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Q3183480 Pedagogia
A cosmovisão das populações africanas e sua atualização pelos afrodescendentes no Brasil fornecem bases conceituais para a produção do conhecimento e a transmissão de valores sagrados. No ensino religioso, a importância da cosmovisão e da herança cultural africana está não apenas em sua capacidade de integrar valores éticos, culturais e espirituais, mas também em sua influência na formação da identidade brasileira. A partir das informações contidas no enunciado anterior e nos estudos que versam sobre a cosmovisão e africanidades no contexto do Ensino Religioso no Brasil, relacione corretamente o princípio contido na primeira coluna com o significado correspondente contido na segunda coluna.


 Primeira coluna: Princípio
1.Diversidade 2.Integração 3.Ancestralidade 4.Palavra 5.Processos de Socialização

Segunda coluna: Significado

(__)Unifica todas as partes em um todo orgânico, garantindo coexistência e complementação.
(__)Atribui força divina à palavra, essencial para transmitir conhecimentos e valores.
(__)Comunidade forma o indivíduo, construindo identidade e mantendo o tecido social.
(__)Promove a pluralidade e a flexibilidade cultural, valorizando as diferenças e a adaptação.
(__)Organiza a vida e instituições baseando-se na tradição e história dos antepassados.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3183479 Pedagogia
"A consciência coletiva é, por conseguinte, o conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade, formando um sistema determinado que tem vida própria. Ela é, por definição, difusa em toda a extensão da sociedade; consequentemente, não é suscetível de ser localizada" (Durkheim, 1999, p. 50). Partindo do excerto da obra Da divisão do Trabalho Social , escrita por Émile Durkheim, em 1893, podemos entender que o fundador da sociologia francesa defende a tese de que, em determinados tipos de sociedade, a consciência coletiva é o elemento fundamental para a coesão social dos indivíduos. Ora, com base no excerto e no conceito de consciência coletiva, assinale a alternativa correta que indique o fator de influência para a manutenção da consciência coletiva em diferentes tipos de sociedades:
Alternativas
Q3183478 Pedagogia
No desenvolvimento da modernidade iluminista ocidental, alguns processos sociais, ideológicos e políticos foram protagonistas do projeto civilizacional e cultural que buscou estruturar a fundação de uma nova ordem social baseada em valores seculares e humanistas.

Fonte: RANQUETAT JR, Cesar. Laicidade, laicismo e secularização: definindo e esclarecendo conceitos. Revista Sociais e Humanas, v. 21, n. 1, p. 67-75, 2008.

Como base nesta afirmação e nas concepções contidas na obra O Dossel Sagrado (1971), de autoria de Peter Berger, qual conceito se refere ao fenômeno histórico-social pelo qual setores da sociedade e da cultura são subtraídos da dominação das instituições e símbolos religiosos, caracterizando-se pelo declínio da religião e pela perda de sua posição central na vida social e institucional? 
Alternativas
Q3183477 Pedagogia
Leia os conceitos de alteridade e identidade a seguir:

A alteridade, derivada do latim "alter " (o outro), é um conceito central na BNCC. Segundo esse documento, a alteridade refere-se à qualidade do que é diferente de 'eu' ou do 'nós' e enfatiza a importância do reconhecimento e respeito às diversidades. O filósofo Emmanuel Levinas (1905-1995) destaca que a subjetividade é originariamente a abertura para o outro, constituindo-se na relação com a alteridade. Para Levinas, o outro é essencial na formação da identidade, pois é por meio do encontro com o outro que o indivíduo se reconhece e se define. A BNCC adota essa perspectiva, promovendo a alteridade como uma fonte de enriquecimento e não como uma ameaça à identidade. A identidade, por sua vez, oriunda do termo latino 'idem ' (o mesmo), é entendida na BNCC como uma construção dinâmica que inclui tanto um núcleo permanente quanto uma face flutuante. O filósofo Georg Hegel (1770-1831), em A fenomenologia do Espírito, argumenta que a consciência de si é adquirida na relação com o outro, destacando a dialética entre identidade e alteridade. Segundo Hegel, é na interação com o diferente que o indivíduo desenvolve a consciência de sua própria identidade. Com base nos conceitos citados anteriormente, à luz do contexto da BNCC, analise as seguintes afirmações:

