele não foi empregado em “quanto as necessidades fisiológicas”.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é: 
Alternativas
Q2491669 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
A palavra “peixe-dourado” é hifenizada, porque o Novo Acordo Ortográfico estabeleceu que “só se ligam por hífen os elementos das palavras compostas em que se mantém a noção da composição” (Cunha & Cintra, 2010, p.80).
A esse respeito, a sequência correta de palavras grafadas de acordo com a ortografia oficial é indicada em 
Alternativas
Q2491668 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
Uma mesma palavra pode apresentar diferentes significados conforme o contexto em que foi empregada.
Em relação à significação das palavras, preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, com as palavras indicadas. Atenção: cada uma delas pode aparecer uma ou várias vezes ou não aparecer.
No trecho “Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões.”, a palavra sublinhada está no sentido _______i______ e, nesta circunstância, ela significa ______ii______. Todavia, em outros contextos, pode ser empregada no sentido de ______iii_______.
PALAVRAS: conotativo – penúria – reserva – fartura – denotativo – compreensão – labuta – referencial – demarcação – largueza – atrevimento – referencial
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é: 
Alternativas
Q2491667 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
No trecho “É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas.”, é correto afirmar que a palavra sublinhada, no contexto empregado e sem alteração do sentido, pode ser substituída por
Alternativas
Q2491666 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
Considerando-se o título do texto, “A morte da atenção”, é correto afirmar que ele  
Alternativas
Q2473872 Pedagogia
A gestão educacional é o pilar que sustenta o sucesso de uma comunidade escolar. Nesse contexto, promover uma administração eficaz é essencial para criar ambientes propícios ao aprendizado, onde a colaboração, a inovação e o respeito moldam a jornada educativa. A gestão educacional transcende números e processos, almejando cultivar valores que inspiram a excelência acadêmica e o crescimento integral dos alunos. Considerando as distintas concepções de gestão escolar, notadamente a administração técnico-científica e a gestão simbólico-interpretativa, analise as afirmativas a seguir.

I. Na perspectiva da administração técnico-científica, a ênfase recai na eficiência operacional, destacando a divisão racional do trabalho e a busca constante por padronização de processos.
II. A gestão simbólico-interpretativa reconhece a importância dos métodos científicos na otimização dos processos educacionais, priorizando a mensuração quantitativa como indicador de sucesso escolar.
III. Na abordagem da administração técnico-científica, a cultura organizacional e as relações interpessoais são consideradas aspectos secundários diante da prioridade dada à eficiência operacional.
IV. A gestão simbólico-interpretativa destaca a complexidade do ambiente escolar, enfatizando a construção de significados compartilhados e a importância da interpretação subjetiva.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2473871 Pedagogia
Ao longo do tempo, a função social da escola passou por transformações significativas, refletindo as mudanças na sociedade e nas abordagens educacionais. Inicialmente voltada para a transmissão de conhecimentos, evoluiu para valorizar a interação entre diferentes gerações, promovendo a troca de saberes. Mais recentemente, as escolas têm se adaptado para reconhecer e atender às diversas singularidades dos alunos, priorizando a equidade e inclusão. Essas mudanças evidenciam a busca constante por uma educação que vá além do simples repasse de informações, visando preparar os indivíduos para desafios contemporâneos e promover uma participação ativa na sociedade. A fase em que o alcance da escola é ampliado constantemente e o aprender a aprender acontece diariamente nas carreiras e na evolução humana corresponde à escola:
Alternativas
Q2473870 Pedagogia
Um grupo de professores de uma escola decide realizar uma pesquisa colaborativa com investigação qualitativa para averiguar estratégias eficazes no ensino de matemática para alunos do 6º ano. Cada professor traz sua experiência e perspectiva para contribuir com o projeto. Eles definem objetivos claros, elaboram um plano de ação, coletam dados durante as aulas e realizam análises conjuntas para identificar práticas pedagógicas mais bem-sucedidas. Considerando a situação apresentada, analise as afirmativas a seguir.

I. A pesquisa colaborativa permite que os professores compartilhem suas experiências e conhecimentos, promovendo uma abordagem mais rica e diversificada na análise dos resultados.
II. O processo de trabalho de uma pesquisa qualitativa é maior que o produto, ou seja, o resultado é sempre associado ao contexto no qual ocorreu a investigação.
III. A coleta de dados durante as aulas possibilita a obtenção de informações concretas e contextualizadas sobre o impacto das práticas pedagógicas, contribuindo para uma análise mais fundamentada.
IV. O contato direto e prolongado do pesquisador com o ambiente e a situação investigada interfere negativamente na investigação qualitativa.
V. A análise conjunta dos resultados é uma etapa crucial, pois permite que os professores identifiquem práticas mais eficazes, promovam melhorias contínuas e compartilhem aprendizados.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2473869 Pedagogia
Em um ambiente escolar, diferentes abordagens pedagógicas podem ser aplicadas para orientar a prática educativa. Três perspectivas amplamente discutidas são a pedagogia relacional; a pedagogia diretiva; e, a pedagogia não diretiva. Essas abordagens têm influências significativas na maneira como os educadores conduzem o processo de ensino e aprendizagem. Considerando as abordagens pedagógicas mencionadas, assinale a alternativa correta que descreve características distintivas da pedagogia relacional; pedagogia diretiva; e, pedagogia não diretiva. 
Alternativas
Q2473868 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/1996) é a legislação que estabelece as diretrizes e bases da educação no Brasil. Promulgada em 1996, ela define princípios e normas para a organização do sistema educacional, abrangendo desde a educação infantil até o ensino superior. A LDB visa garantir o direito à educação, promover a igualdade de oportunidades e orientar as políticas educacionais no país. Em Espera Feliz, um gestor educacional está comprometido em seguir suas diretrizes ao revisar o orçamento destinado à educação básica. Considerando o tema do financiamento da educação, analise as afirmativas a seguir.

I. O gestor, pautado na legislação, deve destinar, no mínimo, vinte e cinco por cento dos recursos municipais provenientes de impostos para a educação.
II. Constituirão despesas relacionadas à educação aquelas realizadas para a formação de quadros especiais para a Administração Pública.
III. Os recursos destinados à educação devem ser aplicados exclusivamente no pagamento de pessoal da educação básica, contemplando salários e benefícios necessários.
IV. O gestor tem a liberdade de utilizar os recursos da educação para ações culturais e esportivas no Município, uma vez que a legislação determina a destinação específica desses recursos para a educação básica.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Respostas
1961: D
1962: A
1963: B
1964: D
1965: C
1966: B
1967: C
1968: A
1969: D
1970: B
1971: B
1972: C
1973: D
1974: A
1975: C
1976: B
1977: B
1978: D
1979: D
1980: B