I.A alteridade, segundo a BNCC, destaca-se como um fundamento teórico e pedagógico do Ensino Religioso, promovendo o respeito e o reconhecimento das diversidades.
II.A identidade é descrita na BNCC como uma construção fixa e inalterável, baseada exclusivamente nas tradições e costumes de origem de um grupo ou indivíduo.
III.Alteridade e identidade são categorias interligadas na BNCC, na qual a experiência da alteridade é vista como essencial para a formação de uma identidade própria.
IV.A BNCC trata a identidade como uma dimensão dinâmica que inclui tanto características permanentes quanto aspectos flutuantes, refletindo mudanças e aspirações.
V.A concepção de alteridade na BNCC sugere que a diversidade é uma ameaça à identidade, devendo ser abordada com cautela para evitar conflitos culturais e religiosos.

É correto que se afirma em:
Alternativas
Q3183455 Português
Escrever as emoções: o sentido de dar palavras à
ebulição interior

Julián Fuks


Às vezes sinto que minha filha tem escrito mais do que eu, ou tem sido mais verdadeira no que escreve. Mais imediata, talvez, no desembaraço de seus sete anos de idade. Criou agora seu caderno de sentimentos, algo como um diário ilustrado onde ela registra cada emoção forte que a acomete. Eu olho a urgência com que ela corre para o caderno, o vigor com que empunha o lápis, a concentração com que passa a ignorar tudo o que a cerca. Nada mais lhe importa nesse momento, a escrita toma toda a sua existência, e assim cada emoção turbulenta de origem se faz satisfação e leveza. Escreveu algo de essencial, traçou em linhas exatas seu sentimento, deu a uma vaga abstração sua forma concreta. Quisera eu escrever dessa maneira.

Seu caderno se inicia com a mais simples e expressiva das páginas. Tutu triste, vê-se em letras pequenas, e embaixo seu autorretrato de olhos pesados e duas lágrimas gordas sobre as bochechas. Segue ainda por afetos límpidos: Tutu animada, raivosa, impaciente, sonolenta, Tutu sem acreditar no que está acontecendo, neste caso um desenho de si boquiaberta e de olhos vidrados. Depois disso ela parece ter percebido a necessidade de explorar as causas subjacentes aos sentimentos, como Balzac alguma vez decidiu dar as raízes ocultas de cada fato. Passou a anotar coisas como "Tutu empolgada com o acampamento", e "Tutu aliviada porque um homem horrível não ganhou as eleições".

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador". Leio essa frase em Clarice Lispector e acredito entender algo sobre minha filha, e algo sobre mim. Clarice emenda que talvez por isso tome tantos anos entre um verdadeiro escrever e outro, ainda que se empunhe o lápis todos os dias por uma vida inteira. Para mim dá-se o mesmo, alinhavo palavras sempre que me visita o caderno de sentimentos. Ali, se o tivesse, talvez me fosse mais sincero dizer: "Julián embevecido de admiração por sua filha."

Não posso, no entanto, encerrar meu comentário sobre o caso nesse ponto, porque há um acontecimento recente muito mais digno de nota do que tudo isso que contei. Lê-se numa das páginas do caderno: "Tutu infeliz porque a Peps não está sendo uma boa pessoa". Não sei qual conflito a levou a registrar palavras tão acerbas contra a irmã, decerto alguma dessas pequenezas que diariamente trovejam na relação entre as duas, precedidas e sucedidas de risos desabridos e abraços enérgicos.

Penélope não deixou passar sem vingança a acusação insolente. Enquanto folheava o caderno da irmã e tentava decifrar as palavras escritas com que já começa a se familiarizar — começa a se irmanar, eu poderia dizer — acabou calhando de rasgar uma folha, digamos sem querer. Foi tal a indignação da irmã com o gesto destrutivo que me pareceu razoável mostrar a ela a página em que Tulipa descrevera sua decepção primeira e indagar com veemência: é isso o que você deseja? Essa é a emoção que você quer provocar na sua irmã, a infelicidade? Não seria preferível criar nela uma impressão mais positiva, e constar numa página que falasse de entusiasmo, carinho, alegria?

Penélope então me encarou com olhos indecifráveis, ainda um tanto severos, e respondeu com segurança e presteza: claro que sim, dou um jeito nisso. Correu até seu quarto, fechou-se ali por alguns minutos, criou entre os que a esperávamos um momento palpável de apreensão e suspense. Retornou com o semblante desanuviado, plena de satisfação e leveza. Numa folha avulsa ela desenhara a irmã com seu inseparável caderninho nas mãos, com um largo sorriso a lhe cruzar o rosto inteiro, e delineara na ortografia atrevida de seus quatro anos: "Tutu feliz porque a Peps se comportou bem."

Não pude senão me espantar com sua intrepidez, com sua decisão de se fazer autora da página que gostaria de ver. Sua sagacidade buscara um atalho: não era preciso suscitar na irmã o devido sentimento, a ficção poderia suprir bem esse seu desejo, e ainda expor o ridículo da bronca que o pai lhe dera. Ela é uma escritora diferente de nós, foi o que pensei, talvez mais inventiva, mais livre, menos submissa às insignificâncias da realidade e às suas emoções correspondentes. E ao pensá-lo entendi que, se tivesse afinal meu próprio caderno de sentimentos, também anotaria em página nova minha profunda admiração por ela.

Um último ato encerra a história, mostrando as intrincadas relações entre ficção e realidade, ou o modo como a escrita das emoções pode alterar nossa existência no mundo, cuidando estranhamente de nos aproximar dos outros. Tulipa viu a página que a irmã depositara sobre a mesa, e sentiu que um sorriso largo lhe cruzava o rosto inteiro, sentiu uma comoção que lhe dominava o peito. Correu nesse mesmo instante para registrar o sentimento novo em seu caderno, para criar com suas mãos a exata correspondência com o desenho da irmã. Deu assim testemunho de uma ficção que se fez emoção tão verdadeira que foi capaz de coincidir com a vida. Também assim eu desejaria a minha escrita.


Disponível em:
https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/10/12/escrever-as
-emocoes-o-sentido-de-dar-palavras-a-ebulicao-interior.htm. Acesso
em 18 out. 2024.
A respeito do uso da crase, analise os trechos que seguem e marque a alternativa em que seu uso é facultativo:
Alternativas
Q3183449 Português
Escrever as emoções: o sentido de dar palavras à
ebulição interior

Julián Fuks


Às vezes sinto que minha filha tem escrito mais do que eu, ou tem sido mais verdadeira no que escreve. Mais imediata, talvez, no desembaraço de seus sete anos de idade. Criou agora seu caderno de sentimentos, algo como um diário ilustrado onde ela registra cada emoção forte que a acomete. Eu olho a urgência com que ela corre para o caderno, o vigor com que empunha o lápis, a concentração com que passa a ignorar tudo o que a cerca. Nada mais lhe importa nesse momento, a escrita toma toda a sua existência, e assim cada emoção turbulenta de origem se faz satisfação e leveza. Escreveu algo de essencial, traçou em linhas exatas seu sentimento, deu a uma vaga abstração sua forma concreta. Quisera eu escrever dessa maneira.

Seu caderno se inicia com a mais simples e expressiva das páginas. Tutu triste, vê-se em letras pequenas, e embaixo seu autorretrato de olhos pesados e duas lágrimas gordas sobre as bochechas. Segue ainda por afetos límpidos: Tutu animada, raivosa, impaciente, sonolenta, Tutu sem acreditar no que está acontecendo, neste caso um desenho de si boquiaberta e de olhos vidrados. Depois disso ela parece ter percebido a necessidade de explorar as causas subjacentes aos sentimentos, como Balzac alguma vez decidiu dar as raízes ocultas de cada fato. Passou a anotar coisas como "Tutu empolgada com o acampamento", e "Tutu aliviada porque um homem horrível não ganhou as eleições".

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador". Leio essa frase em Clarice Lispector e acredito entender algo sobre minha filha, e algo sobre mim. Clarice emenda que talvez por isso tome tantos anos entre um verdadeiro escrever e outro, ainda que se empunhe o lápis todos os dias por uma vida inteira. Para mim dá-se o mesmo, alinhavo palavras sempre que me visita o caderno de sentimentos. Ali, se o tivesse, talvez me fosse mais sincero dizer: "Julián embevecido de admiração por sua filha."

Não posso, no entanto, encerrar meu comentário sobre o caso nesse ponto, porque há um acontecimento recente muito mais digno de nota do que tudo isso que contei. Lê-se numa das páginas do caderno: "Tutu infeliz porque a Peps não está sendo uma boa pessoa". Não sei qual conflito a levou a registrar palavras tão acerbas contra a irmã, decerto alguma dessas pequenezas que diariamente trovejam na relação entre as duas, precedidas e sucedidas de risos desabridos e abraços enérgicos.

Penélope não deixou passar sem vingança a acusação insolente. Enquanto folheava o caderno da irmã e tentava decifrar as palavras escritas com que já começa a se familiarizar — começa a se irmanar, eu poderia dizer — acabou calhando de rasgar uma folha, digamos sem querer. Foi tal a indignação da irmã com o gesto destrutivo que me pareceu razoável mostrar a ela a página em que Tulipa descrevera sua decepção primeira e indagar com veemência: é isso o que você deseja? Essa é a emoção que você quer provocar na sua irmã, a infelicidade? Não seria preferível criar nela uma impressão mais positiva, e constar numa página que falasse de entusiasmo, carinho, alegria?

Penélope então me encarou com olhos indecifráveis, ainda um tanto severos, e respondeu com segurança e presteza: claro que sim, dou um jeito nisso. Correu até seu quarto, fechou-se ali por alguns minutos, criou entre os que a esperávamos um momento palpável de apreensão e suspense. Retornou com o semblante desanuviado, plena de satisfação e leveza. Numa folha avulsa ela desenhara a irmã com seu inseparável caderninho nas mãos, com um largo sorriso a lhe cruzar o rosto inteiro, e delineara na ortografia atrevida de seus quatro anos: "Tutu feliz porque a Peps se comportou bem."

Não pude senão me espantar com sua intrepidez, com sua decisão de se fazer autora da página que gostaria de ver. Sua sagacidade buscara um atalho: não era preciso suscitar na irmã o devido sentimento, a ficção poderia suprir bem esse seu desejo, e ainda expor o ridículo da bronca que o pai lhe dera. Ela é uma escritora diferente de nós, foi o que pensei, talvez mais inventiva, mais livre, menos submissa às insignificâncias da realidade e às suas emoções correspondentes. E ao pensá-lo entendi que, se tivesse afinal meu próprio caderno de sentimentos, também anotaria em página nova minha profunda admiração por ela.

Um último ato encerra a história, mostrando as intrincadas relações entre ficção e realidade, ou o modo como a escrita das emoções pode alterar nossa existência no mundo, cuidando estranhamente de nos aproximar dos outros. Tulipa viu a página que a irmã depositara sobre a mesa, e sentiu que um sorriso largo lhe cruzava o rosto inteiro, sentiu uma comoção que lhe dominava o peito. Correu nesse mesmo instante para registrar o sentimento novo em seu caderno, para criar com suas mãos a exata correspondência com o desenho da irmã. Deu assim testemunho de uma ficção que se fez emoção tão verdadeira que foi capaz de coincidir com a vida. Também assim eu desejaria a minha escrita.


Disponível em:
https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/10/12/escrever-as
-emocoes-o-sentido-de-dar-palavras-a-ebulicao-interior.htm. Acesso
em 18 out. 2024.
No trecho "Eu olho a urgência com que ela corre para o caderno, o vigor com que empunha o lápis, a concentração com que passa a ignorar tudo o que a cerca. Nada mais lhe importa nesse momento, a escrita toma toda a sua existência, e assim cada emoção turbulenta de origem se faz satisfação e leveza", a expressão em destaque trata-se de uma situação de:

I.coesão referencial anafórica, recuperando o contexto anterior para enfatizar o momento em que "a escrita toma toda a sua existência".
II.progressão temporal, referindo-se ao exato momento da ação em que "ela corre para o caderno".
III.coesão referencial catafórica, posto que anuncia o referente que virá na sequência, ou seja, a escrita tomar toda a sua existência.
IV.coesão referencial, assim como em "Leio essa frase em Clarice Lispector e acredito entender algo sobre minha filha, e algo sobre mim", no 3º parágrafo.

A partir da análise das proposições, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3168806 Pedagogia
Durante o período da Reforma na Igreja Católica, no século XVI, diversas mudanças e debates teológicos marcaram a história do Cristianismo. Nesse contexto, o líder religioso que desempenhou um papel central na Reforma Protestante, desafiando as práticas da Igreja Católica e defendendo a justificação pela fé foi:
Alternativas
Q3168805 Pedagogia
O Cristianismo, uma das maiores religiões do mundo, tem uma rica história e diversas tradições. Nesse sentido, qual evento é central na narrativa cristã e é considerado o alicerce da fé cristã:
Alternativas
Q3168804 Pedagogia
As tradições religiosas ao redor do mundo oferecem uma diversidade de práticas, crenças e rituais. Qual das seguintes tradições religiosas é caracterizada pelo conceito de Dharma, Karma e Moksha, que enfatiza o ciclo de nascimentos e renascimentos:
Alternativas
Q3168803 Pedagogia
No Brasil, a diversidade religiosa é um traço marcante da sociedade, com a coexistência de várias tradições e práticas espirituais. Considerando esse contexto, analise as afirmativas abaixo:

I. O Brasil é conhecido por experienciar sincretismo religioso, especialmente no Candomblé e na Umbanda, onde elementos das religiões africanas foram incorporados a práticas católicas.

II. Nas últimas décadas, o país testemunhou um crescimento significativo de movimentos neopentecostais, caracterizados por uma abordagem mais contemporânea e ênfase em práticas de cura e prosperidade.

III. O espiritismo, com ênfase nas obras de Allan Kardec, tem uma presença significativa no Brasil, com muitos adeptos e centros espíritas que promovem a mediunidade e a busca pelo autoconhecimento.

IV. Apesar dos impactos históricos, algumas comunidades indígenas no Brasil mantêm suas práticas religiosas tradicionais, que incluem rituais de conexão com a natureza e culto aos ancestrais.

V. Comunidades judaicas não têm uma presença histórica no Brasil, exceto em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, contribuindo para a diversidade religiosa por meio de suas tradições e rituais.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
Alternativas
Q3168802 Pedagogia
Na região do Oriente Médio, durante o período da Antiguidade, diversas religiões desempenharam papéis cruciais na formação de civilizações e na compreensão do sagrado. Considerando esse contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3168801 Pedagogia
Em uma comunidade fictícia, membros de uma religião minoritária têm enfrentado atos de intolerância, incluindo vandalismo em locais de culto e discriminação em espaços públicos. A situação levanta questões sobre os direitos fundamentais e a necessidade de promover o respeito mútuo entre as diferentes crenças. Diante desse cenário, qual das seguintes ações seria mais eficaz na promoção da tolerância religiosa:
Alternativas
Q3168800 Pedagogia
Os textos sagrados desempenham um papel central em várias tradições religiosas, transmitindo ensinamentos, normas éticas e narrativas fundamentais. Qual destes é considerado um texto sagrado no Islã, composto por versos revelados ao profeta Maomé ao longo de sua vida e considerado a palavra de Deus pelos muçulmanos:
Alternativas
Q3168799 Pedagogia
A influência da cultura afro-brasileira é evidente em várias manifestações artísticas que contribuíram para a riqueza cultural do Brasil. Considerando essa diversidade, analise o contexto abaixo:
Durante o século XX, a música popular brasileira (MPB) se tornou uma plataforma importante para a expressão da identidade cultural afro-brasileira. Artistas negros e negras influenciaram significativamente o desenvolvimento da MPB, incorporando elementos de suas raízes africanas e abordando questões sociais e raciais.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir:

I. Samba e a Resistência Cultural: O samba, gênero musical com raízes na cultura afro-brasileira, emergiu como uma forma de resistência e celebração da identidade negra, proporcionando um espaço de expressão cultural nas comunidades afrodescendentes.

II. O movimento da Tropicália, na década de 1980, foi marcado por uma mistura audaciosa de estilos musicais, incluindo influências afro-brasileiras, refletindo o sincretismo cultural característico da identidade brasileira.

III. Afoxés e o Carnaval: Os afoxés, blocos afro associados ao Carnaval, desempenham um papel fundamental na preservação e promoção das tradições culturais afro-brasileiras, destacando ritmos como o ijexá.

IV. O movimento hip hop, que ganhou destaque nas periferias rurais, tornou-se uma ferramenta de expressão e resistência cultural, abordando questões sociais e raciais, e contribuindo para a visibilidade da cultura afro-brasileira.

V. O maracatu, manifestação cultural originária de Pernambuco, destaca-se pela rica tradição percussiva, incorporando elementos africanos e afro-brasileiros, e desempenha um papel importante nos festejos carnavalescos.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
Alternativas
Q3168798 Pedagogia
A interação entre mito e rito é uma dimensão importante em várias tradições culturais e religiosas, proporcionando significado e coesão social. Na mitologia grega, a celebração dos Jogos Olímpicos era acompanhada por rituais religiosos em honra a qual divindade, considerada a patrona dos jogos:
Alternativas
Q3168797 Pedagogia
O cenário internacional frequentemente testemunha conflitos que têm suas raízes em diferenças religiosas, gerando desafios complexos para a paz e a estabilidade. Considerando esse contexto, analise a situação abaixo:
Em uma região fictícia, duas comunidades com histórias culturais e religiosas distintas coexistem historicamente. Recentemente, uma série de eventos desencadeou tensões e conflitos entre essas comunidades, alimentados por divergências religiosas, reivindicações territoriais e questões históricas. Considerando a complexidade desse cenário, avalie as afirmativas abaixo em V para verdadeiras e F para as falsas:

(__) As diferenças religiosas desempenham um papel central no conflito, servindo como um elemento de identidade e distinção entre as comunidades envolvidas.

(__) A disputa por território não é um dos fatores desencadeadores do conflito, refletindo não apenas questões práticas, mas também simbólicas e históricas ligadas à identidade das comunidades.

(__) Líderes religiosos desempenham um papel significativo no conflito, influenciando a percepção e a mobilização das comunidades, muitas vezes exacerbando as tensões existentes.

(__) Diante da complexidade do conflito, intervenções internacionais são desnecessárias, exigindo uma compreensão aprofundada das dinâmicas locais e consideração cuidadosa das sensibilidades religiosas.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Alternativas
Q3168796 Pedagogia
A relação entre símbolos e o sagrado desempenha um papel fundamental em diversas tradições religiosas, proporcionando significado e conexão espiritual. Na tradição religiosa cristã, qual símbolo é frequentemente associado à crucificação de Jesus Cristo e representa a redenção e a ressurreição: 
Alternativas
Q3168795 Pedagogia
Considerando os fundamentos das tradições religiosas, qual teoria sociológica sugere que a religião desempenha um papel crucial na coesão social, proporcionando valores comuns e um senso de pertencimento:
Alternativas
Q3143482 Pedagogia
A Lei 9.475/1997, que alterou o art. 33 da Lei 9.394/1996, estabelece que o Ensino Religioso:

I.É de oferta obrigatória para todos os estudantes, exceto aos que provarem não serem religiosos.
II.Constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental.
III.Deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, sendo vedada qualquer forma de proselitismo.
IV.É uma das áreas de conhecimento da Educação Básica, ministrado de acordo com o pensamento e opção religiosa dos estudantes.
V.É disciplina integrante do currículo do Ensino Fundamental, sendo competência das respectivas igrejas e religiões definirem seus conteúdos.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3143481 Pedagogia
Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (Brasil, 2017), o currículo do Ensino Religioso apresenta três unidades temáticas. A primeira delas, Identidades e alteridades , transversaliza todo o componente no Ensino Fundamental, agrupando objetos de conhecimento relacionados aos seguintes temas:

I.Compreensão das relações entre símbolos e significados de imanência e transcendência.
II.Reconhecimento e acolhimento do caráter singular e diverso do ser humano.
III.Apropriação exclusiva das religiosidades originárias do Cristianismo.
IV.Conhecimento das doutrinas dos grupos religiosos majoritários da humanidade.
V.Identificação e respeito às semelhanças e diferenças entre o eu e os outros.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1441: D
1442: E
1443: A
1444: B
1445: D
1446: X
1447: A
1448: C
1449: D
1450: C
1451: D
1452: A
1453: B
1454: D
1455: B
1456: A
1457: B
1458: A
1459: E
1460: D